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Enviado em 22/07/2011
Meu nome é Jadir e estava com meus 16 anos quando comecei a descobrir os prazeres carnais com uma mulher; antes era somente comendo cuzinho de dois viadinhos que tinha na minha rua. Apesar da idade, já tinha 1,68 mts; pesava uns 75 kgs e uma pica de 17 cms (dura) de comprimento com uns 6 cms de diâmetro que os viadinhos adoravam chupar e ter no cú. Eu que gostava de passar na casa da minha avó Lúcia pra poder comer dos bolos deliciosos que ela fazia, não podia imaginar que um dia ia comer outras coisas.
Minha avó que era viúva, apesar de seus mais de 50 anos parecia não querer permitir que a idade lhe tirasse o prazer de viver... Até quando íamos na praia ela vestia biquínis bem cavadinhos e adorava ouvir elogios sobre seu corpo ainda com tudo no lugar: magrinha; peituda e uma bundinha ainda incrivelmente firme... E adorava falar sacanagens.
Bati na porta, e já ia desistir quando a porta abriu e minha avó só com uma toalha em torno do corpo; sorrindo.
- Estava começando meu banho; mas vim abrir porque tinha quase certeza que era você meu netinho!
- Desculpa vovó; não queria atrapalhar...!
- Você atrapalhar? De jeito nenhum... Adoro quando você vem me visitar!
Entrei e ela indo em direção ao banheiro.
- Não vou demorar; meu banho é rápido!
Sentei na sala e escutando o barulho do chuveiro, olhei e percebi que a ela tinha deixado a porta do banheiro meio aberta. Lentamente fui me aproximando e ficando de lado perto da porta estiquei o pescoço olhando e vendo que vovó nem se preocupou em fechar a porta do box... Ela de lado, cantarolava e ensaboava seu corpo que pra mim parecia ser algo extremamente maravilhoso; era minha primeira mulher nua. Mas bastou ela virar de costas e mostrar sua bunda pra eu perder totalmente a noção do perigo. De pau duro, saquei minha pica pra fora e de olho no traseiro da vovó fiquei punhetando... Foi quando dei bobeira e ela virando rapidamente me pegou no flagra.
Corri e me sentei no sofá esperando que quando ela saísse ia me dar uma bronca das boas... Dois minutos ela veio trajando um roupão e de pé na minha frente.
- Estava olhando a vovó tomar banho, né seu safadinho?
- Perdão vovó; foi sem querer!
- O que você viu; posso saber?
- Não vi quase nada vovó...!
Foi quando notei seu sorriso e ela sentando do meu lado tirando o material escolar do meu colo.
- Sabe que a muito tempo ninguém me via pelada? Você não precisava correr meu neto!
- Mas vovó; eu não sabia que a senhora estava nua!
- Se você prometer segredo a vovó deixa você ver tudo; você promete?
- Prometo sim vovó!
Foi quando ela abriu o roupão e me vez ver aqueles peitões e no meio de suas pernas; que ela mantinha abertas, um bucetão carnudo com pentelhos bem aparados.
Ela pegou minha mão colocando-a sobre um dos seus seios.
- Pode fazer carinho na vovó...!
Minha preocupação era o volume enorme aparecendo na minha calça e não demorou pra ela levar a mão e apertar junto com o tecido.
- Meu bebê está com o piruzinho duro; está?
Nada falei porque ela tirou minha mão do seu peito e levou-a até o meio das suas pernas.
- Acho que você nunca tinha visto uma vagina de mulher; não é?
- Não vovó; nunca tinha visto!
- Pode passar o dedo nela; vovó vai gostar muito!
Mesmo apavorado, era a minha oportunidade de ter um contado com uma mulher de verdade e passando os dedos senti que ela abria minha calça.
- Deixa ver como está seu piruzinho...!
Senti até um alivio quando ela conseguiu puxar meu pau que estava duríssimo pra fora da calça.
- Noooooosa... Que maravilha meu neto; faz tempo que vovó não vê um pintinho tão grande assim...!
Eu com o dedo na buceta da minha avó e ela alisando meu cacete me assustei quando foi reclinando o corpo até encostar a boca no meu pau. Vovó engoliu meu pau e começou a chupar e passar a língua... Bastou uns dois minutos pra explodir e ir soltando todo meu gozo na boca da vovó que foi engolindo sem deixar escapar uma gota. Lambendo os beiços.
- Oh Jadir... Você não imagina a alegria que deu pra vovó!
Depois, ela terminando de tirar o roupão me puxou.
- Chupa um pouco os peitos da vovó; chupa!
Pra mim, aqueles peitos meio caídos parecia um manjar dos deuses e chupando os bicões, por minha própria vontade levei novamente a mão na buceta e bolinando.
- Hummm seu safadinho; tá gostando de botar o dedo aí?
Continuei chupando e ela com a mão vendo que meu pau estava ficando novamente duro.
- Quer comer a xoxota da vovó?
- Nunca fiz isso!
- É bom que você aprende; vem...!
Ela deitando no sofá arreganhando as pernas me mostrando seu bucetão já todo arregaçado... Todo sem jeito fui entrando no meio de suas pernas e ela me ajudando segurou meu pau colocando-o no meio dos grandes lábios vaginais.
- Empurra meu neto; empurra tudo pra dentro da vovó!
Foi incrível a sensação de meter na minha primeira buceta e praticamente deitado sobre minha avó ela foi me explicando como deveria fazer... Descobri que era só socar como se a buceta fosse o cuzinho de um dos viadinhos.
- Isso Jarder... Mete na vovó; mete... Assimmmm...
Por já ter gozado um pouco antes, consegui dar umas 30 pirocadas antes de gozar tudo dentro da sua buceta.
No dia seguinte esta eu novamente na casa da vovó, e ela antes de me servir um lanche me fez colocar o pau pra fora e novamente me deu uma extraordinária mamada bebendo todo meu leitinho. Depois do lanche, vovó me mostrando o quanto gostava de se exibir; ficou nua da cintura pra baixo e foi pra pia lavar as vasilhas enquanto eu sentado numa cadeira ficava de olho naquele bundão... Ela dando umas reboladas.
- Está gostando de ver o meu bumbum; está?
- Estou sim vovó; sua bunda é muito bonita!
- Hummm... Quer encostar seu piruzinho no meu bumbum?
Aquilo pra mim foi como se ela estivesse me oferecendo sua bunda pra eu meter; e já em sintonia com as safadezas de vovó botei minha pica pra fora e fui abraçando-a por trás esfregando no seu cú e tentando enfiar.
- Calma Jadir... Calma que a vovó vai te ajudar!
Vovó pegando um vidro de óleo de cozinha passou um pouco na ponta da minha pica e voltando pra posição de pé ao lado da pia.
- Agora vem meu neto; vem que a vovó está doidinha pra sentir esse pinto gostoso...!
Bastou eu dar uma cutucada pro cú da vovó se abrir e deixar que eu enfiasse até o saco... Como em matéria de cú eu já era bastante experiente, segurei a cintura da vovó com minhas duas mãos e fiquei socando.
- Mais forte meu bebê; mais forte... Aaaasssimmmmm... fode bastante a bundinha da vovó... Vai... Oooooh como isso é gostooooooso...
Vovó que nos seus áureos tempos, devia ter dado muito, ficava contraindo o cú me dando um prazer jamais sentido com um viadinho... Gozei muito.
Virei freqüentador assíduo da casa da vovó e, já até ficamos pelados na cama na maior putaria. Um dia tinha acabado de fuder o cú da vovó:
- Você acha sua prima Dalva bonita?
Vovó falava de uma das filhas da tia Rosa (irmã da minha mãe) que tinha uns 22 anos e pouco mais de 1 de casada: Loira; baixinha; peitinhos e bundinhas tamanho médio.
- Muito bonita vovó... Por quê?
- Ela está com vontade de te conhecer!
- Mas ela já me conhece desde quando eu nasci!
- Vovó com muito jeitinho foi me explicando dos problemas que Dalva estava tendo no casamento e que a convidou pra passar o final de semana com ela contando sobre o quanto eu era bom de cama.
- A senhora contou pra ela que a gente transa?
- Pra Dalva não tem problema nenhum... Nós duas temos alguns segredinhos entre nós...!
- Mas vovó... Não sei se vou ter coragem de fazer essas coisas com a prima!
- Não se preocupe... É só você vir pra cá no sábado que eu ajeito tudo!
Cheguei no sábado a tarde e já encontrei Dalva na casa da vovó. Durante todo o tempo, Dalva não demonstrou nada que indicasse de que queria fazer sexo comigo, até as duas se ausentarem da sala e minutos depois vovó voltar:
- Ela já está lá na cama te esperando!
Um nervosismo começou a tomar conta do meu corpo e vovó me ajudando a tirar minhas roupas.
- É melhor você entrar no quarto já pelado...!
Bastou aquilo e alguns carinhos de vovó no meu pau pra ele ficar no ponto.
- Vai lá que ela vai estar te esperando na posição pra você chegar e meter; ok?
- Vou poder meter na buceta dela vovó!
- Ela quer é justamente na buceta...!
Entrei e vi a prima que estava de quatro com sua maravilhosa bundinha empinada virada pra porta do quarto. Sem falar nada, subi e segurando a piroca fui esfregando até achar o buraco de entrada da sua xoxota e sem mais nem menos ir empurrando até encostar meu saco... Dalva que nem ao menos me olhava começou a se mexer impaciente e a gemer.
- Uuuuuiiiiiiiii! Huuuuum... Huuummmm... Vai Jadir... Me fode bem gostoso... Preciso gozar... Vai...
Soquei muito, e Dalva abraçando o travesseiro começou a gozar escandalosamente... Grudado em Dalva como um cachorro numa cadela.
- Vou gozar Dalva... Vou gozar...
- Goza... Goza em mim; goza! Quero sentir toda sua porra dentro da minha buceta!
Dei mais algumas socadas e parei deixando meu pau despejar todo meu esperma dentro da prima gostosa... Dalva pediu pra eu voltar pra sala e depois de uns 5 minutos ela apareceu como se nada daquilo tivesse acontecido.
A vantagem de ser um adolescente cheio de adrenalina, era poder conseguir 15 minutos depois, ir com a vovó pro quarto de comer seu bundão.
Dalva, pelo menos uma vez por semana, passou a me pegar de carro no colégio e levar pra sua casa... Enquanto seu marido estava trabalhando, sem ter noção do perigo que corria eu ficava pelado com a prima no quarto metendo na sua buceta: uma, duas e até três vezes durante um período de 3 horas e ela sempre me implorava pra gozar na sua buceta... Dois meses depois, Dalva parou de me pegar no colégio e, foi minha avó que me comunicou que ela estava grávida do marido e que eles estavam muito felizes... Até hoje tenho minhas dúvidas.
Isaque escreveu:
Bacana seu conto!!!
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