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Vizinha perfeitinha i

  • Autor: pretinha

    Enviado em 26/04/2009

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Meu nome é fernanda, tenho 28 anos, sou pedagoga, morena cor de canela, seios perfeitos, fartos e muito duros, dos que fazem parecer que estou sempre excitada, cabelos longos e cacheados, sorriso sedutor e olhos de boneca, daqueles com cílios enormes, pernas grossas e bumbum durinho. eu tenho um namorado e o amo demais. sou hetero convicta, mas me entrego a fantasias facilmente. venho de uma família liberal e sexo pra mim está muito longe de ser um tabu.
a historia que vou contar aqui, aconteceu a alguns anos atrás quando eu tinha 17 anos e estava estudando pro vestibular.
passei grande parte de minha infância e adolescência morando no mesmo lugar, onde tinha uma vizinha da mesma idade que eu, que se chamava gabriela.
gabriela era uma morena clara de cabelos castanhos, lisos e longos, olhos cor de mel, boca carnuda, seios duros que cabem na mão, bumbum bem brasileiro e a boceta peludinha que ficava molhadinha facilmente, ela era do tipo que na rua chamam de gostosa.
nós éramos muito amigas, e fizemos as 1ª descobertas de nossa sexualidade juntas, não nos tocando ou nos acariciando, mas assim: meus pais adoravam uma sacanagem e acabavam esquecendo revistas eróticas em lugares que acabávamos encontrando e nos deliciando lendo juntas trancadas no meu quarto. nessa época devíamos ter menos de 15 (quinze) anos, éramos muito meninas mesmo, nem sarros tínhamos tirado com nossos namorados, mas ver as fotos e ler os contos dessas revistas nos deixava muito doidas. nossas calcinhas ficavam molhadas e nós esfregávamos nossa xoxota excitada, ainda com poucos pelos, muitas vezes com um lápis de colorir e outras vezes nos contorcíamos encima de uma boneca grande que eu tinha no quarto.
o tempo passou, e algumas coisas mudaram. minha mãe faleceu, meu pai logo arrumou uma namorada, meus irmãos se casaram e nós tivemos que mudar de casa. apesar da distancia, eu e gabriela nunca perdemos o contato, até porque, estudávamos juntas na mesma escola, e com a proximidade do vestibular, ela passou a vir dormir frequentemente na minha casa para intensificarmos nossos estudos. como meu pai passava sempre as noites fora com a nova namorada, que até então eu e meus irmãos não aceitávamos, a casa ficava tranqüila para estudarmos.
gabriela era do tipo perfeitinha: bonitinha, educadinha, caretinha, estudiosa e diga-se de passagem, “gostosinha”, no entanto, como eu, não era mais virgem.
certa vez, já era muito tarde e nós estávamos estudando, aí resolvemos dar uma parada para fazermos um lanche, e ficamos papeando no sofá da sala. gabriela começou a contar sobre a noite passada com o namorado dela, disse que ele tinha ficado aceso 3 (três) vezes, e foi ela quem dormiu, do contrario, era capaz de terem transado uma quarta vez.
não sei o porquê, eu pensei comigo: "também, com uma mulher dessas, até eu dou 3 (três)!". pensei e depois me senti mal, envergonhada, sem jeito. saí logo da sala e sugeri que voltássemos a estudar.
passei a noite pensando naquilo, e me surpreendi excitada, fantasiando transas com gabriela. eu sabia que não era amor, era atração sexual, tesão, desejo, queria apenas transar com ela, possuí-la. não me imaginava namorando com ela, amava meu namorado e sentia tesão por ele. também não sentia tesão por outras mulheres. eu queria só ela.
tentava esquecer, mas não dava, me masturbava pensando nela, transava com meu namorado pensando nela.
daí, resolvi encarar aquele desejo com uma coisa boa, e parar de me culpar por isso. foi então que comecei a fazer joguinhos.
sempre que estávamos no meu quarto e eu ia tomar banho, quando eu voltava do banho, ficava nua pra ela, tentando fazer com que ela sentisse desejo por mim, eu percebia que ela me olhava e ficava sem graça. reclamava do com calor e sugeria que dormíssemos nuas. ela relutava, mas eu dormia nua em pêlo, e nem me cobria com o lençol. cheguei a pedir para depilar a virilha dela usando creme de barbear. deite-a na minha cama, enfiei bem a calcinha na bocetinha dela e comecei a passar o creme de barbear na virilha, mas aproveitava para enfiar sutilmente meus dedos na boceta dela. meio que sem querer, dedilhava o clitóris dela por cima da calcinha. um dia a convidei para tomarmos banho de piscina de madrugada. na piscina, eu disse que iria tirar meu biquine para experimentar a sensação de tomar banho nua e cheguei junto dela já lhe desamarrando a parte de cima do seu biquine. ela riu, me parou e disse: “se alguém aparecer”. eu disse: “estamos sozinhas, é dia de folga da empregada e o vigilante está na guarita, tem ordens pra não sair de lá”. ai ela deixou que eu continuasse a desamarrar o seu biquine. eu disse que seus seios eram lindos e por impulso, fui logo colocando as mãos, pensei que ela fosse se assustar, mas ela encarou com um sorriso inocente. eu comecei a nadar nua e disse: “vem, a água está uma delicia, tira a parte de baixo do teu biquine também”. ela disse que não queria, que preferia relaxar na hidromassagem. na hora tive uma idéia sensacional: me encostei num outro jato de hidromassagem e comecei a me masturbar na frente dela. ela ficou muito sem graça, mas eu fiz cara de safada, disse que estava bom demais, e que era pra ela fazer o mesmo que não ia se arrepender. ela relaxou, afinal, estávamos entre amigas, e topou. nos masturbamos solitariamente até gozarmos. foi maravilhoso. sabia que mais um pouco e eu conseguiria comer aquela ninfeta linda.
meu namorado começou a perceber que eu olhava de um jeito diferente pra gabriela e me perguntou se era só impressão. eu tive que lhe abrir o jogo. expliquei que não era lésbica, mas que nos últimos meses vinha sentindo muita vontade de transar com gabriela. ele ficou louco de tesão e perguntou se ele poderia participar da transa. eu achei maravilhosa a idéia. e ele passou a descrever enquanto transávamos, o que faria com ela, o que ela faria comigo e o que eu faria com ela. e isso deu um gás enorme a nossa vida sexual. foi quando passamos juntos a arquitetar um plano para que essa historia saísse de nossas fantasias e virasse realidade.
o resultado vocês lerão no proximo conto.
























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