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Enviado em 26/08/2010
Com 17 anos comecei a namorar o rapaz mais cobiçado do meu colégio; o Gerson: 18 anos; lindíssimo; educadíssimo e carinhoso. Eu; Vivian: Loira; baixa (1,60 mts); 49 kgs; seios médios durinhos e um bumbum que gostava de exibir vestindo calças bem justas. Depois de alguns meses de namoro, Gerson resolveu me apresentar para sua família durante uma festa em que estariam comemorando o aniversário de seu pai (43 anos). Ao entrar num quintal bem espaçoso onde tinha uma piscina e várias pessoas (+- 20); algumas de roupas de banho, Gerson me mostrou um grupo onde estavam seus pais e foi me levando pra próximo deles. Ao me ver sendo analisada dos pés a cabeça por um espetáculo de homem; parecia um Deus Grego, trajando uma sunga e segurando um copo de cerveja; senti um calafrio percorrer minha espinha... Era justamente o pai de Gerson; Sr. Durval: Moreno; +- 1,80 mts; uns 75 kgs; físico perfeito com uma barriguinha tanquinho; coxas grossas e musculosas. Cumprimentei sua mãe e ao pegar na mão do Sr. Durval dizendo-lhe o prazer de conhecê-lo e lhe desejando feliz aniversário, fez questão de me dar dois beijinhos e cochichar no meu ouvido: - Você é a mais linda nesta festa!... Fiquei rubra na hora e me afastei achando que ele já devia estar tocado pela bebida. Durante o tempo que fiquei os pais de Gerson pareciam querer fazer de tudo pra me agradar... Principalmente o Sr. Durval. Fui mais algumas vezes a casa do Gerson e sempre que encontrava o Sr. Durval sentia algo estranho comigo... Acho que sem perceber eu estava era lhe olhando com um olhar como se quisesse dizer “te acho o máximo”; até que ele também começou a me olhar como se quisesse me despir. Chegou o verão e Gerson acabou me convencendo a freqüentar a piscina em sua casa. Quando o Sr. Durval também estava na piscina, a todo o momento eu dava um jeitinho pra olhá-lo; e, quase sempre o pegava também olhando pra mim. Eram meus últimos dias de aula antes das férias quando estava saindo do colégio sem o Gerson e meu sogro parou o carro me oferecendo uma carona... Fiquei num beco sem saída; vontade de recusar pra não dar uma de aproveitadora e ao mesmo tempo aceitar só pra ficar; mesmo que por pouco tempo, ao lado daquele homem. Ele insistiu e acabei entrando no carro. No trajeto ele já começou: - Sabe de uma coisa Vivian? Adoro quando eu posso ficar te olhando; mesmo de longe!... Fiquei inquieta no banco e tive vontade de dizer que sentia o mesmo; mas nem precisou. Ele encostou o carro numa rua discreta; sem desligar o carro, e me encarando... : - Quando te vejo, tenho que controlar a vontade em te abraçar!... Assustada; só o olhava, sem conseguir dizer uma palavra. Seu braço passou por cima dos meus ombros e foi me puxando; - Que isso Sr. Durval? Cuidado que alguém pode nos ver!... Ele me puxando de encontro ao seu peito: - Não tem ninguém na rua!... Ia pedir pra ele parar quando sua boca me calou. Foi um beijo tão ardente que tentei empurra-lo só no início... Fui me entregando e aquela boca deliciosa me beijou por uns 2 minutos. Quando ele me largou fingi estar aborrecida: - Desculpe Vivian, não resisti; precisava fazer isso se não ia ficar louco!... Eu tentando recuperar o fôlego: - O Sr. não podia fazer isso; sou a namorada do seu filho!... Ele voltando a andar com o carro: - Você continua sendo a namorada do Gerson; isso não muda nada!... : Eu vou ter vergonha de até olhar pro Gerson só em saber que fui beijada pelo pai dele!... Ele encostando novamente o carro: - Ninguém precisa saber de nada e quero que você continue indo na minha casa; tenho orgulho de saber que meu filho namora uma menina tão bonita como você!... Pedi pra ele me deixar algumas quadras antes da minha casa e desci do carro com minhas pernas tremendo. Vieram as férias e passei a dar desculpas pro Gerson pra não ir à sua casa, até que eu mesma comecei a sentir falta de ver meu sogro. Num sábado estávamos na piscina, quando minha sogra comunicou que ela e meu sogro iam se ausentar por algum tempo para irem buscar uma roupa numa loja no shopping... Gerson que tinha tirado sua habilitação a pouco tempo e fissurado em dirigir o carro do pai logo se ofereceu pra levar sua mãe. Eu achando que ia junto e o Sr. Durval: - Fica Vivian! Eles logo estarão de volta!... Eu sabendo o quanto seria perigoso ficar sozinha com aquele homem fui saindo da piscina e o filho da puta do Gerson, também: - Fica meu amor; não vamos demorar!... Fiquei pensando “seja o que Deus quiser”. Meu sogro saiu da piscina e procurando ficar longe dele entrei na água. Ele dando um mergulho e emergindo perto de mim: - Está com medo de mim?... Tremendo da cabeça aos pés: - Não! Não é isso; é que... Antes de acabar de falar ele já veio me abraçando: - Deixa te abraçar Vivian; deixa sentir esse corpo que me enlouquece bem junto do meu!... Comecei a me desesperar: - Não! Não! Não podemos!... Ele segurando meus cabelos e forçando virar o rosto pra cima: - Podemos sim; sei que você sente algo por mim também!... Confessei: - Eu sinto sim Sr. Durval; mas nem eu sei explicar o que é!... Novamente ele grudou seus lábios nos meus e num instante eu já estava totalmente entregue... Envolvi meus braços em torno de sua cintura tentando aproveitar o máximo aquela deliciosa boca. Sua mão desceu e foi empurrando meu biquíni pra baixo até quase chegar aos joelhos e sem soltar minha boca sua mão apalpou minha xoxota... Adorando aquela língua entrando pra dentro da minha boca fui tentando afastar sua mão do meio das minhas pernas até que deixei rolar. O safado também abaixou sua sunga e me fez segurar sua vara dura sem deixar de me beijar e ficar brincando com o dedo na portinha da minha buceta me deixando enlouquecida. Largando minha boca puxou a parte de cima do biquini deixando meus seios de fora e caindo de boca... chupou, lambeu e mordiscou biquinho duro me fazendo gemer feito uma putinha doida pra dar: - Ooooh meu Deus! O Sr. está querendo abusar de mim; e eu não posso deixar!... Ele atolando o dedo lá no fundo da minha buceta: - Fala pra mim fala; fala que está doidinha pra dar pra mim!... Ele me pegando no colo e indo na direção da escada: - Estou Sr. Durval; mas eu não posso fazer isso com o Gerson!... Ele saindo da piscina me colocando deitada sobre uma pequena mesa: - Vamos esquecer o Gerson por alguns minutos; quando ele voltar a gente age como se nada tivesse acontecido!... Ele já estava me ajeitando sobre a mesa e acabando de tirar meu biquíni: - Mas isso é uma loucura Sr. Durval!... Abrindo minhas pernas e chegando seu pau duro na minha buceta: - É loucura, mas você quer que eu enfie meu pau; não quer?... :- Quero Sr. Durval; mete... Mete tudo dentro da minha buceta!... Ele atolou aquele delicioso cacete e já foi socando gostoso me fazendo delirar de prazer: Aaaah... Aaaaah... Hummmm... Oh... Oh... Mais... Mais rápido que eu vou gozar!... Ele aumentou as estocadas me fazendo ter o meu mais escandaloso orgasmo antes de tirar e esporrar sobre minha barriga. Voltamos pra piscina e nos recompondo ficamos somente nos carinhos até ouvirmos o carro entrando na garagem. Antes de nos separarmos fez-me prometer em sair com ele no dia seguinte e que lhe desse o número do meu celular antes de ir embora. Logo depois do almoço ele me ligou combinando em me apanhar em um determinado lugar... Liguei rapidamente pro Gerson dizendo que não poderia encontrar com ele devido ter que sair com minha mãe. Minha sorte foi ter levado óculos escuro pra poder passar despercebida caso algum conhecido me visse dentro do carro; pois, depois de uns 10 minutos ele entrou dentro de um motel. Estava tão nervosa que custei atender o seu pedido de sair do carro já dentro da garagem. Sendo a minha primeira vez, fiquei encantada com tanto luxo e Durval já foi se despindo e mandando que eu também tirasse minhas roupas. Olhando pra aquele homem nú de pau duro, fui trêmula tirando minha blusa e minha saia ficando só de calcinha e sultiã. Ele mandou que eu deitasse e foi acabando de me despir pra explorar todo meu corpo com sua boca e língua. Fiquei mais tranqüila quando o vi colocando uma camisinha no seu pau duro e maravilhoso... Fui me abrindo toda pra receber aquele homem gostosão entre minhas pernas e Durval metendo até o fundo na minha buceta me fez delirar de prazer sentindo seu pau sendo socado repetidamente e ao perceber que eu gozava me beijou enfiando sua língua dentro da minha boca e também gozando. Depois de um bom banho ficamos rolando na cama entre beijos, abraços e juras de amor... Eu sempre preocupada com Gerson e novamente Durval: - É até bom que você continue a namorar o Gerson; assim podemos nos ver mais frequentemente e sairmos de vez em quando!... E assim foi por mais alguns meses. Durval comprou um pequeno apartamento numa cidade vizinha e lá passamos a nos encontrar pelo menos uma vez por semana. Durval foi me fazendo ser sua escrava sexual que, quando ele mandou que chupasse seu pau o fiz com tanto prazer que passou a ser rotina ele me fazer beber seu leitinho. Apaixonada eu o obedecia sempre: - Hoje eu quero meter na sua bundinha!... E lá fui ficar de quatro igual a uma cachorrinha e ter meu rabo deflorado. Gritei, rebolei e amei levar pica no meu cuzinho virgem que mesmo tendo ficado uns três dias com ele ardendo logo no nosso próximo encontro eu mesma pedi pra ele comer minha bunda novamente. Terminei com o Gerson e com meus 19 anos me mudei pro apartamento e passei a ser amante exclusiva de Durval. Com 24 anos, estava fazendo um lanche no shopping quando um homem sentou na minha mesa... Pra minha surpresa era o Gerson. Como eu usava uma aliança pra disfarçar de visinhos abelhudos, Gerson perguntou e confirmei que tinha me casado. Gerson também me disse que estava casado (eu já sabia, pelo Durval) e quando me levantei ele pediu pra ficar mais um pouco que gostaria de conversar mais: - Mais Gerson; não vai ficar bem se algum conhecido nos ver aqui conversando!... Ele: - Você gostaria de ir pra um lugar mais discreto?... : - Depende; qual lugar que você está pensando?... : - Pra lembrar o que deixamos pra trás; que tal em um motel?... Depois que conheci um motel com Durval, tinha ido algumas vezes com Gerson. Achei graça da petulância de Gerson: - Mas nós dois somos casados!... Falávamos baixo pra outras pessoas não ouvirem e ele: - É por isso que temos que conversar dentro de um motel!... Não era o dia de Durval se encontrar comigo e acabei aceitando. Fui pro estacionamento e esperei por Gerson. No motel dei uma aula de sexo deixando Gerson de boca aberta... Depois de lhe dar uma coça de buceta cavalgando seu pau com ele deitado na cama; depois de um descanso botei a boca no seu pau ainda meio mole e comecei a chupar: - Puta que pariu Vivian, você é sensacional! Isso! Chupa! Deixa ele bem duro novamente!... Parei de chupar um pouco e punhetando: - Agora vou querer na bundinha!... Ele que nunca tinha me comido por trás quando namorávamos ficou doido: - Eu sempre pedi isso e você nunca deixou!... Antes de voltar a chupar: - É por isso que eu quero deixar hoje!... Quando Gerson já estava no ponto, fui ficando de quatro: - Vem Gerson; vem me fuder como você sempre quis e nunca permiti!... Vibrei de prazer sendo enrabada pelo meu antigo namorado que deixou minha bunda toda vermelha de tanto bater seu corpo no meu socando seu pau. Virei também a amante de Gerson e a ir com ele sempre a um motel quando Durval não vinha me visitar.
Lobão Fogosão escreveu:
Muuuuiiittooooo bom este tb Salinas! Parabéns!!!
Breno escreveu:
Parabéns}!!! esse foi ótimo, ebora esteja em dúvida para com a veracidade dos fatos. Mas é uma aventura e tanto.
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