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Enviado em 06/10/2011
Eu tinha uns 16 a 17 anos na época, era tarde da noite e eu estava deitada na minha cama sem conseguir dormir desde a hora em que entrei no meu quarto, observando os passos dele, que não parava de passar no corredor, eu observava os movimentos dele através da luz da cozinha que invadia o corredor e passava por baixo da minha porta, eu via claramente a sombra dele, se aproximando do meu quarto e se encostando à porta, depois retornando pra cozinha.
Resolvi então sair, abri a porta sutilmente e fui em direção a cozinha beber uma água, chegando lá encontro ele, justamente próximo a geladeira, parado à porta, sem camisa e só de calça de pijama, tomando uma cerveja de latinha, ocupando todo o espaço que eu precisava para estender a mão e pegar uma jarra de água, porém, não recuei e fui em direção a geladeira, e, bem perto dele apanhei a jarra e enchi meu copo, tudo sob os olhares dele, que certamente se deliciou enquanto meus lábios carnudos entreabertos no copo deixavam deslizar toda a água garganta à dentro, saciando minha sede momentaneamente, pois estava fazendo muito calor naquela noite. Ao recolocar a jarra de água de volta na geladeira, as costas da minha mão que segurava a jarra roçou no abdômen peludo dele, porém fingi que não havia tocado e sai dali de perto dele e retornei ao quarto sem olhar para trás, deixando ele lá.
De volta ao quarto eu entrei e resolvi deixar a porta só encostada, pra ver até aonde aquela situação iria parar, deitei na cama na posição de costume, "de conchinha", e com a cabeça encostada no travesseiro eu fiquei com o olhar novamente fixo na porta, até que a luz da cozinha refletida no corredor evidenciou por baixo da porta a sombra dele se aproximando pela quinta vez só naquela noite de meu quarto. Virei meu corpo todo para o outro lado na cama, tirando meu olhar da porta, mas, ainda na "posição de conchinha", daí ouvi a porta ranger baixinho ao ser aberta sutilmente e depois, a chave que ficava do lado de dentro sendo girada na fechadura, trancando-a, a seguir ouvi nitidamente os passos dele se aproximando da minha cama. Seus 90 e poucos quilos distribuídos nos seus 1.93 de altura fizeram o colchão de minha frágil cama afundar abruptamente, fazendo meu corpo encostar no corpo dele, continuei imóvel, só que de olhos bem fechados, senti seu corpo todo por trás de mim, se encaixando no meu, senti seu hálito exalando por sobre minhas orelhas um forte cheiro de cerveja e cigarros misturados, ele então pôs a sua mão direita sobre meu braço direito e deslizou até a minha cintura, acariciando delicadamente minhas ancas largas por baixo de minha camisola curta, e descendo rumo a minha bunda por trás, encaixando seus dedos entre minhas nádegas, procurando caminho para alcançar minha xoxotinha, e quando a palma de sua mão e seus dedos já estavam aonde ele queria, eu gemi ofegante, arrebitando minha bunda em direção a ele, que massageou minha boceta fazendo círculos, deixando ela molhada em poucos minutos:
"-Iiissso paizinhooohh, faz mais faz, vaiiieeehhh, mete esse dedinho na minha xoxotinhaaaaahhhhnnrr!!"
“-Abre a perninha pro papai,vai bebê!!”
“-Aaaahhhrr...calma paizinho, põe devagaaahhhrr, aiee,aaaaahhhhrrr,calmaaahhhrrr...”
O escuro do quarto me impossibilitou de olhar pro pau dele me invadindo por trás, porém, minha imaginação ganhou vida a medida que as paredes da minha xoxota eram dilatadas pela grossura e ereção daquele caralho que aparentava ser enorme devido ao alargamento dolorido da minha xota já acostumada a acolher outras rolas, o falo estava todo dentro de mim, roçando e esfregando minha bocetinha molhada a fundo, até eu sentir tudo:
“-Aaaaaahhhrrr, que caralho gostoso o senhor tem, paizinhoooohhhhrr, fode gostoso tua filhinha safada fode!!”
“-Nossaaahhh, como tu é safada, né sua puta? Cê gosta de levar rola, gosta, vadia?
“-Não para, não para não paizinhooohhhrr, mete tudo, mete, mete maaaiis até eu gozar bem gostosinho, vaaaii, aaaahhh, eu.. eu tô quase, eu vô... aaahhhh, não para não, eu tô goz...goz...aaaaaaaaaaaaaaaannnnnhhhhhhhhhhhrrrrr...caralhhooooohhhrr, puta que...pariu, seu filha da putaaaahhhhh...”
Fiz o possível e o impossível pra não gritar alto, apenas falei baixinho, e depois desse gozo eu relaxei ao máximo, porém, ofegante e toda estremecida, e ele não parava de me foder por trás, enquanto eu continuava ali de conchinha e toda suadinha:
“-Vira essa bundona gostosa pro papai, vira!!”
“-Não, tá maluco, aqui não!!”
“-Porque, bebê, sua bunda é um tesão, porra!!”
“-Não, caralho, teu pau é muito grande,eu vou gritar muito!”
“-Eu ponho devagarinho, eu sei fazer, bebê!!”
“-Nem pensar, se a mamãe acorda eu tô ferrrada, sai daqui sai, sai!!”
Bem, antes de alguém que estiver lendo este conto aqui falar: “-Que doente é essa menina, transando com o próprio pai!!” Quero deixar bem claro que esse sujeito que estava em minha casa a noite, entrou no meu quarto e me comeu na minha cama, era na verdade o namorado da minha mãe, que nessa época aí estava divorciada do meu pai de verdade, e como ele estava lá em casa já a algum tempo eu tinha me acostumado a chamar ele de paizinho ou papi.
E nos dias seguintes a essa nossa trepada comportada e escondida, ele passou a me cantar direto, cobrando inclusive a minha bunda como eu havia prometido dar pra ele, o problema é que eu já havia provado da rola dele e não estava mais a fim de dar pra ele de novo, afinal, odeio repetir parceiros, pois, acho que as chances do desempenho dele ser igualzinho a primeira vez é de 100%, e eu não sei conviver com mesmice em relação a sexo.
Aliás, este mesmo desgraçado deixou minha mãe já tem alguns anos, ou melhor, trocou ela por uma vizinha nossa aqui da rua, bem mais nova que ela. Vai ver ela topou dar a bunda pra ele e o safado gamou... É por isso que eu não dei a minha pra ele, pois tem carinha que fica viciado nisso.
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