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Enviado em 17/02/2012
É engraçado como muitas vezes fazemos aquilo que pensávamos nunca fazer. Meu nome é Marcelo, tenho 21 anos e há 2 anos dei baixa do serviço militar na Marinha.
Nessa época estava namorando com minha atual noiva, a Miriam. Precisando muito de grana vi um anuncio de um navio mercante, cujo nome não vou dizer, recrutando ex- marinheiros para viagem de leva e trás mercadorias a Austrália. Passei na seleção e me preparei para a viagem. Eu era o mais novo marinheiro a bordo (19 a), mas com muita disposição. Quando estávamos há 15 dias no mar já sentia saudades de casa e de Miriam. Passava as noites no dormitório coletivo pensando nela, arriscava de vez em quando uma masturbação por debaixo do lençol, porem com muito cuidado pois dormia na cama do meio de um treliche). Muitas vezes demorava a dormir, parte pelo cansaço que tirava o sono, mas pra isso o departamento médico do navio nos dava um remédio a base de maracujá que agia como tranqüilizante e dando nas primeiras horas um sono profundo.
Não só eu como os demais marujos vivíamos com tesão reprimido. Eu era muito agitado na cama e me virava muito no colchão. Certa noite, já em sono profundo, sonhei com Miriam estávamos transando muito gostoso, fantasiava estar comendo-a por trás deitados na cama quando de repente entrou no sonho o irmão de Miriam, um surfista sarado que nem eu tinha pensado, mas que surgiu do nada no meu sonho, vindo por detrás de mim e me alisava a bunda, que estranho, jamais tive sonhos eróticos com outros homens, mas estava gostando. Nesse momento acordei e fiquei naquela madorna de sono ainda sentindo estar sendo afagado no traseiro, era tão gostoso que já estava xcom o membro duríssimo. Nesse momento percebi que algo estranho estava acontecendo: o sonho era um prolongamento da realidade. Eu estava mesmo sendo acariciado na bunda. Tobias meu colega da cama debaixo estava de pé ao meu lado com a mão dentro do meu short bolinando minhas nádegas. Espantado com aquilo não esbocei reação, mas tava gostoso, fingi que ainda dormia e deixei pra ver aonde Tobias queria ir. Puxa, eu não sou gay, muito pelo contrário, gosto muito de uma mulherzinha. Mas sabe aquela sensação que eu tenho certeza que você já teve. Aquela sensação de curiosidade de saber o que uma mulher ou um gay sente nessa hora. Por isso deixei Tobias continuar, como se eu não soubesse de nada, como se estivesse em sono profundo. Tobias fazia as caricias suavemente. Abaixou a parte detrás do meu short até a poupa deixando minha bunda descoberta e continuou alisando. Eu tenho uma bundinha normal somente sem pelos, pois não sou muito provido de pelos. De pele muito branca a bunda então é mais branca ainda. Mas voltemos ao Tobias, ele colocou a pontinha do dedo no meu buraquinho e forçou um pouco até entrar meio dedo. Tentei ficar quietinho, mas com o susto da penetração contrai o ânus, como se estivesse puxando o dedo mais para dentro. Eu não olhava, sabia que era o Tobias porque vi de rabo de olho, em meio a penumbra. De repente percebi pelo balançar da cama que Tobias subiu nela. Se colocou de joelhos por sobre mim. Senti seu membro tocar o meu rego. Tobias colocou o seu pau no meu reguinho e apertou minhas nádegas contra ele. Eu heim!? Que coisa estranha, sou macho pra caramba, mas estava deixando aquilo acontecer e... estava gostando. Senti de re pente que Tobias afastava minhas nádegas e colocava a cabeça do membro bem na minha entradinha. Eu pensei, vou saber como é isso, se é bom, se dói e ainda por cima vou dar uma de “não-sabia-de-nada-poi-estava-dormindo” e saio inocente dessa. Mas voltando lá pra trás, Tobias forçava e parece que entrou meia cabeça, olha como doía essa meia cabeça, mas eu queria saber como era e estava agüentando, quando de repente ouviu-se um barulho. Era outro marujo vindo do banheiro. Tobias puxou o pau fora, correu e ditou-se em sua cama. Eu fiquei de bruços, bunda de fora, com o cu meio ardido e sem saber como era aquilo afinal. Juro, fiquei frustrado. Olha só, eu frustrado por não ter sido enrabado completamente. Na cama debaixo ouvi Tobias se masturbando, sertã que estava pensando em mim, mas que pensamento besta esse, parecia uma mulherzinha daquelas “amor-de-pica-onde-bate-fica” mas eu tentava me convencer que era pura curiosidade.
Vida que segue, dia seguinte trabalho novamente a escala era10 horas de trabalho por 14 de descanso. Na hora do rancho Tobias sentou na minha frente no refeitório e puxou assunto sobre mulheres, trepadas, conversamos muito e rimos muito, percebi o olhar meio matreiro de Tobias, mas não dei a entender que sabia o que tinha acontecido na noite anterior. Mas ficamos só nisso. Á noite tomamos banho perto um do outro, pude ver que o tamanho do membro de Tobias era normal, sem grandes atributos o que me acalmou, sabendo que tudo poderia acontecer de novo. Fomos dormir e eu disse ao Tobias que o dia tinha sido muito cansativo e eu tomei uma dose dupla do remédio pra dormir (que nada, era só desculpa pra deixar o Tobias mais tranqüilo em agir novamente). Todos dormiram, menos eu. Estava ansioso pra ver se iria acontecer aquilo de novo. Lá pelas duas horas da madrugada eu já estava cansado de ficar na minha posição preferida de Tobias, de bruços, bundinha arrebitada, pois pus um travesseiro pequeno em baixo de mim. Estava tudo meio claro por causa da lua cheia que entrava pela clarabóia, quando me assustei ao ver o mulatão Tobias se levantar e se por ao meu lado. Pensei “é agora, vou ter que agüentar pra ver”. Eu estava deitado, barriga pra baixo, bunda pra cima, quando senti suavemente meu short ir descendo, Tobias o estava puxando para baixo, mas dessa vez tirou-o e pôs de lado. As caricias na bunda começaram, o dedo indicador correu por dentro do meu rego e encontrou meu buraquinho, virgem, coitado, aliás, meio virgem. Senti uma cuspida no meu rosadinho e a seguir o dedo entrando e era bom, juro, era gostoso demais, estranhamente gostoso. Tive vontade de me contorcer em volta daquele dedo. Mas continuei quietinho. Tobias pegou minha perna por debaixo da coxa e a fez se dobrar com a outra esticada. Subiu na cama, e encostou novamente a piroca no meu rego, ficou roçando um tempão, quase pedi pra ele entrar. Mas fiquei quieto, como que dormindo. Ainda com o membro encoxado se deitou sobre mim. Veio com a boca até meu pescoço e beijou, soprou na minha orelha e lambeu-a, na hora fiquei todo arrepiado, eu estava paradinho e aprendendo técnicas de trapada. Os chupões na orelha foram diminuindo uma dentadinha ou outra na nuca e eu me encolhi, não havia jeito. Tobias chegou bem perto do meu ouvido e disse: “você acha que está enganando a quem? Nós sabemos que você tá bem acordadinho. Mexe só um pouquinho essa bundinha pra mim”. Mas falou aquilo com tal carinho que de repente me vi mexendo a bunda com o pau de Tobias no meio do reguinho. Quando olhei pro lado vi que os três marujos a cama da frente estavam acordados vendo tudo de camarote. Me apavorei e dei uma de migué. Dei uma bronca no Tobias empurrei-o para o lado de fora da cama como se eu fosse completamente inocente naquilo tudo. Puxei o lençol, virei pro lado e fingi dormir, mas não consegui a noite toda com raiva daqueles dois que me frustraram por mais uma noite. No refeitório não podia encarar ninguém, mas percebi que os dois marujos e o Tobias faziam como que nada tivesse acontecido, isso me tranqüilizava. Minha escala de serviço estava mais tarde naquele dia ia das 17 as 5 horas do dia seguinte. Eu era operador de radio e minha sala era pequena onde só um trabalhava. No horário fui trabalhar quando estava na sala que mede uns 2x2 entraram Tobias, João e André. Todos os nomes são reais, pois são nomes comuns nos navios mercantes e seria quase impossível identificá-los. Ao entrarem na minha sala me deixaram tremendamente constrangido. Mas eles falaram me tranqüilizando que aquilo era muito comum no mar
Que todos tínhamos essa curiosidade mesmo não expressando, todos tínhamos lá no fundo uma vontadezinha de um dia dar também, não por viadagem, mas por curiosidade. Disseram também que no alto mar é assim mesmo um satisfaz o outro e que todos ali éramos como uma família, o que acontecia ali ficava ali.
Me apertaram a mão. Me senti aliviado. Saíram todos menos Tobias. Ele me perguntou se tinha gostado, eu fiquei envergonhado com a pergunta, ele entendeu e disse que queria e precisava completar o que foi começado e se eu deixaria. Abaixei a cabeça e a balancei concordando, mas com uma ponta de arrependimento. Ele me falou que voltaria as duas da madruga que eu me preparasse que agora sim eu ia sentir o que era gostoso. Tive medo da situação, mas seria agora ou nunca mais. Tinha uma garrafa de vodka escondida na gaveta que era justamente do André que era o terceiro operador de radio. Bebi um pouco pra esquecer, mais um pouco pra me lembrar e fui ficando meio alegre. As duas da manhã em ponto Tobias chegou. Eu francamente não sabia o que dizer ou fazer mas estava “aquecido” pela vodka. Cheguei perto do Tobias, e perguntei, “e agora?” Tobias trancou a porta atrás de si me espantei, me puxou pro canto e disse: “você não faz nada, deixa que eu faço, tá? Mas vc deixa eu fazer tudo tá? Respondi Tá!
Ele tirou minha camisa e foi direto beijar chupar e mordiscar o bico do meu peito, muito rosadinho e gordinho. Senti uma sensação estranha, esquisita, como se eu fosse realmente uma mulher. Eu arfava me torcia, me contorcia co a sensação, sei lá, entre cócegas, tesão, paixão, e vontade de me submeter a ele. Sentia o que as mulheres acho que sentem, uma tremenda vontade de ser acariciado de fazer vontades de ser subjugado, coisa estranha! Eu olhava pro Tobias, mulato de cerca de 1.80m contra meus 1.70 ele nem era bonito, mas eu o sentia lindo. Caramba! Eu tava sentindo paixão! E me deixei levar por aquele sentimento gostoso. Tobias enlaço-me pela cintura segurou minha cabeça e me deu o maior beijo “desentupidor de pia”, na boca, eu gostei, acredita? Gostei, fiquei tonto e me virei de costas pra ele, sua mão me apertava contra ele a outra me circulou e abriu meu cinto, e tudo foi ao chão, cinto, calça, cueca e vergonha. Procurei apalpando para trás, agora, seu pau duro, ele roçava-o insistentemente na lateral da minha coxa. Eu tava louco por aquilo. Segurei-o fortemente me abaixei debruçando sobre a escrivaninha e disse: “agora ninguém vai nos interromper”. Pedi ao Tobias: “cospe aí” Encostei aquele bichão no meu ânus e forcei meu corpo para trás, com muita dificuldade e dor foi entrando, escapava as vezes mas eu o colocava de novo no meu pregueadinho que foi perdendo uma a uma a cada centímetro que entrava e olha, eu sentia cada um deles me invadindo. O mais estranho também foi sentir as duas mãos de Tobias na minha cintura. Era o que eu fazia com a Miriam, mas agora a mulherzinha ali era eu. Tobias introduziu tudo a dor era menor mas ainda sentia e a cada estocada continuava mas sentia tesão também. Foram muitas estocadas nós não usamos camisinha. Não havia nenhuma. Foi muita imprudência. Mas deu tudo certo, num jorro enorme meu intestino foi encharcado, depois que Tobias saiu de dentro de mim, fiquei pingando porra por quase meia hora. Tobias foi embora. Eu tava todo ardido.
Três dias depois uma hora antes de terminar o meu turno entrou na minha sala o André ele era da minha altura. Simplesmente falou assim: Marcelo eu preciso também me saciar com você, deixa? Eu simplesmente disse: Deixo e começou tudo de novo, só com uma diferença o membro de André era o mais grosso que eu já tinha visto doeu muito e não entrou mas fiz o que ele e eu queríamos também fazer chupei-o muito quase não cabia na boca antes de terminar Andre me pediu com carinho de um garoto que quer um brinquedo: me dá teu cuzinho? Eu disse então: vamos tentar até entrar, me enraba por favor. Mais uma vez foi difícil. Agüentei, doeu demais o cuspe não adiantava. Na geladeira tinha um pote de margarina e com uma porção generosa dele, finalmente André sentou-se na minha cadeira, eu segurei sua vara e sentei nela, fui insistente até que André entrou todo em mim. Eu é que me mexia, rebolava, subia e descia. Quando André disse já vou gozar eu fiz o que imaginava fazer: desatolei-me de André, me ajoelhei na sua frente abocanhei o pirocão, chupetei um pouco sentia o gosto da margarina quando Andre jorrou na minha garganta. Eu não queria engolir só sentir o gosto mas não deu escorreu goela abaixo. Na viagem que ainda durou 35 dias ainda satisfiz a João, Andre e Tobias varias vezes. Mas só por curiosidade.
Quando voltei trepei muito com Miriam. Vamos casar. Mas ainda dói quando sento.
Allyson Moraiz escreveu:
é bom...
Ithalo iankel escreveu:
Ah, muito legal toda essa história. Muito bem narrada, suficiente para imaginar cada detalhe de cada situação.
Ithalo iankel escreveu:
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Matheus escreveu:
Delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li seu conto batendo punheta,gozei muito gostoso,esguichou muita porra,sou insasiável no sexo,tenho uma rola de 20x14cm grande grossa e cheia de veias saltadas,minha rola chega a ser até quadrada de tao grossa,tb sou bem sacudo,curto dá o cu mas minha especialidade é meter a rola num cuzinho bem gostoso e gosto de socar sem dó, adoro brincar sem limites ,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,mas parabéns pelo seu conto,um grande abraço amigo...19 96289021.
Fernandinho para vc escreveu:
Gostei. Gente quem quizer um sexo virtual com foto de um pau gostoso adc ae fernando.19961@hotmail.com
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Matheus escreveu:
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Matheus escreveu:
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