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UM EXAME DE BOCA

 

 

Quando desembarquei naquela cidade linda, São Jose dos Campos, nem acreditei, fiquei maravilhado. Um dia vou fazer um turismo por aqui, mas hoje não foi para ver a cidade o fato que me trouxe até aqui. Preciso fazer um exame na  boca, pois, preciso beijar uma menina, menina não, uma mulher muito linda, ela odeia ser chamada de menina.

Então, sem demora alguma, saí pela cidade à procura de uma dentista, “Dra. Daniela, Dra. Selma, Dra. Camila, não são essas não”, não conseguia encontrar, Dr. Paulo, “muito menos esse, eca!” exclamei e o povo que passava pela calçada não entendeu nada da minha repulsa.

Dra. Cristiane, “sim, essa!”

“Boa tarde, meu nome é Isaias, e, preciso de um exame  de boca, pode fazer para mim, ou em mim?”

“Boa tarde, bom eu já estava indo para casa, estou sozinha, mas se você precisa mesmo desse exame posso ajudá-lo sim, entre, por favor?”

 E com isso dito entrei, sentei na cadeira na sala de visitas e a Dra. Cristiane disse “você é o próximo, pode entrar, -- ela disse rindo, pois só havia ela e eu lá – “sente-se na cadeira do dentista, ou melhor, da dentista”, disse ela -- sentei e já abri a boca, “espere um minuto, pode fechar a boquinha, por enquanto”, disse ela, “preciso preencher a sua ficha” concluiu, “uai, e é preciso?” ela me olhou e disse “uai, digo eu, claro que precisa”, e ela pegou o bloquinho das fichas “Nome, idade, endereço, telefone, peso, altura, estado civil, gosta de morenas, gosta de cachorros, é rico , iria a missa ao domingos? Quer ter filhos?” disse ela, “uai, mas quantas perguntas, hein? Tem todas essas perguntas aí na ficha mesmo?” Perguntei, pois achei estranho, “sim, tem sim, você quer fazer o tal exame ou não, afinal de contas?”, perguntou ela fazendo um biquinho lindo e se mostrando ofendida, disse “eu sei o que eu faço, sou profissional”.

Depois que respondi a todas as perguntas, foi a minha vez de perguntar, “posso abrir a boca agora?” perguntei me mostrando impaciente, “Sim, pode, mas fique calmo, senão isso interfere no resultado, seja paciente, literalmente falando” disse ela, mas achei estranho tudo isso, mas não disse nada, odeio atrapalhar o serviço alheio.

Ela me deu, inesperadamente, um beijo, uma delícia de beijo e disse “Sua boca está ótima, quase uma maravilha, eu diria” disse a dentista, e perguntei “mas é beijando que faz esse exame?” ela me olhou com uma certa indignação e perguntou “eu, por acaso, dou palpites nas poesias que você faz?” eu respondo que não e ela falou “então não dê no meu serviço também”. E tendo dito isso ela falou “mas eu estou preocupada com essa sua pinta acima da sua boca”. Ao ouvir isso gelei e perguntei se era muito grave, e ela disse que “sim. Pois é, ela é um charme, e é era um perigo” eu ri, pois ela fez uma cara muito engraçadinha e linda e me perguntou se eu tinha mais pintas, respondi que tinha mais algumas sim e ela disse “então acho necessário fazer mais uns exames em você, sabia?” disse ela prestativa, “mas preciso prendê-lo na cadeira, vê esses cintos”?, respondi que sim, pois não sou cego, “então, tenho que mantê-lo seguro, é importante” disse ela e perguntei-lhe “mas que exames são esses e por que preciso estar preso?” perguntei assustado, “olha, demoraria a explicá-lo isso tudo, e estamos sem tempo; ou você confia em mim e fazemos agora os exames, ou marcamos um horário para você para o dia 29 as 15h” disse ela olhando a sua agenda, “mas isso é daqui a quase um mês!” exclamei, “sim é o horário que tenho vago, é pegar ou largar” disse fazendo carinha de menina má, e fiquei mudo, não sabia o que fazer, “então, menino, vamos fazer logo esses exames ou não, você vai adorar, mas diz logo não tenho muito tempo”. E como fiquei mudo ela disse resoluta “olha, não preciso do exame, você que precisa, já estava indo para a minha casa”.

“ok, pode começar” disse-lhe e logo em seguida, prendeu-me, fez uma carinha de satisfação, parece que ela gosta mesmo de ajudar as pessoas.

“Ah, esqueci de falar, preciso tirar um pouco de suas roupas, para examiná-lo melhor, entendeu?” disse ela, “nossa, porque todas as vezes que vou a umas doutoras elas sempre acham que precisam tirar minhas roupas?” disse-lhe e a dentista perguntou “sempre vai aos médicos?” respondi, “não muito, mas a semana passada fui a uma oftalmologista e ela me mandou tirar as roupas para ver meus olhos” expliquei e a dentista perguntou “ e como foi que acabou esse exame?”, respondi “quando ela estava tirando minhas roupas bateram na porta e ela me disse que não ia mais me examinar e me deu o número do celular e disse que poderia ser examinado em domicílio se um dia precisasse”, e a dentista disse “Ah, sim, entendi, mas você veio aqui para ser examinado ou para contar sobre seus exames com outros profissionais?” e eu disse, “ok, podemos começar” e ela disse “ vou examinando e fazendo perguntas e você vai respondendo e eu vou anotando” ela mandou fechar os olhos e não abrir até ser mandado abri-los, disse que se abrisse sem ordem poderia fazer muito mal isso, e dito isso ganhei um assopro nos lábios e ela perguntou se senti, disse que sim, ela beijou meus lábios com doçura e perguntou se gostei, respondi que sim , mas que não entendia esse exame e perguntei se ela tinha certeza que é preciso fazer esses exames e tentei sair da cadeira, não pude, ela disse “ vê todos esses certificados na parede?” respondi “sim, eu vi sim quando entrei, agora não os vejo, não vejo com os olhos fechados, você mandou não abri-los até receber ordens para abri-los”. Ela disse “você passou nesse teste de ver os certificados na parede, ou seja, não viu, pois não mandei abrir os olhos ainda, mas saiba que sei o que estou fazendo”, e tendo dito isso ela abriu a minha camisa e examinou meus peitos, primeiro com o olhar, depois com as mãos e não satisfeita, usou a boca, “você sentiu tudo isso, percebeu que o examinei de três métodos?” perguntou, “Sim, percebi” respondi e perguntei “ acabou já o exame?, ela disse “não, não, claro que não, acho que vou ter que examiná-lo ainda!, é muito bom examinar você” disse.

“Eu preciso abrir a sua calça para terminar o exame, não se assuste, fique calmo, abra bem a boca, abra bem grande e diz AAAAA”, ordenou, “mas se você vai examinar abaixo do meu umbigo, por que tenho que abrir a boca?” perguntei, pois não estava entendendo nada” ela disse “fique quietinho e com os olhos fechados”, mas aí eu perguntei a ela “quer examinar as minhas pintas ou meu...” ela nem me deixou falar e disse “menino, não se atreva a falar isso, vou lavar a sua boquinha com sabão” e ela abriu o meu zíper da calça e me assustou com seu grito “uaauu, que lindo, vou adorar examiná-lo”

“Percebe que estou olhando para ele?” perguntou, “que estranho isso, alguns instantes senti que sim, que olhava, que o examinava usando apenas a visão, mas agora é como se você estivesse examinando com as mãos, as duas mãos, e agora dá a sensação como se estivesse examinando não mais com as mãos e sim fazendo uso dos lábios, agora a boca toda, nossa, agora sinto sabe aquele sininho da sua boca? Será que estou bem, dra.? Acho isso estranho, mas a sensação é deliciosa” quando perguntei isso ela respondeu com um som bem afastado na voz; fiquei muito preocupado, achei que meus ouvidos não estavam bem e pedi para ser examinado na minha audição e ela respondeu “sim, claro, assim que eu voltar, vou lavar meu rosto e a boca e já volto, espere ai” disse isso como se eu pudesse sair daqui, mas como, se estava preso nos cintos? Depois perguntei “posso abrir os olhos?” ela respondeu “eu disse que podia?”, respondi que não, ela disse “então não pode, uai” obedeci, mas tentei abrir um pouquinho para ver um pouco e não é que ela gritou do banheiro “eu disse para você não abrir os olhos?” nossa!! Como será que soube que eu ai abrir, era só um pouquinho.

“Que pena que você não pode ver o meu batom” disse-me quando voltou, “que cor você gosta?” cor para batom?” perguntei e ela falou de um modo estranho “sim, do que a gente está falando, não é de batom?” nem respondi, ela parece brava ás vezes.

“Falta muito para terminar esse exame?” perguntei, ela parecia chateada quando me respondeu “Por que, você não gostou?” respondi “adorei, nunca podia imaginar que existia exames tão bons de ser feitos, adorei as sensações” e quando disse isso senti que ela sorriu por dentro. Foi nessa hora que comecei a gostar ainda mais desse exame estranho, ela, com muito cuidado subiu na cadeira do dentista, ou melhor, da dentista, ou da dentóloga como querem alguns. Então, como eu estava falando,subiu na cadeira, na verdade sumiu em mim, então fiquei pensando, será que vou passar nesse teste? Nossa, ela usava a língua para examinar a boca, e, eu, não queria que esse exame acabasse jamais. Ela começou a examinar minha orelha com a boca e pensei, “hoje sou eu que estou deixando uma dentista com a boca aberta enquanto trabalha, mas, normalmente elas que deixam os pacientes com a boca aberta”, e ela continua examinando, agora o meu pescoço, depois o meu peito.

Nesse momento percebi que estava adorando me examinar, agora senti que os biquinhos dos seios dela examinavam meu tórax, devia ter tirado a parte de cima de sua roupa, pois senti os biquinhos desnudos, quando cheguei lá estava com um vestido por baixo do jaleco branco, tentei abrir um pouquinho os olhos para confirmar isso e ouvi suspirar isso “não disse para você abrir os olhos, disse?” eu disse “não”, “então não abra” ela disse isso e passou as mãos sobre meus olhos e disse, “você está certo, é sensível, és um poeta, você tem razão, tirei a parte de cima do meu vestido sim, você está indo muito bem no teste”.

E foi em seguida que senti uma sensação deliciosa, senti o bumbum dela tocar meu sexo, e fiquei muito feliz, o bumbum dela estava desnudo também, senti ela morder os seus próprios lábios, depois, como se fosse para se vingar, como se eu que a mordesse nos lábios, ela mordeu os meus lábios, gemi e ela mordeu de novo, “bons reflexos você tem, você está indo muito bem nos testes”.

“Veja se você consegue descobrir o que isso?” disse isso e colocou a ponta do seu dedo indicador direito em meus lábios e me mandou provar “é uma delicia, é mel de menina excitada, menina não, de mulher-menina” sorriu, senti isso, disse-me então “quer provar mais?” “sim, quero”, respondi, e com muito cuidado ela conseguiu se virar em cima da cadeira e disse “prove direto da fonte, da coméia” adorei o mel dela, mas voltou a ser uma menina má de novo, se virou, e eu pude sentir uma vez mais o seu bumbum tocar o meu sexo.

Ela começou a fazer movimentos onde seu bumbum, a cada menos de meio segundo, tocava meu sexo que cada vez que ela o tocava ficava mais desenvolvidinho.

Ela pegou em meu sexo com uma vontade muito grande, pois em pouco tempo, mesmo se eu tivesse de olhos abertos não poderia vê-lo mais, pois o colocou dentro de si para examinar melhor; mas não me atrevi a tentar abrir os olhos, na verdade nem pensei nisso, tentei me concentrar no exame, adorei esse exame também, e a Dra. parece estar adorando, pois nem ouviu perguntar se eu tinha que fazer algo para ajudá-la a examinar melhor, então fiquei quietinho me concentrando para não atrapalhar.

Depois de menos de meia hora começou a gemer muito alto, depois gritou e senti um beijo, depois vários outros. Então parou e mandou-me ficar ainda com os olhos fechados, e desceu da cadeira, desceu de mim, pegou um termômetro, pensei que ia medir a minha temperatura para algum exame, mas colocou em si mesma, e, depois de alguns minutos viu a sua temperatura, sorriu com os olhos e disse “que bom, você gosta de qual nome para crianças?” não entendi nada, ela me disse “Bom, vamos combinar, se for menino você escolhe o nome se for menina eu escolho, ok? Bom, para ser mais justo fazemos uma lista de nomes que nós gostamos e escolhemos o que coincidir com que ambos quer, tudo bem?”

“Como assim?”, perguntei, mas ela pareceu nem ouvir.

Disse-me depois “espero que o bebê nasça lindo como você e inteligente como a mim...”

Ela disse isso e subia uma vez mais na cadeira, sumiu em mim, começou a acariciar meu rosto, me encheu de beijos, pegou meu sexo, fez, usando a mão, fazendo carinho nele até ele ficar bem grande, colocou, dessa vez bem devagar, e disse “quero-o bem molhadinho” e disse ainda “não abra os olhos...” obedeci, ela disse em pensamentos “eu já fiz o que tinha que fazer, agora posso me divertir” e ela procurou se concentrar, e eu, em seguida, comecei a sentir meu sexo com uma certa dificuldade de conhecer esse novo exame, mas ela parecia não ter pressa, carinhosamente foi examinando, “ai” gemi, parou, se desculpou, disse que ia ser mais cuidadosa, e logo mais senti que o meu sexo estava na metade do novo exame. Ela suspira, estava adorando a análise que estava fazendo, eu mais ainda, parecia que estava muito concentrada no exame, aí pensei em abrir os olhos e quando pensei isso ela não percebeu que pensei em abrir, então desobedeci e abri um pouco, eu a vi, ela não me viu olhando para ela, pois acho que nessa fase do exame ela que tinha que fechar os olhos. Ela estava linda, ela é linda.

E continuava a análise, fazia movimentos ritmados e contínuos até que seu rosto trazendo sua boca linda e deliciosa veio em direção à minha boca e a beijou deliciosamente; e, suspirando, com os braços carinhosos me abraçou e no meu ouvido disse, “lindo” e depois me perguntou “se eu te soltar dos cintos promete não sair de perto de mim nunca mais”?

Eu olhei, olhei bem nos olhos dela e ela fixou os seus olhos nos meus, eu disse “prometo, sim, agora me solte”, muito rápido tirou-me do cativeiro; adorei poder me mexer, “viva a liberdade” gritei em silêncio no meu íntimo.

Mas, quando percebi já estava vestido, e no momento seguinte, já estava a caminho da praia, não me lembro o nome, mas é em Caraguatatuba.

Estranhamente no começo da viajem não conversamos muito, e olha que é uma hora de viagem. Mas depois ela quis saber desses exames que todo mundo quer tirar minhas roupas.

Ela quis saber se eu liguei para a oftalmologista espertinha e aproveitadora, respondi a sua curiosidade dizendo que não liguei e não marquei nada, que meus olhos estão ótimos e que na verdade ela era um colírio para meus olhos (às vezes as frases feitas salvam o dia), ela sorriu satisfeita, mas, mesmo assim me perguntou “e quem mais quis tirar a sua roupa esses dias recentes?” respondi “ na segunda-feira eu estava em casa, acabei de acordar, estava de pijama ainda, aliás, só com a parte de baixo, o shorts, tocaram a campainha, fui ver quem era, era uma carteira, tinha um carta.

O engraçado que era uma carta comum, extrato de banco e ela mandou-me assinar e colocar o RG e quando pedi uma caneta para assinar ela disse não tinha, mas vi no bolso dela, disse-me não estava funcionando, ai pedi essa caneta assim mesmo, pois sei que se flexionar rodando nas mãos esquenta e funciona, mas ela não me deu, disse que conhecia o truque e não me deixou tentar e mandou pegar uma em casa. Quando fui pegar, sem pedir consentimento foi atrás de mim.

Quando estávamos entrando na sala ela disse-me que era muito feio receber visitas em casa de pijamas e me olhou feio, fiquei sem reação, não sabia o que dizer ou fazer, então me desculpei, ela chegou perto de mim e disse que não tinha problemas e disse que me ajudaria a tirar ele e ajudou mesmo; ai fiquei totalmente nu, pois ela disse que não pode receber visitas usando cuecas também.

“Pare, pare! Eu não quero mais saber dessa estória, poupe-me dos detalhes” disse a dentista, com uma cara de poucos amigos, ai eu disse “foi você quem perguntou” e ela respondeu, ainda muito brava,”mas não me responda esses coisas”. Então perguntei “você nunca recebeu carta?” Ela com pouca gentileza me respondeu “não estamos falando de mim e sim de você!” Então fiquei mudo por um tempo.

Ela disse depois de um bom tempo fazendo cara de má, “vou ter que cuidar bem de você, mantê-lo sempre perto de mim, pois essas mulheres são muito aproveitadoras e você muito ingênuo, Deus do céu!” e eu ri muito e ela ficou muito brava comigo.

“Você tem que aprender a se defender” disse-me isso, e eu respondi “eu sei defender-me muito bem” ela disse “sabe nada, todo mundo se aproveita de você” respondi, “não concordo” ela disse “hunn” eu disse então “só deixo as mulheres que me interessam se aproveitar de mim”. Olhou-me e perguntou, “então você sabia que eu aproveitaria de você desde o começo?” eu respondi “uai, claro que sim” ela quis saber, “ por que não me contou que sabia se tudo?” ai respondi “achei que era uma fantasia sua” ela disse “sim, mas era sim” eu disse “então?” ela me olhou e disse “então o que?” eu disse “uai, por isso não contei que eu sabia”.

Mais mudez de ambos.

“Então você sabia que essa estória de exame que tinha que fazer era só um pretexto?” eu respondi que sim, “sabia que era você desde o começo, por isso que eu vim aqui” ela disse “que lindo” suspirou e disse ainda “que bom que você não é tão ingênuo assim” e riu e eu ri também!

A gente trocava e-mails pela internet há 10 meses e um dia a gente ia se conhecer e ela me mandou fazer um exame da boca com uma amiga dela, e a amiga dela é ela mesma, eu sabia.

 

Quando chegamos a sua casa de praia, ela não disse nada, fiquei de pé e ela se despiu na minha frente, pegou uma toalha e foi tomar banho. Quando saiu olhou para mim como se a gente se conhecesse há milhões de anos e disse “pode ir tomar o seu banho que a gente já vai à praia, levo já a sua toalha” e colocou a mão em mim me conduzindo ao banho, fui, claro, estava todo suado, muito calor mesmo. Quando estava no meio do banho ela abriu a porta e colocou a toalha no suporte e disse meigamente me olhando, “você sabe tomar banho sozinho, não neném?” eu disse que não, ela disse “ está na hora de aprender” e saiu, e eu não entendi nada, quem entende as mulheres, hein?

Ela trouxe-me uma sunga e uma camiseta, parecia que estava esperando por mim, mas não entendi, mas também não perguntei nada.

Ao chegar na praia ela forrou a areia com uma toalha (de praia) deitou-se. fechou os olhos, suspirou, e perguntou se ia ficar ali olhando para ela ou se ia olhar e beijá-la, respondi que sim, antes comentei que achava lindo a noite na praia, notei que não havia uma viva alma, ainda eram 21horas. Joguei o meu corpo sobre o dela, ela usava um biquini (azul) pequeno debaixo de uma saída de banho de praia, não sei o nome, mas era vermelha.

No inicio fui beijando-a começando pela boca, claro, né?

Depois, cada milímetro daquele corpinho lindo recebeu centenas de beijinhos: orelha, pescoço, nuca, seios, coxas, ventre, tudo. Minhas mãos, incansáveis por natureza, agilmente, fez o corpo dela relaxar, ela não dizia nada, só gemia e suspirava. Ela matou minha sede em seus beijos doces, molhados e deliciosos.

Tirei a sua saída de praia, e, logo seu biquini arrumou outro lugar para ficar, na areia. Sem o biquini notei aquela parte do seu corpo era mais linda, tão linda, confesso que a quis conhecê-la de perto, dei os famosos três beijinhos, e achei outra coisa estranha, porque sempre tem que ser três beijinhos? Mas eles se transformaram em mais de três mil. Nem sei quanto tempo durou para conhecê-la e beijá-la nessa parte do seu corpo, mas quando isso aconteceu fiquei com mais sede e, como todos sabem, a água do mar é salgada e eu achei por bem matar a minha sede com o mel que ela, de certa forma, me oferecia, aceitei, confesso outra coisa, acho que nunca mais vou tomar água mineral.

Sabe, tem hora que não é bom falar muita coisa, mas a gente falava pouco mesmo. Ela pegou minha sunga e me puxou, tirou ela, pegou algo que estava entre minhas pernas e em seios os fez passear, fez isso que quase molhei eles. Ela pegou-o rapidamente e parecia estar com sede também, estava muito calor mesmo; parece que se um dia faltar água no mundo a gente não vai morrer de sede, percebi isso olhando pela carinha dela, pois não falou nada, falou sim, com os olhos, com o olhar.

Nós nos beijamos muito depois que matamos as nossas sede, ela puxou-me mais uma vez pegou-me pelos cabelos e beijou-me com paixão , depois, ainda segurando meus cabelos, não com muita delicadeza, conduziu-me a boca até seus seios e eu os suguei com vontade e com carinho, seus olhos fecharam e seu corpo recebeu milhares de carinhos e beijinhos, acho que nenhuma parte do corpo ficou sem beijinhos, sem alguns.

 

Ela sussurrava e gemia quase que inaudivelmente,

O Mar queria ouvi-los, ordenou às ondas que parecem,

A Lua queria ver seu rosto, seu corpo,

Ordenou as estrelas que intensificasse seus brilhos.

 

                  A Cristiane pegou em meu sexo, e, delicadamente, colocou-o dentro de si, e, em pouco tempo não se podia mais vê-lo, ela abriu os olhos, eu fechei os meus, ela olhou para mim, depois para a Lua que ficou com vergonha de saber que foi descoberta praticando o voyeurismo e acenou para às estrelas apagassem imediatamente.

Ela pediu-me para amá-la lentamente, obedeci.

 

Ela suspira mais rapidamente,

Eu amava no compasso de sua respiração,

Eu a acarinhava com as mãos,

Ela sentia meus beijos, eu os dela.

 

Ela amava-me, eu a amava, só pensava nela naquele instante, havia uma magia ali, ela me abraçou, eu a beijei mais uma vez.

 

Eu,

Dentro dela mexia,

Agora,

Na cadencia de seu coração que disparou.

 

A Lua,

Nessa hora,

Sabendo que ninguém iria lembrar dela,

Falou com as estrelas,

Elas atenderam ao seu pedido,

 

Ela me pegou pelos cabelos, colocou a meu ouvido bem próximo de sua boca, a Lua veio mais perto de nós querendo ouvir, ela disse “amo-te” e suspirou e disse ainda “juro-te essas três palavras” mas eu pensei “amo-te” só tem duas palavras, a Lua achou engraçado mas não comentou nada com as estrelas e o Mar quis saber mas não ganhou resposta.

Mas eu gostei de ouvir o – amo-te – não importa quantas palavras tem essa frase, o que importa é o seu significado.

A Lua olhou para mim e parece que ela concorda com minha opinião.

A Cristiane me mordeu, com carinho, nos lábios, pediu para parar e deixá-la sair, então deixei, então ficou em uma posição que a deixou mais linda ainda, seu bumbum ficava sendo banhado pela a Lua que agora ela mesma aumentou seu próprio brilho. E agora, só os joelhos e a mãos da Cristiane tacavam o chão; ela pegou-me por algo que está entre minhas pernas e colocou pertinho dela e seu sexo conheceu o meu mais uma vez, ela mexia maravilhosamente bem, bem delicia; arrebitou mais ainda seu bumbum lindo e a Lua brilhou mais ainda, parece que ela também gostou e quis apreciar essa vista maravilhosa.

Quando estava muito estimulado, ela também estava, estranhamente ela parou, deitou-se, e abandonou o meu sexo exposto para Lua que deixou de brilhar como antes.

Ouvi uma voz carinhosamente falando, convidando-me para que deitasse com ela, atrás dela, ordenou sutilmente.

Ela pegou novamente em meu sexo, e, fez-o passear pelo seu bumbum, e a Lua cada vez mais curiosa que é, voltou a brilhar fortemente e Cristiane, não sei se é um poema que ela compôs disse-me durante o ato:

Devora sim, com seus beijinhos, muitos...

...Devora, incansavelmente, com seus carinhos...

...Devora...

Com...

Como...

Você quiser...

Como eu quero...

...Devora... poeticamente, como você faz suas poesias...

...Devora, eu quero...

Devora sim...

Quero sim...

...Devora-me a boca com a sua boca também...

...Adoro...

Devora-me com a ânsia da paixão...

Penetre-me na alma...

...Devora-me os seios com as mãos quando estiver me devorando...

...Adoro quando você me devora...

...Devora-me enquanto eu te adoro...

...Vai, lentamente, vai me devorando, assim, delicia...

...Devora-me, sim, devagar, com cuidado, até o fim...

...Eu quero sim, quero, você quer...

Fecunda-me o amor.

...Eu adoro e você me devora, você adora...

Devora-me...

...Isso, vai, sinto você me devorando, continue, adoro, devora-me...

...Adoro seus movimentos poéticos, vai, adoro, devora-me, agora...

...Ai... vai... estou adorando sentir você me devorar assim, vai até o fim...

...Devora-me, quero você assim, sempre, dentro de mim, assim, delícia de você...

...Isso, devora-me, estou chegando lá, vai, estou adorando, estou quase lá, delicia...

...Dê-lhe palmadinhas nele enquanto você o devora, eu quero, devora-me, agora!

...Agora me abraça bem forte, agoraaaaa, delicia, adorei....

 

 

Icaroh@ig.com.br

 





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Comentários (2)

  • Natinhaaa! escreveu:

    Inteerressante,mais ja tive melhores esperiencias!

  • Agatha escreveu:

    Adoreii! Muitoo poético excitante! Muito bem escrito, apesar que eu achei o começo meio confuso.. Adorei..

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