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Enviado em 31/08/2010
Rio de Janeiro – Leblon – 2008. Meu nome é Gilberto e tenho a dizer que até esta data, com meus 18 anos era um rapaz normal: Tinha muitos amigos; gostava de surfar e jogar futevôlei com os amigos... Só não tinha costume de freqüentar as baladas por imposição de meus pais. Namorava a Shirley (17 anos) e tanto meus pais quanto os dela não se importavam em deixar dormir na minha casa e no meu quarto. Mas tudo ia mudar quando minha tia (irmã de minha mãe) veio passar as férias em nossa casa e trouxe meu primo Fernando (Nando) que eu não via a mais de 6 anos. Nando estava com 16 anos e ao vê-lo fiquei admirado pelo seu porte físico: Moreno bronzeado; cabelos negros e lisos que lhe davam uma aparência de índio; bonito e bem forte pra sua idade. Eles moravam em Minas Gerais onde meu tio tinha uma fazenda de criação de gados... Porem Nando era um garoto, que apesar de sua simplicidade tinha certa cultura. Tive que ceder meu quarto pra minha tia e ficar com Nando no quarto (suíte) de hóspedes onde tinham três camas de solteiro. No segundo dia, estávamos nos preparando pra irmos todos à praia quando ofereci emprestar a Nando uma sunga; já que ele não tinha. Quando ele saiu do banheiro reclamando que não iria à praia vestido naquele jeito e eu olhei pra sunga em seu corpo vendo nitidamente o seu pênis marcado pelo tecido; rindo: - Pô Nando! Você está de pau duro?... Ele todo sem graça: - Claro que não primo!... Acabei emprestando um bermudão pra ele vestir. Nando fez o maior sucesso na praia com as meninas... Além de bonito tinha um físico bem definido e musculoso. Na volta; ao vê-lo entrar pra tomar banho e querendo matar a minha curiosidade: - Pode deixar a porta aberta que ninguém vai entrar aqui no quarto!... Ele deixou e alguns minutos depois fingindo naturalidade entrei no banheiro e fui tirando minha sunga: - Vou esperar você terminar pra tomar meu banho!... Acho que Nando ao abrir um pouco o box e vendo que eu estava pelado; deve ter perdido a vergonha e terminando o banho saiu: - Já terminei; pode entrar!... Rapidamente olhei pro seu pinto e percebi o porquê ele não podia usar uma sunga. Mesmo mole seu pinto era exageradamente grande pra sua idade... Uns 15 cms e uma ponta também enorme e bem vermelha. Passei a ter ciúmes quando na praia, minha namorada ficou um tempão conversando com Nando na maior descontração. Um dia no quarto Nando me mostrou um álbum de fotos da fazenda e da casa na cidade onde ele ficava durante a semana com minha tia pra poder estudar. Em várias fotos Nando aparecia junto com um garoto (+- de sua idade), e normalmente era dos dois abraçados e sorrindo; inclusive algumas sobre uma cama com os dois de pijama. Nando me explicou que era o filho do capataz da fazenda e que ficavam na casa da cidade por eles estudarem juntos; e que se chamava Paulo. Um dia atendi o telefone no quarto e tive que passar pro Nando... Era o tal do Sergio. Entrei no banheiro e deixando a porta meio aberta acabei escutando algumas palavras; mesmo Nando falando baixo: - Claro que estou sentindo sua falta!... : - Não precisa ficar assim Sergio; logo as férias terminam e vamos ficar juntos novamente!... O mais interessante foi quando ouvi: - Eu também te adoro Sergio; um beijo!... Quando saí do banheiro Sergio meio tristonho olhava o album de fotos. Aproximei e vendo que era uma foto dos dois: - Você gosta muito do Sergio, não é?... Nando me olhou: - Desculpa Nando; é que acabei ouvindo sem querer sua conversa com ele!... Ele abaixando a cabeça: - É cara! Até esqueci que você estava dentro do banheiro; mas não conta pra ninguém não!... Sentei do seu lado e passando a mão em seus cabelos: - Eu entendo Nando; vocês são como se fossem namorados, não é?... Nando me olhou com um sorriso meio sem graça: - É cara, é isso mesmo; acostumei ter o Sergio sempre junto de mim!... Minha curiosidade fez com que continuasse perguntando: - E vocês beijam assim como se fosse um homem e uma mulher?... Nando só balançou a cabeça confirmando e eu: - E você deixa ele te comer?... Ele me deu uma olhada penetrante: - Não primo; é ele que deixa meter nele!... Logo comecei a imaginar como seria ver o Sergio com aquele imenso pau duro comendo aquele garoto. Continuei a lhe fazer carinho nos cabelos: - Oh Nando! Qualquer problema você pode falar pra mim; tá bom?... Ele me olhou sorrindo: - Obrigado primo! Agora eu sei que posso confiar em você!... Naquela mesma noite, estávamos deitados pra dormir quando Nando falou: - Porra cara! Como eu gostaria que Sergio estivesse aqui comigo!... Sem querer acabei sugerindo: - Quer deitar aqui comigo Nando?... Só escutei: - Você deixa?... Eu dando espaço pra ele na cama: - Pode vir Nando!... Ele foi se ajeitando do meu lado e começamos a conversar e ele: - Eu e Sergio sempre dormimos abraçadinhos!... : - Você quer me abraçar Nando?... Novamente: - Você deixa?... Virei de costas pra ele e ele passando um braço sobre meu corpo veio encaixando o seu em mim que dava pra sentir sua respiração no meu pescoço... Quando senti algo duro me esbarrando dei uma mexida de bunda só pra confirmar; e: - Porra Nando; não vai me dizer que está ficando excitado?... Ele não desgrudou: - É que eu estou sentindo falta da bundinha do Sergio; ele sempre deita comigo pelado!... Eu já estava com o coração batendo mais forte e não compreendia direito porque estava fazendo aquilo. Empurrei a calça do meu pijama junto com a cueca bem pro meio das minhas coxas: - Pronto Nando; faz de conta que eu sou o Sergio!... Ele deu uma passada de mão na minha bunda e em seguida encostou seu pinto; ele também tinha abaixado seu pijama. Minha curiosidade foi tanta que levei a mão pra trás e passei em todo seu pinto que estava duríssimo conferindo e tendo a certeza que era bem grande. Nando enfiou sem pinto entre minhas coxas que chegou até meu saco e ali ficou... Novamente passei a mão dessa vez na cabeça do seu pinto e acabei falando até trêmulo: - Se eu deixar você me comer; promete não contar pra ninguém?... : - Claro que não né primo! Nem o Sergio vai ficar sabendo disso!... Levantei trancando a porta a chave e tirei o restante do pijama sempre de olho naquela piroca dura que devia medir uns 19 cms. Nando também se despiu totalmente e pediu pra que eu deitasse de bruços... Nando começou a fazer algo que jamais poderia imaginar que alguém tivesse coragem. Ele alisou minha bunda por alguns segundos e logo senti sua boca sobre minhas nádegas dando vários beijos... Mas quando ele abrindo botou a boca sobre meu cú e começou a passar a ponta de língua eu fiquei todo arrepiado. Nando após deixar meu cú bem molhado; ajoelhou na cama e ficou passando cuspi na ponta da sua pica: - Caralho primo; sabe que você tem uma bundinha até mais bonita do que o Sergio? Fica de quatro pra eu te comer, fica!... Fui ficando como ele me pediu sem imaginar o tamanho da encrenca em que eu estava me metendo. Assim que senti forçando seu pau pra entrar no meu cú é que pude ter idéia... Meu cuzinho começou a doer e quando ele conseguiu enfiar a ponta senti meu cú doendo mais ainda parecendo estar pegando fogo... Tive que trincar os dentes pra não soltar um grito e falando até com dificuldade: - Caralho Nando! Vai devagar cara; é minha primeira vez!... Ele foi enfiando mais devagar: - Desculpe primo; é o costume de fazer assim com o Sergio!... Mesmo assim parecia que as bordas do meu cú estavam sendo esticadas ao máximo. Quando ele ficou parado por alguns segundos com seu trabuco todo enterrado no meu rabo é que pude entender o porquê alguns gostam de dar o cú... É um prazer diferente quando se sente o cú latejando (piscando) como se quisesse cortar e arrancar o pinto fora. Nando segurando minha cintura começou a fazer movimentos de vai-e-vem... Aquele pau deslizando dentro do meu cuzinho foi me fazendo gemer: - Uuuuiiiii! Uuuuuuiiiii! É muito bom Nando! Maaaiiiiis! Maaaaaiiiiis!... Quando ele gozou e tirou a piroca; sentindo escorrendo a porra no meu cú corri pro banheiro e sentando no vaso fiquei tocando uma punheta até gozar. Dois dias depois, acho que Nando querendo me comer novamente deitou pelado na sua cama com seu pau duríssimo só pra eu ficar olhando. Mesmo com o rabo ainda dolorido deitei do seu lado e sem dizer uma palavra botei a mão no seu cacete acariciando levemente... Nando me abraçando levantou o corpo e foi aproximando o rosto do meu. Fiquei nervoso imaginando o que ele estava querendo fazer... Sem tirar minha mão da sua pica fiquei esperando e como ele não descidia perguntei; já preparando meus lábios: - Está com vontade de me beijar Nando?... Ele sorriu e abaixou o rosto grudando seus lábios aos meus... Foi um beijo tão gostoso quanto os que dava na minha namorada que também o abracei fazendo minha língua trocar carícias com a dele... Depois de alguns minutos ele perguntou: - Você vai deixar comer seu cú de novo?... : - Ainda está doendo um pouco Nando!... : - E chupar meu pau; você quer?... Nem tinha passado pela minha cabeça aquela possibilidade: - Porra Nando; aí já é demais né?... : - O Sergio adora chupar meu pau!... de repente comecei a sentir vontade de experimentar o que o Sergio e a Shirley (minha namorada já tinha me chupado várias vezes) sentiam com um pinto duro dentro da boca: - Tá legal Nando, vou tentar; mas não sei se vou conseguir!... Muito sem jeito, segurando com a mão fui aproximando minha boca até encostar meus lábios. Primeiro dei uma chupadinha de leve na ponta; depois abri mais um pouco a boca e fechei meus lábios em torno de toda cabeça avermelhada... Passei a língua e resolvi descer a boca até quase a metade e subir apertando meus lábios, ele passando a mão nos meus cabelos: - Cacete primo! Está uma delícia; continua primo! Chupa mais! Mais!... Repeti várias vezes até que senti um esguicho de porra bater lá no fundo da minha garganta. Tirei a boca e uma quantidade enorme de porra começou a escorrer pelo pinto abaixo que ele teve que correr pro banheiro... Naquela noite dormimos abraçadinhos depois de muitos beijos na boca. Nando me fez sua mulher até o dia em que foi embora com minha tia. Apesar de ficar por alguns dias sentindo a falta de Nando, voltei a minha vida normal com meus amigos e com minha namorada Shirley em quem passei a fazer sexo anal. Já tinha até esquecido o Nando, quando um de meus amigos (Durval); bonitão, mas que não era gay, me contou que tinha levado uma cantada do Alcides. Alcides era um coroa com seus 50 anos; físico de atleta e que ainda gostava de participar de nossas partidas de futevôlei. Na primeira oportunidade de conversar com Alcides a sós, lhe contei em tom de brincadeira o que Durval tinha me contado: - Porra cara! Achei que ele fosse viado!... Rimos e perguntei se ele gostava de homem. Alcides me olhou meio desconfiado: - Gosto sim; por quê?... : - Você já teve algum caso com alguém da nossa turma?... : - Ó Gilberto; mesmo se tive, não contaria pra ninguém!... Acho que Alcides desconfiou de alguma coisa e jogou pra cima de mim: - Você gostaria de ir lá em casa comigo?... Sorri pra ele: - Não vou querer ficar falado na turma, heim?... Ele também sorrindo: - Vou na frente e te espero lá naquela esquina!... Esperei uns dois minutos. Subi até o seu apartamento e assim que entramos, Alcides dizendo que ia jogar uma água no corpo: - Você está muito suado Gilberto; que molhar o corpo?... Disse que sim e ele me pegando pela mão foi me levando até o banheiro. Alcides tirou a camiseta e o short mostrando que tinha um belo e grosso cacete; mesmo ainda mole: - Tire sua roupa Gilberto; comigo você não precisa ter receio de nada!... Ansioso, também tirei minha camiseta e meu short deixando com que Alcides analisasse todo meu corpo. Debaixo do chuveiro Alcides passou a mão na minha bunda: - Adorei sua bundinha Gilberto!... Dei uma olhada pro lado vendo a piroca de Alcides ir crescendo até ficar reta... O tamanho era parecido com a do Nando; porém, bem mais grossa. Virei minha bunda pro lado em que estava sua pica e logo senti Alcides me encostando e me abraçando pela cintura. Alcides com o rosto por cima do meu ombro, fez com que eu o olhasse e deu um beijinho rápido nos meus lábios, talvez pra ver se gostava... Fez-me ficar de frente pra ele e ai me agarrou beijando já mais forte e gostoso. Segurei seu cacete duro e foi me dando uma vontade louca de dar uma mamada... Fui me agachando até que pude colocar parte aquele mastro na minha boca. Gilberto segurou meu rosto e ficou metendo na minha boca: - Ah Gilberto; que bom descobrir que você é um viadinho!... Ser taxado de viadinho me incomodou; mas adorando chupar aquela pica deixei pra lá e Alcides: - Vamos lá pra cama; quero comer seu cuzinho!... Enxugamos o corpo rapidamente e no quarto Alcides me mandando ficar ajoelhado sobre a cama e com a bunda virada pro lado de fora foi colocando uma camisinha que tinha tirado do criado-mudo. Ele de pé ao lado da cama segurou minha bunda e foi enterrando sua mangueira no meu cú... Entrou deslizando gostoso e quando senti os pentelhos de Alcides esbarrando na minha bunda ele começou a socar: - Hummm! Adoro comer cuzinho de viado; rebola Gilberto! Rebola na pica do seu macho! Que bundinha gostosa!... Alcides deve ter ficado uns 5 minutos socando forte sua piroca no meu cú que até algumas lágrimas escorreram dos meus olhos... Realmente Alcides era um macho com todas as letras que deixou meu rabo todo ardido antes de gozar e por muito tempo freqüentei seu apartamento. Estou com 20 e poucos anos; continuo até hoje apaixonado pela Shirley e trepando com ela normalmente... Porém, também gosto de ter um macho pauzudo enfiando a pica no meu cú.
marcelo escreveu:
tenho 39a,aparento menos, sou casado, 1,80,70kg, e adoro um cuzinho.Se quiser me retorne.
erico escreveu:
Muito excitante.Voce podia convencer sua namoradinha a participar, seria maravilhoso.
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