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Quem foi que começou a trair quem?

  • Autor: SALINAS

    Enviado em 17/05/2011

  • Hits: 4.708

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Foi a primeira vez que eu e meu marido Gilson fomos passar alguns dias com meu cunhado Carlos (Irmão de Gilson) e sua esposa Léia no apartamento que eles tinham em Cabo Frio. Eu estava com 24 anos e apenas dois de casada com Gilson de 26... Já seu irmão tinha 40 e era desses homens que chama a atenção aonde chega... Tipo galã de cinema americano (meia idade; bonitão e forte). A merda toda começou quando estávamos todos na praia; logo no segundo dia, e Gilson e Léia resolveram correr juntos pela areia até o final da praia. Eu dentro da água levei um susto quando senti alguém me abraçando por trás... Era Carlos que já foi sussurrando no meu ouvido:

- Que ótimo poder ficar sozinho com você; a muito tempo que venho querendo ter você nos meus braços!

Com medo de fazer escândalo e chamar a atenção das pessoas próximas; fui tentando me livrar daqueles braços:

- Você está doido Carlos? Sua mulher e o Gilson podem chegar a qualquer momento!

- Eu sei exatamente onde eles estão; estão bem longe!

Ele, muito forte me fez virar de frente e me lascou um beijo na boca que me deixou desesperada... Tentei empurrar com a perna colocando meu joelho e o consegui foi encostar em algo duro que logo percebi ser seu pinto.

- Eu sou louco por você; preciso ter você sozinha comigo pelo menos por algumas horas!

- De jeito nenhum Carlos; sou uma mulher direita e não quero que você estrague meu casamento!

- Não vou estragar Kelly; podemos ser bastante discretos e o Gilson e nem a Léia descobrirão nada!

Eu usava um fio-dental, o filho-da-puta passou ainda a mão nas minhas nádegas e voltou a me beijar a força... Voltei pra areia até meio desnorteada deixando-o dentro da água.

Por mim, voltaria naquele mesmo dia pra casa; mas, como tínhamos ido de carro com o Carlos tive que ficar na minha pra não causar nenhum mal estar entre a gente... Passei a me sentir estranha na presença de Carlos e a evitar, de todas as maneiras de ficar sozinha com ele; nem mesmo por um minuto.

Acordei com alguém me sacudindo e novamente levei um puta susto ao ver que era o Carlos; sem camisa e somente trajando um short de pijama me olhando com a cara mais safada do mundo. Mas foi quando ele me explicou que Gilson tinha levado Léia de carro até o centro pra ela comprar um biquíni é que fui me dar conta da enrascada que estava prestes a me meter.

Puta, por Gilson ter-me deixado em casa saindo com sua cunhada; que pra mim era uma desmiolada, de camisola levantei-me rapidamente e Carlos já foi me agarrando, me beijando e me fazendo deitar na cama novamente:

- Por favor Carlos; assim você vai me machucar!

- É só não tentar resistir... Você é muito gostosa e sinto muita inveja do meu irmão que pode lhe comer todos os dias!

Bem... Gilson em matéria de sexo se comportava como uma pessoa normal, e fazíamos na cama somente uma posição que eu conhecia que era o de papai-e-mamãe no máximo duas vezes por semana. Gritei (sem muito escândalo), esperneei e fui sendo imobilizada pelo peso do corpo de Carlos... Sem muita dificuldade ele arrancou minha calcinha e arriou seu short passando a esfregar seu pinto procurando a entrega da minha buceta. Lutei o máximo que pude pra evitar, mas Carlos conseguiu enfiar algo em mim que fez bastante pressão alargando os meus lábios vaginais... Ao perceber que o pinto de Carlos devia ser muito grosso; além de gritar, passei a urrar feito uma égua tendo que agüentar um cavalo. Fiz de tudo para conseguir sair de debaixo daquele animal, até ele começar a socar seu pinto muito duro até o fundo da minha buceta.

Depois de uns cinco vai-e-vem; passei a ficar muito nervosa por começar a sentir certo prazer em estar sendo praticamente estuprada pelo meu cunhado.

Mais algumas socadas e já o abraçava e oferecia minha boca pra ele me beijar enquanto ficava movimentando sua bunda pra cima e pra baixo fazendo seu delicioso pinto me dar o meu mais impressionante orgasmo que já tinha tido.

Carlos parou de me beijar e olhando direto pros meus olhos continuou a bombar e sorrindo largou o peso do seu corpo sobre o meu... Comecei a perceber que seu pinto latejava e jorrava esperma lá no fundo da minha buceta... Ele me beijando sem tirar o pau de dentro de mim:

- Você é a mulher mais gostosa que já comi Kelly... Você também gostou; não gostou?

Virei o rosto pra não olhar pra ele e numa mistura de jubilo e arrependimento:

- Sai do quarto Carlos; se você fizer isso novamente vou contar pra Léia!

Ele saindo de dentro de mim e guardando sua lingüiça que mesmo mole devia ter um palmo de minha mão e muito grossa:

- Prometo que não vou mais lhe agarrar a força; só vou esperar você me dar a dica de que está  com vontade de me dar novamente!

O desgraçado saiu se achando o maioral me deixando ali tentando colocar meus pensamentos em ordem: como encarar meu marido depois de ter-lhe traído com seu próprio irmão mesmo que tenha sido à força; mas que tinha me dado um prazer nunca antes sentido.

Só levantei da cama quando ouvi vozes de que os dois tinham chegado e corri pro banheiro pra tirar de dentro da minha buceta aquela quantidade enorme de porra.

Depois que saí e Léia me veio mostrar os biquínis que tinha comprado e me mostrando o menor deles dizendo que foi Gilson quem a ajudou a escolher e que comecei a perceber que não precisava me sentir tão arrependida... Gilson e Léia estavam com muito chamego um com o outro pro meu gosto; e ela apesar de seus 38 anos era uma bela mulher e com certeza estava se insinuando pro Gilson. 

Passei dois dias só pensando na trepada estrondosa que Carlos tinha me dado, que mesmo tentando evitar comecei a sentir uma vontade louca dele me pegar novamente a força.

No dia seguinte, estávamos todos já prontos pra irmos pra praia quando cheguei pro Gilson e lhe dei uma desculpa de que não tinha dormido muito bem a noite e que ficaria pra tirar um cochilo e de que iria encontrá-los em no máximo uma hora... Sem que ninguém notasse Carlos me deu uma piscada e os três saíram sem seguida.

Eu sabia que tinha dado a dica que o Carlos queria e fiquei; somente de biquíni, zanzando dentro do apartamento até ouvi tocar a campanhia... A única chave tinha ficado comigo.    

Abri e Carlos entrou como um furacão tentando me abraçar... Não querendo dar uma de mulher fácil, só deixei na sua terceira tentativa e logo recebi um beijo na boca enquanto a mão ia empurrando a parte de baixo no biquíni até quase meu joelho... Sem me dar conta, levei a mão pra dentro da sunga de Carlos e puxei pra fora seu pau que continuou a crescer e a ficar duro.

Sabia que não podíamos perder muito tempo e deixei que Carlos me levasse pro quarto onde ele e Léia dormiam. Antes de subirmos na cama, meu biquíni e a sunga de Carlos já estavam caídos no chão e ele foi com a boca nos meus peitos...

Enquanto ele mamava, ia brincando com um dedo na minha buceta que ficando bastante molhada me fez implorar:

- Mete na minha buceta Carlos... Quero esse pauzão grosso enfiado todo dentro de mim!

Me ajeitei pra receber aquela enorme pica e Carlos enterrando-a toda começou a socar com força na minha buceta me fazendo soltar longos e altos gemidos de prazer.

Dez minutos com Carlos me fodendo gostoso que tive dois orgasmos antes dele encher novamente minha buceta de porra.

Ainda estávamos pelados na cama quando ouvimos tocar a campanhia... Olhamos um pro outro e passando a mão no meu biquíni fui pro banheiro enquanto Carlos colocando sua sunga foi abrir a porta.

Me limpei rápido; e ao sair, acho que com a cara pegando fogo de tão vermelha tive que encarar o Gilson e Léia que pareciam nem aí por terem encontrado Carlos comigo no apartamento... Eu toda sem jeito:

- Já estava me aprontando pra ir me encontrar com vocês quando Carlos chegou!

Foi a vez de Léia na maior cara de pau:

- Viemos aqui pra pegar a chave do carro do Carlos... O Gilson vai me levar até o centro; quero comprar um vestido que vi ontem numa loja!

Carlos dando um beijo na esposa:

- Tudo bem amor... Eu vou voltar pra praia com a Kelly!

No caminho resolvi cutucar a onça com vara curta:

- Ué; você não sente ciúmes da sua esposa ficar sozinha com o Gilson?

Carlos sorrindo:

- Pra quê? Quem devia estar sentindo ciúme agora era o Gilson por nos pegar juntos; você não acha?

- É! Estranhei mesmo; nem ele nem a Léia pareceram se importar!

E Carlos acabou me colocando uma pulga atrás da orelha:

- Acho que o Gilson nesse momento deve estar comendo a Léia... Hahahahahaha!

- Porra Carlos; você ainda brinca com uma coisa dessas?

Estávamos entrando na água e Carlos me abraçando:

- Vamos raciocinar Kelly... Se estiver realmente acontecendo; vamos fazer o quê?    

- Sei lá Carlos... Se eu tivesse certeza acho que seria até melhor... Não me sentiria tão culpada por ter transado com você!

Estávamos com água um pouco acima da cintura e Carlos me beijando:

- E se a gente desse um jeito de pegar os dois; heim?

- Como Carlos?

- Eu acho que no porta-luvas do carro tem uma cópia da chave do apartamento!

Mas como Carlos não tinha a chave do carro; combinamos de que poderíamos dar um flagra em uma outra oportunidade.

No dia seguinte; a noitinha,  estávamos os quatro no apartamento de bobeira quando tive uma idéia meio maluca:

- O Gilson naquele dia levou a Léia pra comprar biquínis; hoje você é quem poderia me levar Carlos!

- Ué! Se o Gilson não se importar; eu levo sim!

- Claro que não me importo Carlos; podem ir tranqüilos e nem precisam se preocupar com as horas!

Aquela de não se preocupar com as horas foi a certeza de que seria naquela noite que íamos pegar os dois direitinho.

Quinze minutos depois; eu e Carlos saímos, demos uma volta de carro e estacionando-o numa esquina voltamos a pé e Carlos com todo o cuidado foi abrindo a porta... Sem fazermos barulho, chegamos no quarto e nos deparamos com uma cena bastante constrangedora além de os pegarmos pelados na cama... Gilson deitado na cama e Léia mamando no seu pinto.

Os dois ao perceberam nossas presenças; ficaram tão descontrolados que não sabiam se continuavam sobre a cama; se saíam ou se cobriam com o único lençol que tinham em mãos... Me bateu um ódio tão grande e foi Carlos que me segurando:

- Calma Kelly... Deixa os dois; eles têm o direito de se divertirem assim como nós dois gostamos de nos divertirmos; não é? 

Respirei fundo e procurando me controlar já que Carlos estava prestes a nos denunciar também:

- É Carlos; desde quando chegamos eu já andava desconfiada desses dois!

Veio a resposta de Léia enquanto Gilson continuava mudo e sem ação:

- Ué! Nós também estávamos desconfiando de vocês!

Gilson resolveu falar:

- Eu já encontrei vocês sozinhos aqui e não falei nada mesmo percebendo de que tinham acabado de transar!

- E transamos mesmo; mas transei com ele porque tinha certeza de que você me traía com ela!

Carlos me puxando pra fora do quarto:

- Eeeepa! Vamos botar um pouco de ordem... Não importa quem que começou primeiro; acho melhor a gente deixar os dois continuarem aí e irmos pro outro quarto!

- Acho melhor Carlos; vamos nos divertir também!

Estava me sentindo uma vitoriosa por ter conseguido pegar os dois juntos e mesmo assim sentia um pouco de ciúmes... Resolvi me vingar com todas as letras e percebendo que o corno do Carlos tinha era ficado excitado vendo a mulher dele pelada chupando meu marido, fui lhe arriando a bermuda e pegando seu pau que já estava bem duro dei-lhe umas punhetadas; livrando-me das roupas me deitei e praticamente gritando para que ouvissem do quarto ao lado:

- Me fode Carlos... Vem... Vem me comer gostoso como só você sabe!

Carlos me enfiou a mandioca na buceta e eu olhando pra porta e vendo Gilson parado, me deu um tesão tão grande que passei a me comportar como uma verdadeira puta:

- Ooooh!... Que cacete delicioso... Mete mais... Mais... Mais forte Carlos... Me faz gozar... Aaahhhh... Aaaaahhhhh!

O interessante é que gritamos ao mesmo tempo:

- Estou goooozannnnnndo Carlos... Não para... Não para!

- Eu também Kelly... Oooohhhhh... Ooohhhhhh!

Ficamos grudados por algum tempo com nossas bocas grudadas e só ai que comecei a medir o tamanho da besteira que tínhamos acabado de fazer... Com certeza meu casamento já devia ter ido pras cucuias e que nossas férias tinham acabado.

Carlos saiu me deixando ali com meus pensamentos e ia me levantar pra encarar meu destino quando Gilson entrou, encostou a porta e sentando na cama próximo as minhas pernas começou a fazer carinhos:

- Ah meu amor; vamos esquecer tudo o que aconteceu hoje... Você sabe que eu te amo muito; não sabe?

Ainda magoada:

- Como me ama? Nunca podia imaginar que você fosse um dia me trair!

- Mas meu amor... Você também me traiu com o Carlos!

- Mas só foi porque me senti traía!

Ele veio se esgueirando do meu lado e segurando meu rosto me deu um beijo tão apaixonado que logo pensei na possibilidade de manter meu casamento... Toda manhosa fui correspondendo e Gilson aproveitando que eu estava pelada foi subindo sobre meu corpo e meteu na minha buceta ainda cheia com a porra de Carlos. Acho que foi a melhor trepada que Gilson me deu desde quanto ainda namorávamos.

Ficamos abraçadinhos por vários minutos até que bateram na porta... Mesmo antes de falarmos alguma coisa Carlos e Léia entraram também abraçadinhos (e pelados), sentaram na cama e ela toda alegrinha:

- Que bom que vocês dois também ficaram na boa; eu e Carlos chegamos a conclusão de que todos nós sentimos prazer de trair um ao outro; vocês concordam?

Gilson me olhou, eu olhei pra ele e acabamos rindo da situação e fui eu quem tomou a iniciativa:

- Eu adorei; principalmente quando percebi que Gilson estava nos olhando ali da porta... Hahahahaha!

- Sua safada; só que comigo você nunca gritou como gritou debaixo do Carlos!

Rindo, nos abraçamos os quatro e Carlos me beijou na boca... Léia após fazer o mesmo com Gilson também me lascou um beijo na boca que fiquei assustada com sua audácia diante de nossos maridos. Sem ainda compreender direito o que estava se passando dentro daquele quarto; senti a boca de Léia descendo pros meus peitos e antes de tomar uma iniciativa de me livrar, ouvi Carlos sugerindo:

- Quer comer a bundinha dessa safada Gilson?

Só sei que Carlos foi ficando numa posição de joelhos próximo ao meu rosto enquanto Gilson foi pra trás da bunda de Léia que continuava chupando meus peitos.

Me vi participando de uma deliciosa suruba que aceitei a piroca de Carlos pra chupar enquanto Gilson metia a vara no cú da Léia.

Com inveja de ver meu marido socando no traseiro da Léia, também fiquei de quatro e sem nenhum pudor pedi pro Carlos também comer minha bunda... Só que quanto aquela pirocona começou a alargar meu precioso cuzinho comecei a gritar como se estivesse sendo sacrificada como uma vaca no abatedouro. Mas o tesão falou mais alto e logo eu estava curtindo aquela tora toda enfiada no meu rabo que rebolava toda satisfeita. A partir daquele dia, nós quatro passamos a nos encontrar constantemente pra novas putarias a quatro... Meses depois já tínhamos um outro casal participando; e eu passei a sentir-me incrivelmente satisfeita quando só eu tinha os três me fodendo sem dó nem piedade: um pau enfiado na buceta; outro no cú e o terceiro na minha boca.





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Comentários (2)

  • Diego escreveu:

    vc é d+. fiquei bastante exitado com seu conto.

  • Marcos Figueiredo escreveu:

    que mulher maravilhosa voce é, parabens pelo conto. um abraço cheio de tesão.

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