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Enviado em 14/06/2009
Outro dia, estava eu em minha pequena chácara que tenho nas proximidades de goiânia a espera de minha filha, que após minha separação ficou vivendo no rio de janeiro com a mãe, ela viria passar alguns dias comigo; no entanto demorava bastante e já estava preocupado porque, como não poderia busca-la ao aeroporto, ela viria de táxi e não conseguia contacta-la no celular. o voo estava marcado para as 17:20 e já chegavam as 19:00 e nada ainda. perto das 20:00 aproximou-se um carro e quando o avistei ao cimo do monte era um táxi e só assim senti o alivio, ao aproximar vi que havia mais que uma pessoa no banco de trás o que me fez pensar até que seria a mãe dela (o que de princípio veio à ideia, era praticamente impossível de acontecer! como nosso relacionamento acabou a mal ela se mudou para o rio, levou a minha filha com ela e eu só a via esporadicamente no dia do aniversário da menina mas nunca ficava mais que 2 dias juntos). quando o carro chegou ela saiu disparada, deu um pulo no meu pescoço acompanhado de um grande beijo no rosto. dei um abraço forte nela e simplesmente manifestei a minha preocupação e ela imediatamente levou a mão a cabeça e disse:
- porra pai, esqueci de ligar o celular quando cheguei e quis passar na casa da vovó (minha mãe que mora na capital) antes de vir pra cá. só então ela sobressaltou: - pai trouxe uma amiga minha, mas se ela não puder ficar aqui conosco vou para uma pousada com ela. eu simplesmente disse que era bobagem e que a casa era bastante para 3 pessoas. olhei rapidamente para a menina que tinha aparentemente a mesma idade de minha filha (13/14 anos) e cumprimentei-a com dois beijinhos dando as boas vindas e vi que também já era uma mocinha formada, com peitinhos e bundinha empinadas, coxas grossa, e todas as tendências da adolescência de hoje; tal e qual a minha menina.
entramos, elas foram para o quarto que estava arrumado a espera e eu fiquei na sala terminando de ver o jornal da noite e lembrei-me de dizer que iríamos jantar em goiânia e fui em direção ao quarto, quando me aproximei notei que falavam muito e que estavam sorrindo o tempo todo, como todo o ser humano a minha veia coscuvilheira falou mais alto e consegui ouvir algumas das frases que diziam: - menina, você não tinha me contado que ele tinha os cabelos compridos, seu pai é lindo! e minha filha sobressaltou: - eu não te disse que ele era um gato, aqueles cabelos compridos deixam qualquer uma babada e o corpão dele?.
para os meus 34 anos estou bem conservado, fui imigrante na europa por 12 anos e consegui erguer um pequeno património, o qual me ilibou do trabalho e hoje só faço o que quero e quando quero! a única preocupação que acumulo é se vai chover ou não para eu poder tomar o meu solzinho no final da tarde a beira do lago e dar umas braçadas valentes na água enquanto espaireço. cheguei ao quarto e bati na porta: - meninas, tomem um banho e aprontem-se porque vamos jantar na cidade! elas só responderam positivamente e rumaram as duas para o banheiro. me trajei o mais simples possível e rumamos para a cidade, fomos a uma churrascaria muito conhecida no centro e comemos e bebemos um pouco, perguntei se queriam sair e a amiga da minha filha simplesmente disse que podíamos dar uma volta na cidade só para ela conhecer a capital a noite, porque estava muito curiosa pelas várias vezes que a minha filha já havia falado. fomos circulando pelo anel viário e vi que já se aproximava da meia noite. perguntei se queriam dar um pulo na tapera do paim para beber uns aperitivos antes de irmos para casa descançar, concordaram e lá fomos nós. bebemos 2 caipirinhas eu e a amiga e minha filha tomou uma margarita. entramos no carro e minha filha pediu para ir atrás porque a bebida não tinha caído bem. a amiguinha veio para o banco da frente e parecia elétrica, com não demonstrava sinal de que a bebida a afetasse tanto. comecei a meter conversa para que o sono não me batesse também porque a chácara ainda fica a 32 kilometros de goiania. lá chegando a minha filha estava dormindo, perguntei se ela se sentia bem e ela disse que estava tudo rodando (não é acostumada a beber enquanto está perto da mãe), peguei-a ao colo e levei-a até o quarto, preparei um remediozinho caseiro e fui pra sala. lá chegando me sentei como de costume e então notei que a amiguinha estava do lado de fora da casa deitada na rede. fui até lá e meti conversa:
- a viagem é muita chata do rio pra cá né. pegaram muita turbulência? você não tem sono?
e ela:
- até que não, não tenho mesmo sono nenhum, estava vendo o quanto isso é bonito e com este calor, a lua brilha muito e dá pra ver tudo né?
sem malícia nehuma e como era meu costume enquanto sozinho, perguntei se ela não queria tomar um banho de piscina e ela perguntou se não poderia ser no lago. eu indaguei que poderia ser perigoso por causa das pequenas cobras que circulavam por ali. ela foi pra dentro e se trocou, trouxe um bikini preto bem pequenininho e fomos tomar banho. começamos a falar e tocamos no assunto minha filha e ela começou a dizer coisas do tipo que ela sentia muito a minha falta e que sempre estava falando sobre mim e que se vangloriava por ter um pai bonito e eu entrei no meio.
- ela é meiga e muito amorosa, só por isso diz estas coisas.
a menina mais que depressa me retrucou. – mas você é mesmo um gato!
eu fiquei todo inchado é claro mas sem manifestar-me de maneira diferente.
começou a cair a madrugadinha e eu comecei a sentir frio e sai da água, ela me acompanhou e viu que havia esquecido a toalha. eu fui lá dentro e apanhei dois toalhões. passei pelo quarto e minha filha dormia profundamente. voltei a piscina e a menina estava lá toda encolhidinha perto da piscina.
- tá frio agora né? já começa a cair o sereno da madrugada! disse-lhe.
- nossa agora esfriou mesmo. ela completou.
continuei:
- vá vestir qualquer coisa e venha para a cozinha que tenho um fogão a lenha e você poderá se aquecer lá. ela foi e voltou com uma camiseta branca e notei que havia tirado a parte de cima do bikini.
eu estava escorado ao lado do fogão e ela chegou e se sentou em cima da tubulação de aquecimento da água que era externa. deu um grito abafado pela queimadura e eu fiquei super preocupado, ela meio que com vergonha não quis mostrar ao princípio mas eu insisti e pedi perdão por não a ter alertado, disse-lhe que se deitasse no sofá que buscaria um remédio.
quando voltei ela estava deitada de bruços e passava a mão sobre a queimadura que já começava a criar bolha; mesmo na dobrinha da coxa com a bunda. cheguei e lhe estiquei o pote da pomada para queimadura e ela:
- seria pedir muito para você passar? não consigo ver…
naquele instante me deu um certo receio, uma garotinha de 14 aninhos, toda gostosinha me pedindo para passar creme na bunda dela. não há ninguém que consiga resistir a pelo menos imaginar dar uma volta naquilo.
tentei ser o mais natural possível, abri o pote e peguei com dois dedos uma boa quantidade de creme e conforme encostei na pele ela reclamou que doía muito. mas eu ignorei e continuei a massagear para surtir o devido efeito. a pele dela ainda estava arrepiada e eu não contive o tesão. meu pau começou a endurecer e eu ali de toalhão, conforme levantasse a barraca estaria armada mesmo! me virei rapidamente e segui para o banheiro para guardar a pomada. não notei na hora mas ela veio atrás e conforme coloquei o pote no armário e me virei ela estava parada na porta e ficou meio que olhando sem graça e eu mais ainda e ela: - obrigada pelo remédio, vou me deitar, boa noite! veio em ponta de pés e me deu um beijo no rosto quase em cima da boca. ai o meu pau quase pendurou a toalha. não consegui desviar o olhar do peitinho dela que estava ouriçado com o frio (ou até mesmo com tesão por tê-la massageado aquela zona do corpo) e só consegui dizer boa noite.
fui pro quarto e bati uma bela punheta assistindo um filme pornô e pensando naquela ninfazinha que me tinha despertado o tesão depois de muito tempo encarcerado em meu próprio mundo. dormi e no dia seguinte acordei com um beijinho da minha filha.
- dorminhoco, acorda, tomou banho ontem com minha amiga e nem me chamou né?
e eu indaguei prontamente com um certo tom de autoridade:
- que brincadeira é essa? não tomei banho com ninguém, fomos a piscina, só isso.
ela notou que eu tinha entendido mal mas também ficou com um pé de desconfiança:
- credo eu não disse que vocês fizeram nada, só disse que tomaram banho e eu não disse que foi em outro lugar porque ela me disse que foi na piscina!
mas pelo pouco que minha filha convive comigo sabe que tenho um péssimo acordar, estou sempre de mau humor pela manhã.
dei uma bela esticada na cama e ela puxou a minha colcha, eu estava de cueca e não me preocupei mas notei que minha filha ficou olhando o volume que se formava ali naquela região que necessitava de despejar o mijo naquela hora da manhã. me estiquei mais um pouco e com os olhos cerrados pude ver que ela fixou mesmo os olhos no volume que se fazia ali. pra quebrar aquele momento, dei um pulo da cama e gritei:
- então o que nos vamos fazer hoje para encher o dia? ela rapidamente.
- prefiro ficar aqui! quero pegar uma corzinha, tomar banho, assar carne, beber uma cervejinha gelada e aproveitar a sua compania paizinho.
depois de escovar os dentes e me aprontar fomos ao mercado fazer algumas compras e voltamos pra a chacrinha. fui pra dentro preparar as coisas enquanto minha filha e a amiga foram para a beira da piscina. me entreti a preparar o almoço e quando fui lá fora, me espantei com o que vi, as duas em top-less com os olhinhos fechados e bikinizinhos minúsculos e as duas com calcinhas branquinhas, o que realçava ainda mais a cor que trabalhavam para os corpos maravilhosos e esguios delas. a erecção foi inevitável, voltei pra dentro e comecei a gritar por ela, para que se recompusesse, no entanto a minha filha entra pela porta a dentro com os peitinhos ao léu e eu tive que me impor:
- e então minha filha? como é que você entra aqui desta forma? e ela retrucou.
- ah pai, deixa de ser bobo, você é o meu pai e aqui não tem mais ninguém. tem algum problema em você ver os meus seios???
eu bem que quis responder, “não, só a inevitável erecção que se forma no meu short que por sorte está tapada pela longa camiseta que uso.
ela me pediu que preparasse alguma coisa para elas beberem e eu sugeri uma caipirinha. ela disse que era uma boa mas se fosse bem fraquinha porque ainda se sentia mal do estômago pela margarita da noite passada.
então perguntei se ela já tinha bebido sangria. respondeu-me que não e eu disse que chegou a hora de provar.
aprendi a preparar uma sangria de champanhe no sul de portugal que é uma delícia e apesar de muito fraquinha, bate logo.
arranjei um jarro grande, preparei a bebida e fui em direção a piscina, quando lá cheguei a amiga estava na piscina e minha filha ainda estava deitada com os peitinhos a queimar, cheios de óleo, deixando aquilo mesmo a degustar com os olhos. eu olhei para a amiga que nadava e perguntei se queria que eu me virasse para que ela saísse, uma vez que também estava com as maminhas a mostra. ela disse que se eu não me importasse ela também não! só encolhi os ombros e ela saiu, tinha o peito um pouco maior que o da minha filha e as aureolas mais arredondadas. os peitinhos de minha filha ainda estavam pequeninos como a ponta do limão e os biquinhos num tom rosa bem clarinho. os da amiga já estavam mais rosados e mais bicudos. procurei me sentar logo. servi a bebida e começamos a falar, me deitei na espreguiçadeira e coloquei os óculos para tomar sol e as duas foram pra água. ouvi que estavam cochichando, abri os olhos por trás das lentes escuras e vi que elas estavam olhando para mim e minha filha dava tapas na amiga e sorria com ar espantado. minha filha perguntou se já havia algo para comer e eu disse que a carne estava temperada mas que ainda não havia colocado para grelhar e perguntei se já estavam com fome. a amiga gritou logo que sim e minha filha acompanhou-a. fui até a cozinha e vi que as duas saíram da água logo a seguir, segui para a cozinha e minha filha passou direto para o quarto. a amiga veio em minha direção, chegou por trás enquanto estava na pia salgando os bifes e se encostou em mim perguntando se queria ajuda. senti aqueles peitinhos durinhos pelo frio da água se encostarem em minhas costas e fiquei logo de pau duro, olhei-a de lado, ela com um olhar muito sacana mas como quem não quer nada, e eu disse: - vou precisar de ajuda para o acompanhamento, só preparei a carne até agora, conforme me virei para me direcionar ao grelhador que estava do lado de fora da cozinha, ela ficou a minha frente parada e eu olhei dentro dos olhos dela. a estatura dela era muito mais baixa que a minha e ela abaixou a cabeça e foi subindo, como quem tira as medidas ao corpo, e quando voltou a olhar nos meus olhos, se pendurou no meu pescoço e me deu um beijo. não correspondi muito porque fiquei aterrorizado com a situação mas gostei. ela como percebeu que fiquei meio gélido, soltou, pediu desculpas, se virou de costas e foi ao encontro da minha filha. eu fiquei pasmo ao ver o quão atrevida era aquela diabinha que estava enfiada dentro de minha casa e logo comecei a magicar o que poderia acontecer, uma vez que ficariam em minha casa 1 semana e aquele era apenas o segundo dia…
elas voltaram após o duche e eu já tinha tudo praticamente pronto (saldinha, arroz, feijão, bananinha frita e outras coisinhas), a amiga não me olhou nos olhos, entrou de cabeça baixa e se sentou a mesa, enquanto minha filha veio e me deu um beijo no rosto e perguntou se sairíamos a noite. eu disse que poderíamos uma vez que estava por conta delas. almoçamos e ficamos assistindo filme a tarde toda, no fim da tarde fomos ao lago dar umas braçadas e a noite caiu mansa e com muito calor! fomos a uma boate no setor oeste e ficamos lá até as tantas. como há muito que não saía, quis tirar a desforra, bebi alguns camparis e whiskys e fiquei meio aluado. saímos da boate as 04:00 porque já queriam fechar as portas e fomos para casa, elas estavam eufóricas e completamente altas com a bebida, acho que beberam umas 10 capirinhas mas dançaram muito. ligaram o som da camionete aos altos berros e eu só sorria das duas dançando dentro do carro e pulando nos bancos e sorriam por tudo e nada ao mesmo tempo. chegando em casa a minha filha disse que iria tomar um banho antes de dormir porque não queria passar mal denovo. fui ao bar servir mais um whisky e perguntei a amiga se queria beber alguma coisa, ela veio em direção ao bar e ficou olhando pra as bebidas como quem procurava alguma que quisesse. e quando olhei pra ela, estava dando aquela mordidinha sacana nos lábios e sussurrou: - quero o que você está bebendo! eu tirei um copo de whisky e quando peguei na garrafa ela disse: - não quero whisky, quero o que você está bebendo! olhei pra ela e perdi a linha, dei a volta ao bar e tasquei um beijo naquela menininha deliciosa que estava se oferecendo a mim, envolvi-a num abraço forte e ergui-a do chão dando um longo e molhado beijo nela, quando separei a minha boca da dela, ela começou a beijar o meu pescoço e a correr os braços pelo meu corpo todo e aquilo me deixou maluco. quando ela enfiou a língua na minha orelha fiquei maluco. atirei-a sobre o sofá, ela usava uma blusinha de alças e eu simplesmente abaixei a blusa e caí de boca naqueles peitinhos lindos. ela gemeu baixinhos quase que chorando de tesão e eu busquei logo o interior das pernas delas que só estavam cobertas por um sainha de malha. dei um forte apertão naquelas coxas bronzeadas e bem torneadas e ela deu um urro. estava muito quente e então fui subindo a mão em direção a bucetinha dela e quando encostei ela se soltou para trás e pegou a minha mão e paertou anunciando um gozo e se tem algo que me deixa louco é ver uma mulher gozar! enquanto ela desfalecia no sofá, fui desapertando a minha calça e ela se recompôs e me viu com a calça aberta e procurou logo o meu pau, enfiou a mão por baixo da minha cueca e trouxe o caralho para fora. ficou olhando pra ele bem duro e perto daquela mão pequenina, parecia ter o dobro do tamanho até eu me entusiasmei. ela punhetou-o umas quantas vezes e se enganchou em mim, arrastei a calcinha dela de lado e encostei o meu pau naquela bucetinha toda melada, ela levantou o corpo oferecendo aqueles peitinhos a minha boca e foi lentamente deslizando e deixando o pau entrar (quem disse que deu tempo para pensar em preservativo? e depois reclamam da quantidades de pessoas infetadas no mundo) quando se encostou mesmo embaixo, ela me beijou e começou a subir e descer. aquilo era maravilhoso, uma menininha de 14 aninhos com tanta maestria em sentar num pinto! beijei, mordi e lambi aquele corpo e quando anunciei que iria gozar, ela sentou forte e rebolou muito sobre o meu caralho. gozei como um doido e fiquei maluco com aquele rebolado. me deixei encostar no sofá e fiquei apreciando a textura daquela menina, ela se levantou e foi em direção ao banheiro. só então me lembrei que minha filha também estava em casa. no susto me levantei e fui em direção ao banheiro de cima, ela já não estava lá, fui lentamente em direção ao quarto para ver se já estava dormindo, a porta estava entre-aberta e a luz ligada, pensei logo que não tinha visto nada e que ainda estaria trocando de roupa para se deitar. quando olhei pela greta da porta ela estava deitada de costas com as pernas curvadas e com os olhos fechados. ainda estava meio atordoado com a bebida e com o êxtase da foda que acabava de ter. me apercebi que ela se movimentava, tinha os olhos fechado e cerrava os dentes nos lábios e de vez em quando o lençol que a cobria deixava os seus peitinhos a mostra. eu não acreditei que estava presenciando a minha filha se masturbando. fiquei fudido mas ao mesmo tempo estupefacto com a imagem, era simplesmente lindo. ela começou a se contorcer e a movimentar mais o corpo. esticou as pernas, deixando os peitinhos todos a mostra com os bicos ouriçados e se virou para o lado da parede. o lençol acompanhou o corpo e deixou a bundinha dela a mostra e consegui ver que ela tinha os dedinhos cravados na bucetinha mas daí veio o que me chocou, no meio dos gemidos do êxtase do orgasmo ouvi nitidamente a frase: - ai paizinho!!!! fiquei louco com aquilo. não poderia estar acontecendo comigo. a ideia do incesto era uma coisa inimaginável e nunca aceitável pelos meus princípios. conclui logo que ela teria presenciado a minha atividade com a amiga na sala e só assim estaria dizendo aquelas palavras. ela então se virou de bruços e empinou um pouco a bunda e dava para ver os seus dedinhos enterrados naquela bucetinha com pelinhos lisinhos e fica empinando e baixando os quadris como se estivesse fudendo os dedos. a amiga veio por trás e abriu a porta sem saber o que acontecia, minha filha deu um pulo e se virou, ficamos os três com os olhos arregalados e a amiga estava olhando fixamente para o volume que nas minha calças. minha filha olhou pra mim espantada e perguntou o que eu tinha visto. eu disse que não tinha visto muito mas que tinha ouvido o bastante para achar muito estranho uma vez que dito pela minha própria filha. a amiga ficou olhando consecutivamente para os dois sem ação porque não fazia ideia do que ela havia dito ou do que eu tinha ouvido mas minha filha se levantou e veio em minha direção completamente nua me tascou um beijo na boca e eu fiquei novamente parado, em choque pelo tabu da relação incestuosa e pelo choque de permitir que aquilo acontecesse tão naturalmente sem conseguir ter ação nenhuma. ela parou o beijo, me olhou e voltou a me beijar denovo um linguado q fazia o meu caralho pulsar dentro das calças. parou novamente: - quero que você me dê o mesmo que deu a ela, apontando para a amiga que naquele momento sorriu e se sentou na cama dando continuidade ao assunto. – se você me viu também quero te ver. eu estava ali entre duas crianças, uma delas minha filha, assistindo-as fantasiarem comigo. minha filha voltou a me beijar e então talvez pelo efeito do álcool e do tesão deixei que tudo rolasse, dei-lhe um linguado apaixonado como o de dois namorados extasiados de prazer, senti a amiga se aproximar, ficou por trás e começou a desapertar a minha calça, fui andando em direção a cama e deitei a minha filha que nesse momento ficou com os olhos fechados, não sei se para não ver o pecado que cometia ou para não querer desistir naquela altura. descalcei a sapatilha e a amiga puxou a calça com cueca e tudo para baixo deixando o meu pau empinado no ar! olhei para o corpo magnífico da minha filha com as marquinhas do bronzeado da tarde e me lembrei da imagem dela se masturbando e então me coloquei entre as suas pernas para absorver aquele sulco que ainda estava escorrendo pelas coxas. que cheiro, que sabor, minha filha a minha mercê e eu simplesmente caguei para o que a sociedade me cingia até então, para dar asas ao prazer que por toda a minha vida não havia se manifestado tão intensamente como naquele dia, pela proibição, pelo pecado, pelos princípios, sei lá mas, aquilo estava gostoso demais e eu completamente disposto a aproveitar o máximo. comecei a dar pequenas chupadinhas em volta da buceta da minha filha, ela gemia muito e tinha a respiração acelerada, a amiga ficou sentada na cama enquanto retirava a roupa só apreciando aquilo tudo. passei a língua naquela bucetinha com pelinhos ainda lisinhos pela pouca idade e separei-lhe os lábios vaginais com a língua. minha filha soltou um berro alto e gostoso. neste momento, comecei a chupa-la freneticamente com a intenção de proporcionar-lhe o máximo de prazer, a amiga me punhetava e se masturbava ao mesmo tempo. eu não podia estar vivendo aquilo. uma filha maravilhosamente linda e uma amiga gostosa e tudo aquilo era meu, pelo menos naquela noite. minha filha ritmou as ancas com o movimento da minha língua e sussurrava: - ai paizinho, tá muito gostoso, tá muito bom, continua gostoso, continua… e eu vibrando com aquela reação, ela anunciou outro gozo e eu quis senti-lo, subi acelerado com a língua por todo o seu corpo, parei nos peitinhos dei umas linguadas e fui beija-la na boca. enquanto isso, meu pau ficou entre as pernas dela. a amiga veio, segurou no meu pau: - enfia o pau nela. falou por entre gemidos. só nessa hora que minha filha abriu os olhos, me beijou denovo e pediu: - enfia paizinho. segurei o meu pau e comecei a penetração. minha filha parecia sair de si, mexia muito e só gritava: - que gostoso paizinho, eu to gozando, que gostoso te sentir assim. para minha surpresa, minha filha já não era virgem, posteriormente é que me disse que se masturbava com bananas e pepinos para justificar o cabacinho perdido, mas naquela hora nem me lembrei disso! quando chegou mais ou menos na metade da penetração ela abriu um pouco as pernas e empurrou meu corpo direcionando o seu olhar para baixo, queria ver o caralho entrar e a amiga deitou ao nosso lado. eu também olhei para baixo e era uma imagem linda, aquele corpinho esguio, suado de tanto prazer, sendo consumido pelo mesmo homem que a concebeu. a amiga dela nos olhava com fome e se masturbava com um ritmo muito forte. apoiei-me no braço direito e beijei-a e para o meu espanto a minha filha veio ao encontro do nosso beijo e começou a introduzir a língua no meio das nossas bocas coladas. como todo o homem, eu sonhava ter duas mulheres na cama só pra mim e estava consumando esta fantasia com minha própria filha, ambas com 14 aninhos e os corpinhos perfeitos. sou o homem mais sortudo do mundo.
para concluir a minha excitação, me afastei das duas que continuaram se beijando com uma intensidade muito grande, procuravam dar prazer uma a outra e eu já não podia ser mais humano que qualquer outro ser, dei uma forte respirada anunciando que iria gozar e nesta hora elas pararam de se beijar e minha filha me empurrou tirando o meu pau de dentro e começou a me punhetar rápido e forte, comecei a gozar com tanta intensidade que os primeiros jatos vieram a altura do rosto dela, atingindo os seus cabelos e ela continuou com a punheta e o meu pau não parava de esguichar porra de tanto tesão, lavei o corpo da minha menina com um banho de porra que nunca tinha visto igual. abri os olhos e a amiguinha dela estava passando a mão por cima da porra que estava sobre todo o seu abdomem e colo. me deixei cair no meio das duas e não pude conter a frase: - o que foi que eu fiz?! a minha filha me deu um selinho nos lábios e completou: - a coisa mais gostosa que poderia ter feito comigo; sonho com isso há muito e sempre me masturbei pensando nisso. nunca pensei que fosse realmente se consumar mas quando fui lá em baixo e te vi comendo minha amiga não aguentei e corri pra cima pensando em como seria bom estar no lugar dela! eu não acreditava no que ouvia porém gostava de o ouvir. me deitei e as duas deitaram no meu peito e assim nos deixamos adormecer. acordei logo cedinho e fui me lavar, me compus e tentei perceber o que haveria acontecido mas interiorizei que a merda já tinha acontecido, eu tinha tirado proveito e com certeza pelas palavras e a reação evidente das duas meninas tinha também proporcionado um bom momento as duas. mas se tratava de minha filha! fui para a varanda e fiquei lá com um copo de café lembrando de tudo o que tinha acontecido e como reagiria para enfrentar minha filha com autoridade, do pai que era, depois de fazer tudo o que tinha feito com ela! entremeio o meu vaguear, ela sai pela porta. quando a vi, me subiu um calafrio pela espinha acima e não consegui lhe encarar de frente, ela veio e me deu um beijinho no rosto: _ dormiu bem paizinho! e eu tentei manter a naturalidade: - maravilhosamente e você? – eu nunca me senti tão bem na minha vida. sou uma mulher realizada e tenho o homem e pai perfeito! eu tentei entrar no assunto do quanto errado era o que estávamos fazendo. ela me interrompeu dizendo que sabia muito bem o que estava fazendo e que não achava errado desde que ninguém soubesse, principalmente a mãe porque manifestava que ainda gostava de mim. e que não queria magoá-la e deixa-la maluca com tão situação. virou-se pra mim e perguntou diretamente: - você gostou? – eu respondi ávido que sim! – vamos fazer denovo? eu baixei a minha cabeça com a intenção de responder não mas ela se posicionou a minha frente e soltou a fita do roupão de noite que trazia, estava nua e veio logo se encaixando por cima de mim. chegou junto ao meu ouvido e sussurrou: - ontem você comeu minha amiga sozinha e depois me comeu com ela presente, agora quero ser só sua! nisto levou a mão em cima do meu pau que já latejava de tesão, tirou-o para fora e ajeitou-o na porta de sua bucetinha que já estava melada. grudei naquelas anquinhas bem formadas e puxei ela pra baixo e ela novamente só fechou os olhos e deixou o pau entrar. comecei a amá-la, levantando e baixando lentamente, sentindo a textura daquela fêmea que até agora era uma desconhecida, só lhe tinha como uma criança pura. ela se levantou e me pegou pela mão e disse vem comigo, e pulou pra dentro da piscina. fui logo atrás, quando cheguei perto dela, ela se enganchou na minha cintura e meteu o meu pinto pra dentro denovo, soltou o corpo para trás e eu ficava fazendo o movimento de vai e vem e ela como se nada tivesse acontecendo, só abriu os braços e ficava movimentando-os por sobre a água, eu estava me apaixonando pela minha própria filha com aquele jogo de sedução que ela, intencionalmente ou não, estava me envolvendo. vez ou outra eu a puxava para mim e a beijava com muito desejo. estava num movimento ritmado e constante mas me aguentava por muito mais, ela então se desprende de mim e vai para a parte mais rasa da piscina a qual tem uma escada, conforme chega num dos degraus mais largos e raso, se põem de quatro, olha pra trás e diz mesmo com o ar mais safado do mundo: - quero sentir ele bater lá no fundo e enclina a bunda pra cima encostando os peitos na água. naquele instante quem caiu de quatro fui eu, cheguei por trás e lambi toda a extensão da sua rachinha e bundinha, lambendo forte para enfiar a língua pra dentro dela e ela se contorcia toda. mirei a ponta do caralho fui enfiando devagar, quando me coloquei todo dentro dela ela consertou a envergadura do corpo e começou a jogar o quadril contra o meu, fiquei louco e comecei a dar estocadas fortes, ela gemia : ta doendo mas não para, tá muito gostoso. eu com minha condições humanas novamente no limite me deixei gozar mas desta vez tudo dentro dela, cada jato que saia eu estocava mais e ela olhava de lado com a cara mais safada que um pai pode notar em sua própria filha. ela tirou o meu pau, sentou na piscina e eu fiquei em pé, ela segurou o meu pinto e começou um punheta leve e olhava fixamente para ele. eu só magicava o que estaria a minha filha imaginando com aquela cena. quando menos esperava enfiou o caralho quase todo na boca e começou a chupá-lo. para os meus 34 anos não era de se esperar menos, o meu pau ficou duro denovo e ela chupava com muito gosto porém notava-se que não tinha experiência em dominar um caralho com a língua. neste instante sai a amiga de minha filha de dentro de casa e pergunta como podemos deixa-la dormir tanto e perder a brincadeirinha. minha filha olhou e disse: vem o papai tem um picolé e acho que dá pra duas. a amiguinha veio e eu não podia crer na naturalidade das duas, a amiguinha dela estava com um camisetão solto e me pareceu não ter nada por baixo! chegou e antes de se sentar me deu um beijo e disse bom dia! eu só sorri. ela se sentou e perguntou a minha filha que gosto tem? a minha filha tirou o pinto da boca e disse é bom! e voltou a engolir o meu pinto e a amiguinha perguntou denovo – mas tem gosto de quê?, minha filha tirou o pinto da boca e tascou um beijão na boca da amiga, tirou a língua pra fora e disse chupa! a amiga ficou chupando a língua dela enquanto ela me segurava o cacete pelo pé! gostou? perguntou a minha filha. e ela: - deixa eu provar o orginal. veio e colocou a cabeça do meu pau na boca. que coisa mais linda ver aquelas duas meninas a olharem para o meu pinto enquanto descobriam o sexo oral. ora uma, ora outra me chupavam e eu ali me perguntando o porque merecia tanto? minha filha propôs irmos para dentro e fomos os três, minha filha foi andando a frente e a amiguinha pulou em meu colo e começou a lamber minha orelha, pescoço e as vezes e me beijava, entramos e minha filha estava deitada no tapete da copa e disse: - vem aqui!, eu soltei a amiguinha dela no chão e minha filha voltou a falar: - você não papai, ela, agora você vai ver como nos costumamos brincar. eu me sentei na cadeira que estava de frente e a amiguinha foi toda sorridente e deitou-se sobre a minha filha. as duas se beijaram e se abraçaram e aquela deve ser a cena mais linda que um homem pode ver a frente, dois corpos lindo se tocarem e se beijarem e logo após um linguado de fazer inveja elas se soltaram e ficaram sentadas frente a frente, entrelaçaram as pernas e colaram os sexos e ficaram com os corpos bem próximos, as vezes se beijavam e chegavam tão perto que encostavam os biquinhos dos peitos durinhos enquanto se roçavam e se estimulavam, minha filha fazia questão de me olhar com a carinha mais lerda do mundo e perguntava: - você gosta papai? muitas foram as vezes que gozamos juntas e eu sempre pensava em você. aquilo deixa qualquer homem maluco e eu comecei a me masturbar assistindo aquela cena. minha filha me ordenou que não gozasse. e eu simplesmente abanei a cabeça positivamente. elas se contorciam e se tocavam, a amiguinha da minha filha deitou-se e minha filha encaixou bem as perninhas para que as bucetinhas se tocassem melhor e começou a dançar sobre o corpo da outra que gritava: - gostosa, gostosa, me faz gozar, me come gostosa. e eu nem me masturbava porque senão o gozo seria inevitável. - vem papai, coloca o pinto na boca dela,diss e minha filha. eu me ajoelhei perto da cabeça dela que se pôs apoiada no cotovelo e começou a mamar desenfreadamente no meu caralho que já latejava de tesão. minha filha começou a falar repetidamente: - goza na boca dela que ela vai engolir tudo mas tira o caralho que eu quero ver a porra sair. aquela frase foi como um botão start que aciona a esporrada automática. tirei o pinto da boca dela anunciando que iria gozar e a amiguinha se deitou e a minha filha veio correndo para perto e comecei novamente a casacata de porra que esguixava no rosto e no peito das duas que começaram a se beijar e se acariciar com o gosto e a textura da minha porra. este foi só o terceiro dia de uma semana inteira com as minha duas meninas. quem quiser trocar experiências ou relatar fatos ou mesmo discutir este tabu que é imposto pela sociedade. fiquei muito tempo enclausurado com minha culpa mas hoje já encaro de forma melhor e todas as vezes que me encontro com minha filha temos longas jornadas de prazer “sem culpas” nos amamos muito e nada alterou entre nós, só a forma de carinho que se tornou especial e mais íntimo. comentem: bimmf@iol.pt
zelia escreveu:
maravilhoso.gozei muito e ainda estou exitada.beijos
Ana escreveu:
os detalhes, cada gesto, cada goso simplesmente maravilhoso. Adoroooooooooo esse tabu idiota... Fruto do seu fruto é seu fruto
Ednilson escreveu:
A sociedade não importa mas o problema é acertar os ponteiros com Deus pois tudo ele vê
Garota escreveu:
Esse Ednilson ae fala de acertar ponteiros com deus, mas aposto que ta la se punhetando... Hipocrita!
vicente escreveu:
que delicia meter com duas meninas de 14 anos. Muita sorte! Gozei em ler este conto maravilhoso
rildo escreveu:
muito bom nao ligue para o que os outro pense
rildo escreveu:
muito bom nao ligue para o que os outro pense
bruno escreveu:
bem escrito.. mas mto surreal... dica pros proximos: aumente a idade ou a ingenuidade das personagens pa dar um tom mais realista. nota6
marcelo escreveu:
muito bom
alcides escreveu:
Não ha quem aguente ver duas bucetinhas a frente.Toquei uma punheta só em ler este conto. Muito bom. Nota 10.
Farma escreveu:
Gostei, mas achei o conto muito longo nota seis tb...
Agricio escreveu:
Muito bom! fiquei com tesão. nota sete.
Agricio escreveu:
Muito bom esse conto, pena que é muito grande, + mim fez gozar, nota sete.
jean escreveu:
Voce realizou um sonho que tenho com grande intensidade, teve o privilegios que muitos gostaria, mais ficou muito longo o conto.
felipe escreveu:
muito BOM.......... so de ler gozei duas veis........... nota= 10
maldonado escreveu:
Com tantos atributos, a sua filha gostosa e a amiga,poderias escrever um livro que ficaria muito bom.ok mt bom mesmo...........
Estranho escreveu:
Muito bem produzido, um dos melhores que já li, se não o melhor!
jorge portela escreveu:
meu amigo sou louco por contos mas este foi de longe o melhor que li até hoje em relação a sociadade manda os foder e gosa os prazeres da vida tb ja comi minha filha tirei-lhe o cabaçinho e não tou arrependido e hoje ela ta casada e nos amamos so nao fazemos mais sexo mas quando ela nos vai visitar ainda lhe dou uns bons amassos rss parabens es um homem sortudo
Caio escreveu:
WoooooW !!! esse conto esta ótimo !!! gozei muito !!! nota : 10 .. parabenss....
Emilly escreveu:
Eu gostei muito, um gostosao de 34 anos eu também adoraria me entregar, lendo em gozei sem me tocar, muito excitante e vou ler novamente;
marina escreveu:
Muito bom.Gozei umas 3 vezes nota8
raphael punheta.... escreveu:
minha nossa... isso sim é um conto... muito bem escrito, discritivo e exitante. adorei, juro que me imaginei com minha filha.. e olha qeu ainda nem tenho uma... fruto do seu fruto, é seu fruto... então conlha essa fruta maravilhosa... se é real ou não, não interessa. intereça a exitação que nos deu!!! parabens..
Prefiro nao comentar........... escreveu:
olha so eu achei uma vulgaridade da sua parte pois,e sua filha e vc com certeza destruiu completamente o futuro dela.Eu achei uma incompetencia de sua parte acho que vc nao tem coração.Acho não TENHO CERTEZA.Voce nao merecia ser pai aliás,voce nao merecia nem ter vindo ao mundo ta?bjjjjjssss nota:0
Gaspar escreveu:
SEU CONTO É MARAVILHOSA, ADORARIA PASSAR O MESMO
dau escreveu:
esse foi o melhor conto em que li. parabens
Lizzie escreveu:
Nossa, adorei esse conto! Gozei muito com ele, e ainda estou imaginando as cenas descritas! Parabéns, vc escreve mto bem!!! Adoro contos grandes, detalhados... Não ligue para os que o criticam, no mínimo estão cheios de inveja de vc!!! Bjos nota=10!!
boneca escreveu:
os detalhes, cada gesto, cada goso simplesmente maravilhoso.
boneca escreveu:
os detalhes, cada gesto, cada goso simplesmente maravilhoso.
Mario higor escreveu:
Ese foi o melhor conto que li ate agora, me melei todo ,eu queria ter uma filha asin
ronney escreveu:
Muito bom, parece um tanto fictício, mas quem sou eu pra julgar né? Uma coisa é certa, vc é um bom escritor. Agora se for verdade, é uma das coisas mais belas que podem acontecer com um pai, heuheuheue. Dane-se a sociedade, o importante é gozar, e não prejudicar ninguém. Tem gente q diz q nós vamos pro inferno. Daí eu pergunto, então? Levamos picanha ou alcatra?
Amir escreveu:
Gostei muito, muito, muito. A imaginação correu solta...
Ricardo escreveu:
Adorei o conto eu tambem já transei com duas gatinhas mas so uma tinha 14 a outra tinha 16 e foram elas que me propuseram issi, alias uma delas ja foi minha aluna. talvez eu conte essa historia como vc fez! Parabens pelo conto!!!!
henrikão escreveu:
adorei tambem, parabéns Meninas só me add nesse e-mail e é MSN tbm
adrian escreveu:
SEU RELATO FOI ÓTIMO,MUITO ESTIMULANTE;NÃO SOU CONTRA E NEM A FAVOR,MAS INSEXTO COMO TABÚ,ISSO É COISA DO PASSADO!!!O PROBLEMA É QUE MUITA GENTE NÃO TEM OPINIÃO PRÓPRIA PERANTE A SOCIEDADE,E VIVEM ESCONDIDOS EM SEUS MUNDINHOS 100% CORRETO!!!!
ana karolina escreveu:
Magnifico (Ah paisinho... Leia esse conto e faz isso comigo...) Só que o português está de doer. Se deres uma melhoradinha vai ficar ainda mais excitante...
luandre@lilima,com.br escreveu:
BANDO DE DOENTES, PEDÓFILOS IMUNDOS. ESTE SITE JA FOI DENUNCIADO E ESPERO DE VERDADE QUE VCS SEJAM PRESOS POR PEDOFILIA SEUS DOENTES. ESTAS MULHERES SUJAS QUE PARTICIPAM DOS COMENTÁRIOS SINCERAMENTE ESPERO QUE SEJAM IDENTIFICADAS E PRESAS TB. BANDO DE INÚTEIS ESCÓRIA DA HUMANIDADE.
amancio escreveu:
Adoro esses contos de incesto .chego ficar sem folego gostaria de trocar ideias com os amigos aqui que lerem esse meu comentario e me adicionarem meu msn ..eu mostro fotos da minha esposa ..meu msn é esse ; amanciokzal@hotmail.com abraços a todos
Oscar escreveu:
Legal sexo entre quatro paredes e gostoso de todo jeito e forma. Seja com homem ou com mulher o importante é confianca e nao expor a sua intimidade parq pessoas que nao curtem o que vc gosta assim aqui é lugar. Eu sou homem bem casado e pai de familia e gosto de transar. Seja homem ou mulher se rolar confiança to dentro ou deixo entrar....
Fernando escreveu:
muito bom esse conto, excitante gozei muito
PEPE2011 escreveu:
QUE COISA GOSTOSA TER UMA FILHA ASSIM NOVINHA E CHEIA DE VONTADE DE SER FODIA PELO PAI1
viviane escreveu:
GOZZEEEEEEI MUIIIITO
safada escreveu:
gozei muito to com minha xaninha toda melada queria estar ai tesão
bimmf escreveu:
este conto retrata um acontecimento, se fictício ou não, deixem a vossa imaginação fluir... gosto de gerar polémica... cristãos que visitam e se sentem culpados e apontam o dedo, se esquecendo que outros três dedos estão voltados contra eles! com certeza não estava lendo a bíblia pra criticar este conto! professoras e punheteiros... enfim, o objetivo está alcançado!!! em breve postarei mais contos com o mesmo teor de excitação! cumprimentos!
donald escreveu:
muito bom senti muita tesao , tambem tenho vontade de pega uma ou duas minas de 14 olha gozei de verdade
JOAONUNESCOSTA escreveu:
cara nem posso dizer que vc e doente porque e uma ofença aos doente vc devia ser algemado e ja estar a tras das grades vc e um pedofilo comfesso uma hora sua casa vai cair seu safado.
Elton escreveu:
Nossa gostei do seu conto - adoro contos de pai c]tendo caso com filhas - Msn - Ejs-leao_jor.tui@hotmail.com
Guilherme escreveu:
Conto Perfeito nao teria a mesma coragem mais deu Muito Tesão Parabens...
Guilherme escreveu:
Conto Perfeito nao teria a mesma coragem mais deu Muito Tesão Parabens...
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