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Enviado em 08/07/2009
psicóloga – aline – 2ª parte olá, sou a ana e aqui estou com a segunda parte da história da aline. tenho recebido muitos incentivos para continuar escrevendo as histórias que me chegam às mãos, ou contar os meus casos pessoais. tenho a “gaveta” cheia de histórias mas tudo depende do tempo que tenha para escrever. como esclarecimento a quem o pediu via e-mail, verdade, sou descendente de portugueses, daí a minha escrita ser diferente. continuando o relato: “oi gente, sou a aline e estou de volta para contar a segunda parte da minha história. depois do episódio da traição, meu marido ficou bem mais calminho e cheio de atenções para comigo. tempos se passaram e uma noite que voltei a casa, de uma visita a uma amiga, encontrei-o na sala vendo um filme pornô, sobre lesbicas e sexo em grupo. não estranhei nem comentei nada, ele por vezes via filmes pornôs e eu também gostava de dar a minha espiada, que mal tem? na manhã seguinte, ao acordar, rolamos um pouco na cama e em conversa ele confidenciou que uma fantasia dele era que fizessemos amor a três, nós dois e outra mulher. até sugeriu que ela fosse a minha amiga patricia. bom, depois do ultimo episódio em que ele cantou para ela, eu fiquei de pé atrás, agora via que ele ainda não tinha esquecido, que a fantasia de a comer ainda estava presente na sua cabeça. convém esclarecer que a patricia no momento vive só, depois de alguns relacionamentos falhados, uns hetero e outros homo. sim, porque ela também tem tendências homossexuais, como já tive ocasião de comprovar, mas isso é outra história. então ele insistiu várias vezes nesse sexo a três com ela e eu sempre me fiz de desentendida, até que não aguentei mais e concordei: - tudo bem, vou falar com ela e vamos fazer, mas com uma condição! eu é que faço as regras e só será feito o que eu mandar! ele concordou, sua cabeça já fantasiava o momento de estar conosco, de poder comer as duas. falei com a patricia e ela aceitou e marcamos para sexta-feira à noite em casa dela. chegados lá, conversamos, bebemos e aos poucos o ambiente foi ficando propício para a nossa festa. a patricia foi colando em mim, me acariciando, e lentamente fomos tirando a roupa, peça atrás de peça, até ficarmos nuas. o mauro, meu marido, já fervia de tesão e sem se fazer de rogado já se despira e se masturbava vendo nós enroladas, mãos e bocas explorando o corpo da outra. na posição de 69, cada uma lambia a xana da outra, enquanto os dedos penetravam nela. aí o mauro se juntou a nós e logo queria se atirar à patricia, mas eu mandei que ele ficasse de pé na minha frente. a patricia se deitou de costas, eu ajoelhei sobre sua cabeça, oferecendo minha xota à sua lingua, que com saber e perícia logo se apoderou do meu clitoris, lambendo ele, enquanto introduzia um dedo na racha. o mauro em pé na minha frente se masturbava e eu mandei ele chegar perto. pegando na vara dele, comecei a lambê-la, desde a cabecinha até as bolas, molhando todo seu pau. em seguida engoli-o o mais possivel, chupando com força. estava morrendo de tesão, sentindo a lingua e mão da patricia na minha racha e tanto chupei e masturbei que logo o mauro começou a gemer bem alto e sem aguentar mais, gozou na minha boca. senti seu leitinho quente e engoli ele até a última gota, sem parar de mamar. aí fui em quem deitou de costas e mandei ele se encaixar entre minhas pernas e lamber minha rata. ele não gostou muito, seu olhos gulosos ainda olhavam para a patricia, queria comer ela, mas eu insisti, quem fazia as regras era eu. então ele fez o que mandei. ajoelhando entre minhas pernas, baixou a cabeça até minha xota e sua lingua acariciou o clitoris, lambendo e chupando. ao mesmo tempo introduziu o polegar na racha e o dedo médio no meu cuzinho, os dois em conjunto, iniciando um vai-vem com eles, sem parar com a lingua no clitoris. eu delirava de prazer, estava a ser bom demais. aí fiz sinal para a patricia e ela já sabia o que fazer. ela tinha um bom sortido de consolos, dildos e coisas assim. então pegando num cinto com um consolo encaixado, aproximou-se do mauro. ele na posição em que estava, de joelhos, a bunda no alto, estava vulnerável e ela pegando no consolo na mão roçou ele no rego dele, de cima abaixo, detendo-se mais na entrada do cuzinho dele. ele ao sentir o corpo estranho roçando na sua bunda, queria levantar, protestando, mas eu forcei a sua cabeça entre as minhas pernas, apenas dizendo: - sou eu quem faz as regras, lembra? ele não gostou muito, mas tinha concordado com as condições, então só tinha que aceitar o que ali viesse. aí a patricia apontou o pau na entrada do cu dele e lentamente foi empurrando. ele gemeu, sua boca enterrada na minha buceta. o consolo dela era bem grande, acho que uns 18x4 cm, com cabeça vermelha, realistica. quando a cabeça entrou, ela recuou e de novo enfiou, agora mais um pouco. ela sabia como fazer, tinha experiência. o mauro suava e gemia, sentindo seu cu se alargar ao máximo. a patricia com calma e saber, conseguiu encaixar todo o pau no cu dele, até sentir sua barriga colar na bunda dele, as bolas do consolo batendo na entrada. pronto, já estava. deixando ele ali parado, para a bunda dele se acostumar, roçou sua barriga nela, fazendo ele ficar descontraido. então começou um vai-vem, o caralho dela quase saindo fora para logo bater no fundo...por vezes tirando fora para logo meter duma enfiada até o fundo. reparei que ele começou a gostar. seus gemidos já eram de prazer. sua boca chupava minha buceta com mais força, seu dedos fodiam ela e meu cu em conjunto, bem rápido. eu via o rosto da patricia enquanto ela comia o cu dele. ela estava extasiada, gostava mesmo de fazer aquilo. a visão que ela tinha ao ver seu pau deslisar no cu dele era gostosa demais para ela e não tardou a gozar, com um gemido bem alto enquanto enterrava o consolo todo até o fundo. eu também não aguentei mais. ao ver ela gozar e com as caricias que meu marido me fazia, gozei forte, sentindo meu leitinho ejacular da minha racha direto à boca dele. caimos todos de costas, cansados, para retomar forças. o mauro só tinha gozado uma vez e queria mais. começou a acariciar a patricia e preparava-se para a montar, mas eu mandei ela ficar na mesma posição em que eu tinha estado e ele fazer com ela o que tinha feito comigo. mais uma vez ele não gostou, queria mesmo enfiar seu pau nela, mas eu relembrei as regras. a patricia ainda estava com o cinto e o consolo acopulados e ele ajoelhou entre as pernas dela. agora para além da xota dela, tambem tinha um pau para mamar. e ele começou. a lingua começou na racha e foi subindo até as bolas do consolo e percorrendo ele todo até a cabecinha, mamando nele. entretanto eu tinha pegado noutro cinto-consolo da patricia, ela tinha vários, e o enfiei na minha cintura. também queria saber como era comer um cu de homem. só depois de o colocar é que reparei que aquele era bem maior que o que a patricia tinha usado, uns 22x6 cm. mas já que estava colocado, era hora de o usar. vi que o mauro continuava chupando o consolo da patricia e aí com as mãos abri sua bunda, vendo que seu cuzinho estava bastante aberto, embora não fosse o bastante para o meu consolo. encostando a cabecinha nele, fui empurrando, forçando. ele urrou, o pau era grosso demais, mas eu não estava nem aí. lentamente fui metendo até sentir a resistência diminuir. pronto, estava dentro e fui metendo, metendo, parecia que nunca mais acabava de entrar, até que as bolas dele bateram na entrada do cu. aí parei, deixei ele acostumar. com a mão comecei a punhetar o pau dele, que estava duro como nunca tinha sentido. ele gemeu. tinha uma mão enrolada no consolo da patricia e a boca enterrada na xota dela. aumentei o ritmo da punheta e ele começou a mover-se, para trás e para a frente. eu acompanhei o movimento, meu pau deslisando em seu cu, fodendo ele sem parar. tirava fora e via que ele estava aberto demais e logo enfiava todinho até o fundo. agora eu entendia o extase da patricia, entendia o porquê da cara de gozo dela. estar assim comendo um cu nos torna poderosas, no controle da situação e a sensação era boa demais. aumentei o ritmo, cavalgando no cu dele enquanto minha mão punhetava seu pau sem descanso. começamos os três a gemer bem alto, as respirações fortes. iamos gozar. eu senti minha rata explodir, meu leitinho escorrendo entre minhas coxas e ouvi um gemido rouco da patricia, de alivio. na minha mão senti o caralho do mauro latejar, expelir seu leite, duma forma intensa, parecia não acabar mais. cansado ele se deixou cair em cima da patricia, eu acompanhando ele, o pau ainda enterrado em seu cu. e ficamos ali, ensanduichados, cansados. depois de algum tempo tomamos banho e preparamos para voltar para nossa casa. aí perguntei para ele: - então, foi bom este sexo a três, esta orgia? - poxa, meu cu doi para cacete. acho que está todo rebentado! - pois é meu querido, tudo tem um preço. você não queria saber como é estar com duas mulheres? agora já sabe! e voltamos para casa, ele com certa dificuldade em caminhar. durante muito tempo ele não voltou a tocar no assunto, mas depois...” e aqui fica a conclusão deste relato. espero que tenham gostado, embora saiba que vai ter quem critique, mas não se pode agradar a toda a gente, né? até a próxima anaxvarandas@gmail.com
anamelia escreveu:
nossa amei o conto erotico
Renato escreveu:
adoraria estar no lugar dele... vamos nos falar.
Reginaldo José de Souza escreveu:
eita! numa dessa estou fora!!!!
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