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Enviado em 07/11/2010
Num lugar ao sul da península norte, de cujo local exato não convém ser aqui revelado, vivia, desde a sua mais tenra idade, uma impetuosa socialite chamada Megara. Seu passatempo favorito era o de recrutar homens - na sua maioria negros de falo grande - para fodê-la em pleno no escritório de advocacia do qual Heytor, seu marido, era dono. Ocorre que a socialite - coroa fogosa e nem um pouco decente - sentiu-se, certa feita, subitamente atraída pela beleza angelical de Úrsula, sua única filha, e isso foi o bastante para que ela passasse a recrutar, somente, adolescentes que tivessem, é claro, a mesma idade daquela.
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Eram somente elas duas no vestiário feminino de um internato misto administrado por freiras recém inaugurada nos arredores de Brasília. Uma ruiva e a outra mulata - ambas alunas do nono ano - tomando banho juntas durante a aula de educação física. A ultima, chamada Dyana Malyka Patiffe, ensaboava maliciosa as alvas costas da primeira, de nome Sheyla Ayume Tchang, que, por sua vez, fazia com que uma delicada esponja branca percorresse privilegiada o seu torso roliço de linhas curvas, embebendo a sua pele do mesmo sabonete liquido que a mulata lhe espalhava nas costas.
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A irmã caçula de Heytor era uma verdadeira perdição. Seu nome era Helena, uma bela mulata de quinze anos, cujo esbelto corpo - embora ela fosse ainda tão nova - atraia já olhares deliciados por onde passava, despertando a libido dos homens e até mesmo de algumas poucas mulheres, dentre as quais Alcmena, sua própria mãe, que era a única a ter o privilegio de gozar dos prazeres que lhe proporcionava sua filha amante.
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O que antas somente acontecia no confessionário, agora também era comum na sacristia. Sobre a alfaia confeccionado pelo frei - que a tudo assistia deliciado - uma madre devassa possuía a noviça mestiça. esta ultima, deitada na posição de frango assado, tinha a boceta vorazmente penetrada pelo antebraço da superiora, que num vai e vem ritmado, lhe proporcionava um misto de prazer e dor.
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Outro dia, tarde da noite, eu estava aqui no meu quarto, sentada à escrivaninha, assistindo a um vídeo de sexo lésbico pela internet. A minha filha caçula, que também é a minha amante, lia dentada de bruços – com aquele shortinho enfiado na bunda e com aquela blusa de cotton branco – na cama de solteiro que dividimos por pura falta de espaço. A minha xoxota, a essa altura, já estava pra lá de molhada, mas não por causa do vídeo, e sim por causa da visão privilegiada que eu tinha das nádegas fartas da Úrsula.
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Hyllary e Keyth eram amigas desde o jardim de infância. Embora tivessem muito em comum, no quesito comportamento eram adolescentes bem diferentes. A ultima era demasiada sem vergonha, nascida para o pecado, e a ultima era imaculada, com uma notável vocação religiosa. Keyth sempre vestia roupas comportadas, enquanto Hyllary trajava-se como uma colegial de filme pornô, o que despertava a ira das freiras que administravam e lecionavam no internado misto Shupaxota, onde elas cursavam o nono ano.
Contato pelo mail: lrdxjklim@gmail.com
Msn: luizrodrigo1986@hotmail.com
Web site:
lesbotopia.no.comunidades.net
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