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Presente de Natal

  • Autor: Letícia & Lui

    Enviado em 02/01/2012

  • Hits: 479

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Era um sábado de sol, final de dezembro.

Lui tinha ido para o futebol cedo e devia chegar lá pelas 16h.

Acordei com um tesão monstruoso. Na véspera, tinha depilado buceta e cú. Tudo lisinho.

Levantei umas 10h e, ainda pelada, fiz um café pra mim e encontrei um bilhete do marido: “Saudades das suas surpresas. Volto às 16h. Beijo, minha puta Letícia”.

Tomei café peladinha e, com o calor infernal que estava fazendo, dei um tibum na piscina, nua mesmo. Fiquei por ali, curtindo o calor, tomando banho de piscina.

Achei, até, que Lula tava me espiando (do terraço da casa dele, dava pra ver a minha piscina). E eu adorava ser observada. Deitava na beirada da piscina, de bruços, com o rabão pra cima.

Meu celular tocou dentro de casa, mas fiquei na minha. “Depois eu vejo”, pensei.

Por volta de 12h, 13h, entrei em casa, e tinha 3 ligações do Lula.

- Oi Lu, é Lê, me ligou?

- Minha rainha...

- Diga, homem.

- Você tava peladinha, na piscina?

- Uhum.

- Cadê seu marido?

- No futebol.

- Posso ir praí?

- Pode, mas agora não.

- Porque não?

- Quero almoçar e dormir.

- Que horas Lui chega?

- 16.

- Vou as 18 então.

- Vem às 15h30.

- Puta.

- Tem alguma coisa de comer aí na sua casa?

- Fiz um filé mignon com arroz a piamontese e batatas assadas, vai?

- Vou, traz pra mim?

- Tou com o Bruno.

- Humm, que delicia. Traz com ele. Mas sexo, só mais tarde.

- Ok. Posso te pedir uma coisa?

- Pode.

- Me recebe peladinha?

- Porra, mas isso com certeza. Nesse calor eu não visto roupa, Lula. Vem logo.

10 minutos depois, tocou a campainha.

- Oi gostosa.

- Oi Letícia.

- Oi Lula, oi Bruno.

Beijei os dois na boca.

- Querem entrar?

- Não. A gente tá trabalhando ainda...

- Po, trabalhar num sábado de sol é o que há de pior.

- Mas só até às 15h.

- É? Onde vão?

- Comer uma amiga.

- Nossa, com hora marcada e tudo? Que delícia...

- Ela é uma puta deliciosa.

- Então tá. Boa foda pra vocês. Vou comer e dormir. Podem bater a porta ao saírem? Obrigada, Lula!

- Te amo, minha loira.

- Ama porra nenhuma. Ama aquela dondoca que nem te chupa!

Os dois saíram as gargalhadas.

Enquanto estava almoçando, vi o bilhete de Lui, em cima da bancada. Peguei o celular.

- Leo?

- Oi Lê, tudo bom?

- Tudo. Tou a fim de sexo hoje, voce vem?

- Ô gata, vou sair à noite com a minha mulher...

- Mas vai ser matiné. 15h30.

- Então posso. Posso me trocar aí? Ai eu saio daí umas 19h.

- Perfeito.

- E Lui?

- Chega depois.

- Gostosa. Vai me dar o cú?

- Tchau, Leonardo.

Bom, já era Lula, Bruno e Leo. Será que o Beto tava no fut?

- Beto?

- Fala Lê! Que houve?

- Não foi jogar hoje?

- Nada. Ontem fui beber e hoje não acordei. O Lui foi?

- Foi. Quer vir pra cá?

(silêncio)

- Tu é direta... (risos)

- Sim ou não, filhinho?

- Sim, claro. Que horas?

- 15h30.

- Posso chegar mais cedo?

- Pode. Te espero. Beijo na boca!

Já vinham Lula, Bruno, Leo e Beto.

Ligo ou não ligo pra Armando?

- Mandinho?

- Diga Lê! Quer falar com Lui?

- Não, amor. Sai de perto. Quero falar com você.

- Ele tá perto não.

- Quer vir pra cá hoje?

- Te comer? Claro. Vou com Lui.

- Não, não. Sai mais cedo.

- Porra, mas não posso desfalcar o time, Letícia.

- Ah, claro. Um marmanjo de quase 40 anos trocando uma foda por uma bolinha com os amigos. Que fofo.

- Tu é foda. Que horas? Chega às 15h30.

- Tá, tranqüilo. Posso tomar banho aí?

- Pode.

Acho que tava bom. 5 amigos...

Acabei de almoçar e apaguei. Acordei com a campainha do Beto chegando.

Levantei zonza...

- Oi minha gostosa...

- Po, chegou cedo...

- Buceta linda.

- Ainda não... Vem, sobe. Vou tirar mais uns 10 min de sono.

Deitei pra dormir mais um pouco, e Beto, que era um amigo muito querido e gostoso, ficava me roçando. Uma delicia dormir assim. Mas não me comeu.

Levantei, e tomei um banho. Sempre com o Beto na cola.

Lembrei de mandar um SMS pra Lui: “Amor, hoje tem surpresa. Vem do futebol direto”.

Ele respondeu em seguida: “Correndo! Kkkk”.

Em seguida, chegou Leo e Armando.

- Ih, é festinha?

- Quase. Festa surpresa?

- Aniversário do Lui?

- Não. Mas ele pediu uma surpresa e eu sou obediente.

Por ultimo, chegaram Lula e Bruno.

- Ih... casa cheia.

- Oi lindos.

- Almoço bom, Lê?

- Almoço ótimo, obrigada.

E me virando para todos:

- Quem faz umas caipis para a gente? Gente, fiquem à vontade... Querem dar um tibum?

Fomos quase todos para a piscina, quando ouvi Lui chegando.

- Letícia?

- Oi Lui. Tava só esperando você chegar para começar a brincar...

Lui veio e me beijou a boca, e meus seios.

- Goxxtosa.

No ouvido dele: “mas só quero você assistindo... Se algum deles quiser te comer, você nega”.

- Logico. Todo mundo, só pra minha esposinha.

- Vai uma caipi, amor? Leo tá fazendo...

- Fala Lui! Toma aí! De lima da pérsia, cara.

- Oi gente... Valeu, Leo. Porra, preciso de um banho.

Fui na cozinha pegar uma caipi para mim, de tangerina, enquanto Lui subia, para o banho. Encontrei com o Leo por lá e já beijei as costas dele, e peguei no pau, ainda mole.

Ele se virou de frente, me beijou a boca e eu, devagar, fui abaixando a bermuda dele e abocanhando aquela pica dura.

Ele, apoiado na pia, e eu agachada, no chão, mamava aquela pica. Quando me dei conta, os outros homens todos, na porta da cozinha, me observando mamar o pau.

Quando me virei de frente todos: “eu também quero”.

Caí na gargalhada e fui caminhando, rebolativa, até a sala, sendo seguida por todos os amigos, já nus, me seguindo.

Lembrei do Lui, que devia estar lá em cima, no banho, tocando uma linda punheta lembrando da sua mulher, lá em baixo, com cinco homens.

Vim pro sofá e mal tive tempo de me recostar.

Beto – que boca... – já começou a me chupar. Arreganhou minhas pernas. Meus pés nos seus ombros e toma-lhe chupada! Metia o nariz, a língua, um dedo, dois, e eu vinha gozando na sua boca. Leo trouxe caipi de tangerina e pica na minha boca.

Eu gemia, gritava, pedia mais boca, mais pica.

Ouvi Lui descendo as escadas, descalço e nu. E eis que ele parou do meu lado. Só me olhava a sorria. Alguém quis pegar no pau dele. Lui olhou pra mim, sorriu, e fez que não, com a cabeça.

- Hoje vocês são só dela. Eu só vou admirar.

- E gozar.

- Minha puta...

- Mete esta boca, Beto, mete, que quero gozar mais... me chupa e me fode com estes dedos... quer meu leite, quer? Vem, gostoso... Hmmm, hmmmm Toma! Caralhoooo... Bebe meu gozo, bebe!

Gozei litros e Beto sentou no chão, exausto.

A brincadeira tava apenas começando. Na hora, fiquei de quatro, no sofá, com Lui ao meu lado (a gente nem se beijava, nem se tocava. Ele via tudo de camarote).

- Quero o Bruno. Vem, meu amorzinho...

- Ah, ele é tão calminho... – murmurou Lula.

- Não me lembro de ter pedido tua opinião, Lu.

- Só por isso vai levar pirocada na cara...

- Delicia...

- Bruno? Vem...

- Tou te admirando só, aqui atrás de você...

E meteu a língua na buceta e no cú, que me fez arrepiar...

Foi metendo a pica, devagarzinho, na buceta, centímetro por centímetro. Nesta hora, Lui gozou, silencioso, ao meu lado.

Morro de tesão vendo meu marido jorrando leite, mas nem ousei beber. Ele mesmo gozou na própria mão e bebeu seu próprio gozo.

Bruno metia na minha buceta, devagar, mas com ritmo, com força. Lula, fodendo minha boca com a pica. As vezes, tirava a pica da boca e batia na minha cara com ela: como uma puta mesmo, e eu amava.

Eu rebolando na pica de Bruno, ele passado as mãos nas minhas costas, no cabelo, na nuca... passou a mão na minha bunda...

- Mete, devagarzinho... – murmurei, pensando alto.

Enquanto me comia, meteu um dedo na minha boca, que chupei olhando para Lui, como se fosse o pau dele... (aquele pau lindo a centímetros de mim, e eu sem chupa-lo).

E, enquanto comia a minha buceta vagarosamente, meteu um dedo no meu cuzinho (que, na véspera, tinha sido depilado). Rebolei muito naquele cacete e gozei litros, de pingar no sofá.

Bruno tirou o pau correndo de mim e me deu litros de porra, na boca, que dividi com Lula, que, em seguida, me presenteou com a dele (ele me fodia a boca enquanto Bruno me fodia a buceta e abria o cuzinho pro Leo).

- E este rabo lindo, de quem é?

- É teu, Leo. Vem, meu gostoso. De-va-gar.

- Eu sei... Lentinho.

Leo meteu com cuidado. Eu gemi e empinei a bunda. Lui idem, enquanto se tocava gostoso e quase gozava de novo. Meu marido fechava os olhos e só me ouvia gemendo, sabendo que eu tava levando no cú.

- É tão linda esta cena, que é melhor ficar de olhos fechados...

Leo riu.

- É bom ser comida, assim, com o maridinho vendo?

- É perfeito.

- O que ele é? Fala...

- Corno.

- E você, é o que, Letícia? – perguntou Armando, até então, calado.

- Puta.

- Ai... repete... – Leo pediu.

- Puta.

- De novo.

- Eu sou uma PU-TA.

- Então toma!

E metia, com força, no meu cú, me arrebentando...

- Isso... fode... come este rabinho... vem...

- Vai me dar?

- Tou te dando já...

- Não, eu tou falando do gozo.

- Eu também... tou gozaaaa....nnnndo....

Armando se meteu por baixo de mim e mamou minha buceta, todo o leite que saía de mim.

- Sai daí não, cara, que já já vem o meu.

Lui gemia e começava a gozar.

- Pára de comer, Leo. Deixa só a pica, apertadinha, no meu cú. Quero ver meu marido gozando.

- E você não vai nem chupar?

- Olha que tentação... goza, amor... dá este leite pra tua mulher ver...

- Fala o que você é, Lê... fala...

- Eu sou uma puta. Você casou com uma puta, Lui. Letícia é uma PU-TA!

- Aaaaaaaaahhhhhhhh... Toma porra... toma este leite...

Eu nem encostava em Lui. Mas a sensação que eu (e ele) tínhamos era de que ele estava sendo chupado por mim...

Ele gozou litros, na sua própria barriga...

- Ah... deixa eu lamber...

O próprio Lui fez que não com a cabeça.

- Goxxtoso.

Leo voltou a me comer, com força... e...

- Aaaaahhhhh, eu vooou.... Toma, Armando, teu filho da puta... bebe a minha porra.... Caralhooooo.... Sente o gosto do cú da Letícia....

Armando mamava aquele cacete e gemia, sentindo meu gosto.

Eu sabia que a próxima pirocada seria do salame (como dizia o Lui) do Armando. Aquele pau gigante ia destruir meu cú.

- Devagar, Mandinho.

- Deixa comigo, Lê... não quero te machucar...

Soltei uma gargalhada. Ele sempre me machucava, mas era uma delícia.

E ele foi fiel ao que disse: me comia lentinho, devagar, bem gostoso... tava um tesão e eu mesma me tocava no grelo, encharcado...

- Po... e eu, o vizinho, ainda não comi...

- Este é o momento, Lu. Vem. Perae, Mandinho.

- Adoro quando você me chama de Mandinho. Parece com meu pau.

- Hahahaha. Seu filho de uma puta.

Lula sentou no sofá. Eu sentei gostoso naquela pica, com o rabo no alto.

E “Mandinho” cravou a pica no meu cú que, agora, já estava abertinho para ele.

Beto, que tinha sido o primeiro a me comer, estava com o pau gigante de novo, e me deu na boca, de ladinho.

Três paus, de uma vez só era o paraíso.

E, do outro lado, Leo se tocando, em pé, e Bruno mamando-o, vagarosamente. E Leo fodia a boca do moço com a pica, com força. Ele se engasgava, mas adorava.

E Lui, meu marido, se contorcia no sofá. Mais um pouco, e ele gozava.

E eu rebolava, naquela pica na buceta, e empinava o cú, para Armando me comer. Eu não conseguia gemer: tinha um caralho lindo na boca.

Ninguém dizia nada, só se ouviam os gemidos de todos.

Eu dei uma gemida seca, tirei o pau de Beto da boca enrijeci o corpo.

- Vou gozar...

Lula, na buceta; Armando, no cú fizeram mais pressão e eu gozei em jatos, me contorcendo.

- Gostosa... – murmurou Armando.

- Não pára... vem mais...

Devo ter gozado umas 3 vezes seguidas, até me desfalecer.

Beto me deu gozo na boca. Ele acabou se tocando, e, no finzinho, deu pra eu mamar. Eu amo aquela sensação de sentir o pré-gozo: as veias do pau dilatando na minha boca, até eu sentir a primeira gota na língua.

Armando deu o gozo todo no meu cú, que escorria pelas minhas pernas.

Lula pediu: “vem”. E eu me agachei no chão e mamei aquela pica com gosto da minha buceta gozada...

Bruno e Leo já tinham gozado, um na boca do outro.

Lui, meu marido, estava imundo de gozo, extasiado, com um sorriso plástico no rosto. Não tirava os olhos de mim nem um segundo.

- Preciso ir – disse Leo.

- Tem banheiro lá em cima e aqui embaixo. Vai onde quiser.

Olhei pro Lui:

- Quero um banho também, amor...

Ele me pegou pela mão, saímos correndo, e nos tacamos na piscina, pelados.

Lui me beijou um monte...

- Te amo, Letícia. Te amo, minha puta. Te amo, minha mulher. Eu amei a surpresa.

- Eu também te amo. Eu vi seu bilhete. Viu como sou obediente?

E, o resto da noite, eu fui dele.





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