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Perdendo a virgindade aos 15 aninhos

  • Autor: Michelle

    Enviado em 17/02/2012

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Oi, meu nome é Michelle, tenho 19 anos e esse é meu terceiro conto aqui. Depois de contar sobre minha primeira masturbação e minha primeira vez com sexo oral, decidi contar uma historinha mais longa bem mais decisiva na minha vida. A história de como perdi minha virgindade. Bom, agora eu já tinha 15 aninhos, era meio novinha pra isso, mas jaja eu explico. Tenho a pele bem clarinha. Tenho seios bem chamativos, sempre uso decote. Tenho uma bundinha bem redondinha e empinada, minhas coxas são grossas e durinhas, tenho uma cinturinha fininha, uma carinha de anjinha e cabelos pretos com algumas mexas vermelhas.
 Nessa minha idade (15 anos) eu descobri as salas de bate papo, entrava em salas sobre sexo todos os dias, me masturbava as vezes conversando com uns caras, e eles me ensinavam coisas incríveis. Um dia, falei com um menino chamado Gustavo, ainda lembro bem, ele tinha 21 anos e estava namorando, eu disse pra ele que eu nunca tinha namorado, disse que eu era virgem e talz. Ele propôs um encontro, só pra conversar e talz, ele era muito legal, simpático, etc. Então um dia nós marcamos um encontro, ele foi me buscar na escola. Todas as meninas ficaram olhando, mas eu nem liguei. Eu estava de uniforme, uma blusinha branca e uma saia bem pequena em azul marinho, quando me viu, ele elogiou meu corpo e disse que eu era linda. Fomos até um Shopping e conversamos, demos muita risada, etc. Ele era alto, não era muito forte, tinha olhos claros, meio magro até... Mas era bonito. Lembro que no dia, estava muito calor, ele disse pra irmos para casa dele, eu desconfiei e disse que não queria, mas ele sorriu e brincando conseguiu me convencer, estava tudo ótimo. Fomos para a casa dele, era bem longe da minha, ele tinha mentido sobre o endereço, foi mais de uma hora de carro até a casa dele. Mas chegando lá, vi que era um local bonito, era uma casa com dois andares, grande pra alguém que mora sozinho, várias fotos da namorada dele por toda a casa. Ele me ofereceu um copo de refrigerante bem gelado, eu aceitei, estava muuuuito calor, acredito que propositalmente, ele derrubou o refrigerante na minha roupa, então eu fiquei com a blusinha da escola molhada, o que deixou ela transparente. Percebi que ele olhava muito pros meus seios, ele foi e buscou mais um copo de refri pra mim, eu tomei tudo de uma vez, estava morrendo de sede. Não demorou muito, apenas alguns minutinhos e eu comecei a me sentir tonta, cansada, meus olhos formigavam, meu corpo parecia pesado, minha cabeça doía um pouco e depois eu apaguei. Não lembro mais de nada. Acordei num susto num quarto escuro, não enxergava nadinha e vi que não podia me mover direito, então gritei pedindo socorro, ele logo entrou no quarto assustado, acendeu a luz e perguntou se eu estava bem. Quando ele a luz acendeu eu reparei que estava com as mãos amarradas na cabeceira da cama, e meus pés estavam presos de uma maneira que eu não podia explicar, eu estava suando muito e estava toda coberta por tecidos grossos. Toda suada eu olhei pra ele e pedi pra ele parar com a brincadeira e me soltar, eu queria ir embora, já estava tremendo de medo. Ele então sorriu e tirou as cobertas de cima de mim, eu percebi que só estava usando apenas roupas intimas, ele passou as mãos levemente pelas minhas coxas, eu gemi um pouco de dor, elas estavam terrivelmente doloridas, muiito sensíveis mesmo.
 - O que foi mi? Esta doendo?
 - Aii, me solta, minha mãe vai ficar preocupada.
 
Ele nem ouviu, apertou um dos meus seios e eu gemi novamente de dor, aquilo que eu tomei certamente me afetou muito, eu mal conseguia falar e se eu tentasse me soltar, doía muiiiiito! Ele sorriu ao me ver gemer, eu tentei falar alguma coisa mas ele me beijou, o beijo foi gostoso, mas eu não respondi não. Ele movia sua língua na minha com cuidado, foi muito bom, mas eu resisti. Ele parou de me beijar, eu estava totalmente sem fôlego, quase chorando, pedi mais uma vez pra ele me soltar. Ele foi bonzinho e me soltou, eu, finalmente livre, me levantei, minhas pernas estavam tão fracas que eu caí no mesmo instante e não consegui mais me levantar, ele me pegou no colo, o que me fez delirar de dor, e me colocou na cama de ladinho, eu já chorava e estava meio desesperada. Ele me beijou de novo e dessa vez eu movi minha cabeça para trás e com todas as forças eu o xinguei de idiota. Ele nem ligou, por outro lado, ele tirou meu sutiã e então vi que meus seios estavam muito durinhos, meus biquinhos rosadinhos estavam muito levantados. Eu estava toda suadinha, ele então mexeu em um dos meus biquinhos, eu me contorci em silêncio, uma mistura de dor e prazer me atingiu, eu estava realmente muito sensível. Ele então saiu do quarto e voltou com um copo de água, disse que era um relaxante muscular, eu fiz de tudo para não tomar, mas ele apertou meu biquinho do peito e eu na hora abri a boca, então eu bebi a água com um comprimido dissolvido. Não senti efeito algum. Ele começou a tirar minha calcinha, foi um processo meio doloroso. Vi que minha bucetinha rosada e pequenininha estava muito suadinha, ela parecia “cansada”, ela também exalava um cheirinho diferente, um cheirinho de mulher, um cheirinho gostoso, era como se eu estivesse no cio. Ele se segurou, senti que ele queria fazer alguma coisa, mas se segurou. Ele apenas pegou minha calcinha e cheirou, depois lambeu, depois começou a esfregar no pau por dentro da calça. Em seguida, ele se deitou ao meu lado fez carinho nas minhas costas e me beijou denovo, dessa vez eu não sentia dor por ele me tocar, ele até apertou minha bundinha bem forte, e eu não senti dor alguma, então ele me beijou com mais intensidade e parou do nada. Levantou e saiu do quarto, voltou agora com uma pomada de uma embalagem verde, eu lembro bem. Eu tentei me levantar, mas ainda estava fraca, muiiito fraca e um pouco tonta até. Ele me confortou na cama novamente e abriu cuidadosamente minhas pernas, aquilo não doeu nada. Ele abriu a pomada, passou um pouco no seu dedo e esfregou com suavidade na entradinha da minha bucetinha suada. Ele mordeu os lábios ao sentir o meu cheirinho feminino, continuou passando aquela pomada, ele lambusou muito minha buceta com aquilo. Lembro que aquilo pinicava um pouco, logo a pomada sumiu na minha bucetinha, ou seja, meu corpo absorveu aquele conteúdo. Logo minha bucetinha começou a arder um pouco, depois ardia muito e em pouco tempo, parecia que pegava fogo! Aquilo tudo me deixava ainda com mais calor, eu queria que aquilo parasse, minha xaninha ficava muito molhada e quente, eu gemia sem fazer nada, sentia muito prazer, então ele pegou uma câmera no guarda roupas, ele ligou a câmera e começou a filmar aquilo. Eu me contorcia toda, até que meu instinto falou mais alto. Eu pus a mãozinha na minha bucetinha e comecei a esfregar os meus dedinhos nela. Aquilo não era nada, não me saciava. Ele então deixou a câmera em cima de um armário ainda me filmando, e se deitou em cima de mim, eu tentei fugir, mas não consegui. Ele então me deu vários selinhos e beijinhos no pescoço. Sorriu pra mim e começou a esfregar seu pau na entradinha da minha xaninha, eu pedi para que ele parasse, mas meu corpo estava adorando aquilo. Ele finalmente ia meter, eu falei que era virgem, mas não adiantou. Ele enfiou bem devagarzinho, eu queria ter chorado, me desesperado, mas tudo o que fiz foi gemer naquela hora. Ele então ficou fazendo um movimento de vai e vem bem devagarzinho, eu gritava pra ele parar, mas ele continuava, eu, não resistindo abri minhas pernas, doía um pouco então fiz aquilo pra aliviar. Ele agarrou minha cintura e começou a penetrar com mais velocidade, eu ainda gritava pra ele parar, ai ele parou, tirou o pau da minha bucetinha melada, eu dei um gritinho agudo quando ele tirou. Ele então ficou olhando pra mim sorrindo. Eu me segurei com todas as forças, mas no fundo não agüentei.
 - Não... – Eu disse, sem resistir.
 - Não  o que? – Ele perguntou
 - Não fica ai... Volta...
 - Quer transar comigo, é isso? – Perguntou, rindo do meu jeitinho. Eu só respondi que sim com a cabeça, então ele voltou, e me penetrou denovo, dessa vez, eu não fiquei com frescura, apenas fechei os olhos e não vi nada. Só senti aquela coisa grossa entrando em mim, eu por instinto, forçava minha xaninha, fazendo ela ficar apertada e soltar mais aquele melzinho gostoso. Ele beijava meu pescoço e meus seios, segurava minhas coxas me chamando de gostosa, falava pra eu gozar pra ele e eu não agüentei mais. Cedi completamente ao prazer, abri os olhos e comecei a gemer como uma putinha, eu sorria de um jeitinho safado, mostrando que gostava muito daquilo. Ele me chamava de putinha e de gostosa. Logo, fui me sentindo mais quente, a sensação do gozo estava chegando eu queria muiiito gozar, muiiiito mesmo, mas me segurava ao máximo. Ele metia rápido, me colocou no seu colo metendo na minhca buceta, eu gritava de prazer ainda sorrindo, ele começou a cutucar meu cuzinho com seus dedos, eu empinava minha bundinha pra sentir aqueles dedinhos entrando em mim. Ele não chegou a penetrar os dedos, mas me provocava, fazendo eu rebolar na mão dele. Eu sentia o pau dele pulsando, podia sentir também que minha buceta estava ficando mais larga e toda vez que ele metia, o pau dele chegava lá no fundo. Me fazendo gritar de um jeitinho erotico e mover a cintura, sentindo ainda mais aqueles dedos provocando meu cuzinho. Não agüentei mais, gozei feito uma louca, quando ele percebeu, penetrou um dedo no meu cu, eu gritei de prazer e ele tirou o pau da minha bucetinha, eu jorrava o melzinho no quarto inteiro. Ele ria de tudo aquilo, além de se lambuzar no meu gozo. Foi um orgasmo muito longo, porque quando eu estava terminando de gozar ele meteu com tudo na minha buceta, quando uma mulher ta gozando, fica tudo muito mais sensível, e no finzinho do gozo ele meteu com tudo, o que me vez gritar e gozar mais um pouco, ele metia rápido demais e olhava meu corpo tremer de tesão. O pau dele pulsava violentamente e por fim ele gozou, senti um jato quente invadir meu corpinho, aquele liquido fez minha xaninha estremecer por dentro. Eu sentia o gozo descendo, escorrendo por dentro de mim, ele tirou o pau e o gozo ainda saia do pau dele, jorrando nas minhas coxas e na barriguinha. Eu cai na cama, exausta. Ele me beijou e dessa vez eu respondi ao beijo, que durou uns dois minutos. Ele então pegou minha calcinha, esfregou no pau ainda gozado dele e jogou em cima de mim. Ele disse por fim.
 - Percebi que você adorou, desculpa pelo começo. Sabia que você não ia topar, mas era só isso. Agora pode ir embora.

Ele disse isso e entrou no banheiro pra tomar um banho, eu fiquei na cama por mais uns 3 ou 4 minutos e levantei. Me vesti, mesmo morrendo de calor. Ele saiu do banheiro e me levou pra casa, no caminho, ele pediu desculpas umas 100 vezes e eu não dizia nada. Quando chegamos até minha casa, saímos do carro, ele me beijou no rosto e eu pus a mão dele na minha bundinha empinada.
 - Da próxima vez eu quero aqui tá? – Disse eu, com um sorrisinho pervertido.
 - Então vai ser ai, bem no bumbum da criança – Respondeu.
 
Eu sorri e entrei em casa. Tomei um banho de uns 45 minutos, ainda sentia meu corpo dolorido. Me masturbei umas 5 vezes antes de dormir. No dia seguinte, fui pra escola muito feliz. Sabia que eu era uma menina diferente das outras ali. Eu já tinha dado! Kkkk
Mas ainda no dia seguinte eu lembrei de uma coisa, uma coisinha que me perturbou por um tempo, mas acabou não sendo nada demais. Ele tinha filmado tuuddiinho! Tinha filmado eu gozando como um louca nos auges de prazer. Nunca encontrei esse meu vídeo na internet, e espero nunca encontrar

Espero que tenham gostado...
Para contato: michelle.detodos@hotmail.com (só e-mail, não acc MSN)
Comentem bastante e não se esqueçam de ler meus outros contos.
Bjss





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Comentários (1)

  • marco escreveu:

    adorei fiquei me masturbando imaginando vc de pernas arregaçada sendo fudida perdendo o rico cabaçinho quero ser o teu proximo bjs

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