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Enviado em 18/04/2009
Ana paula, isso... ana paula, aquilo... era sempre assim. mamãe vivia pegando no meu pé, já o meu padrasto... um amor de homem. sempre muito paternal, fazia de tudo pra cuidar bem de mim. filhinha única da mamãe e sempre muito mimada pelo meu padrasto, eu vivia os melhores tempos da minha teenage, cercada de mimos e conforto. começava o meu curso no ensino médio e começava também, aquela chatice de tirar documentos, um deles então... só no centro da cidade. mamãe trabalhava no comércio e não podia faltar pra ir comigo, já o meu padrasto... logo arrumou um tempinho e na maior boa vontade, me levou de metrô.
além de proveitoso, até que foi um passeio bem agradável, mas na hora de voltarmos, não foi nada fácil, não. já era hora do rush e pra conseguirmos embarcar no metrô, foi a maior dificuldade. lugar pra sentar, nem pensar e mesmo em pé, quase que também não. o espaço era tão reduzido, que ficamos completamente espremidos e pra me proteger daquele sufoco todo, acho que foi com a melhor das intenções, que o meu padrasto se ajeitou por trás de mim e me segurou. eu usava um míni bem leve, bem folgado e com todo aquele aperto, não teve como evitar... acabei sentindo o volume da sua genitália, se acomodando bem no meio das minhas nádegas.
foi assim, que sem querer... a gente se viu numa situação constrangedora, afinal... ele era o meu padrasto e o nosso relacionamento, sempre foi muito respeitoso, mas... não tinha jeito. não tinha como sair daquela situação, só nos restava disfarçar e fazer de conta, que não estava acontecendo nada de mais. entretanto, a coisa foi se complicando... mesmo sem querer, o movimento do metrô fazia a gente ficar se esfregando, daí... mesmo contra a minha vontade, acabei ficando meio excitada com aquilo e pra complicar ainda mais, percebi que o meu padrasto também ficou.
aquela nossa... viagem, prosseguia cada vez mais embaraçosa... já dava pra eu sentir o seu membro viril, feito um pau roliço, roçando no meio das minhas nádegas. era um momento de tensão e tesão... a gente não podia aceitar passivamente, aquilo que estava acontecendo, mas também não podia fazer nada pra evitar, enfim... só nos restava mesmo, continuar naquele forçado incesto virtual. eu estava enlaçada, por um dos seus braços... quando o metrô dava algum solavanco, ele me segurava mais forte ainda e eu sentia o pau bem mais intenso, mas... chegou num ponto, que mesmo sem solavanco, ele já ficou fazendo daquele jeito. eu ainda estava meio constrangida, mas o tesão já falava mais alto... minha bucetinha toda babada, já molhava minha calcinha. quando a situação já estava quase insustentável, felizmente chegamos na nossa estação e no empurra-empurra pra descer, a gente se desconcentrou, o pau do meu padrasto sossegou e conseguimos sair, sem dar na vista.
depois de todo aquele sufoco no metrô, caminhamos de volta pra casa, sem nos olhar e sem nos falar. talvez um drama de consciência já nos perturbava, porque assim como eu, ele também já devia estar sentindo que aquela experiência, tinha feito germinar uma semente de tentação.
quando chegamos em casa, mamãe já estava toda preocupada com a nossa demora, mas ficou tudo bem e eu fui direto pra minha suíte, tomar o meu banho. enquanto eu tirava a roupa, fiquei pensando naquelas coisas e me excitei novamente. já todinha nua, eu me admirei frente ao espelho e constatei que... apesar de ainda estar nos anos teen, eu já tinha um belo quadril, largo e bem definido. um quadril de mulher. meu púbis... coberto de douradas penugens, tinha o desenho de um triângulo, que apontava o meio de duas coxas carnudas e bem torneadas. virando meio de costas, admirei minhas nádegas polpudas, macias e generosamente empinadas. passando a mão nelas e enfiando o dedo por entre elas, não pude deixar de relembrar, o membro viril do meu padrasto acomodado naquele aconchego. revivendo aqueles momentos, deslizei meus dedos por entre as nádegas e pelo grelinho, até que eu acabei gozando... numa gostosa fantasia.
no dia seguinte... por causa daquela semente de tentação, o tempo todo eu me senti excitada e confusa. quando a noite chegou, como de costume eu tomei o meu banho e vesti o meu pijama preferido. era um pijama de algodãozinho, bem leve, que eu gostava de usar sem nada por baixo. a gente morava num apartamento do quinto andar e pra me distrair um pouco, fui até a janela e fiquei apreciando o movimento da rua. quando eu menos esperava, quebrando a rotina do dia a dia, lá em baixo eu vi o meu padrasto, chegando bem mais cedo do que a minha mãe. logo, ele já estava tocando a campainha e a nossa empregada que já estava de saída, foi quem lhe abriu a porta. ainda perturbada, com aquelas coisas do dia anterior, eu permaneci junto à janela, só olhando pra rua. meu padrasto veio até mim, pra me dar um beijo de boa noite e em vez d’eu me virar pra ele me beijar, eu ofereci o meu rosto pra ser beijada por trás. nossa!... pra fazer aquilo, eu encostei o meu corpo no dele, só que foi de um jeito exagerado e acabei sentindo de novo, o volume da sua genitália na minha bunda.
não sei o que deu em mim... na verdade, eu estava com vergonha de olhar ele de frente e acabei fazendo um gesto, que poderia ser mal interpretado. e acho que foi isso mesmo, que aconteceu. percebi que mesmo relutante, ele me abraçou timidamente e puxou o meu quadril, contra aquele volume todo. nossa! eu não sabia o que fazer e acho que nem ele, porque por alguns instantes, ficamos imóveis naquela posição, só olhando pra rua. senti que o seu membro já se manifestava, mas... ele deve ter percebido, que a iluminação da sala nos deixava muito visíveis, ali na janela e acho que foi por causa disso, que ele me soltou e apressadamente foi pra sua suíte.
excitada e confusa, sentei-me no sofá e me dei conta que aquela semente de tentação, já tinha gerado um desejo louco e proibido. por algum tempo, fiquei ali sentada, só me censurando e tentando reprimir aquele desejo insano, até que... vi o meu padrasto, já retornando de pijama e banho tomado. enquanto ele se aproximava, pude perceber pelo seu jeito de olhar, que as suas vontades também não eram nada inocentes, não. discretamente, olhei na direção da sua genitália e não pude deixar de ver, que ele já estava ficando até de pau duro. nossa! aquilo me deixou mais tentada ainda, porém... era muito arriscado, já estava na hora da mamãe chegar e não convinha facilitar, não. antes que ele chegasse em mim, fui até a janela tomar um ar fresco e me debrucei toda, no peitoril. ele deve ter achado que naquela posição, eu estava me oferecendo, talvez... até estivesse, sei lá. só sei que dava até pra sentir, que entre eu e ele, já tinha se formado um silencioso vínculo incestuoso. já não era preciso, nem dizer nada...
naquele instante... ele apagou a luz da sala... com certeza, era pra ninguém nos ver na janela e sem vacilar, veio até mim. novamente, senti aquela pegada por trás. frágil, tensa e sem saber o que fazer, eu apenas me entreguei aos seus... cuidados paternais e dando uma de boa filhinha... fiquei bem quietinha, só deixando ele fazer, o que estava querendo. e foi o que ele fez. com o corpo colado no meu, sua mão atrevidamente já entrou pela cintura do meu pijama e alcançando a minha bucetinha, já começou a estimular o meu grelinho. foi o suficiente, pra eu relaxar um pouco a minha tensão e me entregar de vez.
enquanto ele me paparicava, fazendo aquilo no meu grelinho... fiquei só prestando atenção na rua, pra ver se mamãe chegava. vendo que eu já era toda dele... sem perda de tempo e já meio afobado, ele abaixou o calção do meu pijama e me deixou com a bunda toda de fora. nossa!... no mesmo instante, já senti a cabeça do pau se acomodando na minha argolinha, já toda suadinha por causa da excitação. fiquei abismada. eu nunca tinha experimentado aquilo e toda aquela tensão, me deixou até com tremedeira e as pernas bambas. entretanto, logo em seguida eu já me acalmei... deu pra perceber, que ele só queria brincar um pouquinho, comigo. além do mais, pelo laço familiar que nos unia, eu me sentia completamente segura e amparada, afinal... ele era o papaizinho que cuidava de mim.
brincando daquele jeito, no quentinho da minha argolinha, ele já se entusiasmou todo e apelou pra saliva. quando eu senti a cabeça do pau, melada de cuspe... logo percebi que ela já estava bem mais insinuante, bem mais... invasiva, pelo jeito... ele já queria aprofundar, o nosso laço familiar. fui envolvida num abraço tão paternal, tão protetor, que... não dava nem pra reclamar, da dorzinha que eu já estava sentindo. o movimento do seu quadril continuava suave e penetrante... pouco a pouco, minha argolinha se alargava toda, pra deixar o pau entrar e enquanto isso... na minha bucetinha ele só fazia uma siririca. naquele instante eu tive uma certeza, ele não queria o meu cabacinho, não. o que ele queria mesmo... eram as pregas do meu cuzinho.
nossa!... que loucura!... o que será que a mamãe iria pensar, hein?... ah! se ela soubesse... que a sua filhinha querida, estava dando o cu pro seu maridão. nossa!... não quis nem pensar... continuei bem quietinha, só relaxando pra deixar o pau entrar, mas... justo quando eu senti que já tinha chegado à hora... olhando pra rua, infelizmente eu tive que dizer... mamãe chegou!... putz!... foi uma correria. num gesto rápido ele guardou o pau e rapidamente foi pra sua suíte. eu tive que abrir a porta pra mamãe e mal tive tempo de ir ao lavabo, passar um papel higiênico no cuzinho e na bucetinha, que não parava de babar.
na hora do jantar... foi uma dificuldade, pra não transparecer o mal estar que ficou, entre eu e ele. a gente tinha que agir naturalmente, porque a mamãe não era nada boba, não. eu estava tensa, toda cheia de tesão e não via a hora de me aliviar, na minha suíte. pensei no meu padrasto e imaginei que com certeza, ele também estava na mesma situação, mas... olhando pra bunda da mamãe, tive até que esconder um sorriso irônico. eu já sabia o que estava reservado pra ela, naquela noite.
depois do jantar... já recolhida em minha suíte, deitei-me na cama pra me aliviar e comecei a me acariciar. dessa vez, eu me sentia diferente. estranhamente, eu sentia que era o meu cuzinho que estava mais carente e quase implorava por um cacete. movida por aquelas sensações, lambuzei de saliva o dedo médio e deitando-me de lado, comecei a explorar o meu novo ponto g. com o toque, pude perceber que o meu cuzinho estava muito sensível e levemente inchado. era uma sensação tão gostosa, que... lentamente fui me aprofundando. meu cuzinho estava tão guloso, tão flácido, que o meu dedo até se perdia lá dentro. foi o meu padrasto que deixou daquele jeito, na certa... ele já devia estar contando comigo, pra experimentar se o serviço ficou bom.
enquanto eu pensava naquelas coisas e brincava no cuzinho, com a outra mão eu fazia uma siririca... o tesão era tanto, que quando gozei... quase deixei escapar um grito. depois... bastante aliviada, fiquei só descansando num silêncio profundo e de repente... tive a impressão de ouvir na suíte ao lado, aquele grito que eu quase deixei escapar.
no dia seguinte... o tempo todo, eu me senti carente e ansiosa. na medida que a noite se aproximava, minha tensão aumentava cada vez mais. era uma sensação angustiante, saber que... muito provavelmente, a gente iria se arriscar de novo, naquela incestuosa loucura. mal anoitecia e minha tensão era tanta, que... pra relaxar um pouco, eu até já fui tomar o meu banho, pra vestir aquele meu confortável pijama de algodãozinho, sem nada por baixo.
depois de um banho relaxante, já me senti bem melhor e até alimentei a possibilidade, da gente ter juízo e nunca mais fazer aquelas coisas, mas... justamente quando eu pensava assim, eis que chega o meu padrasto, bem mais adiantado do que no dia anterior. quando abri a porta, fiquei toda encabulada e até senti a minha face corar, mas... todo paternal como sempre, ele beijou o meu rosto, de um jeito bem mais demorado. mesmo sem me dizer nada... naquele beijo, entendi que ele procurava me transmitir segurança, entendi que eu não precisava ter medo de nada e que eu podia confiar nele. logo que ele entrou... antes de ir pra sua suíte, passou pela cozinha e escutei ele dizer pra empregada, que assim que ela terminasse o serviço, já poderia ir embora.
não tive mais dúvidas. com certeza ele já estava com tudo planejado. eu não teria escapatória.
apreensiva e atônita com tudo aquilo, enquanto ele tomava o seu banho, pus a tv no cartoon e no volume mínimo, tentei me acalmar vendo desenho animado, mas... eu estava tão inquieta, que nem conseguia assistir nada. pra piorar ainda mais, logo a empregada terminou o serviço e já foi embora. a noite já escurecia o ambiente... a qualquer momento, ele entraria ali na sala, pra me... pegar?... sei lá!... nossa, eu não queria nem pensar, no que ele ia fazer comigo e tentava me acalmar, mas... sendo honesta comigo mesma, percebi que na verdade, eu estava era muito carente e ansiosa. não adiantava negar, depois de tudo que rolou... o que eu estava precisando mesmo, era de dar o cu pra ele. então, assumindo os meus anseios, fiz igual à noite anterior... fui até a janela e fiquei de jeito pra me oferecer.
logo... escutei ele abrir a porta da suíte e caminhar na minha direção... meu coração até disparou, parecia que ia sair pela boca... não tive coragem nem de olhar pra trás. mesmo envergonhada com a minha atitude, toda oferecida, eu me debrucei no peitoril da janela e escondi o meu rosto entre os braços. naquela posição, eu olhava pro chão e pelo vão das minhas pernas, eu o vi chegando e se ajoelhando por trás de mim. na minha visão... ajoelhado atrás de mim e iluminado apenas pela luz da tv, que continuava ligada, eu o enxergava da cintura até os joelhos e já pude ver um belo de um circo armado. nossa!... pelo tamanho da armação, pude perceber que eu já estava sendo esperada, pra dar... assistência a um grande espetáculo.
de pronto... já sem nenhum escrúpulo, ele foi baixando o meu pijama até que me deixou sem calça, depois... segurando nas minhas canelas, fez eu abrir as pernas, até que o meu cuzinho ficou todo escancarado e todo oferecido pra ele. minha intimidade ficou tão devassada, que mesmo com o rosto escondido entre os braços, eu morria de vergonha, então... sem nenhum pudor, ele meteu a boca ali... nooossa!!!... nem sei contar o que eu senti, só sei dizer que de repente... eu fui às nuvens, esqueci da vergonha e até ajeitei melhor a minha bunda, pra ele chupar... em troca, senti sua língua salivando bastante e deixando o meu cuzinho, cada vez mais encharcado... eu até já sabia, pra que... ssss!...
por fim... de tanto ser mimada daquele jeito, não consegui me controlar mais e lentamente, fui ensaiando um rebolado, na ponta da sua língua. foi o suficiente, pra ele notar que eu já estava precisando de um mimo maior, então... ele baixou o calção do seu pijama, até o meio das coxas e deixou de fora o mimo que eu precisava... nossa!... não precisava exagerar, fiquei até meio apreensiva... mais ainda, quando eu vi sua mão segurando no cacete e preparando o bicho pra me pegar, mas... bobagem minha, ia dar... tudo certo, não era preciso eu me impressionar, não... eu confiava nele e além do mais... não queria decepcioná-lo.
então... ele se levantou e aí... ssss!... senti o anel do meu cuzinho, recebendo de novo, aquela visita e sem perda de tempo, suavemente... ele já começou a movimentar o quadril. cheio de cuidados paternais... pouco a pouco, ele fazia a cabeça do pau abrir caminho, pra entrar... tudo. eu sentia que cada vez mais, dilatava um pouco mais, mas... mesmo ele sendo tão cuidadoso, estava cada vez mais difícil de agüentar...
um suor frio já molhava minha fronte, mas eu ainda agüentava firme, até que de repente... aiaaiinn!!!... senti o meu cuzinho abocanhando de vez, a cabeça do pau. nossa!... por uma fração de segundos, minha vista até escureceu e quase perdi o fôlego. condoído com a minha situação, só por um instante, ele parou pra eu me recompor, mas... na verdade, foi só pra me agarrar melhor e assim... aaiiinn... ssss!... aaiiinn... ssss!... aaiiinn... ss... ...
lentamente... fui sendo enrabada, até que chegou no saco. eu vi estrelas, mas... agüentei tudo sem fazer feio. quando senti o saco, grudado na minha bucetinha... entendi, que ele já estava todinho dentro de mim... entendi, que eu já não era mais... tão moça como antes e que pelo cu, ele me fez... mulher!
todo tempo... eu continuava debruçada, no peitoril da janela, então... ele também debruçou, em cima de mim e suavemente... começou a me foder. carinhoso como sempre... ainda meteu as mãos na minha bucetinha e me completou numa siririca.
na penumbra da sala... iluminada apenas pelo desenho animado que passava na tv, quase sem som... ele cuidava de mim, num clima bastante familiar. eu me sentia tão protegida, com o seu peso me cobrindo feito um cão de guarda, que... no maior prazer, eu o servi bem quietinha. dava pra sentir... que ele enterrava o pau no meu cuzinho, com bastante amor paternal. dava pra sentir... que ele queria me dar, o melhor de si. e deu...
mimada daquele jeito.. com todo aquele carinho paternal, meu tesão foi a mil... senti sua respiração ofegante na minha nuca... percebi seu coração disparando. eu também estava daquele jeito e senti o orgasmo chegando... a gente explodiu de tesão. ele deixou escapar um urro... e deu o melhor de si... deu uma puta esporrada. uma onda quente inundou o meu cuzinho... nooossa!!!... foi uma loucura... gozei no cu e na siririca.
exaustos... ficamos um tempo naquela posição, até que o pau amoleceu e escorregou pra fora. como sempre, não trocamos nenhum olhar... nenhuma palavra...
satisfeita e realizada... eu olhava apenas pra rua... disse apenas duas palavras...
mamãe chegou!...
Erds Engel escreveu:
Olá! Muito bom esse seu conto! Quero lhe conhecer melhor, e quem sabe brincarmos juntos. Eu brinco no jardim, mas também adoro brincar noquintal! Erdsengel:.
Roberto Filó escreveu:
Apesar de já ter lido este conto em outro site, não deixei de relêr. Excelente conto. Com bôa trama. Se não foi verídico, afirmo que ela é loca para dar para o padastro. Mas... Se quizeres um homem mais experiente que você, estou a disposição. Tambem tenho uam enteada que adora quando arregaço suas pregas. roberto_monteiro@yahoo.com.br
manoel escreveu:
Tanto esse conto como os anteriores, seguem a mesma linha, sem palavrões, insultos, conto esse que a gente não se cansa de ler, facil de se imaginar, e se colocar no lugar das pessoas em questão, discreto, emfim, conto que a gente não se cansa de ler, meus parabens, continue assim, nota 1000
jorge americo escreveu:
mais que tesão querida já li esse conto num sei quantas vezes e toda vez é um prazer vc tem outros contos e mim passa seu e-mail gostaria de poder tc com vc quem sabe um dia desses pelo msn beijos querida e se puder mim presenteie com essa dadiva
Alex escreveu:
uma maravilha de conto
Saturnino da Silva escreveu:
Tem hora que um cuzinho é melhor do que uma buceta.
Simone Oliveira escreveu:
Dei o cu aos 14 anos pro melhor amigo de papai, um turco que nos visitava 3 vezes por ano. Ele sempre me pegou no colo desde criança. Continuava fazendo e eu fui percebendo que quando ele me punha no colo seu pinto ficava duro e grande. Numa tarde sábado meu pai foi almoçar com minha mãe num restaurante e o amigão de papai ficou em casa, comigo. Me lembro que fui ao banheiro fazer xixi, e quando estava sentada no vaso ele entrou, tirou o pintão para fora e fez xixi no ralo do chuveiro. Fiquei maravilhada com aquele pausão grosso, cheio de veias e peludo. Oséias, era o nome dele, tinha 54 anos e uma pica gigante. Eu continuei sentada, ele pergntou se podia enxugar minha leleca,e eu deixei. ele enxugou e depois lambeu, rpicnipalmente meu cuzinho. Brincou que estava salgadinho mas que gostava. Pôs o dedão, gostoso, dolorido no meu cu. Encheu de óleo de amêndoa e e brincou com a cabeça do pau na portinha do meu cuzinho. Foi enfiando, devagar. doía muita e eu chorava mas queria mais do que tinha medo. O pau entrou pela metade, soltei um grito e um peidinho doloroso encheu o banheiro. Fiquei envergonhada, ele disse que adorou. eu excitada recebi o resto daquele cacete e ele bombou uns quinze minutos até encher meu rabo de porra. gozei como uma éguazinha. Quando o pau saiu meu cu estava cheio de merda, sangue e porra. Caguei perto dele, de quatro pra ele me ver cagando. Fui a putinha dele por muitos anos. Tenho saudade. estou com 36 anos e nunca esqueci esse senhor
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