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O meu primo fabio - 5

  • Autor: morcom

    Enviado em 26/11/2009

  • Hits: 21.164

  • Qualificação:

Finalmente chegaram as férias de verão e lá fui eu para casa da avó.
- estás sózinha avó?
- não. o fabio chegou ontem. ele anda por aí... deve ter ido tomar banho no rio.
uau, que maravilha. fiquei feliz. arrumei o saco, vesti calções de banho, agarrei uma toalha e fui procurar o meu primo. lá estava ele, a correr junto ao rio, a brincar com dois rapazes. parou quando me viu, apertou-me a mão, apresentou-me aos amigos: o nuno, magro, alto, cabelo louro, tinha a minha idade, quase 15 anos, e o xico, mais baixo, também magro e louro, com a idade do fabio, 13 anos acabados de fazer. continuaram a brincadeira, eu, um pouco decepcionado com a recepção do meu primo, sentei-me na relva a observá-los. o fabio tinha crescido (e eu também), estava mais forte, notavam-se os músculos nos braços, os ombros mais largos e a cintura fina. usava um calção vermelho de licra que se colova ao corpo, nas pernas musculadas já se notavam os pelos. saltaram para a água, continuaram as brincadeiras lá dentro. eu estava cansado da viagem, deitei-me a apanhar sol e acho que adormeci pois só dei conta que eles me agarraram pelas pernas e pelos braços quando já estava a chegar à água e já era tarde para resistir. senti a água fria no meu corpo, insultei-os aos gritos, eles na margem a rirem-se às gargalhadas. depois saltaram os três para a água e rodopiaram à minha volta, eu não nadava suficientemente bem para lhes escapar, a dado momento senti que puxavam os meus calções e depressa me deixaram nu. atiravam os calções uns para os outros, como se fosse uma bola, eu tentava agarrá-los mas não conseguia. subiram para a margem, penduraram os calções num ramo de uma árvore e incentivaram-me a ir buscá-los. eu tinha vergonha, deixei-me ficar dentro de água até não poder mais, pois eles não desistiam. corri a apanhar os calções, eles caíram-me em cima os três, derrubaram-me no chão, tive que lutar para conseguir vestir-me. fiquei chateado e corri para casa. o meu primo tinha-me desiludido com aquela atitude.
à noite a avó mandou cada um para o seu quarto. estava calor, eu tentava adormecer quando ouvi uma voz, olhei para a janela aberta e vi o fábio.
- vem primo, salta cá para fora - sussurrou.
saltei. estava luar, via-se bem. eu tinha apenas umas cuecas, o fábio também, mas trazia um cobertor enrolado debaixo do braço. sorriu-me, fez-me sinal para não fazer barulho e corremos em direcção ao rio. estendemos o cobertor na relva e deitamo-nos a olhar para as estrelas no céu. ficamos parados durante bastante tempo, nenhum tomava a iniciativa. voltei-me para o meu primo, ele virou-se para mim e abraçamo-nos, beijamo-nos na boca com sofreguidão, as nossas mãos a apalpar as nádegas um do outro. eu estava louco de tesão, a minha piroca não cabia nas cuecas. o fábio agarrou-a, despiu-me as cuecas e começou a lamber. eu segurava-lhe a cabeça, mas também queria chupar, não podia esperar mais. arranquei-lhe as cuecas e deitamo-nos de lado, a cabeça de cada um no meio das pernas do outro, a fazer 69. tinham-lhe crescido pelinhos por cima da pila, que estava mais grossa e mais comprida. lambi-os todos, chupei-lhe as bolinhas, engoli o pequeno bacamarte, suguei-lhe a cabeça destapada. ele fazia-me o mesmo e era muito bom, eu estava quase a explodir. vi as bolas dele a subir, pareciam desaparecer na base do pénis que ele empurrou para bem dentro da minha boca e ...aaaahhhhhgggggg, senti o esperma na garganta. não estava à espera, pensava que ele ainda era seco. com o frenesim da ejaculação o meu primo quase me arrancava a pila, tal era a força que ele sugava e me apertava com os dentes. esporrei-me quase ao mesmo tempo, também o apanhei desprevenido, obrigando-o a engolir o meu esperma. sentamo-nos, ficamos a rir um do outro, com a porra branca a sair-nos pela boca.
o fábio parecia mais bonito, os olhos verdes a brilharem, já se notava uma espécie de bigode por cima do lábio. aproximou-se do rio para se lavar, quando se baixou fiquei louco de vontade de voltar a enterrar o meu mangalho naquele cuzinho moreno. também me fui lavar, o meu primo admirou o meu bacamarte e os meus pentelhos.
- eh primo, agora esse pau é capaz de me rebentar todo! o que é que tu fizeste para ele ficar assim tão grande?!
- toco punhetas todos os dias a pensar no teu cuzinho. anda primo, deixa-me entrar nesse cuzinho. lembras-te como eu te fodia bem, nunca te magoava e tu querias sempre mais.
- está bem. mas primeiro sou eu. quero comer o teu cu, vai ser a minha primeira vez, tens que me deixar.
sinceramente não me apetecia nada levar no cu.
- desde quando é que tu já deitas leite? ainda és muito novo!
- foi para aí há um mês, ainda tinha 12 anos. eu tocava punhetas todos os dias, a lembrar-me de nós os dois na casa da avó e um dia aconteceu. anda lá primo, deixa-me enrabar-te. olha o que eu tenho ali, na bolsinha da toalha.
fui ver, era um tubo de vaselina. o maroto tinha tudo planeado. tinha que ser, besuntei-lhe bem o pau, que cresceu e ficou bem duro nas minhas mãos, untei o meu buraco, meti um dedo com muito creme lá para dentro e pus-me de quatro. o fábio veio por trás, tentou enfiar-ma mas não conseguia. deitei-me de lado, ele veio, apontou ao olho e forçou. senti dor.
- espera, pára. devagarinho. empurra agora, aiiiiiii, pára, pára. empurra, mais um pouquinho, mais. ohohoh. mais, mete mais, está quase. pára agora. está a ficar bom, empurra agora, até ao fundo, não pares. boa, está todo dentro, já sinto os teus tomates no meu rabo, deixa-me agarrá-los. hum, que bom, anda, mexe-te, mete e tira, mas não saias, não saias fora. isso, assim, mexe-te, mete, tira, mete, tira, para lá, para cá, para lá para cá. mais força agora, mais força. estás a gostar? ui que bom! que tesão, agarra a minha pila, agarra a minha pila, aperta-a, aperta-a. mexe-me nos tomates, mexe-me nos tomates. oh sim, estás-te a vir, estás-te a vir, estou a sentir, estou a sentir o teu leite quente. hum que bom, que bom, não pares, não pares, leitinho bom, leitinho bom. que pila boa, que encheu bem o meu cuzinho.
o fábio estava exausto, todo transpirado, mas eu queria comê-lo, tinha que o possuir já. passei a vaselina no meu bacamarte enorme, afastei as pernas do meu primo que estava deitado de costas e untei-lhe o cuzinho, enfiei-lhe um dedo, depois dois dedos, suavemente, para preparar o buraco. ele parecia ensonado, deixava-me fazer sem reclamar. deitei-me por cima dele, arreganhei-lhe bem as nádegas e comecei a introdução. não o queria magoar, fui devagarinho. a cada gemido dele eu parava logo. esperava que relaxasse e voltava a forçar. ele fazia ui, eu parava. pacientemente fui entrando nele, até ter o pau todo enfiado, os colhões a baterem-lhe no cú. o fábio começou a ficar desperto, começou a mexer as ancas, enganchou as pernas nas minhas nádegas, voltou a ser a minha putinha.
- fode-me, fode-me com força. anda, dá-me com força. força, força, força. oh que bom, que bom. força paneleiro, fode-me. mexe esse grande pau. rebenta-me todo. eu sou a tua putinha, lembras-te? fala, chama-me puta.
- minha puta, minha putinha. vou-te inundar de leite, vou-te fazer um filho. anda, geme puta. toma.
- aaaaiiii...uuuuiiiiii...que bom...mmmmmmm...
- estou-me a vir, estou-me a vir... aaaaagggggggg...
- vem-te cabrão, vem-te paneleiro, enche-me de esporra. eu sou a tua puta, a tua putinha.
- minha putinha, minha putinha..., dizia eu, e o meu esperma não parava de entrar naquele cu tão delicioso, e eu beijava-lhe os olhos, metia-lhe a língua nas orelhas, lambia-lhe o projecto de bigode e chupava-lhe os mamilos, até cair exausto em cima dele, acabando por adormecer.
acordei já com o sol a despontar. o meu primo dormia profundamente, com a cabeça encostada ao meu peito, todo bem juntinho a mim. corria um ar fresco.
- fábio acorda. acorda, já está a ficar dia. abriu os olhos, quando percebeu onde estava levantou-se de um pulo.
- vamos, despacha-te. onde é que estão as cuecas. estão ali. veste-te, vamos antes que alguém nos veja - dizia ele. enrolou o cobertor e correu para casa. corri atrás, saltei pela janela para dentro do meu quarto e,.. estava lá a avó, sentada na cama, à espera.
- onde é que vocês os dois estiveram? o que é que andaram a fazer?
eu fui para a cama, dormi o dia todo, não me apetecia falar com a avó. à noite ouvi uma voz de homem, fui espreitar e vi que o fabio se ia embora com o pai. na manhã seguinte a velhota disse-me que tinha chamado o meu tio porque não aceitava "poucas vergonhas". mas eu sabia que ela estava a mentir, pois o fabio havia-me contado que o pai o vinha buscar para irem passear de auto caravana pela europa e que voltariam ainda antes do fim das férias.





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Comentários (4)

  • carlos alexandre escreveu:

    foi muito gostoso adoraria fasser com voce

  • fábio escreveu:

    acho que a linguagem a ser utilizada nesses contos tem que ser bem informal. perde a graça ler esses contos na forma culta ... nem acabei de ler e ja enjuei ...

  • thalles escreveu:

    legal bem gostoso ja comil muintas primas e amigas e namoradas mais nao amigos ou primos

  • Matheus escreveu:

    Olá amigo,que delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li batendo punheta,gozei muito gostoso,quando eu tinha 13 anos minha rola ja media 15x11cm eu arrombava o cu dos muleke mas eu dava o cu pra eles tb,agora minha rola está medindo 20x14cm continuo arrombando cu mas curto dá o cu tb,sou gato e malhado,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,muito bom,parabéns pelo seu conto,um grande abraço...19 96289021.

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