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Enviado em 27/06/2009
Acordei tarde, o fabio já se tinha levantado. encontrei-o na rua, a jogar à bola com outros rapazes. eu estava com certo receio, não sabia como nos encarariamos dali para a frente. mas logo passou, o fabio chamou-me para jogar na equipa dele. falava-me como se nada tivesse acontecido. andamos juntos todo o dia e nem uma palavra sobre o assunto, nada que o perturbasse, era como se aquela noite não tivesse existido. à noite, o fabio foi o primeiro a ir para a cama, eu tive que ficar a ouvir a avó, até ela dizer que já era tarde. cheguei ao quarto, despi-me às escuras, peguei no pijama e o meu primo acendeu a luz. "não ponhas o pijama" pediu ele. eu estava todo nú e instintivamente coloquei as mãos a tapar o sexo. "deixa-me ver a tua pila", eu afastei as mãos, a tiritar de frio, "que comprida! não sabia que tinhas pelos aí! eu não tenho nenhum. mas a minha pila é mais grossa que a tua, anda ver". eu sabia que ele tinha um pau grosso, pois já o tinha tido na mão, embora nunca o tivesse visto. meti-me debaixo dos cobertores, ele estava todo nú e eu espreitei o caralhinho dele. era lindo, mais moreninho que o resto do corpo, fiquei com vontade de o chupar, mas o fabio queria que o abraçasse. apertamo-nos bem um contra o outro e beijamo-nos de boca aberta, chupamos a língua um do outro. ele disse que me queria dar outra vez o cu e abriu a gaveta da mesinha de cabeceira e tirou uma lata de creme que havia tirado do quarto da avó. "isto é para não me doer a entrar" disse, colocando uma porção no buraco. "anda, monta-me". pus-me em cima dele, o meu pau estava durissimo, empurrei devagar, "força, força" ordenava ele levantando as pernas e entrançando-as nas minhas nádegas. comecei a fodê-lo como ele queria, com força, enterrando tudo, os meus tomates a baterem-lhe no rabo. eu já tinha completado os 14 anos, já gozava durante mais tempo, já não me vinha tão rapidamente. ao mesmo tempo que lhe martelava o cu eu beijava-o na boca, lambia-lhe as orelhas, chupava-lhe os mamilos. o meu primo gemia e pedia "mais, mais, força, força" e eu esguichei para dentro dele. deixei-me cair, esgotado, mas ele não queria parar, pôs-se de costas, agarrou-me a pila que ainda não tinha murchado e enfiou-a novamente no anus. "anda, fode-me e faz-me uma punheta igual à de ontem... foi tão bom!". era a primeira vez que falava de ontem. resolvi fazer diferente, meti o braço direito por baixo da anca e agarrei-lhe a pila, e com a outra mão acariciava-lhe os mamilos. "oh, oh, oh, que bom, estou-me a vir, estou-me a vir, não pares, não pares... aaah, aaah, aaah, aaah... já chega, já chega, pára..." mas eu queria-me vir outra vez e só parei quando ejaculei. enchi aquele cu de porra quente e adormeci exausto, nem sequer me lembro de ter retirado o pau dentro dele, fiquei com a sensação que fiquei com ela enfiada toda a noite.
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