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Enviado em 27/01/2012
Meu nome é Hanna, tenho 30 anos, sou jornalista e trabalho no jornal local da minha cidade. Meço 1,65 e peso 59 kilos. Filha de mãe brasileira e pai holandês, puxei ao lado paterno da família. Não sou o tipo de mulher gostosona, mas tenho tudo em seu devido lugar. Sou ruiva, cabelos lisos na altura do ombro, olhos claros, bundinha durinha e um par de seios de dar inveja. Não são nem muito grandes nem muito pequenos. Do tamanho exato.
Sou casada com um advogado 7 anos mais velho que eu. Nossa vida sexual sempre foi perfeita até eu precisar competir com o trabalho dele. Não o culpo, mas a falta de sexo já estava me deixando louca... Certo dia na redação, apareceu um novo fotógrafo. Todas as mulheres do local ficaram malucas com tamanha beleza. Ele se chama João, 1,80, cabelos cacheados, a barba por fazer... Usava uma calça jeans velha e uma camisa preta. Não sou de ferro. Confesso que desde o primeiro momento em que pus os olhos naquele homem viril e muito gato, só pensava em uma coisa: transar loucamente com ele.
Os dias se passaram e em uma ocasião, meu chefe me mandou pra fazer uma matéria e adivinhem quem seria o meu fotógrafo do dia? ELE.
Meu coração palpitou e eu precisei controlar as pernas para não desabar tamanho era o meu nervosismo. Minha xota já estava molhada desde o momento em que se sentou ao meu lado no carro. Muito simpático, conversamos sobre a pauta daquele dia e ele me perguntou se eu tinha alguma ideia de como eu queria as fotos e tal... Quando eu menos esperei ele disse: "Você é muito calada pra uma repórter, Hanna"... Eu sorri, meio sem graça e disse: "Impressão sua, João" Fiz a entrevista, colhi todos os dados que precisei e voltamos p/ redação, mas estava chovendo muito e na ida, um ônibus passou numa poça d'água e nos molhou por completo. Pedi, então, ao motorista do jornal, que me deixasse em casa. Eu tomaria um banho e enviaria a reportagem por email para o meu chefe. Quando o carro estacionou, perguntei ao João se ele não queria subir para trocar aquela roupa molhada. Disse que ele tinha o tipo do meu marido e que alguma roupa dele deveria servir. Para o meu espanto ele aceitou.
Subimos, minhas mãos estavam trêmulas e meu coração parecia que ia sair pela boca. Ele percebeu, mas não falou nada. Abri a porta e vi que tinha uma mensagem na secretária eletrônica. Ouvi, era do meu marido dizendo que não viria pra casa naquela noite. Tudo estava conspirando para que alguma coisa acontecesse. Dei ao João uma toalha, uma blusa do meu marido e um samba-canção... Ele riu, mas não reclamou. Disse para que eu não me incomodasse e fosse tomar meu banho primeiro. Obedeci. A água morna caindo nas minhas costas depois de um dia e tanto de trabalho era quase divino. Estava tão entretida no banho que não ouvi quando a porta do banheiro abriu. Era ele e estava nu, pedindo para me acompanhar na chuveirada. Quase não acreditei e, mesmo dizendo não, era quase como se eu estivesse dizendo sim. Ele entrou no box, me segurou pelo quadril e me beijou a boca. A água escorria por nossos corpos e eu estava achando uma delícia sugar aquela língua voraz. Ele puxou meu cabelo e disse que tava louco pra me chupar.
Saímos do banheiro e ele me jogou na cama com tanta força que fiquei assustada. Meu marido certinho demais, jamais tinha agido daquela forma. Aquela forma bursca de agir me deixou ainda mais excitada. Minha xota estava extremamente molhada e eu estava quente, quase em estado febril... Ele deitou por cima de mim e me beijou. Segurava meu rosto como se eu fosse sua prisioneira. Depois foi passando a língua pelos meus seios, chupou como criança faminta... Sua língua foi descendo pela minha barriga e foi direto para minha coxa... Eu gemia como uma adolescente... Ele passou o dedo na minha xota e gemeu quando percebeu o quanto ela estava molhadinha... Ele caiu com a boca e me chupou por quase 20 minutos. Eu estava ficando louca, gemia, me contorcia de prazer e pedia mais e mais... Gozei duas vezes.
Como agradecimento fiz um boquete nele. Que pau era aquele, meti tudo na boca,chupei, chupei até ele gozar na minha boca.
Depois ele me pôs de quatro e enfiou aquele membro maravilhoso na minha buceta que já estava desesperada por aquilo. Eu gemia e ronronava como uma gatinha. Ele dizia: "Vc não merece um cara certinho desses, Hanna. Você precisa de um homem porra, que te faça mulher e que te coma do jeito que você gosta. Vc gosta disso, Hanna? Gosta, sua patricinha metida a intelectual? Então toma."
Ele enfiava com tanta força e rapidez que eu não conseguia falar uma palavra sequer. Eu pedia pra ele parar e dizia que ele estava me deixando maluca. Eu dizia: para, João, para, para para... Mas quanto eu mais falava para, mas ele continuava. Ele ameaçou gozar e eu disse NÃO. Eu queria mais, muito mais daquilo. Transamos em todos os cômodos do apartamento e adormecemos no chão da sala. Ele foi embora de madrugada e agora mantemos um caso em segredo. Meu homem, meu macho...
Casado_30 escreveu:
Que tesão de conto... gostei muito e queria uma amante como vc! Bjos me add no msn: rmotors@hotmail.com
an.oak escreveu:
ÃLice, excelente conto e você foi decidida em chamar ele pra dentro de casa, bjs
jomalued@gmail.com escreveu:
esse conto é tao verdade quanto o curitia ganhar a libertadores
fotografo escreveu:
Também sou fotógrafo jornalista e adorei o seu conto. Quero teclar com você. se interessar é só retornar.bjs
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