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Enviado em 02/01/2012
O Lui iria para SP neste dia. E eu tinha um congresso para ir, de Gestão de Pessoas na área pública. Era um congresso que me interessava muito. E, aproveitando a ida de Lui para SP, eu podia ficar no congresso até mais tarde.
Dei aquela mamada matinal, no meu marido, para ele me dar meu leite de cada dia e poder ir trabalhar feliz, e eu também.
Coloquei uma calça social preta, uma blusa larguinha, decotada, de botão, lilás e um sapato alto preto, fechado. Bem perfumada, maqueada, penteada.
Fui de carro, já que o Lui não ia precisar.
O evento era no Sofitel, na praia da Barra.
Assisti a algumas palestras, fiz alguns contatos e fiquei circulando.
Eventualmente, cruzei olhares com um rapaz, por volta dos seus 45 anos. Mais alto que eu. Nem magro nem gordo, mas ombros largos. Cabelos escuros, lisos. Olhos quase verdes, penetrantes. Das vezes que ele me olhava, eu arrepiava.
Num dos coffee breaks...
- Oi, tudo bom?
- Oi, tudo bem, e você?
- Tudo ótimo. Leandro, prazer.
- Prazer, Letícia.
- Veio sozinha, Letícia?
- Vim sim. E você?
- Também. Sou da área pública, trabalho na Infraero, e você?
- Trabalho com RH.
- Com pessoas...
- Isso.
- Você gosta de pessoas? – e o olhar penetrante me despia.
- Gosto muito.
- Vejo que usa aliança. Casada?
- Sim. Meu marido tá em SP, a trabalho.
- E deixou a esposa, assim, vir ao congresso, sozinha?
- Meu casamento é não-convencional. Nos amamos muito, mas somos livres.
- Nossa! Bom, já tão entrando pras palestras. A gente se encontra.
- Tá bem. Toma meu cartão.
Entrei pra palestra e, poucos minutos depois, recebi uma mensagem de texto: “te quero...“. Não respondi. Eu tentava prestar atenção na palestra. Saí em 30 minutos.
E fui direto ao banheiro. Tou saindo do lavabo, vem Leandro cheio de mãos!
- Você tá louco?
- Uhum.
- Isso aqui é um congresso!
- E você é um tesão!
E Leandro calava a minha boca me beijando, com força, me imprensando contra a parede.
- Pára, Leandro. Eu sou muito profissional...
Ouvimos barulhos vindos de fora do banheiro.
- Tem alguém aí????
- É o segurança... quietinha...
- Senhor! Este é o banheiro feminino!
E, quando o segurança abre a porta do lavado, dá de cara comigo e com Leandro, e com meus peitos do lado de fora da blusa. O moço, um negão de 2 metros, fica atônito.
- Querido, quanto o senhor quer pra não denunciar a gente?
- Só... Fica na porta, colega. Fica na porta do banheiro e diz que a moça da limpeza está limpando, e está interditado.
O segurança – Andrade, eu li no crachá – tapa minha boca com aquela mão enorme e mama meus peitos.
- Quietinha...
E eu só fazia “uhum” e balançava a cabeça, afirmativamente...
Boca deliciosa que aquele negão tinha. Eu já estava encharcada, antes dele chegar na buceta. Abriu minha calça social, com cuidado e, chegando minha calcinha pro lado, mamou meu grelo, com vontade (aquele sabia o que fazia!), enfiando um dedo (enorme!) dentro da minha buceta.
Gozei litros - e silenciosa - naquela boca que sequer me beijou.
Neste meio tempo, Lui me ligou.
- Amor?
- Oi... – sussurrando.
- Tudo bem?
- Tudo...
- Na palestra?
- Uhum.
- Cheguei em São Paulo. Um vôo filho da puta.
- Vai descansar, amor. Preciso desligar.
- Te ligo à noite. Beijo.
Desliguei sem me despedir.
- Quem era?
- Meu marido.
- É casada a safada...
Seu Andrade (como gostava de ser chamado, com respeito) abriu a calça e pôs o pau pra fora e fodeu minha boca com força.
Eu engasgava, babava, fazia que não com a cabeça, e ele me fodia a boca. Em menos de 5 minutos, gozou litros, silencioso. Engoli aquele leite todo e ele saiu.
Em seguida, veio Leandro, preocupado.
- Eu não ouvi nada! O que ele fez?
- Nada...
- Vamos embora?
- De jeito nenhum, tem uma palestra, no final do dia, que preciso assistir.
- Ah, eu não vou agüentar passar o dia aqui olhando pra você...
- Ah... homens...
- E no final do dia?
- Meu carro tá na garagem do hotel. É um Eco Sport azul. 20h lá.
- Fechado.
Ainda nos encontramos nos intervalos, nos coffees, e Leandro tentava disfarçar. Ele chegava perto, roçava seu corpo no meu. E eu séria, durona. Cheia de tesão, mas na pose.
A palestra acabou mais tarde, aquela coisa de troca de cartões, etc... Sei que só cheguei no carro às 20h40. Leandro já estava cansado de me esperar.
- Que demora...
- Eu não sei você, mas eu tava trabalhando.
Ele vinha pra me beijar na boca, e eu entrei no carro. Ele entrou no carona.
- Para onde vamos?
- Bom, eu vou pra minha casa. Você, eu não sei...
- Onde você mora?
- Recreio, aqui perto, e você?
Rindo: “Niterói... Que horas teu marido chega?”
- Amanhã na hora do almoço.
Chegando em casa...
- Vou tomar um banho.
- Paraíso... posso ver?
- Ver pode.
- Apaixonei por esse teu jeito sério.
- É?
E, antes de me despir, deitei Leandro no sofá e sentei em cima dele, ainda vestidos. Beijei a sua boca, fui abrindo sua blusa, sua gravata, abrindo o cinto...
O pau só faltava rasgar a calça. Cheirei aquela pica, por cima da calça...
- Hora do banho! – e me levantei num supetão.
- Ca-ra-lho...
Subi as escadas, as gargalhadas.
Ele foi atrás de mim, só de cueca. Ficou sentado na minha cama, me vendo, nua, tomando banho.
Eu não tinha – e nunca tive – pudor com meu corpo. Sempre tive este corpo meio gorducho, mas nunca me intimidei. Eu sabia e me sentia gostosa. E eu via, pelo espelho, Leandro babando. Saí do banho nua e deitei, na cama, ainda quase molhada.
Comecei a passar meu habitual óleo pelo corpo, começando pelos ombros, braços, pescoço, nuca, colo, seios, barriga, coxas, pernas, pés, dedos, virilha...
- Liga o ar?
Leandro levantou-se, ligou o ar, e, quando virou de frente, eu já estava deitada, de barriga pra cima, olhos fechados, com as pernas ligeiramente abertas.
Ele deitou na minha frente, de bruços, e começou a me cheirar. Parecia ser um sexo calmo, estilo Bruno.
Cheirou pés, pernas, coxa, virilha. E cheirou a buceta.
Ele tinha o cabelo liso e compridinho. Peguei os cabelos dele, na nua, e esfreguei a cara na buceta.
Ele tirou o rosto e começou a me assoprar a buceta, sem encostar. Eu arrepiava, e ele, devagar, metia a língua. E tirava. Metia, e tirava. Vibrava. Fodia minha buceta, e tirava.
- Chupa, pelo amor de Deus...
- Eu sou vingativo.
- Mas eu não te fiz nada.
- Mas me deixou o dia inteiro de pau duro.
- Uhum... – assenti, sorridente, com a cabeça, com cara de safada.
Foi quando, com raiva, ele vibrou a língua no meu grelo e meteu um dedo na minha buceta, fazendo, lá dentro, o movimento de “vem”, me fazendo gozar litros.
Trouxe meu gozo na língua e começou a me comer, devagarzinho; e parecia meu marido...
- Me conta...
- Contar o que?
- O do segurança, seu Alberto.
- Andrade.
- Isso, me conta dele.
- Contar... mete gostoso... o que?
- Quero saber o que vocês fizeram, silenciosamente, naquele banheiro.
- Bom... primeiro ele chupou meus peitos... depois abriu a calça..., puxou... ai... caralho... mete... mete gostoso...
- Conta... – e Leandro parava de meter.
- Mete, pelo amor de Deus...
- Meto se você contar.
- Então... ele chegou a calcinha pro lado, e me... isso... gostoso... me chupou... vibrando o grelo... e, com aquele dedo preto, grande, grosso... meteu...
- No cú?
- Mete... isso... Não... na... nossa... cara...lho... Meteu na buceta...
- E você gostou?
- Uhum... Uhhhhh... mete...
- Diz... pede...
- Me come?
- De novo.
- Me come gostoso?
- Como?
- Com força...
- Que nem o seu Andrade?
- Uhum...
- Isso, Leandro... caralho... que delícia... mete esta piroca... caralho, que pau delioso...
- Quer dizer que você gozou na boca e no dedo do segurança...
- Uhum...
- E eu, de pau duro, o dia inteiro...
- Uhum...
- E agora?
- Agora me faz goza.....r....
- Eu não!
E tirou a pica de dentro de mim, num ímpeto. Quase morri. Eu odiava ser torturada.
E comecei a me tocar, freneticamente... “Quero gozar...” eu murmurava.
Meu celular tocou. Era Lui, o marido.
- Oi amor... tudo bem... Não... tudo certo... E aí? Foi? Me conta TUDO. Tou sim, peladinha, na nossa cama. Sozinha? Não... Te conto amanhã. Tem sim, um só, Leandro. Isso, me conta. Humm, que delicia! Hummm... Hummmm... Nossa, amor... Hummm... Conta tudo.... Caralho... Hummmm... Tou, tou me tocando. Perae, vou botar no viva-voz, pra me tocar gostoso. Hummm, isso... conta... isso, em detalhes... Nossa, Lui... Caralho... Me faz gozar, vem... CA-RA-LE-O. PU-TA-QUE-PA-RIIII... Porra, Lui, gozei litros. Tá bem, dorme bem. Eu também. Beijo.
- Gozou gostoso, com o maridinho?
- Muito.
- Meu pau até amoleceu.
- Não seja por isso.
E caí de boca naquela pica grande, grossa, cabeçuda, macia. O pau dele ficou duro em segundos.
- Gostosa... Mama...
E, quando tava bem pedra, me virei de quatro, e Leandro cravou aquela pica inteira na minha buceta, de uma só vez. Empinei o rabão pra cima (como eu sabia que Lui amava), enfiei a cara no travesseiro, e rebolei naquele cacete duro.
Leandro segurava na minha bunda, na minha cintura, com força. E toma-lhe pica!
Gozei umas 3 vezes nessa posição.
- Onde quer meu leite?
- Na boca...
- Não vai dar... tem...
E Leandro meteu a cabeça do pau no meu rabinho, inundando-o de leite...
Morri, exausta, na cama, de bruços.
Leandro deitou o corpo por cima do meu, e dormimos nessa posição, com ele respirando na minha nuca.
Como ele era muito maior (e mais pesado) que eu, eu me remexia de noite, e rebolava, para tentar sair daquela posição.
E, rebolar, mesmo com um pau mole, na minha coxa, é sempre motivo de muito tesão.
E a cada rebolada, a gente fodia mais, e mais.
Numa das fodas, liguei pro Lui, de madrugada, pois queria que ele ouvisse a gente fodendo.
Devia ser umas 5h da manhã quando liguei.
- Amor? Te acordei? Perdão... tou aqui, com o Leandro, e queria compartilhar com você... Como o que, Lui? Compartilhar o gozo, meu goxtoso. Quer? Quer ouvir? Olha... ele tá metendo já... Eu de bruços, ele cravando a pica, na bucetinha da tua mulher... Isso, da tua PUTA. Fala, Leandro, o que eu sou... “UMA PUTA!”. Isso, gostoso. Nossa, amor... Pica deliciosa... Sente... Hmmmm... Hmmm.... Sim, molhadinha... gozei um monte ontem... Uhum... Não... O leite no cú... Uhum... Quentinho... Ai, amor.... Caralho, Leandro... Lui, eu vou... Porra... Pica gostosa do caralho... Fode esta buceta, vem... Deixa meu marido ouvir você me fodendo e eu... isso.... ca...ra...lhoooooooo.... Toma! Toma! Isso, Lui, goza comigo... Puta que pariu! Porra de gozo gostoso do caralho! Nossa, quero mais... Tá bem, amor, eu também. Bom trabalho. Me liga mais tarde que vou te pegar no aeroporto. Beijo na pica gozada.
- Agora me come que nem uma franguinha, Leandro, que ainda preciso ir trabalhar...
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