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Enviado em 30/11/2011
...
Alessa e Luiz estavam pra lá de bêbados, e nós não estávamos muito longe disso, mas tínhamos a situação sob controle. O casal amigo, agora, dançava coladinho, para o nosso deleite. Após um delicioso churrasco, muito sol, piscina e caipis, estávamos todos mais soltinhos, e eles não tinham nenhum pudor em dançar sensualmente à nossa vista.
Luiz era um belo negro pauzudo, sua sunga mal continha o cacete guardado. Alessandra era loira, linda. Olhos verdes e cabelos cacheados, carinha de princesa. Estavam na casa dos 40, com 3 filhas. Luiz era forte. Alessa era gorda sexy, carnuda e exuberante, seios enormes e bicudos, xana grande e bunda de 120cm, dentro de um pequeno bikini vermelho.
Nos divertíamos vendo que o casal estava doido para foder. Aquilo tudo também estava dando um tesão enorme em mim e na Lê, meu pau duraço denunciava meu estado, Letícia se contorcia na espreguiçadeira. Ela me olhou com cara de safada e disse que ia convidar nosso vizinho para o churrasco, pois ele estava sozinho, sua esposa (Maggy) mais uma vez andava fazendo compras pelo mundo.
- Lê, vai lá que eu te espero aqui, para não deixar nossos convidados sozinhos.
- Tá bom, amore. Se eu demorar, vai lá no terraço e acena para mim que eu vou te ver.
- Tá bom, minha delícia.
Letícia estava com um fogo danado e, com certeza, iria aprontar. Resolvi seguir o seu jogo e, tão logo ela saiu de casa para ir convidar Lula, eu inventei uma desculpa e fui ao banheiro tocar uma punheta, pois não estava mais aguentando de tesão em ver aqueles dois quase fodendo ali na minha frente, e eu imaginando o que a minha esposa iria aprontar.
Cheguei no banheiro, resolvi tomar uma ducha para me refrescar antes. Estava sob a água do chuveiro, quando ouvi alguma coisa que parecia um gemido. Desliguei a água e fiquei em silêncio, e logo reconheci o timbre da voz de Alessa gemendo. Ela gemia de um jeito enlouquecedor, inconfundível, e comecei a ouvir sua voz em um gemido abafado, como se quisesse falar e fosse impedida.
Me enrolei na toalha e, saindo do quarto, fui ao terraço, de onde pude ver que nosso casal amigo havia perdido o pouco da vergonha que lhes restava, agora que estavam sem as presenças minha e da minha esposa. Alessa estava com seus peitos para fora do pequeno sutiã do bikini e, ajoelhada, recebia estocadas do pauzão de seu marido na garganta. Gemia e engasgava, babava e engolia o cacete todo de modo impressionante, as vezes tossindo, mas sem deixar nem um centimetro da jeba de fora.
Tentei olhar para o terraço de nosso vizinho para ver se via minha esposa por perto, mas não os enxerguei. Meu pau estava duraço de ver a cena lá em baixo e, retirando a toalha, fiquei la mesmo, em pé, nuzão, tocando uma. Alessandra continuava devorando a picona negra do marido, agachada no chão próximo à borda da piscina, ele de pé com a sunga pelos joelhos, ela com as tetas suadas ainda penduradas para fora do sutiã, ele batendo com o cacete no seu rosto, ela oferecendo a ligua para levar surra de pica.
Fiquei ali, hipnotizado, perdendo a noção do tempo, me punhetando e assistindo ao casal que, olhando ao redor com receio de serem pegos, mudaram de posição : agora, Alessa de 4 no chão mesmo, Luiz por trás estocava com força naquela bundona loira gulosa. Era lindo ver aquela gostosa com aquele bundão empinado levando pica. Eu gostava de fodê-la, mas estava adorando ficar ali só assistindo e vendo como ela era linda sendo fodida. Adoro assistir, amo foder a Letícia, mas nada se compara a vê-la entrando na pica de outros machos. Meu pau pingava de tesão, latejava de tão duro. Minha visão periférica percebeu um movimento no meu lado esquerdo, o que fez com que meu reflexo instintivamente me fizesse olhar para o lado.
Ali, então, fui brindado com a visão maravilhosa de minha esposinha, no terraço do nosso vizinho, ele nuzão fumando um cigarro, ela totalmente peladinha chupando-lhe o pau gulosamente. Não aguentei de tesão e, ali mesmo, jorrei um litro de porra vendo os dois pares fodendo para o meu deleite visual.
Me ajeitei, estava na hora de voltar, senão o meu casal amigo podia desconfiar, apesar de estarem completamente entretidos naquela foda deliciosa. Fiz, portanto, bastante barulho quando desci, cheguei até a ligar o som, para que eles percebessem a minha volta e tivessem tempo de se recompor. Quanto adentrei novamente o pátio, Alessa estava na piscina com Luiz . Logo ela saiu da piscina e veio se juntar a mim com aquele corpão delicioso, e me lembrei que há pouco atrás tempo ela estava com uma pica atolada na boceta, ali mesmo, com o bundão pro alto, gemendo, a safada. Luiz permaneceu na piscina, provavelmente para tentar abaixar a paudurecência que devia estar imensa.
Pedi desculpas pela demora, alegando esar ajeitando algo dentro de casa. Luiz perguntou por Letícia, e respondi que estava na casa do vizinho, e devia estar tentando convencê-lo a sair de casa, pois ele era muito caseiro.
- Daqui a pouco ela está de volta.
- Tudo bem, sem problemas, está tudo ótimo!
- Estão mesmo gostando? Deu pra aproveitar bem o fim-de-semana?
- Nossa, claro!
- Claro, Lui, você é um grande amigo, sempre, nos tratou maravilhosamente!
- Que bom que gostaram!
- Luiz, se quiser, pode ir lá na casa do Lula, chamá-los de volta...
- Ah, não, não precisa, deixa ela ficar à vontade...
- É que ela às vezes se esquece por lá (risos), vai lá ...
- Ah, mas eu não conheço este tal de Lula, fico sem graça...
- Besteira, ele é gente boníssima!
- Vai lá, amor!
- Ah, Alessa, deixa eles, já devem estar vindo...
- Luiz, então sobe lá no terraço e vê se dá para vê-los de lá... se der, faz sinal pra Lê voltar.
- Tá bom, isso eu faço na boa...
E lá foi Luiz, subindo as escadas, mal sabendo o que lhe esperava. Ele se perdeu um pouco procurando mas, logo, encontrou nosso quarto e foi para o terraço, de onde olhou ao redor e, sem precisar procurar muito, avistou Letícia toda aberta, de frango assado, com um senhor por cima dela, montado, atracado, fodendo com raiva, com força, ela segurando as pernas bem abertas, ele tirando o pau, batendo na boceta dela e metendo de novo. O pau de Luiz novamente ficou uma pedra e ele não sabia o que fazer. Entrou de volta, respirou fundo, esperou a pica amolecer um pouco e desceu, dizendo que não havia conseguido vê-los.
- Onde é mesmo a casa?
- Ali, logo em frente, esta casa azul-claro logo ali. Não conseguiu vê-la do terraço?
- Não, não deu pra vê-la. Acho que vou lá, então, é pertinho ...
- Ué, Luiz, agor resolveu ir? Perdeu a vergonha?
- Deixa ele, Alessa ...
- Ah, amor, eu volto logo, prometo...
E Luiz saiu. Para Alessa, ele parecia estranhamente animado, mas tratei de fazê-la esquecer logo o episódio. Estava atrás do balcão preparando mais uma caipi, Alessa, permanecia deitada pegando sol, então fiz “psiu!” e fiz um sinal com o dedo, chamando-a para ficar perto de mim.
- Vem aqui, pertinho, vem... aproveita rapidinho enquanto eles sairam...
Ela veio andando, toda gostosa, até onde eu estava...
- Safado... sabia que ele estava me comendo enquanto você sumiu?
- Sabia ... eu sumi porque estava te vendo dar gostoso pra ele. Adoro te ver dando, adoro ver esse bundão sendo fodido...
- Que bundão? Esse aqui?
- Hummmmmmmmm
- Esse rabão que você gosta?
- Hummmm, Alessa, isso!
- É? Esse bundão gostoso?
Alessa ficava assim, me provocando, mostrando o rabão. Tirou a parte de baixo do bikini e ficou rebolando pra mim, que tentação. Tirei o pau para fora da sunga, e fiquei balançando em sua homenagem. Ela sorria com carinha de safada e exibia a bundona deliciosa, enquanto libertava aqueles melões suculentos do sutiã.
Agora, Alessa estava deitada em uma espreguiçadeira, com a boceta escancarada, esfregando para mim, molhada de tesão. Ela enfiava um, dois, três dedos na boceta, e depois chupava, e me chamava para dividir com ela. Terminei de fazer a caipi e já saí de trás do balcão nuzão e com o pau em riste. Alessa sorria, realizada, curtindo estar lá à vontade fazendo tudo o que dava na cabeça, já havia esquecido que o marido estava na casa ao lado.
- Vem, Lui, vem logo, quero dar pra você antes que eles voltem.
Fui andando em sua direção, entreguei o copo de caipirinha e, enquanto ela sorvia um gole, eu colocava metade do meu pau dentro da sua xana melada. Ficamos ali, ela bebendo a caipi e elogiando, eu começando a meter gostoso e pegando o copo para também dar um gole. A gente bebia e fodia, conversava e fodia.
- Quero sentar, Lui, quero ficar em cima de você...
- Senta, minha delícia, senta...
Me lembrei da minha esposa e fiquei imaginando onde ela deveria estar naquele momento, enquanto me deitava de barriga para cima na espreguiçadeira e recebia o corpão de Alessa sobre mim. Primeiro, ela colocou seu bocetão na minha boca, e me deixou devorá-la como só eu sabia fazer, chupei aquela bocetona com gosto, mamava aquela xana gulosamente e Alessa se treima toda, suada, suas carnes balançando, enquanto ela rebolava na minha cara. Virou de costas para mim, ainda em pé, e sentou com aquele bundão na minha cara. Como eu amava aquilo, ter aquele rabo enorme batendo no meu rosto, o cheiro daquelas carnes que eu adorava, tratei de sugar aquele cu com vontade, para o delírio da minha amiga amante. A gente se entendia muito gostoso no sexo e, depois de deixar seu cu meladaço, ela virou-se novamente de frente para mim e desceu aquele corpo inteiro sobre meu cacete, engolindo a pica inteira com o cuzinho. Ajeitou-se sobre mim e começou a dar bem gostoso, balançando aquele bundão enquanto colocava o pau para dentro e para fora do cu apenas com os movimentos de seu rabão guloso.
Morria de curiosidade em ver Letícia, mas não sairia daquela posição por nada, a imagem daquela loira corpulenta cavalgando com o cu no meu pau e balançando aqueles peitões era hipnotizante, e eu estava ali maravilhado, aproveitando tudo o que eu podia. Mas mesmo apesar de não poder vê-los, sabia que a esta altura Letícia estava entrando no pau.
Na casa de Lula, Luiz foi pé ante pé até onde minha esposa estava dando para o vizinho e, lá, ficou deliciado em vê-la montada sobre Aloísio, fodendo gostoso e olhando pra ele safada ...
- Lula, deixa eu te apresentar uma pessoa? (e não parava de foder)
- Claro, Letícia. Quem é nosso amigo? (sem tirar a pica de dentro da boceta da minha esposa puta)
- Lula, este é o Luiz. Luiz, este é o Lula... (falava isso entre gemidos, enquando continuava dando a boceta)
- Prazer, Lula
- Prazer, Luiz
- Luiz, coloca no meu cuzinho?
- Não quer chupar antes?
- Não, quero chupar depois. Mete, vai, mete na minha bunda enquanto eu levo na boceta, mete?
E Luiz se encaixou atrás da minha esposa, dirigindo aquela tora preta para dentro daquela bunda deliciosa, e em poucos instantes Lê estava invadida por dois paus duros. Sentia as pirocas entrando e saindo de seus dois buracos simultaneamente, e delirava com aquela sensação. Seu cuzinho havia sido amaciado pela piroca preta do nosso amigo ao longo de todo o fim-de-semana. Letícia deu o cuzinho pra ele na festa da Fernanda e, hoje cedo, antes do churrasco. Assim, seu buraquinha estava bastante alargado, era só prazer. Minha esposa, então, pediu pau na boca e os dois prontamente serviram minha mulher com suas picas meladas. Primeiro, ela degustou o sabor de sua boceta chupando o pau de Lula e, em seguida, sorveu cada gotinha de seu cuzinho melado mamando a picona de Luiz.
Agora, Luiz havia se sentado enquanto Lê encaixava, de costas para ele, seu cu naquela tora. Depois de receber todo o cacete dentro do rabo, Letícia abriu a boceta e convidou Lula para chupá-la deliciosamente. Agora, o trio fodia alucinadamente, Letícia ganhando pirocadas no cu e oferecendo a boceta para Lula dar-lhe um verdadeiro banho de lingua, eventualmente se aproveitando da situação para dar umas linguadas no saco e no pau de Luiz, que aparentemente estava adorando a sacanagem e gemia mais forte a cada lambida que Lula dava eu seu sexo enquanto chupava Lê.
Lá em nossa casa, eu estava montado naquela gorda loira, apertava aquelas carnes com tesão enquanto meria em todos os buracos que eu podia, ora na boca, ora no cu, ora na boceta, não necessariamente nesta ordem. Comi Alessa em cada canto daquele pátio, em todas as posições possíveis. Terminamos do jeito que ela mais gostava, de frango assado, tomando no cu e oferecendo para o meu deleite visual aquelas carnes deliciosas, aqueles peitões pulando. Me joguei sobre ela e, mamando aqueles tetões enormes e suados, e esporrei um litro dentro du cu da loira, que gozou junto comigo, gemendo gostoso.
Depois, a loira sentou com o cuzão na minha cara e colocou tudo pra fora, esfregando a bunda sobre meu rosto e melando todo ele. Eu chupava, sugava aquele cu e recebia na boca tudo o que saía do bundão da loira, ela fazendo força pra fora e pondo tudo na minha boca. Depois, nos beijamos e ficamos nos agarrando, pelados, suados. Havíamos perdido a noção da hora e, com toda aquela esfregação dos nossos corpos, ficamos novamente com tesão e já estava me atracando novamente com a loira, agora os dois no chão, pelados, como dois animais, meu pau escorregou para dentro de sua bocetona e começamos a meter novamente, completamente alheios ao tempo, que passava sem que notássemos.
Na casa de Lula, Letícia tinha sido fodida de todos os jeitos possíveis, recebendo os paus alternadamente ou simultaneamente, ao seu prazer. Enquanto eu e Alessa engatávmos em mais uma foda, o trio que se encontrava na casa de Lula se preparava para voltar para a nossa casa. Luiz, de pé, recebia as bocas de Lê e Lula ao mesmo tempo e, curtindo a brincadeira, ejaculou sua porra grossa e quente na boca da minha esposa safada e de nosso vizinho puto.
- A gente precisa voltar, estamos aqui a quase uma hora, a Alessa vai desconfiar...
- Vai nada, Luiz, relaxa, vem tomar mais uma cerveja e depois nós vamos,vem...
- Mas a Alessa...
- Pode deixar que o Lui cuida dela muito bem, não se preocupe...
Na nossa casa, Alessa havia gozado novamente no meu pau e agora de dedicava a me pagar um delicioso boquete. Com dois dedos no meu cu, eu com as pernas abertas, recebia a boca da loira e sentia seus dedos me fodendo e, quando ela aumentou os movimentos dos dedos no meu rabo e de sua lingua na cabeça da minha rola, meu pau virou um chafariz e soltou muito leite, prontamente aparado pela boquinha gulosa de Alessandra.
A sensação era de que nunca ficaríamos saciados, mas precisávamos parar e ,então, nos recompomos e voltamos para a piscina, para esfriar os ânimos (risos).
Não se passaram 5 minutos e Luiz, Lula e Letícia entraram em casa, de volta ao nosso churrasco. Letícia alegou que precisava ir a seu quarto e subiu, apresentei Lula a Alessa e deixei os 3 na piscina, enquanto fui no quarto ver o que minha esposa aprontava... Chegando no quarto, a encontrei deitada na cama, esfregando a boceta e, tão logo me viu, falou : amor, me chupa, me come ...
Chupei a boceta de Lê e senti o gosto dos paus que haviam invadido minha esposinha. Letícia queria pica e logo me puxou para cima se si e começamos a meter com muito tesão, ela me contando como foi a foda dela, eu a contando como havia sido a minha, nós dois explodimos em um gozo delicioso...
O fim-de-semana estava acabando, mas havíamos sido maravilhoso e, esperávamos, ser o primeiro de muitos. Nosso casal amigo traía escondido e era uma delícia!
Assinado : Lui
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