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O Angolano da Facu

  • Autor: Meghy

    Enviado em 25/08/2011

  • Hits: 1.742

  • Qualificação:

O legal dos intercâmbios aqui na facu é que ninguém sabe que tipo de aluno vem fazer parte da turma, pois, alguns decepcionam, já outros...

Faz uma semana que recebemos um novo aluno em nossa sala, Senjhi, um Angolano de 23 aninhos, 1.86 de altura e corpo atlético. Tímido e bastante reservado, quase sempre estava sozinho pela facu, até que nós, eu, Fernandinha, Silvana, Josie e Robertona, as vadias da facu, decidimos dar a ele as nossas boas vindas da forma mais receptiva e calorosa possível. Na verdade, desde que ele chegou não deixamos de notá-lo, não só pelo seu comportamento sempre discreto e gentil, diferente da maioria dos babacas filhinhos de papai daqui, como por aquilo que nos causou curiosidade, pois, ficamos sabendo que ele tinha um caso com a Dagmar, a diretora adjunta da facu. Dagmar é uma corôa conservada, com seus 47 anos, casada, mãe de três adolescentes e uma profissional sempre atarefada. Então, por conta desse casinho picante entre os dois, ficamos na curiosidade de saber o que a Dagmar tinha visto nesse Angolano, além do seu charme e beleza descumunal.

Ficamos amigos fácil, afinal, ele não era nada bobo, pois, de cara notou o interesse de algumas de nós, e quanto mais conversávamos entre uma aula e outra e principalmente fora da facu nos bares próximos, é que ele se deixava levar por nossas reais e libidinosas intenções. Até que num desses encontros, no bar de sempre, já estava tarde e tínhamos que ir pra nossas casas, a Josie deu carona pra Robertona enquanto a silvana foi com o corno do marido que tinha vindo busca-la enfurecido por conta de tê-la encontrado tão tarde fora da facu, já a Fernandinha deu carona pra mim e pro Senjhi. Ela me deixou na porta de minha casa e seguiu com ele, com um sorrisinho irônico e sacana de quem tinha conseguido o que queria, ter o Angolano só pra ela. No ourto dia eu liguei pra ela várias vezes, mas, seu celular se manteve desligado. Liguei pras outras garotas perguntando por ela e nada, nemhuma notícia da louca da Fernandinha. Me preocupei, afinal, não sabíamos nada sobre o tal Angolano, digo isso não por preconceito, mas, por ele sempre aarentar ser um cara calado e resevado demais. A noite, já na facu, lá estávamos todas nós, ainda preocupadas com a Fernandinha que não tinha dado notícia durante o dia inteiro, mas, eis que a vadia entra na sala de aula, com o sorriso mais cínico do mundo, de quem comeu e se lambuzou a vontade. Foi então que ela nos chamou pra fora da sala e resolveu nos contar tudinho o que tinha acontecido entre ela e o Senjhi, o Angolano.

Fernandinha disse que tinha visto de pertinho o motivo pelo qual a Dagamar estava pulando a cerca com ele, e o motivo era enorme... Pra ser mais direta o motivo tinha uns 32 centímetros. Sim, o Angolano tinha uma verdadeira vara entre as pernas, e isso explicava o motivo de sempre o vermos na facu usando calças folgadas e camisas grandes por fora da calça. Fernandinha nos contou tudo com riqueza de detalhes, ao ponto de também desejarmos o mastro do Senjhi, e foi por trepar a noite toda com ele que ela passou o dia inteiro de cama, dormindo, recarregando as energias gastas. Silvana então perguntou se tinha como ela também provar da vara do Angolano, afinal, todo aquele relato sobre o poder da tal vara negra tinha a deixado de calcinha molhada, foi quando Fernandinha disse que marcou um novo encontro com ele, que seria num motel depois da aula, e propôs que nós o surpeendêssemos indo juntas ao seu encontro.

Daí, depois de tanta ansiedade pelo término da aula, estávamos já no motel, antes mesmo que o Senjhi chegasse com a Fernandinha. E quando eles chegaram, ainda fora, a Fernandinha deu um toque no meu celular avisando-me para que nós nos escondêssemos no banheiro para que ele não nos visse logo quando os dois entrassem no quarto. Tiramos nossas roupas e ficamos atentas e, porque não dizer, desejosas pela bela surpresa que causaríamos no Angolano. Só que os minutos passavam-se e nada da vaca da Fernandinha avisar pra que entrássemos no quarto, porém, meu celular vibra e lá fomos nós, ele estava de pé enquanto a Fernandinha estava de frente pra ele, sentada na cama chupando seu mastro, então ele virou o rosto pra nós, assustado, porém, com uma baita cara de tarado ao ver todas nós nuas indo de encontro a ele, foi quando ele virou o corpo ficando de frente pra nós... nossa!!! Seu pau era uma espécie de monumento a virilidade, uma homenagem ao desejo feminino e ao mesmo tempo uma aberração que qualquer outro homem gostaria de também possuir. Era imenso, grosso, duro e pulsante, estava todo molhado da baba da Fernandinha, com o prepúcio abaixado dava pra ver toda a dimenção, recheio e formato da enorme glande, quase do tamanho da minha mão fechada. Nos ajoelhamos ao seu redor como se ele fosse uma espécie de entidade sendo admirado e cultuado, cada uma tocou, acariciou, massageou, lambeu, cuspiu, mordeu, chupou durante o tempo suficiente para fazer sair muita porra quente, branquinha e salgadinha de dentro direto em nossas caras espantadas, foi aí que Senjhi pegou a primeira que estava próxima a ele pelo braço, a Silvana, e a colocou de quatro na cama a sua frente para enfiar seu mastro até pela metade dentro da sua boceta molhadinha, Silvana não se conteve e gritava de dor por estar sendo alargada por aquela coisa dura e latejante, Senjhi socou forte durante uns dez minutos e foi aumentando o ritmo até fazer a coitada da Silvana gozar intenso e pedir um tempo pra descansar, ele mal tirou o pau de dentro dela e já colocou na boceta da Josie, pegando-a de surpresa, socando fundo, estufando seu ventre, fazendo-a fechar os olhos e gemer gosotoso a cada estocada em sua xoxota ardida, eu e as outras nos masturbávamos enquanto olhávamos pra ele, com aquela pele negra lubrificada pelo suor que escorria sem parar, e para a sua imensa rola negra e dura feito ferro entrando e saindo da bocetinha carnuda e suadinha da Josie, depois foi a Robertona que, antes mesmo que ele a pegasse, ficou logo de quatro na cama e pediu pra sentir sua rola não na boceta, mas, no seu cu, arreganhando as nádegas com as mãos e deixando seu buraquinho a mostra, ele meteu com vontade e com força dígnos de um ator pornô negro, arrombando aquele cuzinho apertado, batendo as bolas na sua boceta molhada a cada vai e vem de sua rola. Robertona chorou de tanta dor e satisfação, aí veio minha vez, nossa!! que sensação indescritível, era como ter a ponta de uma britadeira entre minhas pernas, ligada no máximo, fincando até chegar ao fundo, de olhos abertos eu via aquele deus negro de frente pra mim, segurando minhas pernas, socando fundo e sem parar, a glande era tão grande e inchada que eu sentia ela esfregando nas paredes da minha xota e me alargando por dentro. Gozei, gozei muito e gosotoso, até ficar com o corpo inebriado de tanto tesão, levantei de pernas bambas e com a porra quente do Senjhi escorrendo da minha xota toda frouxa e molhada. Josie e eu ficamos deitadas pelo chão do quanto enquanto a Robertona com a Silvana foram ao banheiro, já a tarada da Fernandinha, insassiável como só ela é, fodia feito uma louca, pedindo aos gritos: "-NÃO PARA, NÃO PARA, FODE, FODE GOSTOSO, FODEEHHH!! METE ESSA ROLA FUNDO EM MIM, METE, FODE MINHA BOCETINHAAAHH, FODEEEHHH!!!

Ficamos umas três a quatro horas naquele motel com o Senjhi, fudemos até a exaustão, até perdermos a noção da libido, e o mais incrível é que o Angolano se manteve de pau duro, e quando menos esperávamos ele vinha na direção de alguma de nós e recomeçava tudo de novo, fodia sem parar esporrando dentro de nossas bocetas esfoladas e cus arrombados. No outro dia, na facu, estávamos muito cansadas, duas de nós nem foi, enquanto Senjhi estava bem relaxado, como se nenhum esforço físico tinha feito na noite anterior. Da próxima vez, vamos tentar descobrir é o segredo da diretora adjunta, a Dagmar, pois, se nós temos a metade de sua idade e não aguetamos o ritmo do Angolano, então ela deve ter um fogo que nenhuma de nós tem.

 





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Comentários (1)

  • Homer Simpson escreveu:

    Vc força muito a barra 32 cm é extamente o tamanho da rola do kid bengala vc tentou fazer uam homenagem ao kid né , e essa historia de o cara goza e o pau nunca amolecer o meu para né tenta mentir menos no proximo conto.

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