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Enviado em 12/04/2010
Olá! Meu nome é Ricardo, tenho 25 anos e faço faculdade de enfermagem.
O que aconteceu comigo foi uma das coisas que mais me fizeram passar vergonha na vida! Mas também foi muito excitante!
Estou no segundo ano da faculdade e muitos alunos já desistiram do curso. Minha sala tem uns 20 alunos só.
Tudo aconteceu numa sexta feira. Estava chovendo muito e várias ruas ficaram alagadas. Como eu moro a 2 bairros de distância da faculdade, pude ir à aula, mas poucas pessoas tiveram a mesma sorte.
Na minha sala havia apenas uma aluna chamada Kátia e eu. Kátia não era muito bonita mas também não era feia. Era uma pessoa normal, pele branca, cabelos ondulados e pretos.
Ficamos uns 30 minutos do lado de fora da sala de aula, no corredor, conversando sobre a chuva forte e sobre o fato de que quase ninguém foi à faculdade. Não apareceu nenhum professor, mas não iríamos embora enquanto a chuva não diminuísse.
Após se passarem mais uns 10 minutos, uma mulher que passava pelo corredor, aparentando ter uns 40 anos, nos perguntou se éramos alunos de enfermagem e se iríamos embora.
Respondemos que estávamos esperando a chuva diminuir para ir, então ela perguntou se não gostaríamos de nos juntar à turma dela, que também era de enfermagem.
Como não tínhamos o que fazer, fomos com a professora.
Chegando lá, tinha apenas umas 10 pessoas na sala. 9 mulheres e 1 homem. Sentamos todos nas carteiras da frente, e eu fiquei ao lado de Kátia.
Devia ter apenas umas 2 mulheres bonitas na sala. O restante, algumas eram feias e outras normais. O outro rapaz que estava lá devia ter uns 20 anos de idade, era magro e tinha cara de ser meio CDF.
Como havia poucos alunos, a professora resolveu dar uma palestra sobre doenças sexualmente transmissíveis.
Ela trouxe um Data Show e enquanto falava, nos mostrava imagens dos sintomas das doenças.
Ela explicava o modo de transmissão da doença, sintomas e prevenção.
Como eram poucos alunos, as pessoas ali demonstravam interesse no assunto e ficavam à vontade para perguntar.
Eu permaneci calado quase o tempo todo, só prestando atenção na aula. Até que teve uma hora que a professora percebeu que estava faltando algumas imagens.
Quando ela começou a falar de métodos preventivos, ela pegou uma camisinha feminina em sua bolsa e pediu que fosse passando de mão em mão para todos verem. Depois ela disse que iria mostrar como se utilizava o preservativo e perguntou:
- Alguma menina pode vir aqui pra me ajudar na demonstração?
As meninas riram um pouco e brincaram sobre o assunto, mas a professora disse:
- Pelo amor de Deus, né gente! Vocês também vão ficar com vergonha na hora de dar banho em algum paciente ou fazer algum curativo?
Então uma das alunas se ofereceu e foi até a frente. Eu achei um pouco estranho, mas o argumento da professora até que me convenceu, então permaneci como se aquilo fosse bem natural.
A aluna que foi à frente era negra, tinha os cabelos cacheados e era bonita. Não tinha muito corpo. Era magra, mas não muito, tinha seios pequenos e empinados e uma bunda normal.
A professora e a aluna ajeitaram umas mesas e em seguida a professora pediu que ela sentasse de frente para nós. Depois pegou outro preservativo e uma luva, e pediu que a aluna tirasse a calça e a calçinha.
A aluna com um sorriso meio sem graça, mas meio sem se importar muito, começou a baixar a roupa e disse:
- Ta bom, mas vai logo em professora!
Ela tirou a calça e a calcinha, ficando só com a parte de cima de suas roupas.
Apesar de ser estudante de enfermagem, é claro que por dentro eu estava adorando, mas só por dentro. Por fora eu estava bem sério.
A vagina dela era bem bonita. Tinha os pelinhos aparados, fazendo um triângulo acima do clitóris.
A professora então demonstrou com detalhes a maneira correta de usar o preservativo feminino e de retirá-lo.
Logo que terminou, a aluna colocou de novo as roupas e voltou pro lugar.
A professora abriu sua bolsa e disse:
- Eu esqueci de trazer o preservativo masculino.
Eu, sem pensar no que viria a seguir, disse que tinha. A professora agradeceu e perguntou se ela podia abrir e eu respondi que sim.
Ela pegou 2 preservativos e abriu um deles e fez como antes, passando de mão em mão. Enquanto isso ela ia explicando sobre a camisinha e quando terminou olhou para mim e para o outro aluno e perguntou:
- Agora, qual dos 2 meninos podem vir aqui me ajudar?
Na hora eu senti minha cara arder de vergonha. Não tinha me tocado que isso aconteceria e me arrependi de ter emprestado as camisinhas.
O outro aluno se negou prontamente a ajudar. Ele disse que de jeito nenhum iria.
Então a professora se virou pra mim e insistiu para que eu fosse. Minha cara rachava de vergonha e todas as alunas ficavam olhando pra mim e algumas ajudavam a professora pedindo que eu fosse.
Fiquei com muita vergonha, mas eu não ia amarelar e estragar uma parte da aula. Acho que seria muito pior a sensação depois.
Finalmente me levantei e fui. Minhas pernas estavam tremendo e todas olhavam pra mim.
Procurei não encarar nenhuma das alunas. Fiquei em pé, ao lado da professora e o tempo todo eu olhava apenas para ela. Mesmo olhando pra ela eu não conseguia entender uma só palavra da explicação, pois estava muito nervoso por dentro. Realmente não me lembro de nada que tenha dito.
Então ela pediu que eu baixasse as calças até o joelho, e eu, para não passar mais vergonha ainda, abaixei na hora, sem pensar muito.
Meu pênis é bem pequeno. Quando está excitado ele mede de 10 a 11cm e quando está mole fica nos 5cm, então imaginem a minha situação.
Quando baixei as calças, ele estava entre mole e duro. A professora pegou nele com as luvas e baixou a pele que cobre a cabeça. Ao ver que eu tenho fimose, pediu que as alunas chegassem mais perto para ver e começou a explicar também sobre isso. Algumas alunas vieram de suas carteiras para observarem de perto, mas eu só conseguia olhar para a professora, que explicava tudo com muita naturalidade.
Quando ela começou a colocar a camisinha, eu já estava ficando um pouco mais à vontade, mas ainda era uma situação bem embaraçosa. Olhei para Kátia, que não tinha saído de sua carteira e ela deu uma risada baixinha lá de longe e balançou a cabeça negativamente. Eu também ri, e logo a professora terminou a explicação.
Levantei minhas calças e voltei para o lugar enquanto a professora arrumava a sala para finalizar a palestra e nos liberar.
Pude perceber que duas alunas olharam rápido pra mim e cochicharam algo.
Apesar de eu ter ficado bem constrangido na hora, adorei aquela situação.
Quando foi na segunda feira, cheguei um pouco antes de a aula começar, como era de costume, e pouco depois Kátia chegou.
- Oi Kátia!
Ela riu, lembrando o episódio da semana anterior e disse:
- Oi! E aí gostou da aula de sexta feira?
- Tirando a parte de ficar sem roupa, sim.
Então rimos e isso já gerou vários motivos de piadinhas entre ela e eu.
Um dia ela até chegou meio sem graça e perguntou sobre o tamanho dele, se ele ficava maior do que estava naquela aula ou não.
Eu, como já estava mais íntimo dela respondi a verdade sobre o tamanho, e ela, meio surpresa, disse que nunca tinha visto um pênis tão pequeno.
Depois disso já conversamos mais sobre o assunto e até já rolou algumas piadinhas da parte dela dizendo que eu devo ser bom de sexo oral e anal. E eu, sem perder a deixa, perguntei se ela preferiria que alguém com o pênis pequeno fizesse sexo oral e anal nela. Ela riu e me deu uma olhada diferente e respondeu:
- Hmmm... depende!
Acho que essa semana pode rolar alguma coisa entre ela e eu. Se rolar, eu posto aqui!
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