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Enviado em 21/03/2010
Olá! Meu nome é Ricardo e minha esposa se chama Lara. Ambos temos 25 anos. Minha esposa e eu adoramos fazer algumas travessuras sexuais. Dessa vez, nós fomos passar um final de semana na casa da mãe dela. Minha sogra, Ilda, tem uma casa no interior que fica a 60 km de onde nós moramos.
Eu nunca tinha ido à casa dela, pois ela sempre estava por perto, na casa da outra filha dela.
Minha esposa Lara me disse que próximo à casa de Ilda tinha um riozinho e que dava pra tomar banho lá. Ela contou que tomava banho com a família lá quando ela era criança, pois eles não tinham água potável em casa. Fiquei com muita vontade de ir a esse lugar também. E com muito tesão também, pois ela disse que podíamos tomar banho nus, já que lá era roça e não morava ninguém próximo a casa da minha sogra.
Finalmente chegamos. Ilda estava nos esperando ansiosa. Ela tinha feito compras e fez um bolo pra comermos no café.
Estávamos um pouco cansados, porque fomos de moto. Já era de tardezinha e naquele dia só ficamos em casa conversando, assistindo TV, comendo, etc.
No outro dia cedinho, acordei e Lara já tinha se levantado. Fui ao banheiro e depois encontrei-a na cozinha, tomando o café.
- Onde está sua mãe? – Perguntei
- Ela foi pegar umas mangas pra fazer suco pra gente.
Tivemos a idéia então de ir àquele rio para tomarmos banho. E é claro, eu já estava muito excitado, louco para tomar banho nu.
Minha esposa teve uma idéia então pra me deixar com mais tesão. Ela disse pra eu deixar tirar toda a roupa e ir nu, da casa da minha sogra ao rio.
Sem pensar muito concordei com a idéia. Perguntei se não tinha perigo de alguém me ver e ela disse que só a mãe dela que poderia me ver, mas que iria levar uma toalha pra mim antes de voltarmos.
Tirei toda a roupa então e ela colocou um biquíni e fomos.
- É muito longe daqui? -Perguntei
- Não muito. Fica a uns 200 metros.
O caminho até lá era por trás da casa. Tinha muito mato e árvores no caminho. Por causa da preocupação de estar nu, meu pênis ficou bem pequeno. Finalmente chegamos ao lugar. Entramos na água e ela estava gelada. Apesar do frio, logo que encostei em minha esposa fiquei com o pênis duro na hora. Ficamos ali nos beijando na água e eu levantei a parte de cima do biquíni dela, deixando seus peitinhos de fora. Fiquei chupando com um pouco de força e dando umas mordidinhas no biquinho. Enquanto isso ela segurava e acariciava meu pênis.
A água chegava a nossa barriga e ficamos ali uns 20 minutos de pura sacanagem. Eu chupando os peitinhos dela, passando a mão na bundinha dela. Depois fomos para um lugar mais raso e ela se abaixou e segurou meu pênis e ficou chupando bem gostoso. Ela chupava olhando pra mim, começava a lamber a cabeça e fechava os olhos, chupando com mais força. Quando eu não estava mais agüentando, pedi pra comer ela.
Ela colocou as mãos numa pedra e ficou de costas pra mim, inclinada pra pedra, de modo que eu pudesse meter por trás dela, na vagina.
Quando comecei a penetrar, ouvimos um barulho vindo do mesmo caminho que passamos pra chegar ali.
Rapidamente ela ajeitou o biquíni e sentamos na água, para não verem que eu estava nu. Meu coração estava aos pulos e creio que o dela também.
Logo minha sogra surgiu. Ela não nos viu em casa e veio ver se estávamos ali. Ela tinha feito o suco e nos chamou pra ir beber.
Lara se levantou e eu continuei sentado ali. Antes que Ilda perguntasse, Lara disse que ia pegar uma toalha pra mim. Ilda perguntou o motivo e ela explicou que eu tinha vindo sem roupas, e deu a desculpa que eu não tinha trazido roupas de banho.
Minha sogra se virou pra mim e disse:
- Pode vir menino! Não mora ninguém por aqui perto não. Ninguém vai te ver.
Dei uma risadinha sem graça e minha esposa fingindo naturalidade disse:
- Vem amor! Eu te disse que não tinha perigo de ninguém te ver.
Finalmente levantei e pela primeira vez minha sogra me viu completamente nu. Fui andando com o pênis muito pequeno pelo constrangimento, embora Ilda agisse com a maior naturalidade como se o fato de eu estar nu na frente dela não a incomodasse nem um pouco.
Fomos voltando pra casa juntos. Minha esposa e eu andávamos abraçados e Ilda ia ao lado de Lara.
As duas iam conversando sobre o que comeríamos no almoço e eu ficava sem dizer uma palavra. Até que quando elas pararam de conversar, minha esposa virou pra mim e viu que meu pênis estava no seu tamanho mínimo. Ela deu uma risadinha e, deu uma rápida balançada em meu pênis segurando-o com dois dedos e perguntou:
- Que foi, meu piruzinho?
Na hora minha cara deve ter ficado vermelha de vergonha. Eu apenas sorri e respondi:
- Nada.
Ela me deu um beijo no rosto e Ilda apenas olhava sorrindo.
Finalmente chegamos em casa, onde colocamos uma roupa e fomos tomar o tal suco de manga.
À noite, fiz um delicioso sexo com minha esposa, lembrando das brincadeiras que fizemos de manhã.
Malvadinho escreveu:
Nossa q aperto, é meio constrangedor, mas acredito q aventuras como essa em sua vida foram poucas. rsrsrs
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