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Enviado em 12/10/2011
Carlinha era minha amiga há alguns anos.
Nos conhecemos através de um amigo em comum e já tinha rolado uns sexos entre a gente. Mas, há muitos anos não rolava nada. Talvez por compromissos da vida mesmo.
Trabalhávamos perto uma da outra.
Lui trabalhava em Niterói e eu, no Centro. Portanto, eu chegava sempre mais cedo que ele em casa.
Um dia dei carona pra Carla. Ia levá-la em casa, na Tijuca.
O marido – era casada há 4 anos, sem filhos – ligou pra ela e acabaram brigando.
- Ah, Maurício! Vou dormir na Letícia hoje. Amanhã a gente se fala! Lê, foi mal, nem sei se posso dormir na sua casa...
- Lógico, né, Carla? Vai ser um prazer. Vou passar no mercado e a gente compra alguma coisa pra jantar.
- Mas e o teu marido? Luiz, né?
- Lui.
- Isso, e ele?
- Tem quarto de hóspedes lá em casa. Te empresto uma roupa, e você dorme lá. Amanhã a gente vem pro trabalho juntas.
- Oba! Compra leite condensado pro brigadeiro?
E viemos de papo, no carro. Ela, já descalça, já se sentindo “em casa”.
Chegamos em casa, e eu expliquei que o Lui só chegaria dali há umas duas horas.
- Banhozão!
Emprestei uma toalha, uma roupa.
- Toma banho aqui na suíte mesmo.
Eu nunca tive falsos pudores com as minhas amigas e, independente dos sexos, sempre andamos nuas.
Ela, portanto, tirou a roupa toda, deixou em cima da minha cama, devidamente dobrada, e foi pro banheiro nua.
Era branquinha, um pouco sardenta. Cabelos ruivos, naturais, lisos e cheios. Olhos verdes. Uns peitos que eu me afogaria neles. Meio gordinha, tipo eu. Deliciosamente gordinha, aliás.
- Vou preparando o jantar, amiga.
- Ah, fica aqui comigo, de papo... O Lui não sabe cozinhar?
- Menina, melhor do que eu!
- Então deixa o jantar por conta dele. Ahhhh, tanta coisa pra te contar...
E aí, ficamos de papo, no banheiro.
Ela acabou do banho, e foi pro meu quarto. Botou um vestido larguinho meu, sem calcinha. A calcinha dela estava molhada, secando para o dia seguinte de trabalho.
Foi a minha vez de tomar banho, e ficarmos de papo.
Vim pro quarto e ficamos vendo TV, de banho tomado, deitadas na cama. Ambas de vestidinho, sem calcinha.
Sei lá que jeito que eu dei na coluna que me travei inteira.
- Sou boa em massagem. Deita de bruços. Tira o vestido. Tem óleo aí?
A intenção (juro!) era só fazer massagem pra aliviar a contratura muscular que tinha acabado de acontecer, e que estava muito dolorida.
Carla sentou na minha bunda e aquelas mãos pequenas e quentes passando pelas minhas costas...
Mal ela sabia que meu ponto fraco eram as minhas costas...
Comecei a rebolar, quase sem querer.
- Fica quietinha, fica...
E ela passava a mão, e passava o cabelo pelas minhas costas. As pontas do cabelo. Fazia uma cócegas, um carinho, que eu tava quase gozando.
Ela tirou o vestido, e passava os seios nas minhas costas.
Ouvimos barulho de chave: Lui chegando.
Imediatamente Carla colocou o vestido. Olhei pra ela e disse:
- Fica peladinha, fica?
Ela me olhou espantada e disse:
- Mas... o teu marido...
- Lê-ê! Cheguei, amor!
- Oi meu amor. Sobe! Tou aqui em cima!
Quando ele subiu, deu vontade de rir da cara dele.
- Carla, este é Lui, meu marido. Lui, esta é Carlinha.
- Nossa... – foi só o que ele conseguiu dizer.
- Pode continuar, amiga. Faz a sua massagem, ele só vai olhar.
E ela voltou a passar as mãos, o cabelo e os seios nas minhas costas.
Virei de frente, devagarzinho.
Nos beijamos, devagar e quente. Ela geme enquanto me beija.
Desceu o corpo, chupou meus seios, desceu ainda mais, beijando minha barriga e caiu de boca na minha buceta, já encharcada.
Lui estava atônito, vestido, de pau duro, na porta do quarto.
Carlinha me chupava, olhava pra mim e dizia: tá gostoso?
Lui abriu a gavetinha, pegou nosso terceiro elemento e deu na minha mão.
Mostrei pra Carla, que disse:
- Eu não sei usar isso. Não sou moderna como vocês não...
Mas me fez gozar deliciosamente, só com a língua, os lábios e estes dedos curtinhos e gordinhos.
Dei todo o meu leite para ela, que trouxe num beijo.
Agora foi a minha vez de chupar aquela buceta suculenta. Caí de boca naquelas carnes gordas e quentes. Ela abria a buceta com os dedos para mim, deixando o grelo à mostra. Agora, eu peguei o brinquedinho e mesclava entre a minha língua, meus dedos e aquele vibrador gostoso na buceta da minha amiga.
A esta altura do campeonato, Lui já estava pelado, se tocando.
- Vem aqui, amor.
E, enquanto eu chupava minha amiga, recebia a pica de meu marido na minha buceta, de 4.
Carla gemia muito e gozou pelo menos duas vezes na minha boca.
- E ela? É pra nós dois?
- Sou. - a safada respondeu antes de mim.
Do jeito que ela estava, Lui a colocou estilo uma franguinha e meteu o pau naquela buceta.
Agora, eu olhava tudo, de camarote. Sentada do lado dela, na cama, de frente para ele, me tocava e via meu marido comendo minha amiga, a centímetros de mim. Que tesão aquilo me dava!
- E quando eu for gozar, dou pra quem?
Carla me olhou e falei: pras duas! Na nossa boca!
Lui, então, imediatamente, tirou o pau com o gosto da buceta dela, e caímos de boca, as duas. Chupamos um pouco ele e, em seguida, começou a gozar, gemendo gostoso. A gente brincava, ria, e disputava quem pegava mais leite. Em seguida, nos beijamos, dividindo o gozo do meu marido que, extasiado, olhava todo sorrindo.
Ficamos, os três, deitados na cama. Lui trouxe água pra gente.
- Você fez compras, Letícia?
- Fiz. Voce cozinha pra gente?
- Claro! Mas quero as duas na cozinha comigo.
E, na cozinha, ficamos os três pelados. Lui cozinhando. A gente se beijando, se roçando, se chupando, e se comendo. Na mesa, na pia, na área, no quartinho da Luzinete.
Carla olhou pra mim e sussurrou: “que marido goxxx-to-so”.
- Você vai dormir aqui uma vez por mês, Carla, no mínimo – respondeu meu marido. – Você é goxxxtosa também.
Carla sorriu e retribuiu a gentileza com uma chupada no pau.
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