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No trailer do parquinho (remake)

  • Autor: abcdocu

    Enviado em 15/04/2009

  • Hits: 15.209

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Tomo ii - no trailer do parquinho
(não deixe de ler o tomo i: a colegial levou...)

- beatriz!... que prazer... você chegou bem na hora. eu ainda não preparei o seu negócio, mas... por favor, entre um pouco. eu quero que você me ajude, numa contagem de bilhetes... num instante só, a gente já apronta o que você vai levar.

putz! na hora eu me senti numa saia justa... entrar no trailer, não ficava bem pra mim, porém... se eu me recusasse, ele poderia se ofender e com certeza, eu não ganharia nada. enquanto eu vacilei nas palavras, ele já me deixou sem chance de recusar... de dentro do trailer, estendeu sua mão, pra me ajudar a sabir. não dava pra eu ignorar, aquele gesto de cavalheiro... tive que aceitar a sua gentileza e peguei na sua mão pra entrar, mas... não foi legal, não. por dentro daquele trailer, era tudo muito apertadinho e logo de cara... ali mesmo no aperto da entrada, ele já deu um jeito de me deixar toda entalada e me deu um baita amasso por trás, enquanto sem nenhuma pressa, fechou e travou a porta.

eu não era nenhuma bobinha, não... na mesma hora, já entendi que tinha entrado numa fria, contudo... nem sei porque, ainda tentei achar que estava só imaginando coisas... não achei possível, que aquele tiozinho, com cara de gente boa, fosse tão safado, mas... era sim. enquanto eu fiquei naquela dúvida, ele continuou me segurando por trás e com apenas dois movimentos... já me posicionaou de frente para um pequeno balcão, onde tinha um monte de bilhetes e pra me... enrolar ainda mais, pediu pra eu ajudar a contar tudo aquilo.

na mesma hora... já senti o volume da sua genitália, embolada em nossas roupas... insinuando-se no meio das minhas nádegas. minha mãe!... eu nunca tinha sentido uma coisa daquelas, só às vezes... na escola, no aperto da cantina, algum moleque fazia um pouco, mas o negócio era tão pequeno, que quase nem dava pra sentir nada, porém... ali, o que eu estava sentindo, era coisa de gente... grande, mesmo... era coisa de homem... mais velho.

meu!... eu sabia, que tinha de sair fora, antes que a coisa... engrossasse, mas... aquela circunstância, mexeu muito comigo. isolada daquele jeito... dentro de um trailer, nos fundos de um parquinho deserto!... e... ainda mais, com aquele velho safado, me agarrando por trás e se aproveitando de mim. putz!... e também, não tinha ninguém pra me socorrer, mas... em vez d'eu me apavorar... um misto de curiosidade e excitação, tomou conta de mim. eu, que ainda era toda virgem e sem nenhuma experiência, de repente... comecei a gostar de experimentar... aquela coisa errada e proibida, que ele estava fazendo... e pra me justificar, eu ficava só pensando... acho que não tem nada de mais, deixar efe ficar fazendo, só um pouquinho... ninguém vai saber de nada, mesmo...

enquanto eu viajava... naqueles pensamentos malucos, o tiozinho continuava se aproveitando e de repente... caí na real e achei melhor, parar de brincar com fogo. com muito custo e até gaguejando um pouco, falei pra ele que não ia dar... pra fazer o que ele queria, porque eu chegaria atrasada em casa e mamãe não iria gostar, não. quando eu falei aquilo, ele se apoiou nas laterais do balcão e prensou o meu bumbum, mais forte ainda. cercada pelos seu braços e sem escapatória... escutei no meu ouvido, um sussurro já meio safado...

- pô... neném... eu te esperei a tarde inteira, já contando com... isso. tenha dó, vai... então... pelo menos... conta só até cem... bilhetes e aí... já vai dar, pra você levar... um presente, quer ver?...

putz!... na hora eu gelei... sem saber o que fazer... displicentemente comecei a contar os bilhetes, enquanto pensava numa saída, mas... pra minha surpresa, ele tinha um presente, sim. sem parar de fazer aquilo, por trás de mim... ele abriu uma pequena gaveta, que estava bem do nosso lado e dentro dela, logo vi uma linda pulseira. quase nem acreditei, quando ele disse que era pra mim e a seu pedido, já fui logo pondo. que lindo... que ficou. gostei mesmo, só que... enquanto eu admirava o meu presente... sem nenhum recato, ele já cobrava a minha gratidão. suas mãos, já me seguravam pelo quadril e a sua genitália, já roçava no meu bumbum de um jeito bem mais explícito. parei até de fingir, que estava contando os bilhetes. já não tinha mais porquê, então... num velado consentimento, fiquei só deixando...

logo... aquilo me deixou tão perturbada, que pra sentir a coisa bem de jeito, fui me deixando levar pelo instinto. pouco a pouco, empinei o meu bumbum e quando me dei conta... eu já estava toda oferecida. foi um erro... ele achou que tudo bem e já foi enfiando a mão, por baixo da minha saia. tentei não deixar, mas... já não tinha mais jeito. naquele instante, sua mão já entrava pelo elástico da calcinha e alcançando a minha pelada bucetinha... começou a delizar o dedo médio, bem no meu grelinho... mãããe!!! que vergonha... aquilo eu não queria, não... e na maior chantagem emocional, tentei dissuadi-lo com meiguice...

- tio... assim eu num quero, não... agora chega, vai... outro dia eu deixo, mais... ta bom, tio?...

mas... ele não entrou na minha conversa, não... e de um jeito bem safado, me disse...

- meu neném!... você me jogou charme, me provocou, me deu até beijinho e agora... vai me deixar na mão?... não!... num vai, não... neném!... mas, não se preocupe... o tio não vai querer a sua bucetinha, não... viu?... o tio só gosta meeessmo... é de fazer no cuzinho, sabia?...

que horror! que linguagem feia. quase comecei um escândalo, mas aí... aquela mão "boba", bolinando na minha bucetinha, já me deixava tão maluca, que eu até parei de reclamar e cedi, então... com a outra mão, ele soltou o colchete da minha saia e junto com a calcinha, me arriou tudo até os joelhos. o silêncio foi total... escutei um botão se soltando e um zíper sendo aberto... por entre minhas pernas, eu vi suas calças caindo nos seu pés... nossa!... uma coisa cabeçuda e já cheia de cuspe, foi se encaixando bem na entrada do meu cuzinho... nooossa!!!... a vergonha me matava... eu queria reagir, gritar ou sei lá o que, contudo... não fiz nada e... deixei...

era a minha primeira vez... diferente de tudo o que eu já tinha sonhado, aquilo me parecia um pesadelo... um velho escroto violentava a minha intimidade. suas mãos, continuavam explorando a minha região genital e me forçavam a empinar o bumbum... aquela coisa cobeçuda, encaixada na entrada do meu cuzinho, me dava até aflição, então... lentamente, ele começou a movimentar o quadril, num redemoinho de vai e vem e fazia aquilo de um jeito tão suave, que não dava pra reclamar e até acabei gostando um pouco, mas... foi só um pouco, mesmo... logo comecei a gemer de dor e até pedi pra ele parar... putz!... o que ele me disse, foi de chorar...

- caaalma!... neném!... a gente só está começando... sabia que a sua bunda é boa pra caralho?... pois é... o tio tá cuidando disso pra você, viu?... tá gostoso, num tá?...

- aiiinn tio... num fala assim... aiaaiii tio... tá doendo... aiiinn tio... num vou agüentar...

- vai agüentar sim, neném... o tio já deixou de jeito, mais um presentinho pra você, sabia?...

enquanto eu fiquei sem ação... sem saber o que responder, ele abriu outra gavetinha do balcão, e... lá estava um pote de vaselina, já todo aberto... só me esperando. que velho safado!... já tinha tudo planejado e enquanto se servia, generosamente, do meu "presentinho", ainda me pediu pra tirar o resto da roupa e ficar pelada. eu devia estar louca, mesmo... de tanta vergonha, eu nem olhava pra trás, no entanto... senti-me tão serviente, que mesmo sem ele ter insistido... comecei a fazer cu doce, assim... como quem não quer tirar, mas ao mesmo tempo, já fui tirando, entretanto... na verdade mesmo, acho que eu já estava era ficando doidinha, pra dar o cu pra ele... e... quando eu me debrucei no balcão, então... nossa!... o meu cuzinho, até piscava de ansiedade, aí... então... quando eu senti a cabeça do pau encostando... ssssssss!!!... ss...

- aiiinn tio... sssss!... cuidado... sssss!... aiiinn tio, devagar... sssss!... aiaaiiinn tio... ?...

lambuzada daquele jeito, a cabeça do pinto insinuava-se bem mais fácil do que antes e toda medrosa, comecei a sentir que já estava sendo penetrada... pedi até pra ele parar um pouco, mas de nada adiantou, pelo contrário... ele me agarrou mais forte ainda e foi fazendo daquele jeito, até que de repente... minha argolinha arregaçou de vez e aí... a cabeça entrou...

minha mãe!... eu vi estrelas... quase deixei escapar um grito. ele deve ter percebido o meu drama e por um instante só, com a cabeça do pinto entalada na minha argolinha, ele me deixou tomar um fôlego, mas... já em seguida, recomeçou a movimentar o quadril, bem devagar... fui agüentando e gemendo bem baixinho, até que...

- aiiinn tio... ta entrando muito... aiiinn tio... sssss!... aiiinn tiiooo!!!... sssss!...

- viiiuu! neném... como você agüenta?... sssss!... prooonto... foi tudo!...

- nossa! neném!... sssss!... que cu gostoso... que você tem!...

- sssss!... haahhh!... sssss!... haahhh!... sssss!... haahhh!...

assim ele ficava gemendo, enquanto ficava fazendo daquele jeito... até que eu me acostumei e... acabei gostando de estar dando o cu pra ele, daí... ele ficou um tempão fazendo e depois... foi ficando cada vez mais gostoso, até que...

´aiinn tio... sssss!... aaiiinn!... sssss!... aaaaiiinn!... ssssssssssss!!!... ss...

- isso neném... goza comigo... sssss!... assiiimm... sssss!... assiiimm... ssssssssssss!!!... puta que pariu!... que cu gostoso!... ss...

foi uma loucura... um orgasmo muito louco explodiu dentro de mim. era o primeiro caldo quente, que eu levava no cuzinho... putz!... aquilo esquentou tanto, que me deu até um suadouro... a gente se molhou toda. ainda debruçado em cima de mim... com a respiração ofegante e no seu linguajar chulo, ele cochichou no meu ouvido, toda a sua satisfação...

- neném!... seu bundão é demais!... foi o melhor cu que eu já comi!...

que horror!... aquilo foi de chorar. eu que era toda certinha... além de dar o cu pra ele, ainda tive de escutar aquelas coisas... putz!... e ainda por cima, quando ele saiu fora... pegou um pano qualquer, deu uma tosca limpada no meu rego e depois... me largou, como se eu fosse um brinquedinho, pra usar outra hora. aproveitando a deixa, rapidamente me vesti e só me virei pra ir embora, quando percebi que... ele já tinha levantado as calças. mesmo depois de já ter deixado ele fazer, o que fez... eu ainda estava com vergonha, de ver as "coisa" dele. naquela hora, ele pegou um maço de bilhetes, enfiou no bolso da minha blusa e aproveitando-se disso... ainda deu umas apalpadas no meu peitinho e me disse...

- na próxima vez... esse moranguinho vai levar umas chupadas, viu?... neném...

pensei comigo... que próxima, o que... seu velho besta... nunca mais...

finalmente... pude ir embora. saí do parquinho caminhando toda desengonçada... minhas pernas estavam bambas, meu quadril todo dolorido e pra piorar... senti aquele caldo quente, que eu tinha levado, escorrendo pra fora e melando no meu rego. já na rua, avistei minha amiga saindo da casa do padrinho e toda embaraçada, tentei parecer natural, mas eu estava tão fodida que não dava nem pra disfarçar. eu não queria que ela percebesse nada... o que iria pensar de mim, se soubesse daquelas coisas?... mas, quando nos aproximamos, logo vi que ela também estava toda desconjuntada... toda fodida... e com cara de choro... com certeza, também levou, bem mais do que buscou. quando ficamos frente a frente, nem foi preciso dizer nada... num abraço solidário, desabamos em prantos... era como se fosse, o dia da nossa coroação... a gente logo entendeu, que tinha acabado de levar... o cetro de miss bumbum.





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Comentários (1)

  • Marco Antônio de Azevedo escreveu:

    Não sei se esse abcdocu é homem ou mulher, sim, porque existem muitos homens que, de tão criativos, tem a capacidade de escrever como se mulheres fossem; prefiro, imensamente, que seja uma mulher e, que seja tão recatada e tão safada como parece ao escrever um conto como esse, faltou pouco para eu gozar sem nem tocar meu monstro, de tão picante e inocente que é esse conto. Se tiver mais contos como este e quiser me enviar, ficarei muito grato.

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