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Enviado em 25/12/2009
Naquele fim de tarde... quando saí da casa do padrinho, eu me sentia atormentada... não me conformava, por ter deixado ele fazer o que fez, mas... já estava feito, não adiantava me lamentar, entretanto... quando me lembrei da nota de cinqüenta, que estava no meu bolso, já me conformei um pouco... pelo menos, tinha valido alguma coisa.
o sol já se punha no horizonte... voltando pra casa, eu tentava me apressar, mas não conseguia... minhas pernas estavam tão bambas, que eu mal conseguia caminhar... meu quadril estava todo dolorido, os glúteos pareciam adormecidos e pra piorar ainda mais, aquela porra gosmenta, que o padrinho gozou em mim, escorria pra fora e fazia arder o meu cuzinho, todo machucado.
chegando em casa, já tinha anoitecido e pra completar... ainda levei a maior bronca e quase tomei uma surra, mas... felizmente, eu consegui enrolar a minha mãe, com aquela desculpa de sempre... fui estudar em grupo, na casa de uma colega.
no dia seguinte... logo de manhã, minha amiga bia me ligou e toda animada, já foi me dizendo que o tal de tio argemiro, prometeu que na segunda-feira já teria os bilhetes e que ela iria levar bastante, se passasse lá pelo parquinho, naquele mesmo horário. depois de me contar aquilo, ela quis saber o que tinha rolado com o meu padrinho e eu disse que foi só uma visitinha de afilhada, que rendeu de presente, uma nota de cinqüenta. lógico que eu não contei nada do que aconteceu... nem poderia.
logo depois dela ter me ligado, atendi outro telefonema e levei o maior susto, era o padrinho. ele nunca ligava lá pra casa e quando reconheceu minha voz, já foi logo me dizendo que eu tinha feito por merecer, uma recompensa maior, por isso... ele fazia questão que eu voltasse na segunda, pra levar a diferença. tentei dizer que não, mas ele nem me deixou falar e já foi me dizendo pra não faltar, porque ele já tinha até separado, um bom dinheirinho pra me dar. nossa!... rapidamente ele desligou e me deixou toda preocupada, eu não queria nada daquilo, mas se eu não fosse, corria o risco dele ficar ligando lá pra casa e a minha mãe, acabaria desconfiando.
na segunda-feira, não tive como escapar... a bia queria pegar os bilhetes lá no parquinho e até por isso, acabei indo lá pros lados que morava o padrinho, outra vez. no caminho, eu só pensava naquilo... na verdade, embora eu estivesse meio cismada com aquele convite do padrinho, não pude deixar de ficar tentada, afinal... se eu tinha merecido, uma recompensa maior e ele fazia questão de me dar, mais um bom dinheirinho, não me custava nada dar... uma passadinha por lá.
quando chegamos ao parquinho, encontramos tudo fechado e não se via ninguém. era dia de folga do pessoal, mas no fundo do terreno, tinha um pequeno trailer e a bia resolveu ir até lá, pra ver se encontrava o tiozinho. enquanto ela foi até o trailer, aproveitei pra ir até ali, onde morava o padrinho e nem bem me aproximei da casa, ele já apareceu na janela da sala e na maior cara de safado, já foi me apontando a porta da frente, fazendo sinal pra eu entrar. naquele momento, acho até que eu já sabia, o que me esperava e até fiquei vacilando, mas... quando eu olhei lá pro parquinho e já vi a bia sumindo, lá pra dentro do trailer... me senti impelida a fazer a mesma coisa e... meio que sem pensar, lá fui eu também, em busca do meu regalo.
que loucura!... caminhando em direção a porta, me deu até tremedeira... mais ainda, quando eu vi que todo apressado, o padrinho já cuidava de fechar as cortinas da sala. não tive mais dúvidas, toda aquela preparação, com certeza era pra me... ter outra vez, e na maior privacidade. naquele momento, quase tive um treco, afinal... eu ainda estava toda dolorida, por causa daquele estrago da sexta-feira e ainda tinha uma virginal bucetinha pra zelar. meu sonho de casar virgem ainda não tinha morrido, apesar de já ter deixado... ele fazer no meu cuzinho.
já defronte a porta, eu ainda vacilava e quase dei meia volta pra fugir, mas... lentamente ela já se abria e meio que escondido por trás dela, todo ansioso e mais que depressa, o padrinho já me fez entrar. seu modo de agir, já denunciava o nosso condenável encontro e... só depois de espiar lá fora, pra ver que não tinha ninguém de olho na gente, foi que ele se mostrou sossegado... fechou e trancou a porta. quando se voltou pra mim, sem querer bati meus olhos na sua genitália e através daquele tecido fininho do pijama, não pude deixar de ver, que ele já estava ficando até de pinto duro. nooossa!... que situação.
naquela hora... já senti o meu rosto enrubescer e toda sem graça, lhe disse que só estava dando uma passadinha, pra... agradecer a sua oferta e dizer que ele não precisava me dar mais nada, não... mas, enquanto eu dizia aquilo, ele já me conduzia pra junto do sofá e já me envolvia com as suas artimanhas... sentou no braço do sofá de pernas abertas e segurando no meu pulso, já foi me puxando pra bem juntinho dele, enquanto me cochichava...
- amor de afilhada... não precisa ter vergonha, não... viu?... o padrinho sabe muito bem, que você veio pra levar... um bom dinheirinho e... padrinho é pra isso mesmo, sabia?... o padrinho sabe das coisas, filhinha... sabe do que você precisa, viu?... e é hoje você vai levar... tudo que merece, ta bom?...
enquanto me enrolava, com aquele seu jeito manso de falar, num abraço apertado ele roçava seu tórax contra os meus peitinhos e enquanto fazia aquilo, sem ter largado do meu pulso, fez a minha mão pousar bem no mastro de um circo, que já tinha se armado por baixo do pijama. haahh!!!... foi um susto. meu reflexo foi de me soltar, mas ele me segurava tão firme, que logo desisti e já entendi que era pra segurar...
putz!... eu não acreditava... estava segurando bem no mastro do circo e fiquei sem saber o que fazer, mas ele logo tratou de movimentar a minha mão, fazendo eu entender que era pra mexer daquele jeito e aí... timidamente eu atendi. vendo que eu já tinha entendido, de novo ele pegou no meu pulso e direcionou minha mão pra dentro do seu pijama... nossa!... agora eu segurava direto no cacete e até sentia o bicho latejando na minha mão... eu nunca tinha visto um cacete, muito menos segurado daquele jeito, então... ele baixou a calça do pijama e ficou com tudo de fora... nooossa!!!... quase morri de vergonha.
enquanto eu continuava mexendo no cacete, nem vi de onde ele tirou aquela sua gorda carteira de dinheiro... só vi quando ele já pegava duas notas de cinqüenta, que carinhosamente pôs no bolso da minha blusa e aproveitando-se disso, ficou mexendo nos meus peitinhos. daquele jeito, ele foi ganhando a minha confiança e lentamente, desabotoou toda a minha blusa... eu ainda nem usava sutiã e com a blusa toda aberta, vi o meu peito nu servindo pra ele, os dois moranguinhos... um de cada vez, entrava todinho na sua boca e recebia os afagos da sua língua.
nossa!... ser mamada daquele jeito, era uma sensação tão estonteante, que até me fez perder o recato... absurdamente, senti também o desejo de mamar... minha boca salivava e sem querer, eu me revelava engolindo seco. percebendo a minha fraqueza, carinhosamente ele segurou a minha
cabeça, com as duas mãos e sutilmente, me fez abaixar, até que ajoelhei e fiquei de cara com aquele tremendo pinto duro. nooossa!!!... eu já nem raciocinava direito, instintivamente entreabri meus lábios, então... o padrinho só deu uma puxadinha na minha cabeça e... pronto... um estranho gosto de pinto quente, encheu a minha boca... quase me engasguei, mas logo me acostumei e... comecei a mamar, igual ele mamou nos meus peitinhos.
que loucura!... só a cabeça do pau, já me deixava de boca cheia... não dava pra chupar tudo, mas o que não cabia na boca... eu cuidava com as mãos. acho que era aquele estranho dever de servidão, que me fazia dar o melhor de mim, pro padrinho... parecia até que eu estava embriagada... porque cada vez mais, eu abocanhava mais e mais.
acho que o padrinho nunca tinha sido chupado, daquele jeito todo e enquanto eu fazia aquela loucura... ele continuava segurando e acariciando a minha cabeça, dando a entender que estava adorando, porém... num certo momento, percebi pelos seus gemidos, que ele já estava quase gozando, na minha boca. aquilo era uma coisa que eu não queria, não... fiquei meio que aflita, sem saber o que fazer, mas... felizmente, ele também não queria, não... e com todo o cuidado pra não gozar, tirou o pau da minha boca e me fez mudar de posição.
com ele por trás de mim, tive que ajoelhar no carpete e fiquei debruçada no assento do sofá... daquele jeito, com a blusa toda aberta... senti a sua pegada bem nos meus peitinhos... pronto... lá estava eu de novo, agarrada por trás... pronta pra... dar outra vez. logo pensei no meu cuzinho, todo machucado e já me apavorei... não ia dar pra agüentar, então... comecei a choramingar, implorando...
- não, não... padrinho!... hoje ta muito dodói... outro dia eu volto e deixo, ta bom?...
minhas súplicas de nada adiantavam... sem me dar ouvidos, ele levantou minha saia, até pra cima da cintura... suas mãos correram pelo meu corpo seminu, pegaram no elástico da minha calcinha e pouco a pouco, fui sentindo minha bunda ficar de fora, enquanto ele me cochichava...
- filhinha!... fica sossegada, fica... eu só vou dar um... beijinho, pra... sarar o dodói, viu?...
- agora... deixa-me, baixar sua calcinha... assiiimm... sssss!... ss... assiiimm... sssss!... ss...
- nooossa!!!... sssss!... ss... que coisa mais... linda do padrinho, sabia?... sssss!... ss...
naquele instante, eu já não consegui dizer mais nada, mas... aquele meu silêncio, era como se eu dissesse... -tá booomm... padrinho!... eu deeeiixo... eu deixo, siiimm... viiiuu?...
também, né!... naquele ponto, eu já não tinha mais volta... só me restava mesmo, ficar bem quietinha e esperar pra ver, o que mais ele queria fazer. desconcertada e encabulada, fiquei só sentindo a sua passada de mão, na minha bunda, até que de repente... ele escancarou o meio das minhas nádegas e no mesmo instante... abismada, eu senti a sua língua, profanando a minha virginal bucetinha. nooossa!... dava até pra sentir, a sua cara enfiada no meu rego... minha vergonha foi tanta, que até escondi o meu rosto, enfiando a cara no almofadão do sofá.
sua língua continuava na minha bucetinha... vez ou outra, insinuava-se também no meu cuzinho e notei que ficava empurrando saliva, pra dentro dele, deixando-o cada vez mais encharcado. eu achava que aquilo era só pra curar o meu dodói, mas o meu cuzinho estava tão dolorido, que nem adiantava nada. por outro lado, apesar do dodói... até que eu já estava gostando, daquela língua safada, que fazia a minha bucetinha ficar babando, cada vez mais. eu acabei ficando tão inebriada, que já nem me dava conta de mais nada... só sei que de repente... já senti a cabeça do pau, bem na entrada da vagina. nossa!... eu já estava pra ser arrombada e mesmo assim... nem reagia mais. o sacana já tinha me preparado de um tal jeito, que na verdade mesmo... eu já estava até, quase pedindo... pra ele enfiar o pau.
meu sonho de casar virgem, literalmente estava indo pro cacete... só a cabeça já tinha entrado, mas... pouco a pouco, senti o cacete me rasgando toda, pra entrar, até que... foi tudo... meu cabacinho nem teve chance... foi direto, pro cacete. um misto de dor e espanto, tomou conta de mim... aquele tremendo pinto duro, já estava todinho na minha vagina. nooossa!... eu já não era mais moça... o padrinho tinha me feito... mulher!!!...
estupefata com tudo aquilo... fiquei gemendo bem baixinho, enquanto ele se acomodava mais ainda, então... senti o peso do seu corpo, me cobrindo toda e com as mãos segurando nos meus peitinhos, lentamente ele começou a me foder. seu pinto grosso e comprido, terminava de me arrombar toda, enquanto a chapeleta molestava no meu útero... sua barba por fazer, vez ou outra arranhava no meu rosto e me deixava à pele em fogo... eu me sentia tão maltratada com tudo aquilo, que até perdi o tesão e só fiquei torcendo pra ele acabar logo. enquanto eu esperava ele gozar, fiquei pensando nas conseqüências, se ele gozasse na minha bucetinha, sem camisinha, mas... o padrinho sabia das coisas e depois de me foder bastante na bucetinha, me soltou esse cochicho...
- filhinha!... sua buceta é muito gostosa, mas... eu não vou gozar nela, não... viu?...
naquele momento me senti aliviada, enquanto cheio de cuidados, ele tirava o pau da minha bucetinha, já toda arrombada, mas... o meu alivio não durou nada, não... apavorada, logo entendi que o que ele queria mesmo, era gozar no meu cuzinho, todo machucado. nossa!... desesperada eu supliquei... – nãããoo, nãããoo... padrinho! por favor... nãããoo!!!...
mas, ele não me ouvia, não... e quando a cabeça do pau começou a entrar, num último esforço ainda tentei sair fora, me arrastando sobre o sofá, mas... um dos almofadões, acabou embolando por baixo do meu quadril e eu fiquei toda enroscada. pra piorar ainda mais, minha bunda ficou toda empinada e sem querer... acabei ficando do jeito que ele queria. foi uma festa, pra ele e antes que eu tentasse me safar de novo, ele enfiou os braços por baixo do meu peito, enganchou as mãos nos meus ombros e me deixou sem escapatória.
daquele jeito, fiquei completamente dominada e com todo o seu peso em cima de mim, o pau entrou de uma vez só no meu pobre cuzinho, já todo estropiado. senti meus olhos arregalarem e feito uma louca, deixei escapar lá do fundo da minha garganta, um urro desesperado... quase desmaiei de dor, também... pudera, o padrinho foi um cavalo... fez entrar até no saco, sem dó.
chorei desesperada e me debati toda tentando me libertar, mas... aquilo só fazia o pau rodopiar intensamente, dentro de mim. sem querer, eu estava fazendo do jeito que o padrinho gostava e ainda tive que escutar ele me cochichar, alguns absurdos...
- iisssssuu!!!... maria aliiissci... sssss!... ss... mexe bastante, mexe... sssss!... ss...
- com toda essa bunda... sssss!... ss... é disso que você precisa, sabia?... sssss!... ss...
- padrinho é pra isso mesmo, viu?... sssss!... aahhh!... sssss!... aahhh!... sssss!... aahhh!...
nossa! custava-me crer que aquele era o meu padrinho, por fim... eu já estava tão exausta, que acabei ficando prostrada, então... enquanto eu continuava choramingando... tranqüilamente ele ficou fodendo no meu pobre cuzinho, com aquele puta pau de cavalo.
sem se importar com o meu choro, na maior tranqüilidade ele continuou me fodendo, até que finalmente... virou minha cabeça de jeito, sufocou meu choro num puta beijo de língua e me apertando mais forte ainda, contra o cacete... começou a gozar que nem louco. uma explosão de porra me inundou por dentro... aquilo me ardeu no cuzinho e esquentou que nem brasa, nem sei como agüentei tudo aquilo. foi um alívio... quando ele tirou o pau e saiu de cima de mim, mas eu estava me sentindo tão acabada, que mal conseguia me mexer.
quando ele me viu deitada, ali no sofá, de bunda empinada e daquele jeito todo... com a blusa toda aberta, com a saia erguida pra cima da cintura e a calcinha arriada pra baixo dos joelhos... toda largada e toda fodida... acho que pra tentar me reanimar, o filho da puta me exibiu aquele puta pau, ainda meio duro e todo lambuzado, pra me dizer...
- maria alice, minha putinha... olha só o tamanho... tudo isso você já agüenta no cu e na buceta... daqui pra frente, nem vai doer mais, viu?... sua safadinha!...
arrrghh!!!... que raiva!... que ódio que me deu. quando ele me falou aquilo, mais que depressa eu me levantei e corri pro banheiro... sentei na privada e senti aquela porra toda que eu tinha levado, escorrendo pra fora. quando me limpei, senti que o meu cuzinho estava todo inchado e devia estar bem machucado, porque ardia pra caralho. chorei de raiva.
saí do banheiro ainda com cara de choro, com as pernas bambas e toda quebrada, e de tão revoltada que eu estava, fui embora sem nem olhar pra ele. já na rua, encontrei minha amiga bia saindo do parquinho, toda desconjuntada e logo vi que ela também estava péssima... pela sua cara de choro e pelo seu jeito de andar, logo entendi... com certeza, ela também estava com o cuzinho daquele jeito... ardendo pra caralho. nós nos entendíamos tão bem, que nem era preciso dizer nada, simplesmente nos abraçamos e nos derramamos em lágrimas... era como se fosse... o dia da nossa coroação...
a gente logo entendeu, que tinha acabado de levar... o cetro de miss bumbum.
jairo escreveu:
Adoraria ter uma afilhada putinha igual a voce, e tua amiga então ehhhhhhhhhhhhh,d++++++++++
rafaela escreveu:
Adoro este conto, que delicia de conto ,queria ser ela rs,fico pensando se isso é de mentira?!?
roberto escreveu:
Adoraria ter uma afilhada desse jeito. você que ser então mande um email rc.cd@hotmail.com
safadinha escreveu:
adoraria ter um padrinho assim pra ele mim fuder desse jeito adoro esse conto parabens
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