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Enviado em 26/11/2009
Primeiro vou contar para vocês como tudo começou. na minha infância morávamos meus pais, eu e minha irmã em brasília anos 60 era normal brincar meninos e meninas tudo junto e as brincadeiras aconteciam em nosso apartamento já que meus pais eram funcionários públicos e ficava apenas a empregada para tomar conta de nós, eu na época com 12 anos e minha irmã com 15 anos. a nossa turma era u luís, 14 anos. sua irmã bete com 11. a cacilda com 13 anos o beto com 12.
todos os dias de tarde brincavam-mos de policia e ladrão, rei e rainha, médico e enfermeira, etc... sempre formando casais, eu e a cacilda, o beto com a bete e o luís com minha irmã. um dia minha irmã sendo a mais velha disse que iríamos brincar de índio e cada casal teria que montar a sua barraca. aceitamos e na hora de começar a brincadeira ela mandou que todos ficassem nus iguais aos índios e mandou que os homens fossem para o outro quarto tirar a roupa e quando elas tivessem prontas chamava-nos. fomos para o quarto e começamos a se pelar. minha pica era a menor de todos os meninos deveria medir uns 10 cm. o luís era maior uns 14 cm e quando o beto tirou o calção para espanto nosso, parecia uma baqueta de tocar surdo de escola de samba. grande, grosso e com um cabeção deveria ao todo medir uns 18 cm ainda mole.
minha irmã nos chamou e quando entramos estava a cacilda e a bete apenas de calcinha a única nua era minha irmã que na plenitude de seus 15 anos era um corpo de mulher. o seu peitinho parecia duas peras, o seu bumbum arrebitado, saliente que mais parecia o pão de açúcar e olha que eu nunca tinha reparado, e a sua bucetinha bem rosada com aquele monte de pelos não precisa dizer que deixou os meninos de boca aberta e de pau duro. o beto apesar de novo era o mais esperto foi para o lado da minha irmã dizendo que ela seria a mulher do cacique pau grande e abraçou-a por trás colocando o seu pau em sua bundinha fazendo a minha irmã soluçar. acho que as meninas sentiram que a coisa ia ficar preta, foram embora não querendo mais brincar.
ficaram apenas nós os homens e minha irmã, nua, na frente de nós. sem eu perceber o beto fez um sinal para o luís ir embora e ele também foi.
– cacique pau grande está cansando da guerra e vai deitar com índia bundinha saliente e índio vai para outro acampamento... falou o luis e apontou a direção do outro quarto para que fosse para lá e eu fui. ele veio fechou a porta. só que naquela época a fechadura tinha um buraco grande e como o acampamento estava no meio do quarto eu tinha uma visão privilegiada do que acontecia lá dentro.
- vêem minha índia pega na lança do teu cacique... e o luis pegou a mão da minha irmã e obrigou-a a bater uma punheta e o pau dele começou a crescer e ela ficou apavorada com que via. – nossa que lança grande e comprida e na ponta parece uma bola de tênis ela dizia e aumentava o movimento com a mão fazendo o luis gemer sem sentir dor. – coloca a lança na boquinha, pedia ele para minha irmã que não se fez de rogada e tentou colocar na boquinha só qeu não entrava de tão grande estava o pau dele.
ele levantou e virou ela de bruços e colocando saliva na cabeçorra da sua pica tentou comer o seu cuzinho. – aí ta doendo. não vai entrar. nem deu na minha boca imagina no meu cuzinho, disse ela. – então fou comer a sua bucetinha. – a bucetinha não, sou virgem e só vou dar quando casar (que besteira era antigamente que a mulher tinha que casar virgem, pois era pecado). vendo que não tinha outra escolha beto pediu para ela voltar a bater uma punheta que ele iria gozar em cima dela. até hoje não sai da minha lembrança à quantidade de porra que saiu da pica do beto. ela também ficou impressionada.
várias brincadeiras de índio se repetiram, era a única que o beto gostava, claro estava doido para comer a bucetinha e o cuzinho da minha irmã. o detalhe é que só ficava na punheta. ah! teve um dia que ele pediu para gozar na boca dela e conseguiu só que fez ela engasgar e passar quase duas horas tossindo, parecendo que ficou entalada a porra em sua garganta.
os anos se passaram e minha irmã se casou teve filhos, mas continuou a morar em nossa casa. e sempre quando o beto passava no apartamento me chamar para sair-mos, minha irmã sempre arruma um jeito de provocá-lo. um dia nós estávamos saindo para ir a um ensaio de samba do bloco do pé grande e não tinha ninguém em casa, só nós, eu tinha ido ao banheiro e vi-a murmurar para ele o que achava do biquíni que tinha comprado (naquela época a moda era a asa delta que deixava os homens enlouquecidos). olhei pela janela do banheiro e não precisa dizer como o beto ficou. a bermuda que ele usava ficou parecia uma barraca dessas usada pelo exército. – nossa a lança do cacique pareceu que aumentou o tamanho, disse ela. ele então baixou a bermuda e mostrou para ela a sua pica enorme (ele já com seus 19 anos com uma ferramenta agora com 25 cm) e levou um justo. – nossa como ficou ainda maior. será que agüento isso, exclamou. o beto foi em direção a ela agarrou ela pro trás e colocou a sua ferramenta bem no meio da suas coxas e colocou a sua mão na sua bucetinha fazendo ela delirar. nisso sai do banheiro e fiz barulho para eles verem que eu estava vindo e parar com aquilo, afinal, ela já estava casada e meu cunhado poderia chegar a qualquer momento.
mais como diz o velho ditado, água mole em pedra dura tanto bate até que fura. e o beto conseguiu o que tanto queria e eu acho que minha irmã também, sentir toda a picona do beto dentro dela e me sinto culpado, pois fui eu que planejei esse dia. mais aí é outra história se vc quer saber como foi é só votar que na próxima eu conto..
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