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Enviado em 17/07/2010
Sou professora, casada, 37 anos, o que vou narrar aconteceu a cinco anos. Era final de ano e não tinha alunos na escola, normalmente os professores ficam conversando na sala de professores, outros vão à biblioteca, outros ficam em sala terminando ou fazendo algum trabalho. Sai para andar pela escola por que estava cansada de ficar sentada na sala de professores, ao passar em frente uma sala de aula, encontrei com um professor que estava lendo um livro, entrei e começamos a conversar. Ele é um homem gordinho, mas possui o que eu mais admiro numa pessoa: a inteligência. Assunto vai, assunto vem, não sei dizer como, começamos a falar sobre sexo, a conversa já estava bem apimentada quando perguntei para ele sobre sexo anal. Ele disse que sexo é uma coisa que não possui regras, as pessoas devem fazer aquilo que ambos gostem. Perguntei se ele já tinha feito sexo anal com a esposa dele, ele disse que sim, mas que ela não gostava, então não tinham esta prática. Disse para ele que lá em casa a coisa era diferente, meu marido não aprovava o sexo anal e dizia que era coisa de prostituta, toda a vez que falamos no assunto, acabamos brigando e eu chamada de nojenta. Ele disse se eu já tinha feito sexo anal, respondi que não e ele quis saber se eu tinha vontade. Um tanto envergonhada disse que sim, mas que meu marido não topava. Insistiu em saber se este desejo ainda era latente em mim, resolvi abrir meu coração para ele, disse que por várias vezes havia assistido vídeos na internet, que ficava super excitada, mas que meu marido não queria. Então ele propôs matar a minha vontade, disse que seria traição. Ele disse que não seria traição uma vez que o meu marido não queria meu ânus, apenas minha vagina, então o meu ânus não pertencia a meu marido e eu não estaria traindo ele. Achei que seu argumento fazia sentido, mas alertei que eu tinha medo da dor, pois já tinha tentado introduzir uma escova de cabelo no meu ânus e tinha sentido muita dor. Ele me disse que o sexo anal requer um preparo antes de sua consumação. Orientou-me a tomar um banho antes de vir à escola e, se possível, colocar saia ou vestido, que ele iria me preparar e que seria apenas para matar a minha curiosidade, que seria uma coisa que ficaria apenas entre nós dois. Um tanto quanto envergonhada aceitei, mas minha vontade era maior que a vergonha.
No dia seguinte tomei um banho bem gostoso, passei óleo no meu corpo para deixar bem cheiroso, minha vontade de dar minha bunda era maior que minha vergonha, em alguns momentos eu pensei em desistir, mas estava muito ansiosa. Coloquei um vestido e fui para a escola na maior expectativa. Ele pegou a chave da sala de vídeo, que era a mais discreta da escola, me deu um toque que estaria lá. Esperei um pouco para ninguém perceber nossa manobra. A porta estava fechada, entrei e passei a chave, estava tremendo por dentro, mas não via a hora de dar minha bunda. Ele tinha preparado o ambiente para me receber, colocou a cadeira um pouco antes da mesa. Mandou eu ficar entre suas pernas, disse para eu fechar os olhos e curtir o carinho que ele faria com suas mãos. Fechei e senti suas mãos acariciarem meu corpo, costas, bunda, barriga, seios, bem lentamente, eu estava tremendo por dentro e por fora, ela gentilmente retirou minha calcinha e colocou sobre a mesa, começou a alisar minhas costas e minha bunda e passar suavemente seu dedo no meu cu, eu estava cada vez mais louca de tesão. Ele pediu para eu tirar o vestido e o sutiã e retornar a posição que eu estava. Então começou a lamber minhas costa e acariciar minha bunda. Percebi quando ele lambeu seu dedo e colocou na porta do meu cu, forçou a entrada carinhosamente, mas não introduziu, colocou sua boca no meu cuzinho e empurrou minhas costas para frente, arrebitei minha bunda, enquanto sentia aquela língua quente explorar meu cu, com as mãos ele abriu minha bunda e foi introduzindo sua língua no meu cu, senti como se uma onda gelada subisse pelo meu corpo, pude sentir seu queixo roçar meu cu. Arrebitei ainda mais minha bunda e empurrei contra aquela boca. Ele lambia com prazer e eu me derretia de tanto tesão. Ele afastou sua boca e começou a empurrar seu dedo no meu cu, quando senti entrar a ponta do dedo, veio a imagem do meu marido dizendo que sexo anal era coisa nojenta e para puta, então eu disse: Não! E tentei tirar meu cu daquele dedo, sua mão forçou a minha barriga e ele me disse: Não se mova este cu é meu, seu marido não o quer, mas eu quero. Encostou seu rosto na minhas costas e com sua mão empurrou minha barriga, com a outra mão foi introduzindo todo seu dedo no meu cu. Diante daquele tesão, esqueci meu marido e procurei arrebitar mais ainda minha bunda. Primeiro ele enterrou todo seu dedo no meu cu, até o fundo, depois começou um vai e vem suave, relaxei e curti aquele dedo. Percebi que ele tirou seu dedo, abriu sua valise, retirou um lubrificante e azeitou meu cu e seus dois dedos. Enquanto empurrava meu corpo para frente de novo, disse: prepare-se para gemer de prazer, quero ver este cuzinho te dar muito prazer. Introduziu carinhosamente o dedo indicador até o fundo, fez um vai e vem, retirou e forçou a entrada do dedo indicador e do dedo médio. Tentei resistir, mas ele disse: relaxa, deixe meu cuzinho sentir o carinho que eu faço. Relaxei e debrucei sobre a mesa que estava em minha frente, ouvi ele dizer: isso, assim que eu gosto, quando um cu me deseja. Foi introduzindo os dois dedos até o final, então iniciou um movimento de vai e vem. Delirei naqueles dedos, a sensação que eu senti era melhor do que havia imaginado, deixei que ele curtisse meu cu a vontade, não resisti mais e soltei meu corpo sobre a mesa. Ele se deliciou por um longo tempo. Perguntei se ele iria comer meu cu, ele disse que ainda não era a hora, que ele queria preparar o cuzinho que ele havia tomado posse para um transa muito especial. Perguntei se El queria que eu o masturbasse ou fizesse sexo oral nele. Ele respondeu que estava reservando aquela porra para o meu cuzinho. Disse para que eu viesse da mesma maneira no dia seguinte. Eu estava num misto de tesão e prazer, mas queria mais, estava ansiosa para dar meu cu, mas resolvi ter um pouco de paciência.
No dia seguinte foi o mesmo ritual, ao entrar na sala de vídeo percebi uma toalha higiênica sobre a mesa. Repetimos o dia anterior, eu sabia que era o dia em que finalmente eu iria dar meu cu. Quando ele retirou os dois dedos do meu cu e começou a desabotoar a calça, senti uma sensação diferente percorrer todo o meu corpo, ele passou bastante lubrificante no meu cu e no pau dele. Debrucei sobre a mesa, senti seu dedo fazer movimentos circulares no meu cu, como se quisesse alargá-lo um pouco. Quando senti aquela cabeça na porta do meu cu, pedindo para entrar, retesei meu corpo e ele disse: relaxa. Quando seu pau começou a entrar no meu cu, novamente a repressão imposta por meu marido ao sexo anal veio a tona e eu tentei resistir, mas ele segurou o meu corpo e se inclinou sobre mim, ouvi aquela voz máscula dizer: nunca se esqueça que este cu é meu, ninguém pode censurar o que eu faço com este cu, seu marido nunca irá saber do nosso segredo e nunca vai provar este cu maravilhoso. Respondi: então come ele com muito amor. Senti aquele pau invadir meu cu, relaxei bem o corpo e fui curtindo a entrada daquele pinto, centímetro após centímetro, até que as coxas dele se encostaram na minha bunda, ameacei rebolar, ele disse: calma, vá devagar. Então, rebolei lentamente, fiz um movimento de vai e vem para sentir aquele pinto no meu cu. Ele me deixou brincar e sentir todo o prazer que há muito sonhava. Pedi que ele tivesse calma e não gozasse rápido, eu queria curtir o meu momento. Abri-me toda, deixei ele se deliciar no meu e eu me deliciei no seu pau. Pouco a pouco os movimentos foram ficando mais rápidos, mais rápidos, senti aquela porra quente invadir meu cu enquanto ele balbuciava: toma meu cuzinho, tudo isso é para você, tudo. Senti mais tesão ainda e pedi para ele deixar o pau amolecer dentro do meu cu. Inesquecível, meu cu foi comido com muito carinho e muita paixão. A partir daquele dia, ele disse que toda a vez que meu cu sentisse saudade dele, eu deveria vir de vestido trabalhar. Nas segundas a tarde havia reunião de professores na escola que não tinha muita atividade, então montamos um projeto juntos como desculpa e toda a segunda, eu dava meu cu. Três anos depois, ele foi transferido para outra escola, meu cu sente saudade dele, mas basta um telefonema e ele vem correndo cumprir a promessa que fez de que enquanto vivesse aquele cu seria dele. Nunca mais perturbei meu marido me humilhando e pedindo para ele comer meu cu, agora meu cu tem um dono que cuida bem dele, é só começar a piscar que aquela pica vem saciar seus desejos.
luis palmero escreveu:
que delicia, tombem adoro comer um cuzinho,queria te conhecer um dia delicia...
Lucas escreveu:
que tesão de conto, vc não quer compartilhar esse cú comigo, lucskaywalker@gmail.com
M.Ribeiro escreveu:
Conto excelente ! gosto de sexo anal, mais tenho medo da dor, já tentei duas vezes, só que doeu demais .. Espero um dia encontrar alguém pra fazer anal comigo do jeito que fez com você
fernando escreveu:
gostei muito do conto, queria ter o prazer de comer seu cuzinho
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