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Enviado em 26/07/2011
Bem, me chamo Marcelo e hoje tenho 30 anos. O que vou relatar aconteceu quando estava com 13 anos. Sempre soube que curtia homens, desde criança fazia troca-troca com amigos da escola, sempre mais velhos que eu. Aos 11 anos, brincando na casa de um desses amigos, o pai dele chegou bêbado e ele deu a idéia de nós "brincarmos", disse que o pai sempre brincava com ele quando bebia. Foi a primeira vez que tive contato com incesto. O pai do meu amigo estava bastante alterado pelo álcool e sem resistência alguma entrou na nossa brincadeira e acabou fudendo o meu amigo na minha frente, eu participei chupando seu pau. Ele disse que eu ainda era muito novinho pra ser fudido. Mas essa história eu contarei em outro momento. O que vou relatar aqui foi a minha primeira foda com meu padrinho, Manoel. Na época, ele tinha 45 anos, e eu 13. Ele é um negão, do tipo parrudo, largo, coxas grossas. Ele é meio irmão do meu pai, mas não parece em nada fisicamente coma nossa família. Eu na tinha 1,70m, muito branco, meio gordinho, com a bunda empinada, e coxas grossas. Não via meu padrinho desde que eu tinha 5 anos de idade, pois ele morava no interior e eu e minha família na capital. Então, para mim, era um completo desconhecido. Nos reaproximamos quando ele se divorciou da sua mulher, e ela mudou de cidade com os filhos. Com isso, ele resolveu se aproximar mais da família, vindo para a capital passar duas semanas, meu pai não permitiu que ele ficasse em hotel, e arrumou a nossa casa para que ele ficasse com a gente. O “premiado” para ficar no com ele no quarto fui eu, já que era meu padrinho. Não gostei nenhum pouco da história, pois não o conhecia. Isso foi próximo das férias de Julho, ele ficou duas semanas em casa, e desde o momento da chegada dele, senti um tesão enorme por ele. Fiquei pasmo com aquele cara grande, massudo, negro. No primeiro dia que ele foi dormir no meu quarto, ficou só de samba-canção e eu pude ver parte do pau e do saco, enormes, escapando pelas pernas largas da cueca. Ele, homem bastante vivido, percebeu minha forma de olhar e o que me surpreendeu é que não se mostrou contrariado com isso, ao contrário, pareceu gostar desde o início. Ele me tratava igual como tratava meus irmãos, mas quando ficava sozinho comigo, demonstrava mais carinho, me abraçava a todo momento, e várias vezes me puxou para sentar em seu colo. O que eu fazia com satisfação, pois sentia que aquilo era uma brecha para eu realizar meu desejo sexual com ele. Essa tensão entre nós durou as duas semanas em que ele esteve na nossa casa. Infelizmente estavam todos de férias e não tivemos muitas oportunidades de ficar sozinhos. Quando meu padrinho resolveu foi embora, eu fiquei muito triste, pois achei que havia perdido a chance de transar com ele. Mas fiquei confuso pois pensei que ele tomaria alguma atitude, mas nada. Até que a minha mãe teve a brilhante idéia de falar com ele para que eu passasse parte das férias com ele no interior. Ela ligou pra ele, dois dias depois que ele havia ido embora, e aceitou de imediato. Quando cheguei na rodoviária ele já estava lá me esperando, fomos conversando ao longo do caminho, e ele disse que queria ter me convidado para vir para o sítio dele, mas achou que meu pai não permitiria. Chegamos, eram 9h da manhã, meu padrinho pediu desculpas e disse que teria que me deixar somente aquela manhã sozinho, pois precisava concluir algumas tarefas no sítio. Como não fiz uma cara muito feliz, ele perguntou se eu me importava de ir com ele, e é claro que eu disse que não. Fomos para o campo, onde ele estava consertando as cercas de arame. Ele estava vestindo short e camiseta, chegamos, eu fiquei sentado em um toco de árvore e ele ficou mexendo na cerca. Não conseguia parar de olhar para o volume no short, ele percebeu e ficou com um sorriso cínico no rosto. Para o meu desespero, ele tirou a camiseta, e eu fiquei vendo aquele corpo negro, todo suado, com um pouco de pelo nos peitos e barriga, os mamilos escuros. Meu pau estava latejando, me distraí e comecei a amassar por cima da bermuda. Ele ficou olhando aquilo e deu uma risada, só aí recobrei minha atenção, mas fiquei muito constrangido. Ele disse para eu ficar tranqüilo. Olhou para os lados, se certificou que não tinha ninguém por perto e olhando nos meus olhos perguntou o que eu tinha vontade de fazer com ele. Eu fiquei muito nervoso com aquilo, e não consegui responder. Ele me mandou fechar os olhos e quando menos esperei, senti uma abocanhada no meu pescoço, com mordiscadas e lambidas. Me arrepiei todo, meu corpo estremeceu. Ele me apertou bem forte e disse que há muito tempo não ficava com um homem, e que também nunca tinha ficado com um tão novinho. Foi me lambendo e falando que desde que casou, e ficou 10 anos casado, não teve mais coragem de se envolver com nenhum homem, principalmente porque mudou para um vilarejo onde todo mundo se conhece. Mas falou também que desde o dia em que me viu olhando para o pau dele, sentiu muito tesão em mim. Eu nessa hora perdi todo o pudor, me atraquei no pescoço dele e comecei a lamber. Ele me falou que precisávamos sair dali, então seguimos para o depósito de ferramentas e lá ele me colocou em cima de uns bancos velhos de caminhão e tirou toda minha roupa. Ele se deliciou com a minha pele tão branca, e ficou me dando mordidas no corpo todo, o que estava me levando ao êxtase. Ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cu, enfiava a língua bem fundo e mordia toda a minha bunda. Eu fiquei louco. Ele foi tirando a roupa e quando vi a pica dele dura me surpreendi, tinha 22 cm, preta, cheia de veias saltadas e um cabeção roxeado. Ele disse pra mim que ia lavar o pau, porque estava muito suado. Na hora eu segurei a mão dele e disse que eu queria limpá-la. Comecei uma mamada frenética nele, que não resistiu e sentou no banco se arreganhando todo. O saco do meu padrinho não cabia na minha mão e estava com um cheiro forte de homem, suado. Ele pediu pra eu parar de mamar, pois ia gozar. Ficou me olhando, me puxou, sentei de frente no colo dele, ele me apertou bastante e começamos a nos beijar. Ficamos bastante tempo assim, ele me chupava língua e me lambia no pescoço, chupava meu peito e orelha. Minha pele se arrepiava toda. Ele me tirou do colo, foi na parte de trás do depósito e veio com um espelho velho, grande e posicionou na nossa frente. Disse que queria ver quando estivesse me fudendo. Eu em nenhum momento demonstrei resistência, ele perguntou se eu agüentava. Disse pra ele fazer de um jeito que não machucasse. Ele começou a me chupar o cu de novo, e enfiava a língua e um dedo, e ficou fazendo isso por bastante tempo. Eu não tinha mais força, estava completamente entregue. Ele percebendo isso, passou saliva no meu cu, levantou minhas pernas e foi metendo a pica. Eu estava tão relaxado que não sentia doer. Ele foi enfiando devagar, e parava, deitava em cima de mim e começava a me lamber. Quando percebi, tinha recebido aquela tora preta toda no meu cu, e estava delicioso. Quando ele viu que eu agüentava toda, me colocou de quatro, enfiou novamente e começou a me bombar. Ficamos olhando pelo espelho. Era muito excitante me ver, tão branquinho, recebendo aquela tora negra no cu, aquele corpo enorme, suado me pressionando. Ele perguntou se eu me importava que ele demorasse a gozar, eu disse que não. Ele ficou por quase uma hora me bombando, até que anunciou que ia gozar. Eu gozei junto com ele. Na mesma hora ele deitou sobre mim. Acabamos dormindo assim, eu com aquela pica toda enfiada no cu. Acordamos e fomos pra casa, tomamos banho, jantamos e na hora de dormir ele me pegou pela mão e me levou p cama dele. Passei os 15 dias de férias fudendo com meu padrinho. Depois disso, ele mudou pra capital, onde eu morava com a minha família e eu passamos a namorar escondido. Isso aconteceu por 10 anos. Aos 23 precisei me mudar pra fazer pós graduação e acabei ficando 6 anos fora. No primeiro ano ele me visitava direto, mas depois foi esfriando. Ano passado quando retornei, no mesmo dia em que cheguei, fui parar na cama dele. A foda entre nós foi espetacular, ele apesar de ter envelhecido, continua gostoso como nunca. Estamos felizes juntos, vivendo nosso amor clandestino.
rady escreveu:
odorei seu conto eu gostaria de ter um tio e dindo assim e negao, mas tudo bem pode ser branquinho tambem adoro um dotado assim quem tiver afim sou passivo louco a espera por dotado a fim de um romance secreto e so adicionar radymkm@hotmail.com abraço a todos
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