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Meu dentista preferido...

  • Autor: ANGEL SANTINE

    Enviado em 09/07/2010

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Oi!... Meu apelido é Lia, e estes fatos aconteceram quando eu era mais nova. Meu avô Fernando (56 anos) era um conceituado dentista em nossa cidade e cuidava dos dentes de todos os parentes sem cobrar um tostão; e era, apesar da idade, um homem forte e muito simpático. Na primeira vez que reclamei que estava sentindo uma dorzinha chata num dos meus dentes, minha mãe logo mandou ligar pro meu avô... Como ele tinha uma agenda muito cheia, marcou para que eu fosse depois das 18:00 horas; quando ele encerrava o expediente no consultório. Tive que esperar mais de meia hora para ele terminar de atender o último cliente... Ele dispensou a secretária e mandou-me entrar e deitar na cadeira. Muito inocente ainda, fui com uma minissaia e quanto deitei senti que a ponta da calcinha aparecendo... Ele pediu pra abrir a boca e enquanto ele me examinava eu ficava puxando a saia pra baixo. Ele disse que teria que fazer um tratamento de limpeza, já que estava começando a acumular tártaro; levei um baita esporro por não estar me cuidando direito... Quando ele ligou o motorzinho até esqueci da calcinha de tão apavorada: - Vai doer vô! Vai doer!... Ele desligou e me deu uma nova bronca: - Uma moça bonita desse jeito com medo? Eu sei o que estou fazendo; prometo que não vai doer!... Era ele tentar e eu segurar sua mão. Ele desligou, passou uma espécie de pomada nas gengivas dizendo que era pra tirar a sensibilidade de dor e enquanto ficou esperando fazer o efeito, apoiou sua mão sobre a minha coxa e olhando comentou: - Você está com as pernas lindas Lia!... Tentei cobrir a calcinha e ele tirando a minha mão: - Com vergonha do vovô?... Desisti de cobrir e ele alisando minha coxa: - Como você é lisinha!... E colocando a mão na minha calcinha: - Não teve nem ter cabelo aqui ainda!... Senti seu dedo justamente sobre minha xoxota e sem nenhuma explicação; estava gostando: - Só um pouquinho vô!... : - Você deixa o vovô ver?... Nunca tinha feito nenhum tipo de safadeza ainda: - Deixo vô!... Ele abaixou minha calcinha até o meio das minhas coxas e passando a mão sobre meus ralos pentelhos: - Você está ficando uma mocinha muito linda!... E passou o dedo bem no meio da minha xoxota me fazendo ter o meu primeiro prazer relacionado a sexo. Voltou a calcinha pro lugar e com muito custo iniciou o tratamento passando aquele maldito motorzinho... Pediu pra que eu voltasse dois dias depois no mesmo horário. No dia, retornei; e tendo gostado de ter-me passado a mão, fui com uma outra minissaia e uma blusinha fina (sem sultiã). Deitei já fazendo questão que minha calcinha aparecesse e assim que terminou o tratamento já foi passando a mão nas minhas pernas: - Você quer que o vovô faça aquilo de novo?... : - Quero!... Ele foi tirando minha calcinha: - Só que você não vai poder contar pra ninguém!... : - Pode deixar vô! Prometo que não conto!... Foi desabotoando minha blusa: - Que maravilha de peitinhos!... Começou a chupar meus peitinhos e passar o dedo na minha xoxota. Levei um baita susto quando ele começou a passar a língua na minha bucetinha... Mas logo fui gostando e aprendendo a gemer: - Ohhhh vô! Como é gostoso! Ahhhhh! Ahhhh! Mais vô! Maaaaaiiiissss!... Meu corpo começou a vibrar descontroladamente e pude sentir a coisa mais gostosa do mundo; o meu primeiro e maravilhoso orgasmo. Quando ele abriu a calça e sacou aquele enorme pinto duro, fiquei de boca aberta; não imaginava que fosse tão grande e grosso... Segurando minha cabeça e aproximando seu pau: - Quero que você abra bem a boca!... Já imaginando o que ele ia fazer, abri o máximo que pude e foi enfiando aquela trolha me fazendo engasgar um pouco: - Calma Lia! Calma e relaxa que não vai doer nem um pouquinho!... Fechei a boca em torno da metade daquele enorme cacete e ele segurando minha cabeça começou a fazer um movimento bem lento de vai-e-vem: - Caramba! Que boquinha gostosa! Issso menina; aperta bem a boquinha, aperta!... Ele deixou só a ponta enfiada na minha boca e começou a soltar seu líquido: - Isso é muito bom pra ajudar a clarear seus dentes!... Depois de soltar uma boa quantidade me mandou fazer um bocejo e cuspir no recipiente. Mesmo depois de terminar o tratamento, passei a ir duas vezes por semana no consultório... Vovô já me fazia ficar peladinha na cadeira pra chupar minha xoxota e depois me fazer chupar seu delicioso cacetão.  Um mês depois, ele passando aquela pomada no meu cuzinho, o deixou tão anestesiado que só fui sentir seu pau quando já estava todo enfiado no meu rabo...  Adorei ficar de quatro com ele segurando minhas ancas e movimentando seu pauzão dentro da minha bundinha até me inundar com sua porra. A piroca do meu avô passou a ser a minha paixão; além do consultório passei a ir mais constantemente em sua casa e até a dormir lá... Mas, com minha avó sempre por perto, era mais difícil pra ele comer a minha bundinha; tínhamos que esperar minha avó dormir pra ele ir ao quarto onde eu dormia. Mas foi novamente no consultório que ele resolveu meter na minha bucetinha... Passou aquela pomadinha anestésica nos meus lábios vaginais e ajeitou a cadeira de dentista na altura e na posição certa pra eu ficar deitada com as pernas levantadas e apoiadas nos braços da cadeira... Quando vi aproximando aquela imensa piroca da minha bucetinha: - Vai doer vô! Vai doer!... Enquanto ele me pedia pra ficar calma, passava a ponta do pinto na minha racha até deixá-la bem molhadinha. Ele parou o pinto bem no centro da minha racha e apoiando uma de suas mãos no meu ombro, com a outra empurrou seu pinto até com certa força... Só comecei a sentir quando ele já tinha enfiado mais da metade na minha bucetinha fazendo aquele grosso rolo arregaçar meu canal vaginal... Nem percebi meu cabaço ser rompido (estava anestesiado). Ele continuou empurrando e uivando como um animal: - Ohhhhhhh! Ohhhhh! Que bucetinha deliciosa! Ahhhhh! Ahhhhh! Hummmmm! Hummmm!... Seu pinto ficava indo e vindo dentro da minha xoxota num movimento cada vez mais rápido até que comecei a sentir aquela coisa gostosa percorrer todo meu corpo e terminar num delicioso e prolongado orgasmo... Depois de mais algumas socadas, vovô tirou sua rola de minha buceta pra despejar todo seu gozo sobre a minha barriga. Passei a ter uma necessidade incontrolável de ter meu avô comendo minha buceta que pelo menos uma vez na semana eu ia ao seu consultório... Eu e meu avô, já ficávamos pelados dentro do consultório na maior sacanagem; adorava quando ele me fazia sentar em cima do seu cacete e ficar pulando fazendo minha bucetinha deslizar sobre seu tronco duro igual a um ferro enquanto ele sugava meus peitinhos... Gozava e rapidamente ficava de quatro pra ele enfiar no meu cú e também gozar. Isso aconteceu até os meus 18 anos, quando meu avô revolveu se aposentar e ir morar com minha avó em um sítio bem afastado da cidade.

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