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Meu chefe me chantageou e me fodeu e eu gostei.

  • Autor: Cássia

    Enviado em 08/07/2010

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Às vezes a vida nos prega cada peça... Eu penso que nada acontece por acaso. Eu me chamo Angelina, tenho 25 anos e sou casada há cinco anos e tenho convicção plena do meu amor pelo meu marido. Por razões óbvias irei omitir nomes. No ano de 2005, assim que casamos, meu marido foi transferido pra outra cidade, quase que de supetão, eu então consegui por pura sorte a transferência de meu serviço pra mesma cidade. Tudo aconteceu rápido. Desde então surgiram às primeiras dificuldades. A cidade que fomos morar é muito longe e ficamos a mercê da sorte, quer dizer sem ajuda de parentes e com dificuldade de alugar uma casa por não termos fiadores. Estávamos morando em uma pensão, e as despesas só cresciam chegando a um ponto que alguma coisa deveria ser feita. Tudo teria que ser resolvido num prazo máximo e uma semana e então resolvi agir. Conversei com meu novo chefe, propondo a possibilidade de que ele fosse nosso fiador. Ele sorriu, e vi no sorriso algo diferente. Percebi que entrava numa ratoeira. Já num dava mais pra recuar. Ele foi direto ao ponto. ----------Conhece o ditado, uma mão lava a outra? ----------Como assim? Respondi. ----------Eu fio pra você, e você me dá um instante de felicidade que o seu marido tem. Corei, fiquei pasma. Não acreditava no que ouvia. Pior que o chão se abriu aos meus pés. De qualquer maneira eu estava fodida. ----------Eu jamais trairia meu marido. Eu o amo com todas as minhas forças. ----------Então fará o que eu preciso que faça. Sabe tenho meus desejos e alem do mais não é nada assim tão difícil. Não terá envolvimento afetivo. Vou te fazer uma proposta mais concreta. E expôs sua idéia. Eu poderia ficar vestida somente com um vestidinho leve e pretinho que ele mesmo me daria de presente. Poderia ficar de costas e no escuro. Ele faria o serviço por traz e depois de satisfeito iria embora e me deixaria em paz pra sempre. Poderia inclusive pagar metade de meu aluguel. Dando como abono no meu pagamento. ----------Você pensa e depois me dá a resposta. Eu estava desconsolada e só tinha pensamentos ruins. Fui pra casa e vi que a nossa situação estava no limite. Meu marido já pensava em se demitir do emprego e voltamos pra casa. Isso seria o nosso fim. Passei a noite pensando e optei pelo único caminho. Aceitar a proposta. No dia seguinte fui até a sala do meu chefe e com lágrimas nos olhos dei o sim. Ele se ergueu da cadeira e como um pseudo-cavalheiro me confortou. Levou-me em seguida pra chácara dele nos arredores da cidade. Chegando, assim que entramos, ele me ofereceu um embrulho, sem perguntar o que era foi a um dos quartos pus o vestidinho preto de tecido leve, bem vaporoso. E bem curto também. Sentia-me uma prostituta. Abri a porta do quarto e ele entrou de roupão e todo perfumado. Era um homem bonito, de 45 anos, alto e bem malhado. Ele entrou apagou a luz e na penumbra me guiou até a poltrona de leitura. estava trêmula, completamente apavorada. ----------Ah! Se eu tivesse um décimo desse amor que você sente pelo seu marido... ----------Eu seria o homem mais feliz do mundo. Dito isto me apoiou no encosto da poltrona, ergueu meu vestidinho. Arrepiei. Apertei os olhos e senti algo entrando entre minhas pernas. ----------Afasta as coxas um pouco, pediu-me. Atendi de pronto. Pincelou minha bundinha desde o rego até a bucetinha. Notei a diferença entre a pica dele e a do meu marido. O tamanho. O que ele me esfregava era algo descomunal. Senti vontade de me virar pra trás pra olhar de perto. Fiquei tensa, posicionou a glande na minha bucetinha e forçou. Eu estava seca e senti o baque. Gemi. Ele retirou untou com alguma coisa que nem vi e investiu de novo. Desta vez a estocada foi um pouco mais forte. Gemi mais alto. ----------Aiai. Doeu, disse. Ele me pendeu na quina da poltrona, entrou no meio das minhas pernas. Abraçou-me e enterrou tudo aos trancos. Aquela vara parecia um trem de ferro. Nunca mais parava de entrar. Que diferença de meu marido. O do meu marido tem uns 13 cm e nem é tão grosso. Mas esse tem um palmo ou mais imaginei. A coisa ficou gostosa demais. Comecei a melar e lubrificar aquela vara, que entrava e saia sem parar. Não resisti e... ---------Me fode na cama, de frente, me come mais. Ele então me tirou da vara e me pegando no colo me levou até a cama. E já me foi envarando. Parecia que eu nunca havia dado. Até então eu não sabia o que era meter de verdade. Senti que ele iria gozar e mais que depressa... ---------Põe na minha boca, quero mamar tudo. E ele tirou da minha buceta e tentou enfiar na minha boquinha. Não cabia. A custo, consegui deglutir aquela cabeçorra. E tome esguichada de porra na garganta. Cheguei engasgar. Passei um tempo acariciando aquele membro, medindo, reconhecendo aquele terreno antes inóspito. Enfim um dilema: --Como viver sem aquela pica de agora pra frente. Apertava o saco. Palhetava o pênis de alto abaixo. De repente ele retoma o vigor físico, enrijece novamente. Meu chefe me pega de jeito, me põe de bruços na cama, chega dois travesseiros embaixo de minha xoxota, cospe na minha bunda, e acaricia meu róseo botãozinho. Antevendo o que viria, agarrei a cabeceira da cama. Pedi proteção dos céus, pensei na minha santa mãezinha e apertei os olhos e tentei abrir o rabinho, fazendo força pra abrir o cuzinho. Sabia que a minha vida nos próximos minutos seria de angústia. E nem foi. O homem era cátedra no assunto rabo. Com a pontinha do dedo untou meu ânus com anestésico e foi massageando e enfiando mais, adentrando as preguinhas que iam relaxando e abrindo como abre um botão de rosas. Quando eu estava me acostumando com aquelas carícias, senti o monstro do pau me encoxando. E o pau entrava e eu rebolava na cama. Nem tanta dor assim. Mas o prazer era imenso, eu me desmanchava em lágrimas e gozo. Nunca imaginei que vara na bunda fosse tão bom. E era. Não sei se todas. Mas aquela era. ----------Me fode, me enterra tudo. E o ferro entrava sem dó. E eu gemia. Eu chorava. Pensava: assim vale a pena ser mulher. Mulher é pra isso mesmo, pra ser fodida. A melhora coisa da vida. Levar vara de um homem como este. Ele ia me mudando de posição e me metendo a vara. Mudava de lado e eu levava ferro. Metia sem dó nem piedade. Sem mais nem menos parou. Com eu atolada na vara até o cabo, senti uma estocada violenta com todas as forças que ele tinha. Pensei que o saco estava entrando em minha bunda. De repente... Gozou. ---------Aiai! Me fode.Senti o jorro quente em minhas entranhas. Alcançava a boca do estômago. Soltei o corpo, tranquei o cuzinho, prendi o cacete dele nas minhas preguinhas. Ele ameaçou tirar o pintão da minha bunda mas eu não deixei. ---------Deixa ele assim atoladinho, ta tão gostoso... ---------Assim ele não amolece nunca. Falou ele. ---------Volta e meia você me dá umas fodidazinhas. Ri. Ele riu. Rimos os dois. Estávamos felizes. Eu tava toda fodida , mas feliz. Feliz mas toda fodida. Dormimos assim abraçadinhos. Meu marido que me desculpe. Que me perdoe. Mas essa vara agora é só minha.





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Comentários (3)

  • luli escreveu:

    bom conto mas....foi dificil de engolir-"eu FIO para vc"...cuidado uma boa fantasia pode ir por agua abaixo por conta de errinhos como este.

  • Cassandra Risos. escreveu:

    respondendo a(o) luli: Eu fio, tu fias, ele fia... verbo fiar................................................... ( do latim fidare, por fidere ser o fiador de, aboar, afinçar. Alem de que, diálogos pode perfeitamente retratar a prosódia regional.

  • Marcelo escreveu:

    Sensacional. Leitura fantástica. Tem tudo pra ser verdade. eu me vi na cena da ação. rsrsrsr

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