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Enviado em 02/12/2011
Enderson era um amigo de infância, foi surpresa encontrá-lo no velório da mãe de um amigo, longe de onde morávamos e depois de tanto tempo eu morando fora de são Paulo, ele fardado, sempre gostou de farda, me cumprimentou, estava com uma metralhadora na mão, o que disfarçou, pois minha mulher queria saber por que estava com cara de assustado ao rever um amigo. Eu não podia dizer pra ela que na adolescência eu ia muito pra casa dele, a mãe dele era deliciosa, uma bunda enorme, e dava um shortinhos pequenos pra gente dormir, eu achava que iria comê-la pois ela ficava no quarto com a gente e depois que ele dormia, ela alisava, por baixo do cobertor meu pau, que ficava duro só de sentir o cheiro dela, mas ela sempre saia antes do pai dele acordar, nunca passou disso, a não ser uma vez que ela me chupou no corredor quando eu ia ao banheiro, ele acordou e quase nos pegou, mas quando acordava, ele sempre estava descoberto, com a cueca enfiada no rego, aquela bunda lisinha, com marquinha de praia, morrendo de medo, quando ainda estava escuro eu sentava na cama dele, ficava alisando sua bundinha, e batendo uma, adorava quando púnhamos os cobertores e travesseiro no chão pra mãe dele não ouvir eu passava quase toda noite roçando seu cuzinho e dando uns beijinhos nele, lá pelo colegial ele começou a namorar e eu a amiga da namorada dele e paramos com isso. Ele disse que estava contente por eu estar de novo em são Paulo e disse que precisávamos visitar um amigo que estava doente, durante a semana, nunca mais esquecerei aquela quarta feira, umas 5 da tarde, ele ligou no meu pai e disse se eu estava livre pra visitarmos o Marcos, muito triste um acidente de moto de deixou seqüelas. Então paramos em um bar perto de casa e começamos a lembrar os velhos tempos, eu jamais tocaria no assunto, nós com cerca de 40, pais de família, passado coisa de moleque, quando ele disse: - Você era safado, que pauzão roçando na minha bunda, sabe Michel, casei, nunca fiquei com um cara, vida militar muito trabalho, mas quando vejo um negrão sempre lembro de você, e eu disse: - nunca esqueci sua bunda, até sonhei algumas vezes que penetrava você até o fundo, rapidamente ele pediu a conta e um calor imenso me queimava, ele parou o carro em uma rua próxima e abriu meu zíper bem devagar, tirou pra fora e chupou bem gostoso, eu só pude dizer: - te adoro Enderson, como passava gente, ele levantou, ligou o carro e quando vi estávamos na porta da garagem dele, falei que de maneira alguma iria incomodar a mulher dele, já era tarde, ele disse que a casa era grande e não incomodaria em nada, pelo seu olhar, e a mão alisando meu pau não resisti. Quando entramos, a esposa dele estava vendo teve, de camisola, magra e muito sensual, nem preciso dizer que fantasiei na hora comer os dois, mas não rolou, mas em outro momento eu conto, como comi, em um churrasco, a irmã dela na cozinha, ele me apresentou como um amigo do colégio, e disse que iríamos para seu estúdio ver coisas do passado, ela gentilmente pediu que eu não reparasse que ela iria dormir, ele me ofereceu algo pra beber e eu disse vinho, ele tinha e fomos para o estúdio que ficava no terraço, uma sala fechada com eletrônicos livros e discos, não precisávamos esperar nada, assim que ele passou o trinco na porta, quase não esperei ele se virar, dei-lhe um beijo sentindo e chupando sua língua quente, confesso que me irritou seu bigode bem aparado, nunca havia beijado um homem de barba ou bigode, senti a respiração dele aumentar muito, tirei o pau pra fora e abri a camisa, ele foi descendo chupando meu peito a barriga, até abocanhar com vontade meu cacete, era maravilhoso, não esqueceu minhas bolas que quase engoliu, eu estava tenso e preocupado, ele me sussurrou bem baixinha, não se preocupa, ela apaga, Sá amanhã, então fui tirando toda a roupa e ele me acompanhou, sentou numa poltrona e segurando na minha cintura empurrava meu pau pra dentro da boca, eu o puxei pelo braço e o coloquei de bruço no encosto, molhei a cabeço do pau com saliva e esfregava ela na borda daquele cuzinho rosa, em instantes estava enterrando tudo, ele com os braços pra trás puxava pra abrir bem a bunda, eu me apoiei no encosto ia fudendo e beijando a boca dele, ele sussurrou: - que gostoso Michel, era o que eu queria, pedi pra ele levantar devagar sem deixar sair, e encostar na parede, pedi para virar e olhar pra mim enquanto eu enfiava até o fim e então eu disse(sussurrei): - não repara no que eu vou dizer, só responde, ta bom? Ele abanou afirmativamente a cabeça, antes de começar, peguei o pau dele e comecei a bater de leve, fiquei muito excitado com o safado com o pau duro com o meu enterrado na boca dele, ai olhado no seus olhos disse, fala que esse cú é meu, ele respondeu, fala que você precisa que eu te fôda, e ele respondeu, então naquelas bombadas gostosas fixei os olhos e disse: - Enderson eu te amo! E gozei, ele percebendo que eu estava gosando tirou minha mão do pau dele e começou a bater gemendo fininho, quando eu parei e ameacei tirar, ele disse:- Não tira! E ficou rebolando aquela bunda deliciosa no meu pau, cheio de porra dentro dele. Depois nos beijamos e ele disse que estava muito calor e que iria buscar algo gelado pra gente beber, eu o puxei pelo braço e disse, a farda tai? Ele riu e disse a do trampo já está passada pra amanhã, mas ainda tenho naquele armário a antiga do exército, lembra? Claro que eu lembrava, a primeira vez que ele veio fardado para colégio, já estávamos no final do ultimo ano, no intervalo para última aula, nos beijamos e quando eu roçava sua bunda quase fomos pegos pelo carrapato, o inspetor do colégio, eu disse, quero a bota a camisa e o quepe nada mais, então ele desceu, enquanto ele descia fiquei pensando que era difícil que ele não tivesse ficado com ninguém, eu o enrrabei muito fácil, e ele sabia rebolar como ninguém, quando voltou já havia vestido a roupa e ele perguntou, o que foi, vai embora? Não gostou? Eu disse, não, vou por as mãos na parede, você vai me revistar quando achar meu pau, abre minhas calças e chupa, brincadeira gostosa, ele acariciou todo o corpo, até fiquei preocupado, pois em outro momento lhes digo como tentei ser passivo e não consegui. Mas enfim ele pegou meu pau não totalmente duro e mamou com vontade, eu disse: cara é meio louco falar isso assim mas me sinto apaixonado por você, ele riu até meio alto e cortou o clima, ele disse que estava muito calor e que fossemos um pouco até a laje coberta, tomar a cerveja que havia trazido desta vez, fechei a roupa e fomos, ele colocou um roupão, bem curto, encostados na parede com uma linda vista de uma noite estrelado fui por baixo do roupão alisando sua bundinha, ele disse lembra aquela excursão pra praia com o pessoal da banda? Eu disse sim claro, lembra que você saiu com os caras da bateria e ficaram jogando e bebendo até tarde? Eu curioso, sim porque? Como estávamos na mesma barraca, pensei que o Montanha estava dormindo eu abri sua bermuda e te chupei, até dormindo você fica de pau duro NE? Eu ri, pois então o montanha tava olhando disfarçando que estava dormindo, derepente levantou e falou te peguei, eu fiquei branco, me afastei não falei nada, ele rindo ficou olhando pro seu pauzão estirado, pegou e socou na boca também. Eu disse não acredito, o Montanha (na verdade fiquei muito feliz por o montanha tinha uma bunda enorme que eu também queria comer, e comi, mas depois lhes conto). É nos chupamos você até quase de manhã, depois disso nunca mais te esqueci, e o Montanha? Perguntei de zombaria, ele não sei respondeu, com o vento refrescante que soprava, eu subi seu roupão, baixei um pouco seu short e de novo estava entrando e saindo daquele cú gostoso quando de um susto enorme olhei para um pequeno vitraux que dava para a escada, tirei depressa e me recompus ele também, logo depois a esposa dele abria a porta saindo e perguntando se nós queríamos alguma coisa, eu muito sem graça disse que não pedindo desculpas disse já ser tarde, que depois nos falávamos, ele me levou até o portão, nos despedimos normalmente, e fui caminhando imaginando se a mulher dele havia nos visto, mas depois conto pra você, agora ... pensa que eu não vi mais o Enderson, nossas esposas nunca ficaram amigas, o que ajuda nas nossas viagens de pescaria que fazemos quando temos folga há 3 anos e somos muito felizes!
miguellaroie@hotmail.com
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