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Enviado em 15/09/2010
Este é o prólogo para a perda da minha virgindade:
Minha mãe era viúva desde meus 8 anos e morávamos apenas eu, ela e uma irmã 7 anos mais velha que eu. Minha mãe trabahava num hospital, então as vezes dobrava plantões passando muito tempo fora de casa, minha irmã, adolescente, claro não ia perder tempo com uma criança e fingia que tomava conta de mim, então eu passava muito tempo só, até que fiz uma amiga na vizinhança, estudavamos no mesmo colégio e tinhamos a mesma idade, certamente me aproximei dela porque seu modelo de família era igual ao meu, apenas seus pais eram separados e sua irmã 6 anos mais velha que nós.
Nessa época tinhamos 10 anos, eu era um pouco mais alta e apesar de não ter sombra de seios já tinha umas pernas bem torneadas e bumbum redondinho empinado, cabelos castanhos, grandes e lisos, Minha amiga mais baixa, mas já parecia uma mulher pequena pois seus seios já faziam "bico", era loirinha de lindos olhos verdes, apesar de ainda crianças já aflorava nossa libido. A Jéssica (vou chama-la assim), me chamou certa vez para ver uma coisa na casa dela, estranhei porque entramos no maior silêncio, ela disse que a gente ia "espionar" a irmã dela. Ao contrário da minha que era chata, a dela era bem legal com a gente, nos dava dinheiro e sempre mandava a Jéssica passar a tarde lá em casa. A casa é um pequeno sobrado com uma escada externa, onde se abaixando em um dos degraus dava pra ver o quarto da irmã por um basculante.
A Jéssica me disse que tinha voltado da minha casa mais cedo certa tarde e viu algo que queria que eu visse também: A irmã dela estava trancada no quarto com um garoto da nossa vizinhança provavelmente da mesma idade dela, os dois se beijavam e o som estava ligado bem alto. Eles começam a tirar a roupa e se abraçar deitados na cama, e nós duas de olhos bem arregalados observando tudo, eu estava num misto de espanto e curiosidade, nunca tinha visto um homem nu, um pênis nem sexo. E foi o que eles começaram a fazer, ele colocou o membro dentro da vagina dela e começaram uns movimentos ritimados, parecia que ia retirar mas colocava denovo, seus rostos pareciam de dor, mas eu não entendia por que queriam sempre mais rapido e forte, pela primeira vez senti um formigamento na minha própria vagina descendo pelas coxas e subindo devolta, me imaginei no lugar dela, olhei pra Jéssica que tinha um sorriso no rosto, certamente tava curtindo aquilo tanto quanto eu. Eles mudavam de posição e sempre que o pau dele estava de fora eu ficava impressionada em ver aquilo de verdade, duro, grande, parecia um pequeno braço, diferente dos de garotinhos, moles, que eu ainda lembrava de ter visto no primário, pois não tinha muito contato com homens.
Ela ficou de quatro e ele metia sem piedade, parecia uma briga e ela parecia estar sofrendo muito naquela posição, mas quando olhava pra trás e as vezes puxava ele pela cintura mais pra "dentro", eu sabia que estava gostando daquilo. A irmã da Jéssica era a menina mais linda do quarteirão e eu queria muito ser que nem ela, e o garoto era bem bonito também. Ainda não sabia o que a Jessica queria: se dizer pra sua mãe, se dar um susto nela, mas estava achando bom estarmos ali deixando tudo acontecer e tinha medo de dizer pra ela que queria estar ali no lugar da irmã dela, pois ela fazia aquio parecer muito bom, queria que ela dissesse primeiro.
Sabiamos que os adultos tinham segredos quando namoravam, pensavamos apenas que era o fato de ficarem nus um para o outro, já tinhamos ouvido falar de sexo mas pensavamos que era só isso. Por isso não queriam que os meninos vissem revistas de mulher pelada e que nos vissemos sem roupa. Aquilo havia sido meu choque de realidade e curiosidade.
Enquanto isso eles aumentaram o ritmo até pararem duma vez, ele retira aquele pau de dentro dela bastante melado e deitam ofegantes, com ela ainda massageando o penis dele enquanto ele amolecia.
A Jéssica, sentada um degrau acima de mim abria e fechava frenéticamente as pernas, certamente sentia aquele formigamento que eu também, queria colocar a mão mas estava com vergonha, naquele dia meu corpo me dizia que eu queria aquilo, comecei a revisualizar na minha cabeça cada cena, comigo no lugar dela e minha vagina sendo penetrada, ao mesmo tempo o que era apenas curiosidade se tornou medo também, pois sabia que minha pequena bucetinha não aguentaria entrar um pau enorme como aquele, aliás, aquilo era mesmo um pênis normal? Me parecia enorme, acho que por isso ela fazia cara de dor.
E a Aline? (vou chamar assim a irmã) É uma garota normal?... Queria ver o tamanho da buceta dela... Queria ver o pau entrando bem de perto nela, pois daqui não dá pra ver direito, pra saber como cabe... Será que minha irmã também faz aquilo?... E minha mãe?... As outras mulheres? Ou só a Aline?... No fundo, eu esperava que não, que aquilo fosse normal, pra eu poder fazer também. A algum tempo eu queria ver o pênis de um homem pra me sentir mais "adulta", e agora eu sabia o que fazer com ele, e o que eles queriam fazer comigo. Em segundos pensei tudo isso e olhei pra Jéssica, desejando que ela pensasse o mesmo. Ela me viu e disse:
- Legal né? Peraí que ainda tem mais...
Espiei, e vi que o membro do garoto estava ereto feito pedra novamente, e a Aline segurando com as mãos levou até a boca e começou a chupar, nesse momento eu e a Jéssica fizemos uma cara de espanto e nojo, mas a Aline parecia estar adorando aquilo e eu queria saber porque, afinal tudo que eu conhecia estava se desmistificando naquele momento. Pela primeira vez vi o que é um rosto de prazer ao ver o semblante do rapaz extasiado com aquilo. Pensei em urina ao ver ele retirar da boca dela e com movimentos frenéticos balançar o pau na direção da boca dela que estava aberta esperando, a Jéssica tava me deixando nervosa balançando as pernas tanto quanto o garoto, no entanto saiu uma coisa diferente, de onde estávamos não dava pra ver bem, mas das coisas que ela tinha feito, essa foi a unica que não senti vontade na hora.
A Jéssica me chamou: - Terminou, vamos voltar pra sua casa...
Em silêncio retornamos e eu espantada disse: - Jé, o que é isso? Como você descobriu?
- Acho que é sexo amiga. Já faz três dias que eu vejo ela fazendo isso.
- E tu falou com ela?
- Eu não, uma vez eu cheguei lá cedo sem saber e ela me deu um baita carão, além do que tenho vergonha.
- E tua mãe sabe?
- Claro que não, ela não quer a Aline junto daquele menino, ela faz isso escondida.
- Tu vai contar?
- Eu não. Ela é tão legal com a gente né? E além do mais amiga,... eu gosto de ficar olhando, e tu?...
Pronto a Jéssica me disse tudo que eu tinha vontade de dizer pra ela mas não tinha coragem, mas depois dessa me senti super a vontade pra desabafar com ela.
- Eu também achei legal, deve ser bom não?
- Deve doer um pouco, mas ela tava gostando muito não era? Tu tinha coragem amiga?
- Sei lá... eu queria saber como é, tu viu o tamanho do pau dele? Não cabe na minha xoxota não rsrsrsrs... se fosse um menor.
- É mesmo, eu também tinha. Amiga tu já beijou alguém?
- Não... e tu?
- Também não... sabe... vamo fazer, assim, só pra ver como é?...
- ... Tá bom, mas ninguém pode saber certo?
- Certo...
E assim terminou minha infância e iria começar minha pré-adolescencia, que vai ficar para outro conto... Desculpem te detalhado demais, Bjos, votem e comentem.
P.S.:Eu e a Jéssica nos beijamos na boca ali, rsrsrs...
RODRIGUES escreveu:
-NOSSAAAA..QUE LEGAL, DEMAIS,,,ADOREI ESSE CONTO EU MESMO JÁ QUASE PARTICIPEI DE ALGO PARECIDO...LEGAL
Am@dor escreveu:
Muito Bom !!! Inteligente e bem redigido. Não se desculpe, pois os detalhes só melhoram o conteúdo. Como em qualquer bom livro, esperamos o próximo capítulo. Continue escrevendo. Parabéns !!!
Altair escreveu:
Adorei o conto!!!
claudemir.palmeiras@hotmail.com (abc) escreveu:
legal acho q todos tem uma historia da primeira vez descobrindo sexo ,sou do abc claudemir.palmeiras@hotmail.com
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