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Me entreguei para o garoto de programa

  • Autor: Jurandir

    Enviado em 29/12/2011

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Estava fazendo mais um aniversário, 20 anos. Trabalhava bastante e queria comemorar, me dar algo de presente. Acabei saindo com uns bons amigos e tivemos uma noitada, com direito a chope e muitas risadas.

Os dias foram passando e eu acabei não escolhendo meu tão aguardado presente. Sempre fui um cara que não gosta muito de se prender a namoros. Cheguei a sair com várias garotas, mas nunca com a intenção de namorar.

De uns tempos para cá, comecei a perceber que estava precisando extravasar, experimentar algo novo. Certa vez, uma dessas minhas namoradas resolveu me dedar durante o sexo. Eu a comia com gosto e ela, sem mais nem menos, me fez um fio-terra.

Na hora, dei um grito e disse que não estava entendendo o que ela estava fazendo, mesmo assim ela não parou. Aos poucos, a sensação desagradável foi se tornando tesão e aquilo me deu muito mais prazer.

Meus olhos foram piscando e eu estremeci todo. A garota começou a por vários dedos e eu urrava de prazer. Nesse momento, eu gozei forte e fiquei sem forças. Ela disse que tinha sido uma das melhores transas da vida dela e que iria querer mais.

O tempo foi passando e eu não consegui esquecer aquela ocasião. Ela me ligou outras vezes, mas preferi não atender, pois parecia que não tinha mais vontade de foder, mas sim, de ser fodido.

Foi então que, enquanto estava lembrando dessas dedadas maravilhosas, resolvi pegar o jornal e ver anúncios dos classificados “outros serviços”. Encontrei um garoto de programa que usava o apelido de Andrew e se descrevia como “moreno de olhos verdes, fogoso, 25 anos, 28 cm e louco por sexo selvagem”. Ao ler aquilo, tive um impulso descontrolado e liguei para o número marcado. Finalmente tinha achado o meu presente de aniversário. O cara atendeu e disse que estava com todos os horários marcados, mas que poderia me atender depois da meia noite. Falei que sem problemas, passei todos os meus dados e disse que o aguardaria.

Conforme as horas iam passando, fui ficando nervoso e apreensivo, mas ao mesmo tempo com muita vontade ter prazer dando o rabo. Faltando cinco minutos para a meia noite, tocou a campainha. Fui até a porta e olhei pelo olho mágico. Realmente o anúncio não enganava. Era um moreno alto, de no mínimo 1.86, olhos verdes, cabelo encaracolado e um corpo muito forte. Seus braços grandes ficavam realçados embaixo da camisa branca. Ele trazia uma garrafa de champanhe, pensei que ele ia ser bem romântico.

Abri a porta. Fiquei parado e ele não falou nada, veio em minha direção e de cara me deu um beijasso, com direito a língua e pegada na bunda. Não tive reação. Ele falou: - Sou Andrew, não vou lhe dizer muito prazer por que é o que você mais vai ter hoje.

Colocou a garrafa de champanhe em cima da mesa, olhou para mim com aqueles olhos verdes e com seus enormes braços rasgou minha blusa. Não tive tempo de dizer nada. Ele me jogou na cama e começou a me beijar, aos poucos meu corpo foi pegando fogo e comecei a retribuí-lo. Nossas línguas se entrelaçavam freneticamente, a dele era macia e quente.

O gostosão foi descendo e dando leves mordiscadas nos meus mamilos. Eles foram ficando durinhos e eu dava pequenos gemidos.  O morenão foi tirando meu cinto, abriu minha calça e abaixou minha cueca. Foi sugando minhas bolas com força e depois começou a mamar meu cacete. Duro tinha uns 20 cm. Passei minha mão sobre a cabeça dele e fui empurrando com força, até ele engolir tudo. A língua dele era ligeira, ele a girava por toda a cabeça e subia e descia sem parar. A cada sugada, sentia um tesão fora do normal e comecei a estremecer. Os gemidos foram ficando mais altos e avisei que ia gozar. Ele sussurrou dizendo que queria muito mamar meu leite. Em questão de segundos, dei um forte grito e gozei litros, literalmente. O safado engoliu depressa, mas era tanto que escorria. Ele se levantou e me beijou. Ficamos naquela troca de gozo e saliva até engolirmos tudo.

Andrew foi me beijando e abrindo sua calça. Seu pau era realmente do jeito que estava descrito no anúncio. Ele foi me abaixando e eu fiquei receoso, pois nunca havia chupado uma vara. Ele foi me orientando e disse que primeiro eu devia sentir o gosto da pica. Fui passando a língua no mastro, depois comecei a sugar a cabeça e a chupar as bolas. Por fim, ele empurrava com força minha cabeça sobre o pau e eu engolia tudo de uma vez. Cheguei a engasgar várias vezes, pois era muito grande.

Percebi que ele ia gozar, mas ele tirou da minha boca antes disso. Disse que tinha outros planos para seu gozo, e foi o que fez. Sem muita conversa, me jogou de frente na cama e abriu minhas pernas. Tirou sua camisa e pude ver seu corpo maravilhoso. Uma barriga tanquinho, braços fortes e pernas torneadas. Colocou a camisinha e passou bastante gel lubrificante no meu cú. Andrew me olhou nos olhos e disse que ia me foder igual a um animal.  

O safado me agarrou e aos poucos foi metendo seu cacete. Percebi que ele queria colocar pressão, mas como meu rabo era virgem, teve de ir com mais calma. Devagar, primeiro colocou a cabeça e aos pouco o mastro foi entrando. O safado tinha um cheiro de macho selvagem que me deixava ainda mais excitado. Depois de uns cinco minutos o pau entrou inteiro, quase 30 cm no meu buraco. Nem acreditei que era capaz de aguentar tudo aquilo. Mas consegui, sorrindo, de tanto prazer.

Conforme ele me comia, eu chupava seus mamilos e apertava sua bunda, que era grande e apetitosa. O gostoso me beijava e me batia uma punheta. Até que ele resolveu me pôr de quatro na cama. Me segurou pela cintura e foi enterrando aquela vara. Entrava e saía rapidamente, sem dó. Me colocou de lado e me abraçou, fodendo sem parar.

Depois de quase meia hora me traçando ele disse que iria gozar. Eu falei que gostaria de sentir seu leite quente dentro do meu rabo. Ele atendeu meu pedido. No meio dos meus gemidos altos e intensos, cheios de prazer, ele gozou forte e longamente. Andrew urrou de tesão e encheu meu cuzinho virgem de porra, que escorria pelas minha pernas. Eu agarrei seus brações e fui beijando loucamente sua boca. Ele foi tirando o pau de dentro de mim e começou a me punhetar. Batendo cada vez mais forte, estremeci, meus olhos piscavam e gozei muito. Mesmo tendo gozado na hora da chupada, enchi meu peito de porra quente.

Ele buscou a champanhe e pediu para que brindássemos pela noite de arromba. Bebemos toda a garrafa e abraçado com Andrew, adormeci. Quando acordei, ele estava terminando de se trocar. Pediu desculpa, mas disse que precisava ir, pois outra pessoa o esperava. Lhe dei dinheiro a mais, pois a noite foi melhor do que eu esperava. Atencioso, ele me disse: - Espero ter atendido as suas expectativas, quando precisar ou estiver carente, meu pau vai sempre estar duro para você! E assim ele foi embora, me deixando com água na boca. Eu apenas disse que ligaria para ele novamente, o mais breve possível!





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Comentários (1)

  • Jaimes escreveu:

    Acho que todos que leem tem vontade de encontrar um garoto de programa como esse...

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