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Enviado em 08/04/2009
A minha mãe queria que eu convivesse com pessoas da minha idade.
numa sexta-feira, após as aulas, levou-me para um acampamento de fim-de-semana. deixou-me ficar num sítio onde só se avistavam árvores e montes muito altos, junto a um regato, com um grupo enorme de rapazes e raparigas e foi-se embora.
dividiram-nos em grupos de três. eu, como não conhecia ninguém, deixei-me ficar no meu canto. só sobrou outro rapaz. entregaram-nos uma tenda para os dois. ele era lindo, eu já o tinha visto várias vezes no autocarro. até já tinha batido algumas punhetas a imaginar que o agarrava por trás e enfiava o meu pau naquele cu maravilhoso. era alto, de cabelo comprido castanho e olhos verdes, mas muito tímido. como eu também sou muito tímido, dificilmente chegaríamos à fala um com o outro.
escolhemos um lugar abrigado entre as rochas, um bocado afastado dos outros, e lá montamos a nossa tenda. o leo (leandro era o nome dele) desenrascava-se bem, apesar de dizer que era a primeira vez parecia que a vida dele era montar tendas. era um miúdo espectacular, parecia saber tudo, fazer tudo…
ele era um solitário como eu, filho único também, empurrado para o acampamento pela mãe, para o obrigar a conviver.
à noite fizeram uma enorme fogueira à luz do luar, alguns tocavam violão, cantavam, contavam-se anedotas, mas arrefeceu muito e eu só tinha uma camisola. fui para a tenda, pois tinha frio. despi os calções e a camisola e enfiei-me dentro do saco cama que, felizmente, a minha mãe me obrigara a trazer, apesar de ser verão. passado algum tempo chegou o leo. deixou as sapatilhas do lado de fora, correu o fecho da porta e deitou-se no chão da tenda, todo encolhido, a tremer de frio. disse-lhe que eu estava bem quente, se ele quisesse eu não me importava que ficássemos os dois dentro do saco, que era grande e dava bem para ambos. ele hesitou mas o frio e a escuridão acabaram por vencer a timidez. disse-lhe para tirar a roupa senão iríamos transpirar. despiu a camisola e os calções, e eu a suspirar - oxalá que dispa as cuecas -, mas, no escuro, com a fraca luz do luar, reparei que ficou de boxers, tal como eu.
entrou no saco a tremer, abri os braços para o acolher – é para cabermos melhor, disse eu – e ele ficou muito esticado, de frente para mim. abracei-o, apertei-o bem contra o meu corpo. todo ele tremia. afaguei-lhe as costas, pus a minha coxa em cima das pernas geladas. senti-o a relaxar, a parar de tremer, o corpo a ficar mole, a aconchegar-se bem ao meu, a abraçar-me também. beijei de leve a sua face. tinha uma pele macia, sem pelos, tanto na cara como nas costas e nas pernas. tinha um hálito agradável e eu fiquei com um tesão enorme. a princípio tentei não encostar muito junto ao pénis, para ele não notar a minha erecção, mas logo percebi que ele estava no mesmo estado por dentro dos seus boxers. beijei-o outra vez na cara e ele retribuiu. encostei os meus lábios aos dele e esperei a sua reacção. afagou-me a nuca, abriu a boca e meteu a língua dentro da minha. beijamo-nos durante largos minutos, cada um com uma mão na nuca do outro e a outra a apalpar os rabos, por cima dos boxers. os peitos, as barrigas coladas, as pernas entrelaçadas e as vergas a esfregarem-se uma na outra, com o tecido das cuecas a separá-las. nenhum ousou meter a mão por dentro dos boxers, apenas nos beijamos na boca, apalpamos com força os rabos e roçamos os pénis com frenesim… até que a respiração do leo acelerou, estava prestes a vir-se e eu, ao imaginar que via o leite a jorrar da sua verga, ejaculei dentro das cuecas. tive um orgasmo sensacional, ao mesmo tempo que sentia que o leo também estava a ter um orgasmo, a sua verga a latejar junto à minha.
relaxamos os dois. nenhum disse uma palavra. apenas trocamos carícias até adormecer. a seguir só me lembro de acordar com vozes lá fora, a claridade já passava pelo pano da tenda e eu estava de costas, de barriga para o ar, o leo de lado, a dormir com a cabeça em cima do meu braço e uma mão por dentro das minhas cuecas, a agarrar-me a pila e os tomates! – mas porque é que eu não fiz o mesmo, em vez de dormir a noite toda! provavelmente o leo tinha-se divertido com a minha verga e eu nem dei por nada… e agora tinha que me levantar, pois tinha medo que alguém espreitasse para dentro da tenda e nos visse dentro do mesmo saco. – acorda leo, temos que nos levantar.
Matheus escreveu:
Olá amigo,que delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li batendo punheta,gozei muito gostoso,quando eu tinha 13 anos minha rola ja media 15x11cm eu arrombava o cu dos muleke mas eu dava o cu pra eles tb,agora minha rola está medindo 20x14cm continuo arrombando cu mas curto dá o cu tb,sou gato e malhado,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,muito bom,parabéns pelo seu conto,um grande abraço...19 96289021.
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