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  • Autor: Meghy

    Enviado em 17/10/2011

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  Eu devia ter uns 15 a 16 anos na época, era noite e eu estava na minha cama sem conseguir dormir, e não era somente por conta do calor que fazia, mas, da luz acesa na cozinha que clareava o corredor e refletia por baixo da porta do meu quarto. E dali eu observava a sombra dele se aproximando do meu quarto, encostando o ouvido na porta, talvez na tentativa de querer saber se eu estava dormindo ou não.

  Estava muito quente e meu ar condicionado estava no ”prego”, daí resolvi sair pra beber uma água, e ao chegar na cozinha ele estava justamente paradão na porta da geladeira aberta, tomando uma cerveja, só de calça de pijama folgada e sem cueca, então fui até a pia, peguei um copo e fui em direção a geladeira, ele saiu pouco da frente, deixando um pequeno espaço para eu poder pegar a jarra de água, daí quando eu estendi a mão rumo a jarra, as costas da minha mão esquerda roçou na barriga suada e peluda dele, preferi nem olhar pra ele, peguei a jarra, coloquei água no meu copo e bebi, ali mesmo próximo a ele, enquanto ele, com o olhar mais tarado do mundo ficou observando meus peitos e xoxota visivelmente expostos pela transparência do tecido da minha camisola e os meus lábios encostados no copo enquanto eu bebia.

  Coloquei a jarra de água de volta na geladeira, dei meia volta e retornei ao meu quarto sem se quer olhar para trás. Entrei no quarto e fiquei encostado a porta, com a mão direita pousada na minha testa, limpado o suor, a desci pelo meu rosto e pescoço até colocá-la por sobre meu peito, apertando-o, em sinal de alívio.

  Deitei de volta na cama, porém, deixei a porta somente encostada, e ali, deitada de “conchinha”  eu fiquei a observar a porta, até que a luz da cozinha refletida no corredor  e que passava por baixo da minha porta, evidenciou a sombra dele se aproximando mais uma vez de meu quarto, gelei, então virei pro outro lado da cama, para não ver mais nada, continuando na mesma posição de “conchinha” e passei apenas a escutar seus movimentos. Ele abriu sutilmente a porta, fazendo um rangido baixinho, e ao entrar escutei ele trancando a porta por dentro com a chave, segundos depois sinto o peso do corpo avantajado dele afundando o meu colchão, se colocando bem colado ao meu corpo pequeno e quase febril, senti o seu hálito quente de cerveja e cigarro por sobre a minha orelha direita, até que ele começou a acariciar o meu cabelo próximo a orelha com a sua mão direita, baixando-a pelo meu pescoço, ombro e escorregando-a até o meu quadril direito, massageando  minhas ancas e cochas por sobre a minha camisola levemente até me deixar arrepiada. Então ele pôs essa mesma mão por baixo da minha camisola nas minhas nádegas, acariciando-as e apalpando-as com força, colocando a mão em seguida bem entre minhas pernas por baixo, roçando meu cuzinho com as pontas de seus dedos grossos, até que ele repousou essa sua mão pesada e áspera na minha xoxotinha suadinha, encaixando-a todinha na palma de sua mãozona, aí ele começou a apertar, remexer e bolinar ela tão gostoso que eu, toda dengosinha falei:

“-Aí papaizinho, que gotoju... bulina xua bebejinha, bulina!!”

“-Minha bebezinha gosta da mão do papai  na xoxotinha, gosta?”

“-Huuummmhrr...ixo papi, mete o dedinho,meteeehh!!”

  Até que ele tirou sua mão e, depois de alguns segundos ele disse:

“-Abre a perninha pro papaizinho meter gostoso, abre?”

  Foi quando, em meio aquela escuridão toda, eu, de olhos arregalados, senti o seu imenso falo forçando a portinha da minha bucetinha molhadinha, fiquei meio receosa, pois, lembro de ter posto a minha mão direita para trás de minha bunda aonde ele estava e comecei a tatear o seu pau, para tentar adivinhar as dimensões exatas daquela coisa imensa que cutucava a minha bucetinha novinha, já que o papaizinho era um homem grande e forte:

“-Aaaahhhiiieeee ehhhr, calma papi, deixa que eu colo-cooohhhr.. deixaaaahh...aaaahhhrr...esperaaahh, aaaaaiiieeehhh, é muito grosso papi, calmaaahhh...”

“-Cala a boca vadia, abre mais a perninha pro papai, abre bebê!!”

  Não tive opção, eu ali deitadinha de “conchinha”, enquanto sentia cada centímetro da rola dura do papi entrando e arregaçando as paredes da minha xoxota, até que ele começou a socar entrando e saindo cada vez mais rápido:

“-Aaaahhhhnnnrr, ixxooo...fode minha xoxotinha papaijinhoooohhrr, fode bem gotoju a tua filhinha putinha, fodeeeeehhhhh...”

“-Safadaaahh, você é muito safada, sabia, rebola na minha pica, rebola safada...aaaahhhrr.. issssoo sua puta!!”

“-Axxximm papaijinho, é axim que o xinhô gota, xafado, então toma, xafado, toma minha buxeta toma...fode vai, fodeeehhrr!!”

“-Que delíciaaaahhr, parece a mãezinha de tão dengosinha, sabia?”

“- Aaaaaiiieeehhhrr, mais, mais, fode mais rápido que eu... eu vou gojá papi, aaaahhhhh...ixo papi, não para, não paraaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhrrrrrrrrrnnnnn!!!”

“-Aaaahhhrrr, que gostoso bebê, melou minha pica todinha, sua safada!!”

“-Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhrrrr...aaaaaahhhhhhrrr...aaaarrr...que delíxa gojá na pica do papi, que gotojuuuuhhhhrrr!!”

“-Agora  fica de quatro pro papaizinho que eu quero comer essa bundinha, fica bebê!!”

“-Nãããõoo, ta louco, minha bundinha não, papi, teu pau é grande demais, vai me arrombar!!”

“-Deixa, vai, deixa sua puta, só a cabecinha, vai??!!”

“-Não, nem pensar, sou muito novinha, eu não agüento, sai daqui sai!!”

“-Eu só saio dessa porra se tu me der o cu, ta entendendo, vadia!!”

“-Se não sair agora eu vou gritar e acordo a mamãe, seu tarado, sai, outro dia eu de dou!!”

  Bom, antes que a pessoa que estiver lendo este relato diga:

“-Que menina mais doente, transando com o próprio pai, nossa!!”

   Quero deixar bem claro que esse tal sujeito que entrou no meu quarto nessa noite e fodeu gostoso a minha bucetinha não é meu pai, e sim o namorado da minha mãe na época, pois, logo em que ela se divorciou do meu pai de verdade, ela teve muitos parceiros, e este foi com quem ela mais tempo demorou, era um cara extremamente grosseiro, cínico e cafajeste, que passava o dia inteiro dando em cima de mim, até que nesse dia, no qual eu estava super excitada e a fim de uma trepada pra relaxar, eu nem pensei duas vezes e dei gostoso pra ele, enquanto a mamãe dormia no seu quarto ao lado.

  Só que depois dessa trepada, o descarado ficou só me cobrando comer o meu cu, já que eu não havia dado pra ele na tal noite em que trepamos no meu quarto, na verdade ele ficou louco, não agüentava me ver pela casa de short ou mine saia que começava a me cantar, certa vez eu estava sozinho com ele em casa e ele chegou a se masturbar enquanto estava por trás de mim espiado a minha bunda enquanto eu fazia uma faxina na casa. Até que certo dia ele se envolveu com a filha de uma vizinha nossa aqui da rua, uma ninfetinha de uns 14 anos e, pior, engravidou a idiota e sumiu de nossas vidas.

  Enfim, não foi a única vez em que trepei com um dos namorados de minha mãe, afinal, eu herdei dela não só o fogo, como também o gosto por sujeitos cafajestes.

 

 

 





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