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Enviado em 13/01/2011
me é Lauro, tenho 49 anos e sou desquitado a mais de 4 anos. Moro sozinho numa confortável casa em um condomínio fechado de classe média/alta. Alguns meses atrás; em uma manhã de sábado; tranqüilão, bem a vontade, ao chegar na janela vendo que começava a chover percebi em frente a minha casa um rapaz e uma moça tentando se esconder debaixo de uma árvore. Fiz sinal para que eles entrassem no meu quintal e viessem para a varanda... o que eles rapidamente fizeram. O garoto que aparentava ter uns 15 ou 16 anos vestia calça e camisa sociais com direito a uma gravatinha borboleta; e a mocinha no máximo uns 19 anos trajando um vestido simples e discreto que ia até seu tornozelo... logo percebi que eram evangélicos. Eles educadamente se apresentaram como Fábio e Carmem (irmãos) e que estavam no bairro vendendo revistas com temas religiosos e me perguntaram se eu tinha interesse em dar uma olhada sem compromisso. Para que o tempo passasse, sai pra varanda e notei o constrangimento dos dois ao me verem somente de calção. Sentei no próprio muro e fiquei folheando uma das revistas e a chuva foi se transformando em um dilúvio. Chamei os dois para entrarem pra sala e notei Carmem me olhando discretamente de cima em baixo como se estivesse me analisando... Meus 1,90 mts e 95 kgs; peitos cabeludos; coxas grossas e também bastante cabeludas devem ter deixado os dois meio cabreiros comigo. Mas, acabaram aceitando o meu convite e pra ver o conhecimento deles sobre o material que vendiam comecei a fazer perguntas sobre os assuntos ali escritos. Fábio passou a ser o mais falante e com gestos delicados foi me explicando do seu modo as passagens bíblicas... Foram quase 2 horas pra chuva passar completamente. Ofereci refrigerante e biscoitos para os dois e achando-os dois jovens bastante simpáticos acabei comprando algumas revistas. Sete horas da noite, fui atender a campanhia e dei de cara com os dois na minha porta... Carmem me explicando que mesmo não tendo certeza de que ia me encontrar em casa, estava me trazendo uma torta de morango que sua mãe fazia para agradecer a hospitalidade que eu lhes tinha oferecido. Para irem à igreja, eles sempre passavam por dentro do condomínio. Disse que só aceitaria se eles prometessem voltar no dia seguinte para fazermos um lanche juntos. Os dois se entreolharam e Carmem toda sorridente: - Tudo bem! Pode ser as 9:00 horas?... Ao recebê-los e ao cumprimentar Carmem, sem nenhuma maldade dei-lhe um beijo no rosto deixando-a mais vermelha que pimentão maduro; e em Fábio dei um abraço carinhoso. Acho que por não ter tido filhos, aquelas duas lindas criaturas me deixaram meio apaixonado... Depois do lanche; ao nos despedirmos, novamente dei um beijinho no rosto de Carmem que parecia já não ter ficado com tanta vergonha, e, pedi para que eles sempre que pudessem viessem me visitar. De tempos em tempos os dois ao irem para a igreja passavam na minha casa. Certo dia Fábio chegou sozinho na minha casa e eu ao cumprimentá-lo ficou abraçado ao meu corpo apoiando a cabeça no meu peito... Achei estranho e fazendo carinho em seus cabelos: - O que foi Fábio? Sua irmã está bem?... Ele sem me largar: - Ela está sim; eu que quis vir aqui sozinho!... Levei Fábio fazendo-o sentar no sofá: - Você está com algum problema?... E ele esfregando as mãos indicando estar nervoso: - Não! É que tive vontade de ganhar um abraço!... Eu o abracei novamente fazendo-lhe carinhos e ele passou a ficar com uma das mãos alisando os cabelos do meu peito... Segurei-lhe o queixo e obrigando que ele me olhasse comecei a fazer-lhe perguntas bastante íntimas. Perguntei se ele gostava de garotos ao invés de meninas, ele me confirmou balançando a cabeça... Mas ao perguntar sobre sexo Fábio se assustou: - Não! Isso não! Nunca deixei!... Dei um beijo na sua bochecha e fui com bastante calma fazendo com que ele se abrisse comigo. Fábio contou que seu pai não aceitava do modo que ele era e praticamente o ignorava... Contou que tinha uma paixão enorme por um colega, mas que nunca teve coragem de lhe dizer com medo de perder sua amizade, e, com uma carinha bem triste disse que a única pessoa que lhe dava carinho era sua irmã. Era difícil entender direito o que estava se passando na cabecinha daquele garoto em relação a mim, mas penalizado vendo sua carência o abracei com mais firmeza: - Você pode contar comigo sempre; entendeu?... Uma semana depois; sábado a noite, Fábio e Carmem chegaram em minha casa e eles tomaram a iniciativa de me darem um beijo cada. Na cozinha, longe de Fábio, Carmem fez comentário de que Fábio estava me adorando e que se ela não o impedisse ia querer me ver todos os dias. Respondi que também estava gostando muito deles e fiz uma proposta: - Porque vocês não passam o domingo todo comigo; vou ter o prazer de fazer um belo almoço pra nós!... Carmem disse que não poderia por ter que ajudar a mãe em casa, mas que tinha certeza de que Fábio ia adorar. Fábio chegou logo cedo com roupas bem mais discretas do que o costume (bermuda e camiseta); e após afetuosos abraços e beijos no rosto fomos sentar no sofá. Comecei a fazer-lhe perguntas pra saber como ele vivia o seu dia a dia e Fábio se aconchegou fazendo com que eu o abraçasse. Após alguns minutos de conversa; Fábio: - Eu gosto de sentir seu peito cabeludo no meu rosto!... Tirei minha camisa e Fábio recostando o rosto passou a fazer carinhos no meu peito. Comecei a ter alguns pensamentos meio estranhos e a ficar um pouco excitado... resolvi ir um pouco mais além nos meus carinhos e passei a mão em uma de suas coxas. Dois minutos depois já não conseguia mais esconder minha excitação... Meu pau duro fazia um morro considerável na bermuda que era bastante larga. Sabendo que Fábio estava olhando pro meu colo e ao sentir sua mão descendo do meu peito e ficar parada no cós da bermuda, peguei sua mão e apenas a deixei sobre o volume... Fábio olhou pro meu rosto e sorriu: - Você quer fazer carinho em mim Fábio?... Ele confirmou com a cabeça e rapidamente fui abrindo a bermuda e tirando meu pau pra fora. Fábio voltou a recostar o rosto no meu peito e sua mãozinha foi acariciando toda a extensão da minha pica. Num ímpeto de puro erotismo, suspendi o rosto de Fábio e dei-lhe um beijo suave em seus macios lábios. Fábio pareceu ficar esperando mais e apertou a mão no meu pau... Quando me dei conta estava com minha boca grudada na boca de Fábio num beijo bastante ardente. Mesmo um pouco assustado, Fábio deixou que eu lhe tirasse toda sua roupa e ficasse admirando seu corpinho de adolescente: - Vira Fábio; deixa ver sua bundinha!... Fábio virou e eu levei as duas mãos naquelas pequenas e lisinhas nádegas que fizeram meu pau ficar ainda mais duro. Fiz com que ele ficasse deitado de bruços no sofá e após alguns beijinhos em suas nádegas, eu as abri vendo seu maravilhoso cuzinho rosado. Perdendo toda minha capacidade de raciocínio lógico, passei bastante a ponta da minha língua e soltei uma boa quantidade de saliva. Puxei o corpo de Fábio para que ele ficasse de joelhos sobre o carpete e com o peito debruçado sobre o acento do sofá... Molhei bem a ponta da minha pica e fui com todo o cuidado encostando no cuzinho que sabia ainda ser virgem: - Quando sentir meu pau entrando; não aperta seu cuzinho não, tá bom? É só você relaxar que vai doer só um pouquinho!... Travei sua cintura com o braço esquerdo e com a mão direta segurando meu pau fui empurrando. Fábio empinou o corpo quando entrou a cabeça e eu dando-lhe beijinhos na nuca fui fazendo voltar na posição sobre o sofá: - Aiiiiiii! Aiiiiii! Aiiii!... : - Calma Fábio! Calma!... Enfiei um pouco além da metade e comecei lentamente e puxar pra trás e voltar a enterrar. Apesar de Fábio gemer muito, parecia que estava agüentando bem minha piroca no cú... Após uns dez vai-e-vem já estava encostando meus pentelhos na sua bundinha: - Está gostando Fábio?... : - E... e... esssss... esssstoouuuuuu simmmmmmm!... fazia um bom tempo que eu não tinha um orgasmo tão prazeroso como aquele. Tomamos um banho; fiz o almoço e depois de um bom descanso na minha cama, voltamos pra sala. Um carinho aqui; outro ali; um beijinho aqui; outro ali e saquei minha pica dura pra deixar Fábio debruçado sobre o sofá ficar alisando e admirando-a. Acho que o instinto de viadinho fez dar um beijo na ponta do meu bilau: - Quer chupar Fábio? Poe ele dentro da sua boca... Cuidado! Pode passar a língua como você faz quando chupa um sorvete... Assim mesmo Fábio; sua boca é muito gostosa! Chupa! Chupa mais Fábio! Mais! Oh Meu Deus! Aaaaaah! Aaaaaaaaah!... Prestes a gozar, procurei algo pra esporrar em cima e não encontrando segurei sua cabeça: - Vou gozar Fábio! Pode engolir minha porra; você vai gostar!... Fábio obedeceu e cada golfada deixava descer garganta abaixo. Dias depois, em uma nova visita dos dois; Carmem comigo na cozinha enquanto Fábio via TV: - Você deixou Fábio muito feliz no domingo!... : - Ele te falou alguma coisa?... : - Fábio me conta tudo; ele não me esconde nada!... Para saber se “tudo”; era realmente “tudo”: - Você aprova o que fizemos?... Carmem abriu um largo sorriso: - O importante é que meu irmão está feliz!... resolvi arriscar: - Você tem namorado?... Carmem contou que namorou um rapaz por poucos meses e teve que terminar devido a intransigência de seu pai... Parecia que eles tinham um pai bastante ignorante. Carmem foi se abrindo comigo e como fiz com Flávio resolvi ser bastante direto: - Você chegou a fazer sexo com ele?... Notando que Carmem ficou extremamente encabulada: - Desculpa-me Carmem; não tenho o direito de lhe fazer esse tipo de pergunta!... Desviamos o assunto para o campo da religião, e, sem mais nem menos: - Já fiz sim; mas só umas quatro vezes!... Levei alguns segundos pra perceber que ela estava me respondendo a pergunta que lhe tinha feito a mais de 10 minutos atrás: - Você não precisa falar sobre isso Carmem!... Ela me encarou e: - É que; além do Fábio, não tenho mais ninguém pra me desabafar quando preciso!... Segurei-lhe as mãos: - Você e seu irmão podem contar comigo sempre que precisarem!... Quando lhe perguntei se ela gostaria de me contar mais alguma coisa: - Hoje não; mas quem sabe outro dia!... Fiz-lhe uma sugestão: - O dia que você quiser; vem aqui sozinha pra conversarmos com mais calma!... Fábio passou a ir na minha casa pelo menos uma vez na semana; sozinho, pra que eu lhe comesse a bundinha. Dois meses se passaram e em uma ida deles à igreja num dia de semana, foi a vez de Fábio ir e deixar a irmã na minha casa. Nem bem começamos a conversar e Carmem voltou ao assunto de seu namoro que seu pai nunca aceitou e ao chegar na parte do sexo entre eles, fiquei surpreso com seu comentário: - Mas nunca consegui sentir prazer; será porquê Lauro?... : - Talvez porque ficava broqueada com medo de que seu pai viesse a descobrir que você transava!... Ela arregalou os olhos: - Sabe que você tem razão; sempre na hora eu tinha a impressão de que meu pai ia chegar e nos pegar!... : - Hummm; estou aqui imaginando a cena de você e seu namorado peladinhos e seu pai entrando de repente!... : - Hahahahaha! Mas nós não ficamos pelados não!!!!... : - Ué! Como vocês faziam?... Carmem totalmente a vontade comigo e dizendo que se encontravam às escondidas atrás de umas bananeiras: - Eu só levantava o vestido e ele colocava o negócio dele pra fora!... E ela teve coragem de completar: - Eu já ia me encontrar com ele sem calcinha!... Foi minha vez de soltar uma gargalhada e sabendo que ali podia me arriscar mais: - E hoje; está com ou sem calcinha?... : - Hahahahaha! Acho que vou deixar você na dúvida!... Senti que estava na hora de dar o bote; passando um braço por sobre seus ombros e levando a mão pra sobre sua perna: - Desse jeito vou ter que descobrir sozinho!... Carmem olhando levantando seu comprido vestido: - Espero que você não fique decepcionado!... Cheguei onde queria: - Hummm! Está de calcinha, mas acho que eu posso tirá-la; não é?... Carmem apenas sorriu e facilitou pra deixar a calcinha deslizar até sair pelos seus pés. Ao encostar minha mão na sua bucetinha, Carmem pareceu que levou um pequeno choque tremendo todo seu corpo. Após fazer-lhe alguns carinhos na buceta com meus dedos e curioso pra mais descobertas fui lhe tirando o vestido: - Não Lauro; tenho vergonha de ficar pelada!... Fiz força conseguindo chegar com o vestido até seus seios: - Você é linda Carmem; não precisa ter vergonha nenhuma!... Quando consegui, descobri que aquele enorme vestido escondia uma menina mulher num corpo de deixar qualquer santo pensar besteira. Soltei seu sultiã e cai de boca num par de seios médios e durinhos, voltando a socar dois dedos na sua buceta... Ao perceber que Carmem estava no ponto, fiquei de pé tirando minha bermuda. Carmem ao ver meu pau duro que tinha apenas uns 18 cms; porém um pouco grosso além do normal : - Oh meu Pai do Céu; é muito grande!... Tirei-a do sofá e fazendo com que deitasse sobre o grosso carpete fui subindo sobre seu corpo: - Sem proteção não Lauro!... Procurando achar a portinha pra colocar meu pau: - Confia em mim Carmem; não vou gozar dentro de você!... Antes que ela conseguisse falar mais alguma coisa eu já estava empurrando meu cacete pra dentro de sua bucetinha apertada: - Oooooooooh! Ooooooh! Lauuuuuro! Lauuuuuuro!... Depois de enfiar os 18 cms fiquei parado olhando aquele rostinho angelical: - Fique calma Carmem; procure pensar só no prazer!... E comecei a bombar: - Aaaaaiiiii! Aaaaaaiiiii! Estou adorando Lauro; mete! Mais! Mais!... Nunca tinha visto uma mulher gritar tanto na hora gozar como Carmem... Ainda consegui dar mais algumas bombadas antes de tirar e esporrar tudo sobre sua barriga. Antes de ir embora, Carmem falou que contaria tudo pro irmão; já que ele nunca lhe escondeu nada. Passei a ter alternadamente na minha cama, um viadinho gostoso e uma ninfeta de tirar o fôlego de qualquer um. Mas o dia em que convenci dos dois ficarem juntos e peladinhos na minha cama; fui a loucura... Fábio chupando meu pau e eu chupando a bucetinha de Carmem; parecia que eu estava no paraíso. Carmem ficou espiando de como meu pau entrava e saia do cuzinho do seu irmão e resolveu que também eu tinha que lhe comer o rabo... Uma hora depois foi a vez de Fábio ficar vendo eu arrancar as pregas do cuzinho de sua irmã. Carmem ficou na mesma posição que o irmão (de quatro)... Primeiro, enfiei meu pau na sua buceta que estava bastante molhada e depois abrindo suas nádegas com uma das mãos, fui com a outra colocando a ponta do meu cacete sobre seu cuzinho ainda virgem. Carmem quis se arrepender; e mesmo ela gritando e dando pinotes feito uma égua chucra fui enterrando meu pau até não sobrar um centímetro pelo lado de fora... Fiquei parado o suficiente pra que Carmem sossegasse um pouco sobre a cama pra começar a bombar: - Aiiiiiiiiiiiii! Aiiiiiiii! Tá me rasgando toda! Para! Para!... Somente depois de umas 20 socadas é que Carmem parou de chorar e ficou só gemendo até lhe encher o rabo de porra. Carmem e Fábio foram aprendendo a se tocarem, e, Fábio passou a gostar de chupar a bucetinha da irmã e a irmã a lhe beijar na boca e a chupar seu pinto... Hoje na minha cama, fazemos uma deliciosa putaria a três.Meu no
ZECAVIX escreveu:
Que delicia de conto! quase gozei só de ler.....que sorte a sua cara! keria ter essa mesma sorte.....comer um viadinho novinho e uma ninfetinha safadinha.....parabéns! se algum novinho ou novinha kizer me add no msn: kero_agora_vv@hotmail.com
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