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Imprevisto no Caminho - Uma carona não faz mal a ninguém?

  • Autor: Julio

    Enviado em 30/12/2011

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Uma carona não faz mal a ninguém

 

    Meu nome é Júlio tenho 23 anos sou alto, magro, corpo esbelto, pele clara, olhos e cabelos castanhos. Os fatos que passo a narrar são trechos da realidade. Talvez possa ter esquecido alguns detalhes por mera falha de memória, mas a história em si é exatamente tudo o que me aconteceu. Escrever esta história foi relembrar cada momento e lhes proporcionar um pouco de tesão.

    Naquele final de semana prolongado decidimos, eu e meus amigos irmos para o litoral paulista, mais precisamente Santos. Moramos na capital mineira Belo Horizonte, alugamos  um apartamento em Santos onde curtimos o final de semana prolongado, costumamos viajar de carro. Como naquele periodo eu estava sem carro, pois estava olhando outro para comprar eu tive que viajar na caminhonete do meu pai. Só que um casal amigo meu, como a mãe desse meu amigo morava em Santos eles trariam um carro de lá, que estava lá. O que aconteceu foi que eles me pediram carona e como eu ia viajar sozinho, pois naquele momento eu não estava namorando, eu decidi leva-los comigo, apesar de achar que a viajem na cabine da caminhonete não seria nada confortável, já que a caminhonete não era cabine dupla, era cabine simples mesmo.

    Meu pai só me pediu que fizesse uma revisão na caminhonete antes de viajar. Ficou combinado que eu pegaria a caminhonete na concecionarie após sair do trabalho na sexta, e já passava na casa dos meus amigos para apanhá-los onde seguiriamos para Santos. Meu amigo Carlos, alto como eu, um pouco mais moreno, olhos e cabelos também castanhos, magro como eu, um pouco mais malhado. Minha amiga Amanda, clara, olhos castanhos, cabelos lisos escuros, bumbum avantajado, seios médios, corpão estilo perâ, com mais quadril do que busto, uma mulher robusta, gostosa e atraente.

    Quando passei na casa de Carlos as malas da Amanda já estavam com ele na casa dele, passamos no trabalho dela onde seguimos viajem. Já nos primeiros quilomêtros eu senti que o desempelho da caminhonete estava afetado, eu era acostumado a viajar nela, e achava que havia alguma coisa errada. Por mais que eu pizasse a caminhonete não andava, não atingia velocidades maiores, e foi depois de um tempo de viajem, foi que descobri através da fumaça nos pneus que os mecanicos que fizeram a revisão deixaram as rodas traseiras presas, o que provocou o travamento das mesmas e tivemos que parar já quase na divisa de Minas com São Paulo e acionar o resgate da rodovia. O resgate demorou para chegar e ao chegar fomos informados que teriamos que passar a noite na cidade mais próxima pois só teriamos auxilio do mecanico no sábado pela manhã.

    O motorista do reboque nos deixou num hotel na cidade mais próxima. Ao chegar na portaria fomos informados que só havia um quarto, família, com uma cama de casal e uma de solteiro. Como já eram altas horas da noite por volta das 23:00 resolvemos ficar ali mesmo. Subimos e logo Carlos tomou banho, em seguida Amanda. Após tomar banho os dois resolveram dar uma saída para apreciar a fresca, enquanto eu fui tomar o meu banho. Ao sair do banheiro pude notar que em cima da cama, a mala da Amanda aberta onde dava pra ver uma calcinha, sozinho ali não resisti e resolvi examinar aquela calcinha de perto. Era uma calcinha branca de lycra, com detalhes em renda, calcinha essa que ela acabara de tirar, não resistindo a tentação resolvi cheira-la e sentir o cheiro maravilhoso da buceta da Amanda o que me deixou exitado no exato momento. Era um cheiro maravilhoso ao que tudo indicava ou ela estava no periodo fertil ou havia sentido tesão durante o dia pois o cheiro não era somente de xixi..

    Como estava somente com a bermuda do pijama, resolvi tirar o meu pau pra fora e esfregar a calcinha nele, e me masturbar um pouco, mas mal comecei a me divertir e ouvi um barulho, eram eles, Carlos chegou de repente e pode me ver ainda soltando a calcinha sobre as coisas dela:

    _O que você fazia ai rapaz?

     Ele se aproximou e pode ver que era a calcinha. Amanda chegou no mesmo momento ficando com semblante assutado ouvindo as palavras de Carlos.

    _Vi a calcinha e resolvi dar uma examinada! Respondi meio sem saber o que dizer.

    Logo Amanda se precipitou e ao observar a calcinha disse:   

    _Nossa essa calcinha tá suja! Dizendo isso, pegou a calcinha e a fechou na mão.

    _Então você tava ai pensando na minha namorada? Disse Carlos olhando o volume da minha bermunda que apesar do susto ainda não tinha se desfeito.

    _Peço desculpas a vocês pela situação. Foi quando percebi que Carlos já não era mais o mesmo, estava ofegante, tinha um brilho no olhar.

    _ Legal cara! O que você acha de você dar uma olhada na minha rola? E já foi logo tirando aquela coisa pra fora.

    _ Calma amor! Disse Amanda eufórica.

    _ Oh Carlos você sabe que eu não curto essas coisas - Disse já com medo do que pudia vir a acontecer.

    _ Gente não vamos perder o controle da situação. Afinal ele nem sequer tocou em mim! Disse Amanda tentando acalmar seu namorado.

    _ Mas ele se apossou da sua calcinha, algo muito intimo seu, e toda essa situação me deixou excitado. Quando Carlos disse isso eu comecei a acreditar que ainda podia tirar proveito daquela situação.

    _ O que você acha de você dar uma cheiradinha na minha rola? Disse isso ficando em pé a minha frente.

    Como estava sentado na cama e aquele mastro do Carlos estava bem próximo a mim, permaneci imóvel sem muito entusiasmo, nunca tinha tido tendencias apenas algumas brincadeiras na infância.

    _Estou disposto a negociar! O que acha de fazer isso em troca da calcinha dela. Disse Carlos em tom eufórico.

_Não acredito nisso! Essa calcinha aqui está sem condições! Disse Amanda com certo receio.

_É assim que eu gosto! Gosto de sentir o cheiro do sexo o cheiro de mulher, o cheiro de fêmea! Ao dizer isso eu pude notar o semblante dela mudar, o olhar dela era de bronca pra mim.

    Nesse momento Carlos olhou para a namorada. Pude notar que os dois se entreolharam profundamente, ela tinha feições negativas para o namorado, como se quisesse acabar logo com aquela situação.

A calcinha da Amanda realmente era um bom prémio o que me fazia além do tesão ter um encorajamento maior.

    _Vai chupa! Disse Carlos pondo a mão no pênis e segurando pra mim!

    _Vamos negociar primeiro! Disse eu discordado da atitude dele.

    _Vai chupa logo cara!

    Segurei aquela rola que aquele momento já babava de tesão, cheirei a cabeça e Carlos tratou de encosta-la na minha boca. Vendo a cena eu pude perceber que Amanda abriu a mão e olhou a calcinha examinando-a. Eu por fim coloquei aquela coisa na boca, e Carlos se desfacelava de tesão. Foi quando Amanda se aproximou e chegando a calcinha no meu nariz me pediu que cheirasse. Aspirei o ar profundamente e ela tocou no meu pênis que estava duro como rocha.

    _ Isso Amanda manda ele cheirar! Dizia Carlos ofegante.

    Amanda começou a apalpar meu penis por cima da roupa, foi então que eu tirei o pau pra fora e Amanda pegou nele em pelo e fazia leves movimentos. Foi quando Carlos vendo a situação disse:

    _ Vai bem paga um boquete pra ele!

    Ela teve certo receio, mas, ficando agachada entre as pernas do namorado começou a chupar a minha rola sem muito entusiasmo enquanto eu permanecia fazendo boquete no Carlos. Foi quando Carlos me fez a seguinte pergunta:

    _Você já deu o cuzinho antes?

    Fiz gesto negativo com a cabeça.

    _ O que você acha de ser a menina da vez hoje?

    Foi neste momento que eu tirei o pau dele da boca e falei:

    _Sexo anal não cara! Poxa é mesma coisa deu falar que quero o seu cú ou o cuzinho dela. Disse sem rodeios já no intuito dele apelar e desistir de uma vez.

    _ O que você acha docura? Disse ele se dirigindo a nomorada.

    _Não estou gostando da idéia! Disse ela dando bronca.

    _Deita na cama então seu abusado. Ordenou Carlos instantâneamente.

    _Perai, mas como vai ser isso? Disse eu já tentando me esquivar do que pudesse acontecer.

    _Tá vendo a calcinha que você tava deliciando? Você vai vesti-la agora. Disse ele pegando a calcinha da mão da namorada e cheirando-a.

    _Perai! ai complica! e eu? como que eu fico nesta? Disse já apavorado.

    _Vai la na copa do hotel amor e pega manteiga. Ordenou Carlos a namorada.

    _Acho melhor agente parar por aqui. Disse tentanto sair da cama.

    _Você vai ter o que quer desde que eu tenha o que eu quero! Disse ele me segurando.

    _E você sabe o que eu quero? Disse eu já interessado.

    _ Estou disposto a deixar você ter um momento intimo com minha namorada desde que seja a menina da vez comigo hoje.

    _Ok! Você sabe o que quero com ela? Disse ainda sem acreditar no que ouvia.

    _ Só depende dela! Toma veste a calcinha!

    Tirei a bermuda do pijama e vesti a calcinha e Carlos me pediu que chupasse sua rola novamente de calcinha.

Quando Amanda chegou com a manteiga, Carlos me forçou a ficar de costas para ele, se livrou da bermuda e começou a roçar seu pau na minha bunda. Só queria que acontecesse logo, o meu cuzinho estava apertado. Carlos começou a puxar a calcinha que eu vestia para baixo, e destampando a manteiga começou a passar manteiga no meu ânus com o dedo, roçava o dedo no meu cuzinho o lambuzado com manteiga, até penetrou um dedo, logo me obrigou a deitar de bruço na cama, comecei a sentir seu peso sobre mim, ele delirava, nunca tinha sentindo um homem sobre mim, sentia seu pau roçar em minhas nadegas, seus braços fortes me agarrando, e eu ali passivo deixando acontecer fosse o que fosse, Carlos me ajeitou, abriu minhas pernas, pegou minha mão e me mostrou como deveria fazer para abrir mais minhas nádegas, senti que ele lubrificou novamente a entrada do meu cuzinho, também passou manteiga em seu pau e se recostou sobre mim.

Aquele mastro encostou em meu rego, e eu senti que não seria muito fácil, sem cerimônia Carlos forçou a cabeça de sua rola no meu cuzinho virgem, senti uma ardência, aquilo estava me invadindo, gemi, encolhi a bunda, mas ele me firmou e forçou mais um pouco e penetrou mais um pouquinho, começou a fazer um vai e vem e cada vez mais forçava, aquele mastro me invadia pouco a pouco, quando sentiu que tinha me penetrado o suficiente, Carlos deixou cair seu corpo sobre o meu dizendo:

_ Agora fica quieto que não vai doer mais.

Não me mexi, tinha medo que entrasse mais, que doesse, mas aquela altura, estava gostoso, era comodo sentir aquele pau dentro do meu cuzinho e o peso daquele homem em cima de mim, sua respiração ofegante no meu ouvido, e ele se mexia num vai e vem repentino até que senti ele urrar e num gemido forçou e ficou quieto, pude perceber que ele gozava, senti seu liquido quente dentro de mim. Após gozar Carlos caiu para o lado acabado com o tesão que sentira.

Permaneci como estava ai de bruços na cama, ainda me recuperando do que havia acontecido. Amanda assistiu a tudo calada sem que eu pedisse ela foi ao banheiro e pegou papel higiênico e começou a limpar a manteiga que restava no meu rego.

Agora era a parte do meu prêmio Carlos não poderia dizer uma só palavra do que eu faria com a sua namorada. Quando me virei Amanda viu meu pênis duro e comentou:

_ Você quer agora?

_ E quero com você da mesma forma que seu namorado fez comigo, quero seu cuzinho. Disse logo.

Ela fez um gesto negativo com a cabeça, como que desaprovando a situação e com um semblante meio que de decepção se aproximou de mim, neste momento eu comecei a beijá-la ardentemente. Após muito beijá-la eu comecei a tocar seus seios e pedi que ela deitasse na cama. Levantei seu vestido abaixei sua calcinha e comecei a lamber o delicioso cuzinho dela. Eu lambia de tal forma que eu babava no seu cuzinho o deixando meladinho. O cuzinho dela era apertadinho, fechadinho o que me dava mais tesão apesar de não ser virgem porque ela me disse. Logo em seguida peguei a manteiga e lubrifiquei o cuzinho dela com manteiga, empurrando a manteiga pra dentro do cuzinho com a lingua. Carlos permanecia estirado do lado olhando para o teto como se nada acontecesse.

Em seguia me debrucei por cima dela encostando meu pau na portinha do cuzinho dela, ela o posicionou na entrada com sua própria mão. Comecei a forçar muito para que meu pau invadisse o cuzinho dela. Só parei de penetrar quando meu pau estava inteiro dentro do cuzinho dela. Então cheguei bem no ouvidinho dela e disse:

_ Isso é pro seu namorado aprender a comer o cuzinho dos outros!

Percebi que ela forçou num movimento pra cima para me beijar e disse:

_ Faz massagem na minha vagina!

    Neste instante ela foçou aquele bundão maravilhoso ainda mais na minha rola que estava toda dentro do cuzinho dela e eu enfiei meu braço por debaixo dela e comecei a esfregar meu dedo na buceta dela. Ela gemia de tesão e eu comecei um movimento de vai vem metendo como podia naquele cuzinho gostoso, e ela me pedia para não parar. O que aconteceu foi que eu acabei não resistindo e gozando tudo dentro do cuzinho dela. Ela me pediu que continuasse com a massagem na vagina dela para que pudesse gozar também. Nesse momento Carlos já um pouco mais recuperado levantando, começou a pegar com a língua o semem que escorria do cuzinho dela (com ela foi sem camisinha) e com todo o cuidado levava a até a boca dela e ela  deliciava aquele esperma com os movimentos que fazia na vagina dela. Carlos lambeu até a ultima gota de porra com manteiga que escorreu do cuzinho dela e ela pode gozar salivando o meu semem que saiu do cuzinho dela na boca de Carlos como se estivessem beijando. Nunca havia sentido tanto tesão assim.

    Vocês devem estar querendo saber se eu comi a bct dela. Sim mas fica pra outro conto...

 

 





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