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Gordinha pediu pra ser

  • Autor: xxxxxxx

    Enviado em 11/09/2010

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Esse conto relata o quando finalmente fodí gostoso minha gordinha Mari, as duas oportunidades que nos encontramos só rolou um boquete maravilhoso 

 ***OBS: O conto é real. Realmente fizemos do jeito que está relatado. No entanto foi uma fantasia proposto e concordado pela minha parceira. Não houve atos de agressão ou violência exagerada. Tudo consentido, quero deixar claro.***

Era mês de Março, aos sair do trabalho recebi um telefonema dela me “intimando” pra sairmos. Eu disse que sim, mas desta vez ia rolar a transa. Ela respondeu que sim e ainda me convidou pra compartilhar uma fantasia dela: de ser comida a força, fantasia essa, que ela chamou de “estupro consentido”. Eu disfarcei que não sabia, mas que estaria disposto a experimentar. Eis o ocorrido:

“Marcamos de nos encontrar por volta das 23:00 em uma estação de Metrô da Zona Leste de São Paulo. Éramos desconhecidos, e eu deveria encará-la como se fosse um tarado. Duas estações depois ela desembarcou e eu fui atrás, ela seguiu na calçada em direção a um motel. Eu cheguei por trás e fingindo usar uma arma (era o celular):

-Fica quieta, não olha pra trás - ameacei-a encostando o celular – Eu vou pegar em seu braço e você vai me seguir.

Antes de chegar a entrada do motel, peguei a bolsa dela e retirei seu RG. A puxei pelo braço e emborquei pra dentro do motel. Registramos-nos, sempre eu mandando ela não me olhar para meu rosto. Subimos ao quarto e assim que entramos e eu fechei a porta desferi um tapa em seu rosto:

-Você é uma puta, quase me entregou na recepção - xinguei

-Não por favor, o que você quer... – ela respondeu segurando o rosto e já entrando no clima

Mari se afastou tentando abrir a janela. Eu tirei toda minha roupa e fui em direção a ela balançando meu pau. Como combinado Mari usava um vestido, me aproximei e segurando seu pescoço a ameacei dizendo que ela ia me satisfazer a noite todinha. Ela fingiu medo e nojo da “violência” que estava por vir e tentava se desvencilhar. Avancei em sua boca e tentava beijá-la, Mari apesar de ta gostando fingia não querer. Gemia, gritava me xingando:

-Me solta seu nojento...socorro...alguém socorro..pára

-Tesão...delicia..me beija – eu assediava aquela negra gostosa.

Arranquei o vestido dela por cima e apertei seus seios pelo sutiã. Senti que continuavam apetitosos, belos seios pra gente se esbaldar, pois são bem enormes, flácidos e caídos. Ao tentar arrancar seu sutiã a safada me esbofeteou. Mas mesmo assim continuei, meu pau batia em suas coxas e na buceta, ela afastava ele como se tivesse nojo daquele membro duro e desconhecido tocando sua pele negra. Por fim tiro seu sutiã, seguro seus seios que caem de tão moles. Os bicos duros foram rapidamente abocanhados com fome:

-Ohmmm...peitão gostoso...hummm – eu babava nas aureolas marrons e estriadas.

-Me solta seu sujo...não...humm – Mari segurava o tesão

Puxei a puta gorda pelos cabelos e coloquei sentada na cama. Balancei meu membro duro em seu rosto, Mari se virava tentado escapar da cabeça melada. Comecei a me empolgar na fantasia, vendo que ela também se entregava ao que ela tanto desejava realizar. Tentei colocar minha pica na sua boca, Mari não engolia e por isso estapeava suas buchechas redondinhas. Ela fazia cara de dor e choro, isso me excitava. Batia mais e gritava para que chupasse meu caralho:

-Chupa porra...chupa meu caralho. Forçava em sua boca que finalmente cedeu aos golpes de pica. Mari engoliu minha vara com dificuldade, apesar de já ter chupado duas vezes ainda era um pouco grande pra sua boquinha pequena.

-Hummm...ahhh...não...não gosto de chupar...humm – Mari gemia com eu caralho na boca

Quando senti meu pau latejando, empurrei Mari na cama e depois de colocar a camisinha penetrei sua xana gorda e inchada. Mari ao ver eu colocando o preservativo fez uma cara de pavor, arregalando os olhos para o membro duro e grosso que iria fude-la. Me inclinei e colocando a cabeçorra forcei a entrada. Sua buceta dilatava a cada milímetro do meu pau que escorregava. Quase ao entrar tudo, dei uma estocada pra entrar de vez. A cachorra pulou e soltando um gemido alto pôr fim pôde sentir aquela pica que tanto queria:

-Ahhhhhhhhh....aiiiii....ohhhhhhh, nojento, tira essa porra...nããõooo – gemia

-Que bucetão...gordinha gostosa..satisfaz teu macho...vai – respondia bombando

Segurei seu rosto e estocava o caralho na xoxota, ela gemia e arfava a cada bombada. Eu suava em cima daquela gorada vadia, que pedia rola mas fazia um ar de “violentada”. Representar aquele ato me dava mais tesão e desejo, a loucura me dominava. Queria foder aquela gorda de todas as formas e com mais vontade. Olhava aquele rosto se contorcendo e fingindo dor e fazia o papel de tarado. Bombava meu pau com tudo, segurando suas nadegas e forçando contra meu corpo.

-Pelo amor pára..por favor...hummm...ohhh...ta me machucando seu viado – ela reclamava

Os xingos de Mari me faziam ter um “ódio” dela. Iria fode-la muito..come-la e arrombá-la e mesmo que ela pedisse não iria parar. Apertava seus seio mamando, sugando os bicos. Mari gemia sentindo minha boca melando seus peitos de saliva. Enfiava os rosto no meio e mexia balançando aqueles melões. Nossos corpos se misturavam, as peles contrastando e suando, molhando o lençol do motel. A cachorar gritava pedindo pra sair de cima dela, eu penetrava mais e mais. Bombava meu caralho na buceta que já estava molhada e arregaçada.

Virei seu corpo roliço de quatro e segurei aquela cintura flácida e cheia de estrias, eu adoro mulher assim, bem natural. Só posicionei meu pinto na entrada da buceta e meti, o pau escorregou preenchendo a buceta da cachorra. Bombei meu caralho duro pra dentro, e a cada bombada a bunda gelatinosa dela tremia. Mari gemia, sentia o latejar da rola na sua xana. Comecei com tapas em sua bunda, as celulites ficavam evidentes a cada estocada mais forte.

-Ahhhh...ahhhh...bucetona...gostosa, gulosa....hummm

-Aaaahhhh seu puto safado...não me come...não me come...não te conheço seu desgraçado - Mari extrvasava seus desejos em forma de insultos

Joguei o peso de meu corpo nela para que ficasse de bruços, eu adoro essa posição. Me deitei sobre aquele corpo gordo e macio. Remexia e rebolava meu quadril dando o ritmo de belas metidas. Metidas vigorosas e violentas, Mari iria sentir o teu macho...sentir o quê tanto adiamos. A puta gorda delirava com as lambidas que dava em seu ouvido, apertava suas nadegas, segurava a cintura. Metia fundo e forte:

-Ohhhhh....aii, aiiii, aiiiiiii ...ta doendo.....hummmm

Me senti dominando e ela se sentia dominada. Era sexo puro, com aparente violência, mas que na verdade era só entrega...safadeza, sacanagem...pura putaria. Meu corpo moreno subjugando aquela gorda puta, o corpo redondo suportando meus 81 kg. Mari nem reclamava, pelo contrario, pedia mais mesmo pedindo que parasse.

Que prazer, que tesão. A metidas aumentavam o ritmo, a camisinha quase saindo do pau...eu tinha que me atentar pois senão iria gozar dentro dela. A gozada daquela transa foi sensacional, parecia que há dias eu não gozava. Tirei meu membro na iminência de explodir e coloquei no rosto dela. Mari como sempre continuava não gostando de porra na boca e no rosto, mas não teve como reagir:

-Toma meu leite...toma minha porra putona

-Ahhhhh nããõoo....nããooo quero....nahuuuummm

O gozo explodiu...eu ejaculava sucessivos jatos de leite quente e viscoso em seu rosto. Ela tentava tapar mas eu segurava suas mãos, agora que tava ali esporrando ia até o fim. Após exauri todo meu leite, me deitei ao seu lado dando uma forte tapa em sua bundinha pequena.

Transamos mais duas vezes até as 06:00, sem fantasias, já que a dela foi realizada. Queria mais, porem as 09:00 ela já teria que estar em Santo Amaro (Zona Sul de SP). Depois dali nunca mais nos vimos, só nos falamos. Ela hoje namora mas me afirmou que se pintar oportunidade vai querer ser “violentada” novamente por mim.

 

gostaram mulheres?

sou moreno, solteiro, 1,82 de altura, 81 kg. cabelos lisos e pretos, olhos pretos, ombros largos, dotado...corpo legal. saudável, discreto, safado e tarado pra conhecer mulheres de qualquer raça, idade, peso, estado civil, condição social...enfim, que seja safada, tesuda e inteligente que curta uma boa sacanagem virtual e um bom sexo real com prazer, tesão e respeito. beijos

 

ME ADICIONEM: wil.suzano@hotmail.com






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