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Enviado em 30/12/2011
Meu pai era dono de uma pensão, que ficava na frente de casa. Essa foi uma das soluções que encontramos para melhorar um pouco a renda mensal. Durante o dia, meu pai trabalhava no banco e a noite cuidava das finanças da pensão. Minha mãe fazia os serviços de comida, limpeza e lavagem de roupa dos hóspedes. Eu passava o dia no trabalho e chegava à noite para o jantar.
Pelo menos uma vez por mês eu ia em todos os quartos cobrar o aluguel. Tínhamos oito inquilinos e nunca tínhamos tido problemas quanto a isso. Como morávamos perto de uma universidade, muitos estudantes se alojavam ali. Entrava ano e saía ano, muitos iam embora, mas também muitos bichos que haviam acabado de entrar na faculdade procuravam alojamento.
Numa dessas trocas, um jovem de 22 anos ocupou um dos quartos. No primeiro mês ele pagou certinho, com apenas uns três dias de atraso. Já no segundo mês, preferiu dividir em duas vezes e no terceiro mês disse que só tinha 50 reais para pagar a mensalidade. No total, incluindo, cama, comida e roupa lavada, cobrávamos apenas 200 reais. Ou seja, faltavam 150.
Saí do quarto e fui falar com meu pai. Tentei explicar a situação do moço, que dizia ser de família humilde, mas meu pai disse que não teria outro jeito, ele iria ter de pagar. Conheço meu pai, ele é muito bom, mas também não estávamos em condições legais e precisávamos do dinheiro para manter a pensão. Disse para eu voltar e trazer o dinheiro.
O rapaz se chamava Gabriel e estava cursando o primeiro semestre de medicina. Parecia ser muito esforçado e conseguiu passar no curso, que é um dos mais concorridos, após quatro anos de cursinho.
Ele passava praticamente todo o dia no quarto, estudando para provas e trabalhos. Confesso que desde que ele entrou na pensão fiquei espantado com sua beleza. Era um cara alto, com 1.70 mais ou menos, loiro e forte. Não resisti e o espiei algumas vezes tomando banho. Tinha um pau grande e grosso, mesmo estando mole.
Foi num impulso de tesão que tive uma ideia. Segui até o quarto e descobri como cobrar a dívida. Entrei sem pedir licença e ele estava dormindo. Ele se assustou quando bati a porta, a tranquei e perguntou o que estava acontecendo. Disse que tinha ido cobrar o aluguel e não ia sair dali antes disso. Novamente ele me disse que não tinha grana.
Falei que sendo assim, teria que cobrar de outra maneira. Gabriel estava sem camisa, apenas com uma samba canção e um lençol cobrindo o corpo. Fui até sua cama e ele arregalou dois olhos assustados. Me enfiei em baixo do lençol e sem pensar comecei a mamar o cacete de Gabriel.
Realmente era grande, grosso e conforme eu sugava ele foi ficando duro, que nem uma rocha. Chegou um ponto que mal cabia na minha boca. Ele gemia baixinho e me deixava ainda mais louco. Foi aí que ele retribuiu e começou a forçar minha cabeça. Foi tirando o lençol e eu olhei para seu rosto. Ele mal conseguia abrir os olhos de tesão.
Subia e descia bem rápido, minha língua girava por todo o mastro e também suguei as bolas. O lindão deu um grito e gozou, encheu minha boca. Eu fui subindo e beijando seu peito, sua boca. Trocamos saliva e eu engoli todo o gozo, era suculento.
Gabriel me deitou na cama e abaixou meu shorts. Começou a chupar suavemente meu pau e sua linguinha fez um estrago. Chegou um momento em que eu urrava de prazer e ele tirou a boca. Me punhetei até gozar no meu peito.
Em seguida ele me colocou de quatro na cama e colocou a camisinha. O safado foi metendo aquele pau grosso e eu dava risada de prazer. Para ele eu dava com gosto, com vontade e forçava minha bunda para que o cacete entrasse mais rápido. O Gabriel apoiou suas mãos em meu ombros e forçou sem dó. A vara entrou de uma vez e me rasgou. De tão grande, pressionou a próstata na hora e eu quase gozei. Foi uma sensação inexplicável.
Ele continuou metendo depressa, sem parar e eu apenas gemia alto, intenso. Meus olhos piscavam e meu corpo estava todo estremecido, meu tesão estava à flor da pele. O gostosão me colocou de lado, ficamos frente a frente e ele me beijou loucamente. Metia a língua ao mesmo tempo em que metia a vara. Era um momento único. Eu retribuía rebolando, forçando meu rabo contra o pau. Gabriel delirava.
Comecei a morder os mamilos dele, que ficaram duros e salientes. Nesse momento ele gritou que não aguentava mais e precisava gozar. Tirou o pau do meu cú, arrancou a camisinha e em apenas umas três batidas gozou em cima de mim, me encheu de gozo, quente e delicioso. Pegou meu pau e começou a bater forte. Meu tesão era tanto que gozei na hora, deixando meu peito ainda mais melado. Gabriel veio para cima de mim e me beijou. Eu apenas disse que o aluguel estava pago, com juros e mais juros.
Juliano escreveu:
Que história envolvente, prazerosa... fiquei com tesão imaginando o cara observando o hóspede tomando banho com esse corpão...
Mario escreveu:
Cara isso e muito exitante.
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