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Enviado em 07/06/2010
Meu nome é Pedro e adoro seriados norte-americanos, tenho 28 anos, 1,82 cm, branco e peso 73 Kg. Gosto de esportes, principalmente de futebol. Há três semanas conheci Ítalo, um garoto de 14 anos que é filho de uma antiga amiga da família, sua mãe veio tratar de negócios na cidade, aproveitando para nos visitar e nos apresentou seu filho mais novo. Era início de dezembro de 2009. Depois da recepção fui para sala assistir o 17º episódio de Fringe. Estava ainda no começo quando Ítalo entrou pela porta da sala e disse:
- Poxa, você assiste esse seriado. Que legal, eu também gosto!
- Senta aí, vamos ver esse.
Começamos a comentar sobre a história dos episódios anteriores e logo nos entrosamos. Ele falava sobre filmes e séries que já tinha visto e de como passava várias horas na casa de amigos assistindo Fringe. Conversamos muito. Achei Ítalo muito maduro para sua idade, ele conversava como adulto e produzia boas análises sobre os filmes. O tempo foi passando e outros assuntos vieram. Ele me perguntou pelos meus amigos e eu disse que me acostumei a ficar muito tempo sozinho, já que era filho único e minha família era muito ocupada. Se aproximando de mim, perguntou se não sentia falta de um irmão mais novo e eu disse que sim.
“Posso ser seu irmão?” Perguntou o garoto num tom amável. Respondi que sim. Reparei que durante nossa conversa Ítalo pousou várias vezes sua mão sobre minha perna esquerda, mas no final da conversa já não tirava ele de lá. Achei normal tal atitude, afinal ele era quase da família. Já no final tive uma ereção involuntariamente, daquelas que se tem quando se está muito apertado para ir ao banheiro. Disfarçando minha ereção, pedi licença e levantei-me rapidamente, indo em direção ao banheiro. Reparei que meu “novo irmão” acompanhou com entusiasmo minha trajetória e com olhos fitos no meu pênis. Considerei isso curiosidade de adolescente, quem nunca a teve? Muito depressa estava de volta e para minha surpresa Ítalo estava com a piroca dura e não disfarçou. Agi naturalmente sentei ao seu lado e voltei a conversar com o garoto, pois me senti muito bem perto dele. Sempre quis ter um irmão.
Sua mãe logo interrompeu nosso colóquio, chamando-o para ir embora. Ele fez uma cara de triste e rapidamente minha mãe pediu que ele ficasse um ou dois dias conosco, para comemorar o reencontro das duas famílias, assim ela teria um bom motivo para voltar a se encontrar. Foi assim meu primeiro contato com aquele menino moreno, de olhos verdes escuros, cabelos grandes e estilo de surfista. Ítalo ficou feliz por poder ficar mais um pouco. Sua mãe partiu e fui mostrar-lhe o resto da casa. Logo parecíamos velhos amigos.
Na primeira noite, Ítalo veio dormir no meu quarto, pois o quarto de hóspedes estava empoeirado e não esperávamos visitas para dormir. Emprestei para ele um calção de futebol (o único que cabia nele e o deixaria confortável para dormir) e uma camiseta qualquer. Ítalo saiu do banho, deitou-se na cama improvisada que preparei para ele ao lado da minha e adormeceu. Durante a noite sonhei que Ítalo, sentado ao meu lado no sofá da sala, apalpava levemente meu pênis enquanto ele se intumescia dentro do meu moletom e depois o segurava com força sob a malha. Acordei no meio da noite e Ítalo estava dormindo junto a mim em minha cama. Levantei-me, cobri o garoto com o lençol e deitei-me na cama de baixo. O dia amanheceu e eu, ignorando o sonho da noite passada, tratei Ítalo com normalidade, mas não pude deixar de reparar sua exótica beleza. Seus olhos contrastavam com a cor de sua pele morena. Sua boca era pequena e seu cabelo liso, cor de mel, que lhe caia sobre os ombros. Tinha 1,68 cm e não pesava mais que 62 kg. Sem dúvida se daria muito bem com as mulheres, pensava eu naquela manhã. Tomamos café e jogamos futebol no quintal por toda a tarde. Depois do almoço ficamos sozinhos. Todos foram para suas ocupações cotidianas e minha mãe foi ao mercado. Encontro-me desempregado, por isto fico em casa o tempo todo, até que algum currículo dê certo. Voltamos a jogar bola no quintal, tiramos nossas camisas por causa do calor. Estávamos muito suados. Sentei-me à beira da calçada para descansar e ele sentou-se ao meu lado, escorando-se em mim, disse:
- Gosto muito de ser seu irmão. Você é bastante legal, Pedro - e me abraçou lateralmente.
Senti seu corpo quente junto ao meu e uma sensação estranha me invadiu. Demorei um pouco para entender o que estava sentindo. Meio confuso levantei-me devagar e fui ao banheiro. Ele me seguiu até a porta e pediu para mijar comigo. Balancei a cabeça anuindo, mas não olhei para o garoto enquanto urinava, olhava para frente, com vergonha da situação. Saímos, sentei novamente na calçada. Ítalo botou seu braço nos meus ombros e sentou-se sobre minha cocha direita. Não falou nada, apenas olhava-me nos olhos como um sorriso inocente. Fiquei paralisado por alguns segundos e depois sorri para ele como a um amigo. Senti meu pau começando a ergue-se, mas acho que ele não viu. Lembrei-me do sonho e isso me fez pedir licença e sair. No mesmo instante alguém bateu à porta e fui abri-lá, era o vizinho, Guilherme, querendo algo emprestado. Quando ia saindo minha mãe voltou.
Ítalo pediu-me para tomarmos banho de mangueira no quintal, ficamos de molecagem por um bom tempo, mas comecei a me excitar novamente quando prendi Ítalo por trás e sua bunda pressionou meu pênis. Ele se debatia com força, mas mantive-o preso por um tempo. Sabia que ele estava sentindo meu pau roçando nele, mas na brincadeira isso é normal. Ele, esforçando-se para se libertar, passou a mão no meu pinto, que estava meio duro e repetiu a ação algumas vezes. Até que acertou meu saco com força e eu parei a brincadeira. Fui para o banheiro e durante o banho sentia meu escroto meio inchado, mas não por causa da pancada, estava cheio, pesado.
Na noite seguinte, Ítalo foi dormir em outro quarto e eu pensei em ligar para algumas amigas para uma transa, mas não deu, nenhuma topou a parada. Meu escroto parecia que iria explodir e comecei a me masturbar, ainda de roupa, quando ouvi a voz de Ítalo à porta.
- Acabou o download do Fringe, Pedro? Vai dar pra gente ver?
Tinha deixado o computador baixando o episódio 19 e nem me lembrava mais. Abri a porta e respondi por detrás dela que ia demorar só mais um pouco. Quando terminou o download, assistimos o episódio e fomos dormir.
No meio da noite voltei à consciência e a luz da lua cheia que entrava pela janela iluminou a cabeça da minha pica que estava na mão de Ítalo. A luz da lua a fazia brilhar. Ítalo segurava meu pau com força, puxando o prepúcio para baixo com uma mão e com a outra acariciava meu saco. Ele estava de joelhos ao lato da minha cama e quando viu que havia acordado perguntou:
- Ainda tá sentindo o saco?
Não respondi. Apenas me afastei um pouco para trás, tirando minha genitália das mãos do garoto.
- Me deixa chupar tua geba? – Disse pegando novamente meu pau.
Sentia um tesão imenso apesar do espanto e do medo. Ele tinha só 14 anos, não tinha jeito afeminado. Deixei ele segurar um pouco e disse:
- Já matou sua curiosidade? Agora para com isso, se não vai ter que agüentar!
Falei assim só para ver suas reais intenções. Ele avançou sobre mim. Levantei meu short. Ele colou seu rosto no meu e senti seu peso. Percebi que ele usava o calção de jogador sem cueca, pois quando, em seguida, se ergueu um pouco senti seu pênis roçar na minha barriga. Espantei-me. Era grande. Puxei-o pela cintura de modo que sentasse sobre meu abdômen. Ele se deixou conduzir e de imediato arrancou sua camisa. Botei as mãos no seu joelho e olhei bem seu jovem corpo. Sua pele era macia e bronzeada. A luz da lua refletindo nela o deixava divinamente atraente. Tinha um peitoral avantajado, bem definido e mamilos pequenos. Meu Deus! Eu estava desejando aquele menino. 14 anos. Podia ser preso. Nunca gostei de homens. Como podia estar tão excitado? O abdômen do menino estava muito definido, mexendo-se suavemente enquanto respirava, uma escultura viva. Um fino segmento de pêlos era encoberto pelo cós do calção. Movi as mãos um pouco para cima, sobre as pernas dele. Esse movimento revelou suas cochas grossas. Fiquei um pouco ofegante. Parei o movimento. Pôs suas mãos sobre as minhas e as levou até a virilha. Tirei uma das mãos e iniciei uma punheta. Quando cai em mim e vi o que estava fazendo, parei e pedi que ele saísse. Ele perguntou por que e eu disse que estava com a garganta seca. Coloque as mãos na cintura dele e comecei empurrá-lo para o lado, a fim de por termino à situação, mas ele se lançou nos meu lábios e senti sua língua penetrar minha boca. Momentaneamente derrotado pelo garoto, beijei-o enquanto enfiava a não em seu short em direção ao seu rabo. Paralisei quando ele, se afastando um pouco, indagou?
- Molhei sua boca?
Mas uma vez resisti. E o rejeitei. Ele novamente sentou sobre meu abdômen, desta vez um pouco mais próximo ao meu pau. O volume sob seu calção era espantoso. Curioso, descobri vagarosamente o pau dele. A piroca do moleque era grande mesmo, cabeça pequena e base grossa, era um pirocão. Quando acabei de descobri-la, me dei conta que ela encostava-se à barriga do moleque, mesmo sem a pressão do calção. O filho da puta tinha o pau tão duro que dava para ver-lo pulsando, não tinha muitas veias, mas devia ter uns 19 cm. Disse meio que por impulso:
- Seu piroca é bem grande pra sua idade.
Ele não deu muita atenção para meu comentário e inclinando para trás, com a mão no meu pau e tom sério, disse:
- Quero enfiar esse ferro inteiro no meu cú, Pedro!
Respondi apenas “ok” como se estivesse sobre o comando do garoto. Ele deixou a cama e ao lado da cama, sob minha supervisão, tirou o calção. Tinha um saco médio sem muitos pentelhos assim como sua região púbica. Vi seus músculos abdominais convergindo para seu pirocão. Sentei-me na cama e tirei minha camisa. Meu pau estava visivelmente petrificado e meu saco cheio de porra. O garoto rebolou um pouco na minha frente antes que eu o puxasse contra mim. Sua bunda tocou primeiramente meu abdômen nu, para em seguida pressionar meu pênis ereto. Movimentava meu pau na bunda do menino na esperança de que ele se contentasse com isso, mas ele murmurou:
- Deixa eu sentar nele.
Afastei-o de mim e arranquei o short com tanta violência que ele bateu de volta na minha barriga fazendo um barulho alto. Meu pau não media mais que 18 cm. Era um pouco arqueado, meio que em forma de gancho, com muitas veias e uma cabeça pontuda em cima e grossa na base. Meu saco, que já era grande, estava enorme, espalhou-se entre minhas pernas quando deitei com o pau apontado para o alto. Rapidamente, o garoto gostoso com cara de surfista, pica grande e bunda redonda subiu sobre a cama e sentou sobre meu peito deixando o ânus na direção da minha boca e, inclinado para frente, lambeu uma vez meu pau. Senti os ovos dele em mim, depois a mangueira. Abri as nádegas do moleque. Era lindo. Sem pelo. Cú de criança. Enfiei a língua. Não entrou. Tentei novamente e o garoto gemeu. Gemi também com a chupada do garoto. Ele não pôs todo na boca pequena que tinha. Ele chupou a cabeçorra do meu cacete. Quase que eu choro. Em seguida, meteu até a garganta, meio sem jeito e, somente depois, começou subir e descer. Meu falo pulava de tesão e o cú dele abria e fecha. Não tava mais agüentando. Botei o gostosão de joelhos no chão para ficar na altura ideal. Ele pegou meu saco e tentou botar todo na boca, mas não coube, chupou um de cada vez e com a boca cheia. Em seguida, chupou minha tora por uns cinco minutos, depois parou. Parou, tirou o coro até o fim e enfiou na garganta. Fiquei impressionado. Via seu nariz e lábios delicados enviados nos meus pentelhos, como no meio de uma mata. Não via nada do meu pau, comecei a endurecê-lo na garganta do menino. Disse que ia goza e ele não deixou tirar da boca dele. Segurei um pouco. Deixei ele fazer os movimentos que queria, senti o primeiro espasmo, mandei ele chupar gostoso. Não deixei ele ir, tava com medo de gozar na boca do Ítalo. “Hum, hum, hum...!” Não tinha mais volta. Segundo espasmo, senti uma enxurrada. Meu corpo enrijeceu e a porra saiu. Dei um esturro de prazer! Explodi, exporrei na boca do moleque, vazou pelo nariz dele. Ele se engasgou, mas voltou a engolir a porra. Nunca vi nada igual. Nunca senti nada igual. A boca dele estava cheia e ele veio me beijar. Afastei-me.
Mandei-o engoli e ele o fez. Não ia beber porra. Aí é demais. Minha rola estava semi-dura quando ele avançou sobre ela novamente. Nunca pensei que uma chupada depois de uma gozada daria tanto prazer. Senti minhas pernas fracas e tirei meu taco da boca dele. O picão dele estava enorme e ele entrou no banheiro. Ouvi o som da torneira seguida do barulho de água do chuveiro. Deitei-me na cama e peguei nos meus ovos, ainda tinham muito que dar, mas pararam de doer.
Quando voltou mandei que fosse embora. Ele mostrou-me a bunda com um tom de deboche. Entendi que não iria parar por aí. Ele não estava saciado. Sentei-me na cama e fiz um gesto para que se aproximasse. Ítalo se pôs a minha frente, seu pênis pendendo de um lado para o outro durante seu caminhar ainda me impressionava. Perguntei se ele havia se masturbado no banho e ele disse que não. Então ele ainda estava com todo gás. Virei o menino de costas para mim e me afastei um pouco para trás enquanto fazia-o sentar entre minhas pernas. Beijava seu pescoço e acariciava seu peito. Deixei pouco a pouco que minha mão descesse até tocar a base do pênis. Ele estremeceu um pouco. Sentia o sangue correndo na velocidade de seus batimentos cardíacos e sua tora tomando a densidade de antes. Ela estava babando muito, aquele líquido incolor escorria até minha mão. Coloquei a outra mão na cabeça afilada daquela haste e comecei a esfregá-la. O menino começou a ficar ofegante, sentia suas costas de encontro ao meu peito. Estávamos em sincronia, movimentos, respiração, corpos. Acariciei seus bagos. Aumentei a freqüência das batidas. Ele suspirava inclinando sua cabeça para trás. Estava no controle total. Ele, totalmente rendido as minhas carícias, parecia estar perto de gozar. Escorria muito líquido do pinto dele. Parei o movimento, segurei com força aquela barra de ferro, descascando-a ao máximo e ele estremeceu, enquanto um jato de porra esguichou, grudou na parede a uns dois metros de distância, o segundo foi para cima, passou na frente da nossa cara. O terceiro e menor jato caiu sobre nossas pernas. A porra dele encheu o quarto com um odor peculiar. Disse baixinho no ouvido dele:
- Isso mata alguém, hen!?
Ele riu e perguntou:
- Você cansou?
Não estava exatamente cansado. Na verdade, meu pau estava quase pronto para outra, mas ainda não estava duro.
- Não - respondi.
Deitei-me na cama. Ele deitou-se ao meu lado, só que de bunda para cima. Acendi a luz do quarto com o interruptor próximo a cabeceira. Coloquei o braço direito por trás de minha cabeça e a esquerda na bunda do moleque. Apertava a bunda dele, enchia a mão mesmo. Agora que estava mais claro pude ver sua bunda morena. Deliciosa!!! Meu pau começava a endurecer quando Ítalo falou:
- Quero tua vara dentro de mim. Quero enfiada até o talo, entendeu?
- Mas e se eu te machucar? – indaguei meio receoso.
- Faz o que eu disser e vai dar tudo certo.
Confiei no menino. Levantei-me. Ele ficou deitando e abriu um pouco as pernas. Via agora com detalhes aquele corpo jovem e vivaz. Seu saco brilhava. Apoiei os cotovelos na cama e dirigi minha bola para os ovos dele, chupei-os por um tempo. Depois lambi o rego do surfistinha. Senti que ele queria mudar de posição e me afastei. Ele ficou de quatro sobre a cama e disse ordenando:
- Enfia!
Posicionei minha cabeçuda na entrada do cuzinho dele e pressionei devagar. Não deu certo. Cuspi na mão e passei no meu pau, cuspi novamente e enviei o dedo no cú do moleque. Ele não se mexeu. Aproximei a rola da bunda do jumentinho e ele falou alto:
- Envia essa porra! Mete essa rola grossa no meu cú, caralho!!!
Não queria machucá-lo. Segurei na cintura do garoto e enfiei devagar até a cabeça entrar. Senti algo novo, introduzir meu cacete naquele anel gerou uma ótima sensação. Tirei a cabeça do bichão para fora e fez um som engraçado. “Ploc!” Enviei novamente, bem devagar. Ítalo exclamou:
- Fode, filho da puta!
- Guenta essa seu porra.
Puxei o corpo do garoto de uma vez para mim. Entrou tudo até o talo. Aaaahhhh! Ítalo forço mais para trás como se não fosse o bastante. Comecei a penetrá-lo com mais velocidade. Idas e vinda, idas e vindas... E ele dizia:
- Como meu rabo, pintudo. Mete fundo. Ah! Com força!
Suas palavras de incentivo funcionavam bem. Sentia-me um touro copulando. Aumentei ainda mais a freqüência das estocas. Ele gemeu, mas mandou eu meter mais rápido. Caralho! Meus ovos batiam nos ovos dele, fazendo um barulho que se repetiu por muito tempo. Meu corpo grudava e desgrudava do dele. Estávamos suados. Uma espuma branca tinha se formado no buraquinho apertado do menino. Joguei-me sobre ele e ele sofreu. Meu pau tava queimando, duro como aço. Continuei enfiando. Trepei com o moleque até esfolar a cabeça do meu pau. Já não parecia humano. Tirei a tora e virei o moleque. A rola dele estava duríssima, era linda. Seus olhos encontraram o meu. Agora era frango assado. Meti de uma vez, sem dó. Metia e urrava, olhando na cara dele. Usei o pau dele como apoio para estocar. Ele delirou. Ele não teve trégua, enviei umas 1000 vezes. Apoiei as mãos sobre os peitos dele e diminui a velocidade, mas aumentei a força. Eu tava torando o moleque, mas ele não pedia para eu parar. Senti meus músculos pélvicos se contraindo. “Goza no meu cú, goza no meu cú” – repetia. Botei muita força, queria parti-lo ao meio. Esporrei urrando dentro do cú dele, deixando meu corpo cair encima dele. Meu corpo sobre o dele, suado, quente. Minha tora esguichando no interior daquele corpo moreno, daquela bundinha redonda. Não tirei o pinto do cú dele, deixei amolecer lá dentro. O esperma vertia do cú até o rego do moleque. Ficamos assim uns cinco minutos. Depois ele sussurrou no meu ouvido:
- Quero teu toba!
Assustei-me. Aquele pirocão adolescente no meu rabo, nem pensar. Disse não, mas era justo. Já tinha tido dois orgasmos gigantescos naquela noite. Sai de cima dele e segurei o mostro na mão. Era um pau muito bonito. O prepúcio era justo não sobrava como o do meu pau. Um pouco enojado, mas sem frescura, abocanhei a rola do Ítalo. Ele não pareceu satisfeito. Pediu para enviar ele mesmo. Ajoelhei-me diante daquele deus e deixei ele empurrar a minha cabeça para frente e para trás. Logo o liquidozinho começou a escorrer. Imaginei aquele mastro no meu cú. Afastei ele um pouco e levantei. Ele me abraçou e pôs a mão na minha bunda. Senti-me estranho. Minha rola mole tocava a rola dura e melada dele. Ele disse:
- Minha vez.
Ele sentou na cama e me puxou. Entendi o que queria. Lambuzou meu ânus com seus fluidos, esfregando a cabeça da rola no meu cú virgem. Enviou o dedo no meu rabo, alargando a passagem, não senti muita dor. Em seguida, tive de sentar no sabugão. Fiquei com medo de deixar entrar. Resisti um pouco. Depois sentei devagar. Meu cú abriu conforme se aproximava da base da pica. Senti muita dor e pedi para ele parar, mas ele me puxou de vez querendo apenas satisfazer-se. Eu esturrei, mas deixei. Meu cú ardia e ele pediu para eu cavalgar. Obedeci. Girei na rola dele até olhar na cara daquele demônio. Era puro prazer. Ele esporrou rápido. Talvez ainda não tenha um bom controle sexual. Sentia meu cú molhado, escorria leite dele. Quando estava indo para o banheiro ele pediu para chupar meu pau. Pensei se ainda agüentaria outra e deixei ele mamar minha rola meia mole. Quase matei o moleque de tanta força que estocava a rola na cara dele. Meu sacão no queixo dele, minha piroca na garganta molhada e quente do surfista. Gozei fundo. Ainda escorreu um pouco da boca dele. E ele novamente veio me beijar com a boca de porra. Dessa vez, o puxei com violência e meti-lhe a língua. Assustei-me com a tora do moleque dura de novo e lembrei-me do vigor dos meus quatorze anos. Batia seis punhetas uma atrás da outra. Ele se masturbava contra meu corpo. Bati uma punheta final para ele. Ele pedia mais força. Pensei que ia rasgar o coro da rola, mas ele queria mais. A cama balançava com os movimentos, e quase no final, comecei a chupar. Ele enlouqueceu outra vez. Nunca pensei que iria beber porra, mas bebi. Fui com ele para o banheiro e ensaiamos algumas carícias. Dei banho nele e várias vezes enfiávamos rolas nas bocas e os dedos nos cús. Pegação total. No fim, dormiu sobre meu peito, segurando minha rola.
Acordamos tarde no outro dia, minha mãe batia à porta. “Já vamos”, gritei. Ainda nu, jogou-se sobre mim e me beijou. Senti o rola do moleque endurecendo rápido e acariciei a bicha um pouco. Vestimos nossas roupas e saímos para o café, como se nada tivesse acontecido.
Depois do café saímos pela cidade, jogamos fliperama e voltamos para casa. O almoço estava pronto. Esperamos um pouco até que a mãe de Ítalo chegasse. Ele iria embora. Depois do almoço, enquanto nossas mães conversavam um pouco, antes da despedida. Fomos para o quintal. Sentei-me na calçada meio desconsolado. Ele, com o pé direito sobre a bola, e me encarando, disse:
- Vou sentir sua falta. Saudades do teu pau.
- Você volta nas férias?
- Com certeza. Posso dar uma chupada de despedida?
- Aqui não dá. Alguém vai ver agente.
- Dá sim.
Examinei o local. Encostei-me no tanque de lavar roupas, que ficava num anglo que dificultava a visão, e ergui a barra do short até deixar cair minha rola. Ele se abaixou depressa e segurou meus ovos que pendiam majestosos. Sua mão não abarcava minhas bolas. Segurou mesmo assim. Chupou rapidinho e no final mais uma vez dividimos minha gala num beijo rápido.
- Férias que vem “Fringe”, hein! – Disse na saída.
Ítalo foi embora e não voltou nas férias seguintes como havia prometido. Nunca mais esqueci o garoto.
erico escreveu:
Maravilhoso.O importante é o prazer.
Jerry escreveu:
Me apaixonei por esse conto .... otimo muito bom !!! Ate eu me apaixonaria por esse muleke!!!!
DirtyBoyBr escreveu:
Muuuito bom esse conto!!! muito legal...
jorge araujo escreveu:
Conto delicioso e super exitante. Adorei.
Luck(Gay) e Gabs(Homem) escreveu:
q gostoso.....
Ry Cks escreveu:
Gozei litros. Muito bom.
Matheus escreveu:
muuuito bom. caralho,que inveja
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