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Fodendo o amigo gostoso no carro

  • Autor: Felipe

    Enviado em 26/01/2012

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Olá, meu nome é Felipe (fictício), tenho agora 23 anos sou um garoto normal, tenho 1,72m de altura, peso 65 Kg, pele branca, cabelos e olhos castanhos escuros, corpo normal para magro. Barba geralmente por fazer. O relato desse conto aconteceu mais ou menos 2 anos atrás, e é verídico, não tenho pra quê ficar inventando histórias pros outros bater punheta.
Eu tinha amizade com um garoto, de nome Kléber (fictício). Ele era forte, mais baixo que eu (1,60 +ou-), troncudinho, cara de marrento, pele moreno clara, cabelos e olhos negros, braços curtos porém fortes, e uma bundinha de virar a cabeça de qualquer homem ou mulher.
Quem se deparasse com nós 2 andando na rua, nunca imaginaria nada de suspeito. Muito pelo contrário. Parecíamos dois grandes amigos machos, e comedores de buceta. Mas em um quarto, entre 4 paredes, nós dois juntos, não era bem assim. Nos conhecemos através de amigos de amigos, mas nos demos bem logo de cara.
A gente era o que poderíamos chamar ( nós mesmos nos apelidamos assim) de amigo de fóda, ou amizade colorida. Poucas vezes nós nos víamos, porém, geralmente resumia-se em: contato, encontro, bebida, muita conversa, mais bebida, pegação e por fim, fóda. Depois passávamos semanas sem nos ver de novo.
Houve essa vez em específico, que relato então de agora pra baixo:
Eu estava em casa, à noite em plena quinta-feira, tinha chego do serviço à pouco. Era por volta das 8 da noite, e eu assistia televisão, e no computador ao mesmo tempo. Estava com uma aba aberta no navegador da internet, vendo putaria e tava de pau duro, afinal fazia semanas que eu não transava, e alguns dias que nem sequer me masturbava. Vida de solteiro é osso.
Nesse instante, meu celular toca, e pra minha surpresa era o Kléber..fico imaginando o sorriso safado que eu dei com o pensamento que me veio à mente - Esse putão tá querendo que eu foda ele, né?
Não me lembro ao certo o que conversamos, assuntos triviais, o tempo que não nos víamos, se havia alguma novidade, e por fim se eu tava fazendo alguma coisa, e se tava afim de sair com ele.
Falei:
- Pô, demorou velho! Mas eu tô sem moto, e não tô com muita grana...Como é que a gente faz?
- Te preocupa não, que eu tô de carro hoje, e passo aí na tua casa pra te pegar. Em uma hora você se arruma?
- Beleza então! Pode passar que eu já vou tá pronto!
Fui então, tomei banho, e já fiquei de pau mais duro ainda. A aparência do meu pau é a seguinte: tem 19 cm duro (não é lá grande coisa), e é grosso, com a cabeça rosada e geralmente à mostra (não, não sou circuncisado). Eu deixo os pêlos, só aparo de vez em quando pra não ficar muito grande. Meu saco e minhas bolas são normais, e têm pêlos. Muitos garotos que já fiquei dizem que sou um jegue, que tenho pau grande. Na real, eu acho exagero por parte deles.
Continuando. Acabei meu banho, me troquei, passei meu perfume bem cheiroso. Não sou muto vaidoso, mas gosto de me cuidar. Era umas 9 e meia, quando ouço o Kléber buzinando na frente do portão de casa. Peguei minha carteira (que por sinal tava vazia), a chave de casa, e disse pra minha mãe que ia dar uma volta com meu amigo (nessa época minnha mãe não sabia, minha família muito menos, só vindo descobrir recentemente).
Entrei no carro, cumprimentei-o. Ele baixou o volume do som do carro pra podermos conversar. O Kléber lindão e gostoso como sempre, também me elogiou, dizendo que eu tava cada dia mais lindo. Fomos conversando e ele dirigindo, e nem sabíamos o que iríamos fazer ainda.
Ficou decidido que, por estarmos sem dinheiro, íamos ficar bebendo num posto de gasolina perto de uma avenida com grande movimento. Normalmente íamos em algum barzinho, ou chopperia da cidade. Morávamos numa cidade do interior de São Paulo.
Paramos o carro no posto, descemos, compramos umas cervejas e Ice's. Sentamos próximos ao carro, em uma mureta e deixamos uma porta aberta com o som ligado.
Papo vai papo vem, sempre ficávamos nesse jogo de sedução. Ambos somos bem tímidos e discretos, mas conforme a gente vai bebendo, vamos se soltando. Gosto muito do Kléber, não só pelo corpo dele, e pela pessoa incrível que ele é, mas também pela cara de safado que ele fazia quando tava afim. Cara de macho, marrento, e safado. 
Eu falava:
- Para de me olhar assim muléque, que tô ficando de pau duro!
E ele zuando punha a mão por cima da minha calça e falava:
- Deixa eu ver se tá duro mesmo! hahaha
E logo tirava a mão.
Conversa vai, conversa vinha, a gente sempre ria muito e zuava muito. A certa altura, os dois já estavam bem alegrinhos do álcool, e sedentos pra foder. Eu olhava a camisa torada no braço dele, aqueles bíceps fortes. Aquele perfume dele me inebriando. Meu pau duro marcava já na calça jeans.
Entramos no carro e decidimos ir pra um lugar mais vazio. Eu disse que no bairro próximo, subindo a Avenida, tinha umas ruas escuras e ermas, mas que eram seguras pra ficar dentro do carro, e que os casais de namorados sempre iam pra lá pra foder.
Enquanto ele dirigia, já não aguentamos mais. Coloquei meu pau pra fora da calça, duro feito rocha. Desabotoei a calça dele e coloquei o dele pra fora tbm. O pau dele devia ter uns 16,5 cm, era bem grosso e moreno, com uma cabeça enorme e pêlos na base do pau. Tiramos então a camiseta. Nossa, nessa hora pirei. O corpo dele é uma delícia. Fiquei alisando os bíceps dele, o peitoral, passava a mão na barriga, nos pêlos do caminho da felicidade.
Enquanto isso, ele ficava entre trocar a marcha do carro, e me punhetar levemente, e passava a mão em mim também.
Finalmente chegamos na rua escura, embaixo de uma árvore. Ele estacionou o carro. 
Começamos a nos beijar dentro do carro. Os lábios dele eram grossos e carnudos, uma delícia de beijar. A gente ficou se beijando e se alisando um bom tempo, pegando no pau um do outro. Nesse meio tempo, eu já havia tirado o tênis e a calça, e estava com a cueca box preta abaixada até o joelho, o Kléber se encontrava na mesma situação.
Ele fez um movimento rápido, e então deitou meu banco. Nisso eu continuei sentado, agora quase deitado no banco, e ele veio, agarrou meu pau e começou a chupá-lo. Imagine o que aqueles lábios grossos, e aquela boca não faziam. Eu até zuava ele vez ou outra, dizendo que ele era boquinha de veludo.rs.
E chupava meu pau, e engolia até o talo. Tava pirando. Eu deitado, com as mãos atrás da cabeça, só aproveitando a chupada que ele me proporcinava. Ele lambia minhas bolas e voltava pra cabeça, pra chupar mais um pouco.
Na verdade, o Kléber me confessou uma vez que adorava chupar. E lá ficou ele, me chupando. Até que eu pedi que ele parasse, senão eu ia gozar. Eu abri a porta do carro, que já estava bem quente lá dentro chegando a embaçar o vidro, e sugeri que saíssemos. Tiramos as meias e descemos do carro, só de cueca. Meu pau fugindo pelo elástico da cueca.
Não tinha viva alma na rua, e o lugar era realmente escuro. Ficamos dando uns ótimos amassos, encostados na porta traseira do carro. Nos abraçávamos e beijávamos muito. Apesar dele ser menor em altura, o Kléber era mais forte que eu. Adorava sentir os músculos dele me apertando, enquanto roçávamos nossos paus duros.
Então eu me ajoelhei e comecei a chupá-lo. O seu pau, como descrito acima, não era muito grande, mas era grosso. Aquele gosto de pau na minha boca me deixava louco. Enquanto eu o chupava, fiquei com as mãos apertando a bundinha dele, que na verdade era uma bunda enorme e durinha.
Continuei agachado e virei ele de costas para mim. Passei então a morder a bundinha dele, enquanto alisava o saco dele com a mão, ou segurava firme o pau dele, punhetando um pouco. Nisso meu pau já estava explodindo de vontade de fuder.
Levantei-me, e ele continuou de costas pra mim. Abracei ele por trás, encaixei meu pau no seu rego, e falei:
- E agora velho!? Tô com vontade de comer sua bundinha...
Ele se desvencilhou do meu abraço, foi até o porta luvas do carro, abriu, e me mostrou algo em suas mãos sorrindo com cara de safado, porém estava muito escuro e não dava pra distinguir o que era.
- O que é isso?
- Lubrificante.
- Seu putão, já veio preparado né?
- Lógico!!
Ele então, ficou de costas pra mim de novo, com um pé na calçada, e outro levantado, em cima do banco. Só de ver ele naquela posição fiquei maluco.
Agarrei ele por trás de novo e começamos a nos beijar.
Ele abriu o lubrificante, passou no dedo e depois no cuzinho. Depois, enquanto ele passava lubrificante no meu pau, eu fiquei brincando com o cuzinho dele, enfiei dois dedos e fiquei atiçando ele. Ele deu um gemido baixinho e gostoso.
Brinquei mais um pouco, e depois falei no ouvido dele: - Quer meu pauzão no seu cuzinho? Tava com saudade dele?
Ele falou: - Quero, velho! Pode pôr gostoso! Faz dias que tô tocando punheta pensando em você me comendo..
Nisso meu pau latejou de tesão. Encostei a cabeça e comecei a forçar..Ele deu outra gemida. - Vai devagar muléque, teu pau é gigante.
Fui forçando e entrando devagarinho..Quando estava um pouco mais da metade dentro, ele baixou a cabeça e falou: - Não foi tudo ainda? Eu ri e falei: - Ainda não! - e o Kléber: - Porra! Tinha esquecido do tamanho! Nos beijamos mais um pouco, e quando vi, já tava com meus pentelhos roçando a bundinha dele. Falei: - Tá tudo dentro agora! - Ele suspirou.
Comecei então bombando devagar... Ele dava pequenos espamos na respiração, mas tava aguentando..- Muito gostoso moléque!
Fui bombando mais forte, então parava e bombava mais devagar..então voltava a dar estocadas mais fortes. Nosso suor já se misturava...eu olhava aquele moleque gostoso, malhado, cheiroso, suado, com coxas deliciosas e dando a bundinha pra mim...Era puro tesão. Adorava comer aquele moleque. Assim como eu adorava dar pra ele. Já tinhamos trepado no motel, na casa dele, mas ali na rua escura, tava sendo uma experiência deliciosa.
Fui bombando mais forte, mais forte. Ele falando: - Vai muléque..fode gostoso..ahh..(gemidos)
Enquanto eu metia, segurava a cintura dele, fazendo entrar tudo, e depois quase tirava...e metia tudo de novo..(mais gemidos de macho)..- Porra que gostoso cara! Enquanto isso, ele se masturbava..
Ele então, me falou pra gozar, que ele tava quase gozando também. Me lembro que nos viramos um pouco pra ele não gozar no estofado do banco, ou dentro do carro.
Dei mais algumas estocadas, e senti que meu pau ia explodir de tanta porra. Ele gozou primeiro, e o cú deu umas piscadas enquanto gozava...Aquilo me deixou doido. E gozei! - AhhH! Que delícia cara! - Devo ter gozado muito naquele cuzinho!
Ficamos um tempo ali daquele jeito, eu dentro dele, e arfávamos como dois cachorros..Até que tirei o pau de dentro dele.
Ele pegou uma dessas caixas de lenço de papel que estava também dentro do porta luvas, e nos limpamos o suficiente pra pôr a roupa. Nos vestimos e entramos no carro. Nos beijamos mais um pouco e ficamos conversando mais um tempo. Saímos da rua escura e voltamos pro posto, onde compramos mais umas cervejas, compramos um maço de cigarros, e nos distanciamos um pouco do posto (proibido fumar em posto). Ainda conversamos muito aquela noite, inclusive sobre a fóda, e o que faríamos no final de semana (se não me engano, acabamos fazendo coisas separadas no final de semana).
Ele me levou pra casa, era por volta das 1 e meia da manhã. Foi bem legal essa noite, me lembro como se fosse ontem. Fodemos muitas vezes ainda depois dessa. Algumas vezes fui passivo também, com aquele macho gostoso me comendo. Hoje estamos meio afastados, morando em estados diferentes. Mas volta e meia nos falamos por MSN, e lembramos das safadezas que fazíamos juntos. 
Espero que tenham gostado.

 





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Comentários (3)

  • jose ferreira escreveu:

    Nossa, muito bom o conto...excitante! Adoro amizade assim neste tipo..hehehe

  • CandyWhiteBoy escreveu:

    Adorei seu conto ..fazia tempo não lia um tão cheio de detalhes e de safadeza..q adoro e muito!Add no MSN:candywhiteboy@hotmail.com

  • Matheus escreveu:

    Que delícia de conto deixou minha rola dura e babando, li seu conto batendo punheta, gozei muito gostoso, que tesao maravilhoso,meu orgasmo foi alucinante,sou insasiável no sexo,leia meu conto amigo METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE, parabéns...19 96289021.

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