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FIZ UM BOQUETE PARA O PROFESSOR DE FÍSICA NA SALA DE AULA

  • Autor: Blynner

    Enviado em 15/07/2010

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No meio do ano passado, meu pai prometeu que se eu terminasse o ensino médio, ele me daria um carro de presente. Eu estudo numa escola estadual no Vale do Paraíba que é considerada a melhor da região por ter professores muito rígidos. Minha situação não estava nada boa, então resolvi me empenhar mais e procurar estudar, tudo pelo meu carro. Chegou o final do ano e tiver problemas em duas matérias: Física e Inglês. Se fosse uma só daria para dar um jeito, mas duas era difícil, principalmente porque eu havia discutido com a professora de inglês. Inicio de dezembro já não havia tantos alunos na escola, foi então que resolvi falar com o professor Luíz de física, um senhor com mais de 50 anos que a galera tinha a maior bronca porque ele é um saco, costumava ferrar todo mundo, além de ser sem educação na maioria das vezes e xingar os alunos. Ele estava sozinho na sala de aula mexendo com seus materiais. Pedi licença e tentei fazer com ele me desse uma chance, ele não queria nem papo. Resolvi usar outra estratégia então, fui ao banheiro e tirei o sutiã, massageei meus mamilos para ficarem rígidos, olhei no espelho e percebi que a camiseta branca do uniforme deixava os bicos aparecendo. Retornei para falar com o professor, logo ao entrar na sala percebi que ele notou meus mamilos rígidos e por mais que não queria olhar, não tirava os olhos. Falei que ele poderia ser bonzinho comigo, embora seus olhos quase engolissem meus mamilos, ele continuava dizendo não. Fui bem perto dele, deixando meus seios a um palmo de sua boca e ofereci um trato. “Professor, se o senhor for bonzinho comigo, posso ser boazinha com o senhor também.” Ele perguntou como que eu seria boazinha com ele. Disse que faria o que ele pedisse, ele quis desconversar ma mandando estudar, eu insisti: “Professor, o senhor não vai se arrepender.” Enquanto falava passei a mão bem devagar nos meus seios. Percebi que ele engoliu seco e quis saber como. Perguntei para ele: o senhor me acha uma garota atraente? Ele disse que sim. Então propus, se o senhor me passar de ano, serei muito boazinha com o senhor. Passei a mão no seio e ameacei levantar a blusa. Ele disse: “depois que eu te passar de ano, você desaparece e eu fico com cara de bobo, não insista menina.” Eu tinha que arriscar uma cartada final, pô, meu carro estava em jogo! Falei para ele: “o senhor tem a chave daquela porta?” Ele respondeu: “a chave está lá em baixo, por quê?” “Vou dar uma volta e daqui uns quinze minutos eu volto, se o senhor fechar aquela porta quando eu voltar, vou mostrar que via valer a pena me passar de ano.” Eu estava trêmula e sai andando como se andasse em nuvens, não acreditei que tive tamanha ousadia. Fui no pátio da escola, mas estava com muito medo. Esperei uns vinte minutos e voltei. Confesso que estava tremendo por dentro, era minha última cartada. Entrei na sala e sentei. O professor se levantou, foi até a porta com a chave na mão e fechou a porta. Virou-se para mim e disse: “quero ouvir sua proposta” e sentou-se na sua cadeira. Nossa, foi como se um calorão invadisse meu corpo, na realidade, eu não sabia o que fazer, então propus: “e se eu fizer um strip para o senhor?” Ele respondeu: “muito pouco, ofereça algo mais” Fui perto da mesa e avisei: “eu não posso transar com o senhor porque não estou tomando anticoncepcional”, mesmo que pudesse eu não tinha vontade de dar para aquele velho puto. “mas posso deixar o senhor passar a mão em mim” Fui do lado da cadeira onde ele estava e ofereci o seio. Ele então fez sua proposta: “tudo bem, passo a mão em vc, mas quero que vc me faça um boquete” Levantei a blusa e disse: “eu topo”. Eu estava tremendo, mas procurei disfarçar. Ele mandou a gente sair de frente da porta, pois alguém poderia olhar pela fechadura. Me encostou numa carteira e passou a acariciar meus seios e cheirar minha nuca, com a outra mão tentava alcançar minha vagina, resolvi entrar na farra e aproveitar também. Desabotoei a calça e deixei ele me acariciar. Eu sentia ele tremer de tesão enquanto mamava nos meus seios e acariciava minha vagina. Me mandou sentar na carteira e abrir minhas pernas, senti aquela barba por fazer roçar minhas coxas enquanto sua boca procurava minha vagina, consegui livrar uma perna da calça e da calcinha e oferecer minha vagina para aquele velho enlouquecido, parecia que ele não trepava a algum tempo. Ajoelhou-se no chão e com sua língua mestra me levou ao delírio, ele sabia como e onde tocar. Fiquei louquinha e acabei gozando na boca dele. Ele percebeu que eu havia gozado e continuo mais um pouquinho. Então se colocou em pé e tirou seu pau duro. “Agora é com você, me faça gozar, sua putinha.” Com a mão empurrei o corpo dele para que se encostasse na carteira ao lado da minha, agachei, lambi a cabeça daquele pau e fui abocanhando devagar, até engolir o pau inteiro, percebi que ele arcou o corpo e sussurrou: “chupa vaquinha, chupa”. Já que eu ia chupar, resolvi fazer um boquete especial para o meu carro. Cada vez que eu engolia o pau dele, via ele gemer bem baixinho, comecei a fazer um vai e vem com minha cabeça até que senti aquele líquido quente jorrar em minha boca, diminui o ritmo, mas não tirei a boca do pau dele, fui engolindo seu esperma aos poucos, até sentir que o pau estava amolecendo. “E ai professor, passei de ano?” “Pode escolher a cor do carro que o seu pai vai te dar.”

 

 





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