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FIM DE TARDE NA PRAIA

  • Autor: Niel

    Enviado em 09/12/2010

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a tarde já ia se findando e aquele dia de sol ia terminar num momentos mais românticos que já me aconteceu. eu, paula, henrique e telma havíamos marcado várias vezes para passarmos o dia tomando o sol, mas nunca conseguíamos acertar um dia legal. mas, naquela manhã de fevereiro fomos juntos. no carro, a alegria era contagiante. ríamos, gritávamos, tudo indicava que o dia seria inesquecível. a praia estava lotada e foi difícil achar um catinho. andamos, andamos e num local bem afastado entre algumas pedras encontramos um espaço. quando a paula retirou a canga e exibiu aquele corpinho torneado não pude me conter e fiquei meio que babando, olhando admirando. henrique e telma ficaram bem próximos e logo foram para a água. eu e a paula ficamos conversando e, tive que me “acalmar” porque do jeito que eu estava excitado nem dava pra se levantar. a paula insistiu, insistiu para que fôssemos logo para a água e eu desconversei. precisava um tempo para me recompor. percebi que ela notou a razão de eu não ir, pois ela deu uma olhada para minha sunga e falou de coisas que não tinha nada a ver com a ocasião. passados alguns minutos, fomos à água quando henrique e telma chegaram. aleguei que não fomos para poder ficar vigiando as coisas na areia. de mãos dadas eu e a paula nos dirigimos para a água e ali ficamos como crianças. a água deu uma relaxada boa no corpo, mas como não é comum irmos, logo a areia e a água me fez cansar e disse à paula que queria deitar um pouco. deitado, foi inevitável começar a projetar como traçaria aquela gata alí mesmo. quando ela pediu para eu passar o filtro solar sobre seu corpo, achei que era a hora de mostrar que queria mais do que pegar sol naquela tarde. ela se deitou de bruços e eu lentamente comecei a alisar seu corpo, passando, sem pressa o protetor solar. logo minhas mãos percorriam seu pescoço, sua nuca, seu ombro... e ela de olhos fechados parecia durmir. eu conversava com henrique e telma mas concentrava-me no corpo exuberande da minha namorada. pensava... como é linda a minha deusa... as mãos desceram e passei direto não tocando em suas nádegas, fui à coxa e maliciosamente passei o protetor na parte interna da coxa. ela afastou um pouquinho e o que vi, não consigi descrever. aquele biquini enterradinho no sulco, amparando sem muito sucesso aquela bucetinha raspadinha e muito gostosa. a paula então virou-se e pediu-me o protetor para ela mesma passar. na hora fiquei um tanto magoado, mas depois entendi o porquê. com o cair da tarde, henrique e telma precisaram ir antes, foi aí que percebi que poderia muito bem realizar uma antiga fantasia: transar na praia. eram umas 16:30. eu e a paula começamos a nos beijar. preimeiro foram beijos carinhosos, depois beijos tórridos e maliciosos. parecíamos famintos. foi aí que a paula disse: - “você gostou de me ver assim? percebi q ficou impaciente quando me viu de biquini”. confesso que na hora fiquei sem graça, mas mantive-me firme e disse: - “você é muito gostosa”. comecei a elogiar ela e abraçar. ela foi se derretendo e eu sussurrei em seu ouvido: -“quero vc agora!”, “quero vc aqui”. ela respondeu: “tá louco?” eu disse : “estou”. como a praia já estava meio vazia, parecia que tudo cotribuia para essa loucura. deitei por detrás dela e fiquei como conchinha encostando nela. quem olhasse de longe só veria duas pessoas deitadas. com rapidez afastei seu biquini um pouquinho e com minhas mãos comecei a tocar na sua bucetinha. ela suspirava, gemia ao toque dos meus dedos. fiquei suspreso quando ela falou: “tira esse dedo, coloque algo mais gostoso”. não pensei duas vezes. coloquei meu pau para fora e mui rapidamente encostei na bundinha dela. então ela falou “ hummm. deixa aí um pouquinho”. delirei, fiquei tão louco que na hora a agarrei com força, esqueci que estava na praia, e fui forçando a entrada de seu cusinho apertadinho. sinceramente, não sabia que ela adorava dar a portinha de trás. ficamos uns 5 minutos assim, até que ela não aguentou e pediu: “aí, mete logo na minha bucetinha, mete. ela tá querendo vc”. sem perder tempo, me arriei um pouco, ela afastou um pouco a coxa e se impinou para trás, foi o suficiente para ele entrar. nossa...como ela estava babada. parecia até que já havia gozado. como o ambiente não possibilitava grandes movimentos, ficamos uns 15 minutos num vai e vem sem muitos esforços, continhamos os gemidos. eu só ouvia paula sussurrar: “que delícia”, “que delícia”. até que num momento ela soltou seu último grito. um aí que nunca mais vou esquecer. com seu grito senti que sua bucetinha começou a pulsar, latejar e ela falou: “goza em mim, goza” que vc já fez sua putinha se realizar aqui mesmo”. sinceramente, minha vontade era ficar mais, mas o tesão era demais e a hora já tardia, então, num suspiro de alívio gosei como jamais esquecerei. foi a coisa mais doida, porém a mais deliciosa que me aconteceu na praia.

 





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