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Enviado em 01/02/2012
Em 30/01/2012, eu fui com a Fernandinha num apartamento de uma amiga minha de trabalho minha, beber umas geladas e jogar conversa fora, afinal, era aniversário dessa amiga e ela preferiu ficar em casa comemorando reservadamente numa espécie de reunião só entre mulheres.
Bom, entre casadas e solteiras, garotas e balzaquianas, bonitas e feias eram umas 12 mulheres ao todo, espalhadas pelo pequeno, porém, confortável apartamento. Bebi pouco, belisquei alguns salgados, contudo, ri muito das divertidas conversas daquele bando de mulheres, pois, foi um festival de conversas picantes, desde relatos sobre primeira transa, boquetes, foda anal, taras, fetiches, tamanho de rola ideal, foda inesquecível, lugares diferentes que fudemos, tipo de homens que nos atrai... teve aquelas que devido umas cervejas a mais, acabou confessando suas puladas de cerca... enfim, já eu, por minha vez, fiquei apenas a observar e ouvir atentamente as estórias, e confesso que durante todo o papo eu permaneci excitadíssima, a cada relato eu me colocava na situação, imaginando ser comigo, nossa, aquele assunto todo me deixou num puta tesão do caralho, eu sentia minha respiração e pele mudados por conta do teor erótico, o mais gostoso foi encarar aquelas mulheres enquanto desabafavam suas putarias íntimas...
Então, eis que uma delas levanta pra atender ao celular, era uma loira balzaquiana bem alta, peituda, de cara feia, e pelos trajes parecia ser uma dondoca, levantou e foi rumo a cozinha falando ao celular e quando ela retornou pra sala foi logo pedindo minutos de nossa atenção... ela então falou que havia trazido um presente especial pra aniversariante, daí a campainha tocou e quando uma garota próxima a porta a abriu, entra uma cara alto, bem gostoso, vestido normalmente com calça jeans e camiseta branca, ele não era tão bonito de rosto, mas, logo quando tirou sua camisa revelou um belo físico, era malhado sem ser bombado, com tatuagens pelos braços, virilha e costas, uma das garotas aumentou o volume da música ali na sala, enquanto ele se exibia e remexia seu belo corpo, causando as mais diferentes reações em cada uma ali presente, tinham aquelas que não paravam de rir, de tão excitadas por jamais terem visto de pertinho um striper, já outras eram mais contidas e riam caladas, observando maliciosamente, imaginando as maiores indecências, e tinham aquelas que exageravam assoviando alto, aplaudindo, tocando no corpo dele e falando sacanagens pra ele...a aniversariante e dona da festinha então, estava completamente ouriçada com o presente surpresa, rindo pra ele com seus olhos brilhando e uma puta cara de tesão.
Eu olhava pra tudo ao mesmo tempo, pois, tudo me chamava a atenção, desde as reações excitadas da mulherada ao exibicionismo do striper gostoso, que tirou sua calça ficando só de sunguinha preta... nossa, o formato da rola dele por baixo o tecido colado da sunga deixou a mulherada hipnotizada... o safado então se esfregou na cara daquelas que estavam mais assanhadas, rebolando e fazendo gestos sexuais ao movimentar a pélvis, mas, a temperatura subiu de vez foi quando ele desceu a sunga... o danadinho tinha uma bela rola, contudo não estava tão dura... a mulherada gritava ensandecida, algumas lambiam os lábios, outras passavam as mãos nos seios, porém, todas haviam aprovado a rola do safado... nessas horas é que o cara tem que ser bem dotado mesmo, pois, caso ele não fosse, frustraria as expectativas de todas ali, causaria até risos. Eu sou bissexual e já deixei isso bem claro em outros relatos meus, contudo adoro contemplar uma bela rola... seu cumprimento, sua grossura, sua cor, as veias inchadas de sangue, a pele em volta da cabeça, os testículos grandes e peludos que batem na minha buceta durante o vai e vem da foda, a virilha com pêlos semi depilados que espetam minhas nádegas quando sou fudida por trás, o modo como elas pulsam entre minhas mãos pequenas enquanto as boqueteio, o gosto salgadinho da cabeça enquanto a deixo salivada, e principalmente a sua curvatura... sim... eu adoro aquelas rolas que tem uma discreta curvatura pros lados ou pra cima, pois, quando penetram na minha xoxota, entram se esfregando mais gostoso nas paredes da vagina, e tal sensação me deixa mais próxima do orgasmo...
Enfim, o cara estava ali, peladão e com a rola já pulsando de tesão dentro da boca da aniversariante... e ela chupava maravilhosamente, empolgada e totalmente entregue ao gosto daquela rola dura, com suas duas mãos nela, as vezes descia uma mão até o saco dele e ficava acariciando as bolas, depois colocava as duas mãos na bunda dele, apalpando e beliscando suas nádegas malhadas, o striper tava quase esporrando dentro da boca da vadia, quando então tirou sua rola dela e se direcionou pra uma loirinha sentada ao lado dela, que assistia a tudo muito discreta, e até mesmo envergonhada, pois, ela era casada como a maioria ali era... nossa, eu ficava imaginando o marido dela beijando ela depois daquele boquete lambuzado que a safada começou a fazer nele, aposto que ela não chupava tão bem seu marido como estava chupando aquele striper... as outras ficavam incentivando a coitada a engolir tudo, como se fosse possível, pois, o cacete do striper ficou ainda maior quando endureceu de vez... sim, era uma belo de um cacetão, latejante e duro feito ferro... e como eu queria aquele cacete só pra mim... todinho socado na minha buceta ou enfiado no meu rabão branco... mas, ele era de todas nós ali, tanto que não passava nem dois minutos sendo chupado por uma e logo ia pra outra... das 12 mulheres apenas umas quatro não boquetearam o striper, eu e mais três colegas de trabalho... justo eu, acreditem...logo eu, tarada por uma rola, tive que dispensar aquela rola deliciosa e tão oferecida???
Já transei na companhia de outras pessoas algumas vezes, sem frescura nenhuma muito menos pudor ... contudo, ali presente tinham quatro garotas com quem eu trabalhava, inclusive quatro fofoqueiras, aquelas que vivem pra derrubar o serviço da outra, que falam mau pelas costas e tudo mais. É claro que dividir tamanha intimidade com colegas de trabalho não seria nada bom pra mim, pois, fofocas poderiam correr dentro da empresa e quem sabe até vídeos seriam jogados na internet, visto que era só apontar um celular pra mim enquanto eu chupava o striper e pronto... certamente até o final da tarde do dia seguinte lá no meu escritório todos saberiam do que fiz...
Eu já trepei no local de trabalho, tanto no meu atual quanto nos anteriores, mas, é que esse meu trabalho de agora é diferente, eu lido com muita gente influente da política daqui de Niterói, e ganho muito bem pra assessorar essa gente, já transei com um vereador e com um deputado, já dei o cu dentro de uma sala, a portas trancadas, para um importante e conhecido político do Rio de Janeiro... contudo, eu sei fazer o serviço direito, pois, tudo o que eles me pedem é sigilo e discrição, principalmente em relação a minha postura no ambiente de trabalho diante os outros funcionários.
Pois bem, voltando ao striper, eu continuei ali, observando aquele festival de boquetes enquanto eu tive que ficar só na vontade... com minha calcinha encharcada por conta do forte tesão, sem falar dos meus lábios vaginais latejando constantemente, e aquela coceirinha no meu cuzinho, como se estivesse chamando rola... nossa, eu tive que me conter bonito, viu.
Depois de quase todas as mulheres da festinha privada da minha amiga detonarem a deliciosa rola daquele striper gostoso, com boquetes dignos de putas ou atrizes pornôs, eu chamei a Fernandinha para irmos embora... contudo, eu tava tão excitada e vibrando por dentro, com meus sentidos à flor da pele e meu pensamento povoado de putarias por conta daquela noite regrada a conversas picantes, com direito a revelações entusiasmadas de mulheres fogosas e de um grande, grosso e duro cacete pulsando de tesão em meio a surra de bocas famintas que assisti de pertinho, eu queria mesmo era extravasar... queria urgente uma rola...pois, me conheço bem como conheço, se eu não saciasse essa minha fome de rola antes de retornar pra minha casa eu não conseguiria dormir, e pior ainda, meu dia seguinte seria uma merda, improdutivo até no trabalho. Então, quando voltávamos da festinha da minha amiga, Fernandinha e eu juntas em seu carro, eu não agüentei e falei pra ela que eu tava muito a fim de uma trepada para aliviar a minha tensão... a vaca da Fernandinha ria da minha cara, me chamando de tarada, dizendo que eu era doente... aí eu peguei meu celular e rápido liguei pra um P.A meu... seu nome é Rogério, 36 anos e médico, ele atendeu e disse que estava de plantão no hospital. Fernandinha então mudou de caminho e fomos nós pro hospital que ele trabalhava.
Deviam ser umas 2 e 30 ou mais da madrugada quando chegamos ao hospital do Rogério. Ele nos recebeu na portaria e seguimos juntos para sua sala no segundo andar do prédio, e enquanto a Fernandinha ficou num sofá da sala dele, eu fiquei com ele de porta fechada num compartimento ao lado, aonde ficava a mesa dele, então, ao entramos, eu de imediato me agarrei no pescoço dele, dando beijos em sua boca, rosto e pescoço, apalpando sua rola por cima de sua calça branca, animando ele, despertando seu corpo fedido a ambiente hospitalar, enquanto isso, do lado de fora, a Fernandinha ficava de olho na cena pelo vidro que separava a sala aonde ela estava da nossa, espiando a sacanagem aumentar e se transformar numa deliciosa foda... ele olhava pra Fernandinha de canto de olho através do vidro enquanto eu beijava ele... aí eu me afastei dele e pedi pra ele me comer por trás, ficando de costas pra ele, colocando minha barriga e cotovelos por sobre a mesa dele, abrindo minhas pernas e empinando meu rabo...ele então puxou sua rola dura pra fora, arriando sua calça até os joelhos, cuspiu na cabeçona, levantou minha saia, apalpando minha buceta sem calcinha, pois, antes de entrar no hospital eu a tirei ainda no carro, e aí ele me enfiou todinha, apartando ferozmente meus lábios vaginais, começando um esfolamento muito rápido e extremo, me segurando pelas ancas, puxando meu traseiro de encontro a virilha dele, fazendo sua mesa por baixo de mim tremer e afastar pra frente a cada estocada... eu gemia procurando não ser escandalosa, afinal, estávamos entre leitos de um hospital público, haviam enfermeiros no corredor e fácil fácil poderiam ouvir meus gritos. Mesmo assim eu xingava e procurava motivar ele a não parar, a me fazer gozar, pois, era de uma gozada que eu estava tão necessitada...levantei uma perna apoiando meu joelho na quina da mesa, pra facilitar ainda mais as estocadas, ele deu uma acelerada que fez meu estômago suar frio, tremi minhas pernas e comecei a apertar meus peitos por sobre minha blusa, ofeguei boquiaberta e apertei meus olhos... nossa...foi a gozada que eu tava esperando, jorrei meu melzinho vaginal no pau dele por dentro...já ele, quando me viu completamente tomada pelo orgasmo, com minhas cochas trêmulas e com minha respiração soluçada, estocou-me mais ainda até que gozou sem tirar de dentro...
Limpei minha buceta com algumas gases que ele me deu, baixei minha saia enquanto ele estava sentado ali próximo, muito suado e ofegante, tentando puxar oxigênio e se refazer da nossa intensa rapidinha... então dei um beijinho nele e agradeci, sai da sala dele junto com a Fernandinha e dali ela me deixou em casa, pra que eu pudesse jogar meu corpo um pouco mais relaxado em cima de minha cama macia e repousar levemente e tranquilamente, sem nem mesmo sonhar com nada...a não ser que fosse com uma rola, claro.
Obrigada por lerem este relato e comentem por favor!
Renato escreveu:
Adorei o conto. Me ADD no msn: chaves128@hotmail.com
Luan escreveu:
Adorei... Me add no msn: luan-guedes@hotmail.com
sr_rj escreveu:
você é maravilhosa, trabalho em Niteroi, se algum dia quiser bater papo me escreve.
sr_rj escreveu:
você é maravilhosa, trabalho em Niteroi, se algum dia quiser bater papo me escreve.
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