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Escravinha do Meu Professor [continuação]

  • Autor: Lola

    Enviado em 28/07/2010

  • Hits: 5.032

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O tesão crescia dentro de mim, algo que eu nunca havia sentido com tanta intensidade antes. Estremeci ao sentir aquela língua quente escorregar pela minha bundinha toda aberta.

- Olha pra cá. - Eu o ouvi ordenar, e prontamente obedeci. Ele me olhou dentro dos olhos, um olhar safado e autoritário. - Você está se mostrando uma cachorrinha muito obediente, estou gostando de ver... - Ele disse com um sorriso aberto, que me fez sorrir também. Já sentia uma vontade incontrolável de serví-lo, fazer tudo o que ele mandava... Eu começava, pouco a pouco, a entrar naquele jogo no qual a única regra era: ele mandava, eu obedecia.

Agarrou os meus cabelos com força, me olhou com desprezo e com a outra mão me deu uns tapinhas no rosto.

- Vamos ver se você passa no teste.

Me deu as costas de repente. Eu permaneci ali, esperando.

Sentou-se em uma das cadeiras, me chamou com um dedo, como se eu fosse um animalzinho de estimação. Levantei lentamente, indo em direção a ele, que por sua vez me olhou com total reprovação.

- Que é isso, vadia? Vem de quatro, como a cadelinha que você é... Oras, onde já se viu! Querendo andar que nem gente, que maus modos são esses?

Eu, assustada, não soube de imediato o que fazer, o que o irritou ainda mais:

- NÃO ESCUTOU? - bradou - Agora vai ter que vir se arrastando. - Um sorriso pervertido surgiu em seus lábios. - Anda, pro chão.

Fui abaixando devagar.

- Mais. Mais. Quero os seus peitinhos deliciosos encostando no chão. Isso, rasteja, se arrasta pra mim... Muito bem...Vem cá, pára diante dos meus pés.

Ao chegar perto dos seus pés, parei, esperando o que fazer.

- Encosta a testa no chão e não ouse olhar pra mim, você não é digna. HAHAHA. Que imprestável.

E senti o seu sapato pisar nas minhas costas com força, me empurrando mais ainda contra o chão. Gemi de dor. Ele ria descontroladamente.

- Que cena mais linda...

E respirava fundo, suspirando. Ficou assim por alguns minutos, enquanto eu, assustada, permanecia quieta.

- Bom, putinha, sabe o que eu quero que você faça agora?

Acenei a cabeça negativamente.

- Que foi, cortaram sua língua? Eu já disse pra você me responder quando eu falar com você, sua inútil.

Precipitei-me em me corrigir:

- Não, senhor.

- Já estou perdendo a paciência. Mais uma dessas e você leva umas palmadas, sua imprestável.

Senti lágrimas brotarem nos meus olhos, de vergonha.

- HAHAHAHAH que gracinha. Olha pra mim.

E eu o fitei com olhos molhados.

Ele me deu um tapa na cara sem mais nem menos, o que me jogou no chão novamente. Senti arder.

- Não ouse encostar a mão.

Chorava compulsivamente.

- Vem cá. Esfrega esse rostinho molhado nos meus sapatos, estão sujos demais, não acha?

Com medo de levar outra bofetada, apressei-me em dizer:

- Sim, senhor, eu acho.

- Então vem.

Mal podia acreditar que aquilo realmente estava acontecendo.

Comecei a esfregar devagar o meu rostinho lindo nos sapatos dele, enquanto chorava ainda mais.

- Muito bem... HAHAHA QUE DELÍCIA.

E ele ria descontroladamente, quanto mais eu me sofria e me humilhava diante dele.

- Agora quero que você recite pra mim uma poesia de Shakespeare. Vamos, um soneto.

Não. Aquilo era demais pra mim. Jamais conseguiria lembrar de qualquer palavra naquele momento.

- Anda, MEU DEUS, você é péssima.

Me deu um ponta-pé que acertou o meu lábio que logo começou a sangrar.

- Ó, perdão... - ele disse cinicamente enquanto tentava esconder um sorriso.

Senti tanto ódio que palavras magicamente começaram a surgir na minha boca:

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça. Amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera
Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
È astro que norteia a vela errante
Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfanje não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,

Antes se afirma, para a eternidade.
Se isto é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.


Balbuciava, gaguejando às vezes, mas ele pareceu satisfeito. Me colocou no colo e me beijou longamente, passando a língua pelo sangue que escorria.

Senti-me feliz com aquela carícia.

Ele abraçou o meu corpo, completamente vulnerável, e eu, me encolhendo naquele abraço, pensei que a tortura enfim havia acabado... Mas estava enganada. De repente ele se levantou, me jogando no chão.

- Fique aí.

E em pé ficou me observando, sem compaixão nenhuma, enquanto eu me encolhia no chão gelado.

De vez em quando me cutucava com o sapato, rindo um pouco. Voltou a pegar a régua e ordenou:

- Empina essa bunda.

Senti medo, muito medo, não aguentaria mais nada. Mas temi que não obedecê-lo seria pior então me coloquei na posição que ele desejava:

Ele passou a régua devagar por todo o meu corpo, que arrepiou com o toque frio do metal. De repente, um estalo. Senti as minhas costas arderem, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, outro estalo, na minha bundinha. E outro. E outro. Eu gitava, pedia pra que ele parasse pelo amor de Deus, mas ele não me dava ouvidos.

- É pra aprender a ser mais obediente da próxima vez, entendeu?

E outro, nas coxas. Até na bocetinha o cretino bateu. A dor já era tanta que eu já nem sentia mais nada, estava entopercida.

Quando ele finalmente parou, mandou que eu o encarasse. Com dificuldade eu o fiz, meu olhar incendiado de raiva.

- Agora agradece.

Era demais. Não, não podia acreditar.

- Anda! - e levantou a mão pra mim uma vez mais.

- Obrigada, obrigada.

- Obrigada...?

- Meu senhor.

- HAHAH isso. Agora a sua recompensa...

Não entendi o que ele quis dizer, mas vi logo que ele procurava com as mãos o zíper da calça. Só então notei o volume. O pau dele estava visivelmente duro sob a roupa. Aquilo, ironicamente, me excitou deveras. Mal pude proferir palavra alguma.

Ele puxou o pau pra fora do calça e foi uma cena linda. Nunca vira um cacete tão bonito como aquele. Devo ter feito uma cara engraçada, porque ele riu muito quando me olhou.

- Gostou, minha vadiazinha? É tudo seu, faça bom proveito.

Me puxou pelo cabelo, colocando a minha boca próxima ao caralho que latejava. Nunca havia feito nada igual antes, mas um instinto se alastrou dentro de mim, o que me fez cair de boca naquele pau gostosíssimo. Fui enfiando tudo na boca devagar, mas ele, impaciente, empurrou a minha cabeça, o que me fez tossir um pouco, engasgada. E continuou, enfiando até a garganda. Lágrimas escorriam dos meus olhos, eu mal podia respirar. Foi quando senti seu pau pulsar dentro da minha boca e ele urrou como um animal, a respiração ofegante. O primeiro jato me assustou, atingindo o fundo da minha garganta. Tossi um pouco, ele relaxou. Tirou o pau da minha boca, segurou bem o meu rosto e gozou tudo na minha cara. Olhei pra ele e o seu rosto era realmente perfeito, lindo...

Lambi os lábios, satisfeita. Ele sorriu.

- Que linda você fica assim, sabia?

E me levantou. Tirou um pano do bolso, eu me limpei, tímida. Comecei a me vestir, ainda incrédula em tudo o que tinha acontecido. Ele me observava, agora com outro olhar.

Depois se aproximou de mim lentamente, me abraçou por trás me dando uma mordidinha na orelha.

- Você foi ótima, mas ainda tem muito o que aprender. - sussurrou.

Eu arrepiei.

Não vejo a hora...

 





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Comentários (1)

  • JUZINHA escreveu:

    adorei adoro esse tipo de subimissao onde vc e humilhada mas extremamente desejada muito criativo agora falta o ao de consumaçao final

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