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Enviado em 28/06/2009
No dia seguinte... quando nos encontramos na escola, foi um constrangimento. a gente nem conseguia se falar direito, no entanto... éramos amigas, era preciso deixar a vergonha de lado e levar numa boa. contamos uma pra outra, nos mínimos detalhes, como foi que aconteceu tudo aquilo... como foi que logo na nossa primeira vez, já fomos dando o cuzinho e ainda por cima... foi um velho que comeu. putz!... a gente não se conformava, mas era melhor esquecer e tocar a vida pra frente, porém... não era tão simples assim, não. já no meio da semana, minha amiga me contou que o padrinho dela tinha ligado, se desculpando muito e pedindo pra ela dar uma passadinha por lá, só pra tomar um chá, bem gostoso. se ela fosse... ele prometia o dobro daquele dinheirinho... quatro notas de cinqüenta. não me conformei. que cara de pau!... que absurdo!!!...
no outro dia, maria alice me contou de novo, que o padrinho continuava ligando e insistindo. ele jurava, que só queria dar aquele dinheirinho, pra se desculpar de alguma coisa e também, pra ter o prazer de... tomar um chá com ela. percebi que realmente, ela não queria ir, mas quanto ao dinheirinho... dava pra ver que ela estava bem tentada, então... me ocorreu uma idéia. era muita grana, se ela dividisse comigo, eu poderia ir junto e aí... com certeza, ele não se atreveria a nada mais do que... tomar um chá com a gente. minha amiga gostou da minha proposta e se ele ligasse de novo, ela iria aceitar o convite, já dizendo que levaria uma amiga. não deu outra, na sexta-feira ela já veio com a novidade. o padrinho tinha ligado e na maior naturalidade, tinha dito que tudo bem... que ela poderia levar quantas amigas quisesse, então... ficou combinado que na segunda, depois das aulas a gente iria fazer aquela visita.
conforme o combinado, na segunda-feira lá estávamos nós, tocando a campainha. sem demoras, o padrinho apareceu na janela, numa fresta das cortinas e apontando pra porta, fez sinal para entrarmos. de uma maneira formal, ele nos recebeu, fechou e trancou a porta. quando eu estava sendo apresentada pra ele... surpresa!... vindo da cozinha, na maior cara de safadeza, entrava na sala o tiozinho do parquinho. putz! foi um susto tão grande, que a gente ficou que nem besta. o tiozinho já foi chegando na minha amiga e já foi segurando no seu dorso, dizendo que era com ele que ela iria tomar aquele chá no... “cuzinha”... puuutz!!!... antes que ela pudesse dizer, qualquer coisa, o padrinho virou-se pra ela e disse...
- maria alice, minha filhinha... cuida bem do nosso convidado, viu?... você que já é da casa... vai ficar com ele na cozinha e vai servir o que ele deseja. enquanto isso, eu vou ficar com a sua amiga aqui na sala, pra gente se conhecer melhor, ta bom?... pode deixar... que o padrinho vai cuidar dela, direitinho viu?... vai ser como se fosse... minha afilhada!!!... ss...
que situação! que idiotice a nossa! maria alice estava até pálida e de olhos arregalados. senti que eu também, estava com a mesma cara. a gente ficou paralisada, sem saber o que fazer, mas eles já sabiam muito bem, o que iam fazer e... de um jeito meio forçado, o tiozinho já foi conduzindo a minha amiga lá pra cozinha. enquanto isso... já me segurando pelo pulso, o padrinho dela sentava no braço do sofá, de pernas abertas e me puxava pra bem juntinho dele. por tudo que a maria alice me contou... logo vi que ele já estava me ajeitando, pra fazer as “coisa”...
naquele instante, nem adiantava negar nada, pelo visto... os velhacos já se achavam donos da gente e até nos trocaram, uma pela outra. estavam pra comer um... manjar de menina e nessa hora... ninguém escuta nada, qualquer um fica louco. apreensiva, eu olhei lá pros lados da cozinha, procurando uma salvação, mas... pelo jeito, minha amiga estava pior do que eu. ela também olhava pra mim, meio atônita, quase me pedindo socorro e apesar da sua resistência, o tiozinho já conseguia fazer, ela entrar na cozinha e já foi fechando a porta. quando a porta foi trancada, escutei lá dentro, uma confusão de ruídos e murmúrios, tipo pega-pega e deu pra perceber, que a maria alice não estava querendo, tomar... chá, não. acho que era porque eu já tinha contado pra ela, do que é que o tiozinho gostava... meeessmo, mas... pra mim, aquela viada só estava fazendo cu doce. depois de duas... tardes, com o seu padrinho, talvez ela não quisesse admitir, mas com certeza, ela já andava com vontade de tomar... outra vez.
eu ainda estava meio besta com tudo aquilo e já comecei a sentir o padrinho dela me apertando, num abraço colado. ele ainda me segurava pelo pulso e fez a minha mão pousar, bem no mastro de um circo, que já estava armado por baixo do seu pijama. haah!...que susto. do mesmo jeito que ele fez com ela, estava fazendo comigo e pelo tamanho do cacete que eu já estava segurando, logo vi a dureza que teria pela frente e... por trás também. só de pensar, que teria de chupar tudo aquilo... já comecei a ficar tensa, mas na hora, nem deu pra vacilar, não... ele só deu uma puxadinha na minha cabeça e... arrgh!... hmm... shup... shup... hmm... hmm... ...
quase nem dava pra acreditar, que eu estava fazendo aquelas coisas. quando chegou na vez da minha bucetinha, então... foi o manjar dos deuses. o padrinho da minha amiga, papou mais um cabacinho e me fez... mulher!... depois... foi o momento mais crucial. senti o peso do seu corpo, me cobrindo toda, pra me foder de vez. não dava pra levar numa boa, afinal... o meu cabacinho, tinha acabado de ir pro cacete, mesmo assim... sem reclamar de nada, eu só gemia bem baixinho, enquanto o seu pinto grosso e comprido, terminava o serviço.
lá na cozinha... as coisas já aparentavam estarem mais calmas. não dava pra entender quase nada, dos sussurros que ainda se ouviam, mas dava pra perceber, que a maria alice já sussurrava cheia de fricotes, fazendo até voz de criancinha manhosa. acho até que entendi algo parecido com... debruçar na mesa?... é... acho que foi isso mesmo. na certa... ela já estava dando uma de boazinha e até já estava debruçando, pra dar a bunda pra ele. bem, que eu desconfiei, da onda que ela fez... eu já sabia que era só cu doce. naquele instante, ela já devia estar toda oferecida e aquilo me incomodava, afinal... é como dizem, o primeiro a gente nunca esquece e só de imaginar que... o “meu tiozinho”, já devia estar abrindo aquele bundão, pra enfiar o pau no cuzinho dela... putz!... o ciúme tomou conta de mim, mas... foda-se, em troca... o “seu padrinho”, também já estava me fodendo... ss...
era uma tarde tranqüila e silenciosa, não se ouvia nem os vizinhos. o silêncio era de... foder. naquele clima propício, calmamente eu agüentava o peso do padrinho dela, em cima de mim e só levava na bucetinha, mas... quando já estava quase na hora dele gozar, suas mãos se engancharam nos meus ombros e me agarraram bem forte. quando me vi agarrada, daquele jeito todo... eu já sabia o que ele queria e já senti o seu pau, procurando o meu cuzinho. putz!... foi de doeeeeer... mas, eu não fiz escândalo, não... agüentei bem quietinha.
naquele instante, me senti num “déjà-vu”... de novo eu dava o cu, no entanto... dessa vez senti uma diferença... senti que eu já estava mais... acostumada. a coisa me... rolava, tão bem e estava tudo tão... encaixado, que eu até já tinha esquecido daquela viadinha, da maria alice! porém, pelo silêncio que fazia lá na cozinha... com certeza, as coisas por lá também já estavam... encaixadas. imaginei a situação e quase que até podia ver... a viadinha de bruços, bem quietinha e levando só no cu. curiosa pra saber... agucei os ouvidos e escutei alguma coisa, que não me era estranha. bastou um pouco mais de atenção e então tive a certeza... o “meu tiozinho” conseguiu... meeessmo. aquele era o gemido que ele fez comigo, lá no trailer do parquinho, tipo assim...
- sssss!... haahhh!... sssss!... haahhh!... sssss!... haahhh!..
LAERTE coquinho escreveu:
Gostei do conto, kero ajudar a manter o site, mas nao tenho cartao de credito, como posso fazer pra ajudar? Boleto Bancario? Se sim me mande com (dez) R$ 10,00 todo mes com vencimento no dia 10 de cada mes.
Moreno escreveu:
putz que conto delicioso...
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