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Enviado em 18/04/2011
Um professor amigo meu dá aulas para uma molecada de segundo grau, na cidade de Ceres, Goiás. O cara adoeceu bem na época das provas do pessoal que estava de recuperação. Me ligou pedindo que eu quebrasse o galho, que desse uma última aula e aplicasse as provas. Tudo foi combinado com o diretor e aceitei. Ao chegar na cidade me instalei num hotel barato, e saí para a aula de recuperação. Logo ao entrar vi que estavam na sala uns 12 alunos, a maioria homens, todos muito bagunceiros. Na primeira meia-hora de aula, um deles, Diego, acendeu um cigarro dentro da sala, e mandei apagar. O moleque se recusou, e o coloquei para fora de sala. Ao levantar-se da cadeira para sair, notei que o leke era delicioso. Moreno claro, cabelo estilo militar, queixo quadrado, boca carnuda. Ao passar por mim reparei em seu enorme volume na bermuda, e uma bunda empinada, marcando a cueca que abraçava sua bunda e fazia quase um V em direção àquele cu. Na mesma hora fiquei de pau duro e tive que me controlar. Mas o danado do leke me flagrou encarando seu pau e suas coxas e deu um sorriso safado antes de sair da sala. No final da aula Diego me esperava, me perguntou onde eu estava hospedado, e se não gostaria de dar uma aula extra para ele que podia ser reprovado de jeito algum, pois perderia a viagem de férias com a família. Disse que tudo bem, e no final da tarde, aguardei a chegada dele. Diego chegou ao quarto do hotel com a mesma bermuda e uma camiseta regata mostrando parte de seus mamilos. Pedi que sentasse e logo percebi que o leke queria algo mais, além da aula de reforço. O olhar safado e o jeito que sentou, com as pernas bem abertas, deixando à mostra suas coxas peludinhas, denunciaram tudo. Na minha experiência de um homem de 38 anos, fiquei à sua frente, deixando meu pau teso se mostrando nas calças. Diego não tirava os olhos. Foi o sinal para que eu avançasse naquele viadinho, que precisava de uma boa nota escolar. –Para tirar uma boa nota você precisa treinar e estudar muito, garoto. (Já abrindo o zíper) O primeiro teste é ver como você se vira em situações perigosas, como essa, com esse cacete de 20cm na sua frente. O lede nem esperou eu terminar a frase, pegou meu caralho com as duas mãos, aproximou o rosto e começou a cheirar. A cara de prazer do leke sentindo o cheiro do meu pau foi indescritível, os olhos semi-serrados e um sorriso maroto. Com uma das mãos ele segurava minhas bolas e com a boca engolia meu falo, mostrando que o garoto do interior sabia muito bem chupar uma vara. Segurei sua cabeça e empurrei até a garganta. O leke encheu os olhos de lágrimas, mas não reclamou. – Agora vamos à segunda lição. Essa eu tenho certeza que você vai gostar. Coloquei o leke de quatro na cama, tirei sua bermuda, me posicionei atrás dele e comecei a lamber aquele cu depilado. Minha língua grossa abria caminho, e enfiei a ponta naquele cu quente e oferecido. – Ai professor, ainda não aprendi direito, continua vai, assim vou decorar tudinho.
O leke era mais safado do que eu pensava, e o cu já estava bem arrombado para a idade dele. A molecada da cidade goiana certamente já tinha se fartado naquele cu quente e guloso. Abri as bandas da bunda de Digo e encostei a cabeça do meu pau. –Agora vem a terceira lição, pois aposto que você nunca viu nada assim por aqui, sua putinha. – Ai professor, que tora grossa, nunca senti um pau grosso e duro como esse, mete, vai, mas vai devararinho. – Devagarinho uma porra. Dei uma forte estocada no filho da puta, que deu um grito de dor. Com o pau entalado até o saco, fiquei latajendo dentro dele, para que se acostumasse com a verga do seu macho. Depois da primeira relaxada, comecei a fazer um vai e vém, que arrancava gemidos de prazer. Deitei sobre o seu corpo quente e liso, segurei suas mãos com força, e mordiscava sua orelha, enquanto metia o cacete. Falava baixinho no seu ouvido. – Putinha gostosa, desde o primeiro momento que te vi, fiquei louco para meter a vara . Agora veja no espelho o buraco que fiz em voce, sua putinha.!
O leke enlouqueceu quando tirei o pau e mostrei o buraco que tinha feito no seu rabo. Mas ainda queria mais. Virei e comi de frango assado, enquanto minhas bolas batiam em sua bundinha, ele me olhava, passava as mãos no meu peito, nas minhas costas, gemia e revirava os olhos. Depois de meia hora de foda, Diego já me chamava de meu amor, que queria ficar comigo, que tinha encontrado seu homem. – Goza amor, me enche de leite quentinho, vai, quero dormir com seu leite dentro de mim.
Não agüentei a pressão do leke e jorrei como louco dentro dele. Numa punheta comum geralmente espirro 4 jatos de porra farta. Mas acredito que dentro de Diego foram pelo menos sete jatos de porra quente, que devem ter percorrido todas suas entranhas. Depois daquela foda ficamos abraçados mais um tempo. E depois despachei o garoto pra casa. No dia da prova, pela manhã cedo, pedi que viesse ao hotel para uma última lição. Diego entrou no quarto, eu só de cuecas e sentado na cadeira, fui logo mandando que se ajoelhasse e chupasse meu cacete. Ele obedeceu, se ajoelhou no chão, abocanhou meu cacete e ficou pelo menos 20 minutos mamando. – Agora chupa bem devagar, que vou encher você de leite, só que pela boca. Aquele garoto submisso, tão concentrado em meu prazer, soltando gemidinhos enquanto engolia meu caralho, me levou a ter o melhor gozo da minha vida. Segurei sua cabeça com força, e comecei uma gozada demorada. Ele tentava afastar a cabeça mas eu segurava com mais força ainda, forçando Diego a engolir meu leite. Quando ele estava quase sem ar, tirei o pau da sua boca, coloquei ele de quatro e comecei a lamber seu cu, enquanto batia uma punheta para ele. O cacetão do leke latejava em minha mão e foi num gemido forte que esporrou toda minha cama, meu tavesseiro, minha mão. Nos beijamos e fomos juntos para a escola. Diego ficou inspirado e tirou uma nota razoável. Acrescentei mais alguns pontos por tanta dedicação. Fiquei louco pelo leke, e voltarei em breve àquela cidade, onde deixei um grande amor.
erico escreveu:
Muito excitante o conto.Fiquei de pau duro o tempo todo.
Mauro escreveu:
Putz Tony, excelente conto! Curti demais, mas que queria ser o garoto! Rola de conversar? meu email é markhito@gmail.com Abraços e parabéns pela delícia de história.
Matheus escreveu:
Olá amigo,que delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li batendo punheta,gozei muito gostoso,quando eu tinha 13 anos minha rola ja media 15x11cm eu arrombava o cu dos muleke mas eu dava o cu pra eles tb,agora minha rola está medindo 20x14cm continuo arrombando cu mas curto dá o cu tb,sou gato e malhado,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,muito bom,parabéns pelo seu conto,um grande abraço...19 96289021.
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