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DiÁrio de henrique - mudando de dono

  • Autor: h23_bi

    Enviado em 28/12/2009

  • Hits: 1.831

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adormeci ao lado de patrícia, aquele sono gostoso que uma leve embriaguez alcoólica é capaz de oferecer, e acordei com um sobressalto: roger estava sentado na poltrona em frente, olhando patrícia e eu com raiva. ao seu lado, minha mala, pronta e fechada.
- roger... eu posso explicar - comecei mentindo.
- não deve. - ele deu um suspiro e continuou - henrique, eu fiz de tudo pela gente. mas não adiantou. você conseguiu estragar tudo. sempre disse a você que traição é a única coisa que não perdôo. e mesmo com um cinto de castidade, você arranjou uma maneira de me trair, com uma mulher. não há realmnte nada que você possa fazer a respeito.
não percebi que durante essa nossa pequena conversa patrícia acordara e se recompusera, sentada ao meu lado, encarando roger com um sorriso triunfante nos olhos. lágrimas vieram ao rosto de meu bonito (ainda?) namorado.
- você venceu, patrícia.
- roger, não me leve a mal. é a vida, uns perdem, outros ganham...
comecei a sacar a jogada.
- peraí! isso foi armação? vocês combinaram?
- eu precisava ter certeza, henrique! - gritou roger. - ver até que ponto ia o seu tesão ela patrícia! e você se superou. mas agora, a partir de agora, você vai sentir na pele o que é humilhação, a humilhação que eu estou sentindo. - balançou a chave do cinto na minha frente - está vendo isso? vou vender, ouviu bem, vender a chave de acesso ao seu orgasmo, à mulher que conquistou o seu tesão.
cada vez eu acreditava menos.
- cem reais? - ofereceu patrícia?
- não seja ridícula! o cinto custou terezentos e cinqüenta! - respondeu roger, com amargura.
- pois que seja. - respondeu patrícia, puxando sua bolsa e fazendo um cheque.
- e agora - disse roger para mim, depois que a negociação comercial estava terminada - você vai com ela, e desaparece da minha frente.
saí do apartamento levando minha mala, sem muito tempo para despedidas. entramos no carro de patrícia e fomos para a casa dela, sem trocar palavra. então, pensava eu, ela sabia que eu usava um cinto, que sentia tesão por ela, ela também sentia por mim, ela e roger já haviam conversado sobre o assunto e combinado que, quem excitasse mais, levava. tudo muito confuso. mas real, ali estava eu.
chegamos na casa de patrícia, uma casa grande, maior e mais confortável do que o apartamento que eu dividia com roger.
- senta aí e vamos conversar, henrique.
obedeci.
- olha, faz tempo que a gente vem se sentindo atraído um pelo outro, tava muito na cara, você não pode negar isso. eu estava disposta a qualquer atitude pra fisgar você, e o roger só facilitou as coisas com esse cinto. sua situação é a seguinte: se você quiser viver comigo, ótimo, teremos uma vida de marido e mulher, sem maiores problemas. caso você queira ir embora, lembre-se de que a chave está comigo, e que custou caro. ah, e que não está à venda.
ela conseguia ser ainda pior do que roger, que ao menos me vendera. com ela, era aquilo ou o abandono.
aceitei suas condições, e passamos a viver juntos. em nossa primeira noite como casal, apliquei-lhe tanto sexo oral que ela desmaiou após o quinto orgasmo. na segunda noite, foram sete. na terceira, ela resolveu incrementar a técnica, amarrando minhas mãos às costas e vendando meus olhos. apesar de não usar meu pênis, tinha sensações cada vez mais diferentes e intensas, e não ousava contrariá-la ou pedir algo. somente na sétima noite ela resolveu tirar o cinto. era um sábado à noite, tomei banho, ela também. estava linda, gostosíssima, com calcinha e sutiã pretos, de renda, e começou a me dar ordens:
- deita cama e extende as pernas e os braços em xis.
fiz o que mandou, e fui fortemente amarrado nesta posição. ela então vendou meus olhos e sentou com a vulva sobre meu rosto. fiz sexo oral nela por no mínimo meia hora, e senti pelo menos quatro orgasmos inundarem meu rosto de sucos vaginais. temporariamente satisfeita, levantou-se e pareceu sair do quarto. voltou um pouco depois e começou a tirar o cinto de castidade.
a sensação foi indescritível. depois de uma semana, meu pênis não aguentava mais, ansiava por liberdade. sentia-me solto, apesar das amarras, e a ereção era de doer. patrícia não perdeu tempo e cavalgou em mim, eu explodi num orgasmo extremamente intenso em poucos minutos, e desfaleci.





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