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Enviado em 18/09/2009
Sou herbert, tenho 26 anos e vivo no brasil ha aproximadamente 6 anos, assim que cheguei conheci uma mulata que me deixou maluco. medidas perfeitas, cabelos longos porem uma feiçao muito triste. apos alguma intimidade soube que era viuva de pouco e tinha uma filha de 10 anos em maos e o desespero tomava conta de sua vida pois nao tinha ninguem a recorrer para ajudar na criaçao da garota. com o passar do tempo o desenrolar da coisa foi facil, começamos a namorar e convidei-a para viver comigo, traria maior estabilidade para ela e tambem para a garota. ha alguns dias a filha de minha mulher andava muito inquieta, respondona, teimosa e fazia de tudo para contrariar; nunca tinha interferido na criaçao dela mas, minha esposa sem conseguir resolver o problema, pediu para que eu tentasse conversar com a garota para tentar entender o que acontecia. fui ao quarto da fabiana e pedi para que ela me acompanhasse ha um cliente que teria que visitar neste dia e ela aceitou, durante o trajeto tentei conversar um pouco achando que se tratava de um problema de adolescentes, disse que ela estava deixando a mae preocupada com todo aquele mal comportamento e que a mae so estava tentando ajudar. ela entre dentes deixou sair a frase: - acho que nem eu posso me ajudar! pensei logo que pudesse estar envolvida com drogas ou algo do genero e deixei-me calar por alguns instantes. ela começou a chorar e pediu-me para me dirigir para local calmo porque queria me contar um segredo. notei que o desespero dela era enorme e atendi sem fazer qualquer comentario. sai da cidade em direçao a brasilia e avistei uma daquelas tabernas de beira de estrada e parei. descemos, entramos, o bar estava com pouca gente e sem deixar escapar nenhuma palavra nos dirigimos para a ultima mesa do grande salao. pedi uma cerveja e ela um refrigerante. ela ja tinha conseguido controlar as lagrimas e começou entao a falar: - outro dia eu cheguei em casa ja tarde e vi uma coisa que mexeu muito comigo, nao tenho conseguido pensar direito e a unica coisa que penso e que devo ser louca so de pensar assim. e começou com rodeios e rodeios, começou a me falar que havia terminado o namoro e que nunca daria certo enfim uma historia sem pe nem cabeça e eu perguntei: - onde voce quer chegar? ela me lançou um olhar com tamanha força que, neste momento que percebi o quanto ela ja estava desenvolvida. capaz de lançar um olhar tao sedutor que ate me fez ve-la como uma mulher feita e linda como a mae.
ela meio cabisbaixa sussurrou - eu estou apaixonada por voce! fiquei etupefacto mas, claramente, na posiçao de homem todo convencido. uma ninfeta que eu vi crescer que ainda agora ganhava um corpo escultural criada praticamente por mim se assumindo daquela forma. e começou a me relatar o que a deixara tao incomodada na outra noite:
- um dia desses cheguei em casa tarde e fui para o meu quarto, ainda me trocava quando escutei barulhos no quarto ao lado, por curiosidade espiei pela fechadura e vi mamae de pernas escancaradas e voce estocando forte e fundo nela. fiquei maluca ao ver o corpo de voces todo suado e entrelaçado daquela forma e corri pro meu quarto. comecei a me masturbar e a rolar na cama e so conseguia pensar naquela imagem, pensei como seria se eu estivesse no lugar de mamae; nao consegui conter aquele tesao todo enquanto nao enfiei o dedo na xoxota e gozei como louca.
nao preciso descrever a minha situaçao neste momento ne? eu estava palido, cheio de tesao por uma garotinha de 16 anos super gostosa que acabava de se declarar por mim e quase arranquei o meu pau pra fora para me masturbar enquanto ouvia aquela voz doce descrevendo aquela cena tao erotica.
ela entao se calou, saiu do transe climatico e disse com todas as palavras: - acho que nao vou conseguir segurar este tesao todo e quero ir pra cama contigo.
gozei, simplesmente deixei que o meu tesao me tomasse e nao segurei aquela força que me dominou, esqueci todos os meus principios e literalmente pulei em cima daquela garota que havia sido criada em baixo do meu teto. dei um beijo longo e apaixonado nela enquanto ela correspondeu com todo o fogo e a paixao que ela tinha por mim. pedi a conta e saimos.
ja estava-mos na saida da cidade e sempre tem aquela serie de moteis e entao foi so escolher um. entrei e enquanto me deliciava com o momento, pensava nas consequencias que isso me traria mas, novamente como homem, limitei a aproveitar o momento.
entramos no quarto e ela se sentou na cama, fiquei pasmo a olhar para ela enquanto ela mexia no cabelo e se mostrava uma mulher ja feita. beijei novamente aquela boca gostosa e, apos nos despir-mos, comecei a acariciar aquele corpo escultural que passo a descever: uma bariguinha sexy envolta em uma cintura finissima com pouquissimos pelos todos loirinhos, seios firmes, sem marcas de biquini, aqueles mamilos meio saidinhos que mais parece o complementar da forma de um limao, umas coxas roliças e macias uma bunda totalmente empinada que servia de base para uns cabelos levemente ondulados e negros. e so ai me dei conta do que estava entre as minhas maos ha tanto tempo e ate entao nunca havia olhado com olhos de homem para aquela mulher que tinha dentro de casa.
comecei a beijar aquele corpo que expelia o aroma do sexo e ela, nao sei se por vergonha ou por tesao, mantinha sempre os olhos cerrados. abri levemente aquelas coxas grossas e bem formadas e cheguei a minha boca na sua bucetinha que exalava um perfume que me deixou completamente alucinado. passei a lingua levemente duas ou tres vezes so para sentir o sabor daqueles labios pequenos e rosados e fui subindo a lingua pelo seu corpo levemente e cada vez mais alto era o ritmo da respiraçao dela, mais ofegante e ela quase imovel mas com toda a sua pele arrepiada. parei um pouco naqueles seios pontudos e so fazia movimentos circulares em volta dos mamilos; ela ia ao delirio e entao passei a beija-la com muito tesao, me encaxei entre as suas pernas e coloquei o meu pau na entrada mas fiquei ali um tempo so pincelando aquele labios vaginais completamente molhados e virgens para tentar me acalmar um pouco. no tesao em que eu me encontrava nao aguentaria duas bombadas. enquanto isso ela começou a suplicar para eu entrar de uma vez dentro dela. comecei a forçar aquele cabacinho e ela cada vez mais abria as pernas na vontade de engolir o meu pau todo com a bucetinha. fui calmamente introduzindo e ela so me seguia, as vezes fazia uma expressao de dor mas nao se manifestava, so respirava mais fundo e mais gostoso. quando senti o meu pau todo dentro dela, soltei o meu peso sobre o seu corpo e fiquei ali parado por alguns minutos tentando acreditar na sorte que eu tinha. ela me abraçou e cruzou as pernas por cima de mim. olhei-a nos olhos e so entao ela abriu aqueles olhos catanho claros bem grandes e foi quando ela disse: - eu te amo. comecei a beija-la e bombar forte e ela se soltou completamente aos berros: - faz forte assim como voce fazia na mamae, mete, mete fundo, me faz gozar. e eu nem sei onde buscava forças para aguentar por tanto tempo, me desfiz numa gozada fenomenal que senti sair pra fora dela, enxarcando os lençois da cama. ficamos ali mais uns minutos em silencio e so entao levantamos e fomos tomar banho. transamos novamente no banho e mais uma vez na cama. isso aconteceu na semana passada e ate agora nao tem um dia em que nao arranjamos forma de transar as escondidas. a mae dela nao questionou a demora nem o que haviamos falado, me limitei a dizer que havia resolvido o problema e que so precisei dar-lhe a atençao de que ela precisava.
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