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Enviado em 08/06/2009
Meu nome é clara, esse é o segundo conto real que escrevo aqui, quem já leu o meu primeiro sabe como me tornei uma putinha, pra refrescar vou colocar o meu perfil: peso 56 quilos muito bem distribuídos, tenho cabelos pretos e lisos até os ombros, olhos castanhos claros, peitos médios e durinhos, bunda média e empinada, tenho 19 anos e moro em santos.
divido um apartamento com três amigas, elas são minhas companheiras de todas as horas, porém na faculdade também tenho muitos amigos e uma delas é a duda que faz o mesmo curso que o meu - fisioterapia- é com ela que faço meus trabalhos e saímos pras festas da faculdades. algum tempo atrás após ter terminado com meu namorado passei a sair mais, mas houve um tempo em que era impossível, pois era época daqueles trabalhos enormes que passavam(quem faz faculdade sabe...). então passei a freqüentar a casa da duda que ficava em um bairro nobre da cidade, hora fazíamos o trabalho, hora conversávamos e ríamos e assim ia o dia todo. duda morava com o pai que havia separado de sua mãe a tempos, então sempre que fazíamos trabalhos – que geralmente era nos fins de semana- ele sempre arrumava um jeito de ficar nos espionando, certa vez duda foi até o seu quarto buscar algumas anotações, enquanto fiquei na sala de estar, para minha surpresa ele aparece e me olha com um olhar misterioso e da um sorriso provocante, aquilo me deixou arrepiada afinal seu pai não era aqueles coroas nojentos, pelo contrário tinha os cabelos grisalhos devia ter uns 47 anos tinha um corpo na medida certa para sua idade, em fim era bastante charmoso. desde este dia então aquele coroa se tornou minha fantasia sexual, passei a ir mais vezes na casa de duda so para ser o alvo do olhar provocante dele, e fazia questão de ir com roupa provocantes so para chamar atenção. um dia então estava marcado para eu ir até a casa de duda, mas não para fazer trabalhos, mas sim para dar uns mergulhos na piscina, assim ficou, no entanto duda teve que fazer uma viaje urgente para sampa (problemas de família) não conseguiu se comunicar comigo e deixou recado com o seu pai. como o combinado fui para sua casa, à empregada abriu o portão e já estava de saída, então entrei seu pai cujo nome é cláudio veio até mim e deu o recado, mas me propôs que eu ficasse a vontade e que poderia tomar banho de piscina para não perder o meu fim de semana, de inicio hesitei um pouco, mas depois concordei, fui até o quarto de duda troquei de roupa e fui para a piscina, percebi que cláudio ficava me olhando de longe, fiquei um pouco sem graça e deixei de fazer minha bricandeiras na piscina quando eu menos esperava lá vem ele de sunga, perguntando se poderia me fazer companhia não pude dizer não afinal estava na casa dele, então ele entrou ficamos a conversar sobre mim, quantos anos eu tinha, sobre minha família e outras coisas mais aos poucos fui ficando mais a vontade com sua presença, percebi que estava se aproximando cada vez mais de mim ao longo da conversa e que de vez em quando me encarava, no que me deixava sem graça. quando me virei de costas pra mergulhar ele chegou e me abraçou dando beijos no meu pescoço, passava as mãos em minhas pernas e dizia- estou louco pra te fuder, sabia gatinha, há dias que não como uma mulher-. nesse momento sua mão já estava por dentro do meu biquíni alisando minha buceta e me masturbando, não agüentei e comecei gemer bem baixinho , logo ele me puxou e fomos até seu quarto, se pau já estava duro como ferro, e pelo volume que fazia na sunga parecia ser enorme. não esperou muito e tirou sua sunga deixando aquele mastro a mostra, as veias estavam pulsando, não pensei duas vezes e cai de boca, lambia toda a cabeça e chupava até o talo , passei alguns minutos ali mamando o caralho. logo depois tirou o meu biquíni e passou me chupar começando pelo os meus seios, mordiscando os bicos e chupando de tal forma que nunca havia chupado um, foi descendo a te chegar na buceta, onde abriu os lábio e passou a língua na entrada da gruta e logo depois sentia as estocadas daquela língua maravilhosa dentro de mim. eu gemia como nunca me contorcia pela cama que era pequena para nos dois. começou a me beijar e sentia a cabeça de seu pau na entrada da xana, hora colocava hora tirava, me deixando cada vez mais excitada , até quando pedi para que enfiasse logo e de uma so vez foi metendo bem devagar pra que eu sentisse cada centímetro, aos poucos começou as estocadas mais fortes e rápidas a cada estocada eu gemia como uma cachorra no cio e ele dizia-toma vagabunda, vou deixar tua bucetinha inchada-aquilo me deixava mais louca de prazer. depois me colocou de quatro, e mais uma vezes chupou a buceta, so que agora com mais agressividade e começou novamente a bombar tão forte que tive que segurar bruscamente na cabeceira da cama, ele gemia e dava uns gritos de satisfação e depois de alguns minutos cavalguei naquele mastro que parecia inchado e maior, ele me ajudava segurando em minha cintura as vezes apertava meus seios e por fim enfiava o dedo no meu cuzinho o que me dava mais prazer, gozamos profundamente e sentia toda sua porra escorrendo pelas minhas pernas, mas não paramos por ai ele ainda queria mete no cuzinho após alguns minutos fiquei de quatro enquanto ele lambia cuzinho , novamente o fogo do prazer me tomou, quando começou a forçar a cabeça, doeu um pouco mais o prazer era maior que a dor fiquei rebolando para que facilitasse até que penetrou tudo, assim ficou mais fácil e metia com violência e mais uma vez gozamos, sua porra invadiu meu cuzinho estava satisfeita. então sempre nos encontramos so que a segunda vez a duda participou da festinha , mas este fica pra próxima. lembrando que este é um conto real.
kaylane Tamires escreveu:
Amei. Tbm já dei minha buceta p o pai d uma amiga. O velho era muito gostoso. Nossa!!!
MSAN escreveu:
DEI A BUCETA A PRIMEIRA... O meu namorador tirou a minha virgindade... Eu era uma mocinha recata e inexperiente, no entanto desejava, há um bom tempo, perder a virgindade. Faltava a oportunidade. No anoitecer daquele dia em que minha virgindade foi deflorada, eu estava ansiosa, excitada, estava querendo muito, queria me tornar uma mulher, já era hora de deixar de ser virgem... Aos 19 anos, eu dei a buceta a primeira vez, foi pro meu namorado e ele me desvirginou... Foi na casa de praia dele. Nas férias de verão, entre o final do segundo grau e o inicia da faculdade, Achava-me velha para ser virgem, mas não havia preparado este dia, simplesmente aconteceu quando achei que deveria acontecer. Foi natural. Fomos passear à tarde, e à tardinha nos dirigimos à casa dele. Não havia ninguém em casa. Só nós dois. O ambiente era adequado para uma moça ser desvirginada. Quando chegamos lá, ele me levou para o quarto, foi tirando a minha calça, depois a minha calcinha, me deixou peladinha em cima da cama. Ele também tirou a roupa, já estava de pau completamente duro, enorme, roxo, grosso e cabeçudo. Pensei comigo: ?será que eu, uma virgem, suportarei isso tudo dentro da minha buceta.? Parecia desproporcional, uma pau muito grande para aquela bucetinha. Nunca havia tentado dar a buceta antes, nunca havia ficado peladinha junto dele (nem com outro). Fiquei assustada. ?Tem que ser hoje, não saio daqui virgem.? Ele se aproximou, abriu as minhas pernas, ficou de joelhos entre elas, ficou olhando para a minha bucetinha. Colocou as mãos nas minhas coxas. Então, puxei os meus joelhos para cima e para fora e abri bem, deixando a minha buceta bem exposta e acessível para facilitar a penetração para romper o meu cabaço e consumar o meu defloramento... Eu sabia que meu defloramento não seria fácil, porque ele tinha um pau muito grosso e cabeçudo e eu era magrinha e tinha uma buceta minúscula, era só uma rachinha, com alguns pentelhinhos e lábios bem pequenos, nunca havia sido bolinada e nem chupada... Em seguida ele encostou a cabeça do pau na minha xoxotinha, forçou a entrada, mas não conseguiu furar o meu cabaçinho... Aquele pau grosso e aquela cabeça grande eram excessivos para uma moça inexperiente e para a minha buceta pequena e virgem... Eu tinha um hímen resistente, que apesar do esforço dele, não permitiu a penetração, então eu o empurrei para trás... E ele tirou o pau de mim... Eu, então, com minhas mãos abri bem a xaninha, puxei os lábios bem para fora e um pouco para baixo para ficar bem abertinha e facilitar a penetração. Ele começou a me penetrar novamente, mas a dificuldade era a mesma e para agravar a situação, ele não sabia que eu ainda era donzela, ele não me perguntou e eu também não lhe contei, ele não sabia que aquilo que estava oferecendo resistência, não era apenas uma buceta apertada, era o cabacinho duma moça virgem... No entanto ele foi forçando a entrada, metendo devagarinho e com firmeza, mas meu cabaço continuava apresentando muita resistência e derrepente, apesar de eu querer e estar muito excitada, molhadinha, numa metida mais forte e firme, mas com muita dificuldade o pau venceu a resistência e entrou e acabou rompendo o meu cabacinho. Quando furou meu selinho virginal, senti uma ardência nas entrada da buceta e o pau dele socou no fundo. Gritei de dor, comecei a chorar convulsivamente. Meu cabaço estava rompido, não era mais uma virgem. Ele parou, eu o empurrei para trás de novo e ele saiu fora e não continuou mais, ficou assustado com a minha reação, pois como disse, eu não havia lhe dito que eu era virgem... Ao tirar o pau da minha buceta ele viu o que havia acontecido, era uma virgem que havia sido desvirginada. Coloque minha mão sobre a minha buceta já deflorada, fechei as pernas e chorei feito uma meninha, soluçava... senti algo quente e quando tirei a mão da buceta, vi que era só sangue, muito sangue, sangrou muito, parecia uma menstruação abundante. Vendo a minha situação, chorando e sangrando daquele jeito, então ele muito assustado, puxou o lençol, dobrou-o e colocou-o no meio das minhas pernas, contra a minha buceta, para aparar o sangue que escorria do meu cabaço ali deflorado... Nem deu tempo pra ele gozar. Vi o pau dele todo sujo de sangue desce a cabeça até a base... Ficou acariciando os meus pentelhinhos e chupando as minhas tetinhas. Fiquei ali mais ou menos uma hora, chorei o tempo todo. Me recompus e pedi para ele me levar para a minha casa... Vestimo-nos e saímos dali e jogamos o lençol num barranco à beira da estrada, pois estava todo ensanguentado. Mais tarde, ao chegar em casa, a minha buceta ardia um pouco (era na região do cabaço que havia sido deflorado) e meu baixo ventre ainda doía (era a estocada que havia levado no fundo da buceta), fui tomar banho e vi que tinha parado de sangrar, mas tinha muito sangue na calcinha. Sentia-me leve, diferente, custei a dormir, fiquei pensando no ocorrido. No dia seguinte não sentia dor nenhuma e estava muito feliz. Foi um desvirginamento difícil, mas eu estava feliz, pois eu queria mesmo deixar de ser virgem. E havia deixado. Agora já era uma mulher. Já a segunda vez que dei a minha buceta, foi para o meu marido, que teve muita paciência comigo. Ele, também, pensava que eu fosse virgem, pelo meu jeito, miudinha e pouco experiente, e deixou as coisas rolarem do meu jeito, muitos beijos, muitos orais, até que um dia ele me comeu. Pedi para me penetrar com cuidado, e ele assim fez. Doeu, mas não sangrou e nem chorei. Contei a ele que já havia dado a buceta uma vez, apenas uma vez, no dia em que fui desvirginada... Depois de muito tempo meu marido me contou que quando me comeu a primeira vez ele ainda era virgem! Ele não tirou o meu cabacinho, mas eu tirei o dele!
THAYSE escreveu:
EU ADOREI A HISTORIA FIQUEI TODA MOLHADINHA
Paulinha escreveu:
Onde eu encontro esse coroa,tbm sou novinha,acho que ele ia gostar,e eu tbm,dô cu,buceta,o que ele quiser,me chupando,e lambendo fico doidinha,deixo esse coroa doidão.Adoro coroa,satisfazem a gente de uma maneira que outros não sabem.Não resisto a um coroa,as festinhas que vou sempre dou jeito de transar com um,escondido é claro,por que sou garotinha de família,sem meu pai saber sou mesmo é uma putinha depravada,com uma buceta espetacular,que uso sem dó nem piedade,quando casar eu paro,aí fico só com meu marido rsrsr...será???? com peitos duros e mamilos avantajados,acha que vou ficar escondendo eles????
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